Ano I – maio/junho 2002         nº 5 

 

Bioresina já é realidade para flexíveis

Liliam Benzi, especial da Alemanha.

A planta da Cargill Dow tem capacidade para produzir 140 mil toneladas/ano da bioresina PLA.

Uma das principais novidades anunciadas na Interpack, maior feira de embalagem do mundo, realizada na Alemanha, em abril, foi a entrada em funcionamento da primeira planta de bioresinas que se tem notícia com produção em escala industrial. Trata-se da fábrica da Cargill Dow LLC, no Nebrasca (EUA), avaliada em cerca de US$ 150 milhões e que tem capacidade para produzir 140 mil toneladas/ano de PLA, uma resina produzida a partir do milho. No futuro esta mesma planta poderá produzir resinas a partir de outras biomassas, desde que contenham açúcar.

Uma rede de supermercados da Itália já adotou o PLA nas embalagens para alimentos frescos e massas.

O processo de produção do PLA se baseia na fermentação e na destilação. Uma primeira vantagem é que o processo utiliza entre 20% a 50% menos combustível que os processos de produção de polímeros convencionais. A nova resina já está testada e aprovada, inclusive pelo FDA para o contato com alimentos, para utilização nos processos de extrusão (filmes), termoformagem (potes) e sopro (garrafas).

Como propriedades, o fabricante destaca a versatilidade de processamento, a alta transparência e brilho, barreira a aroma e sabor, e resistência a óleos e gorduras. O filme de PLA já está sendo utilizado na Europa para embalar pão em substituição ao polipropileno (PP). Neste caso, o resultado é um aumento considerável da vida de prateleira do produto.

  A nova resina pode substituir o celofane em embalagens de torção.
  

A resina também foi adotada pela Coca-Cola para produção dos copos termoformados utilizados nos Jogos Olímpicos de Inverno de Salt Lake City (EUA). A rede de supermercados IPER, da Itália, também está adotando a resina PLA nas suas embalagens para alimentos frescos e massas, aproveitando-se do apelo "produto natural em embalagem natural". As novas embalagens substituirão as tradicionais bandejas termoformadas cobertas com filmes selados a quente.

Os especialistas vêem o PLA substituindo, com vantagens, o celofane, nas embalagens de torção, e o PET e o PP em outras aplicações. Na termoformagem, a nova resina trabalha a temperaturas mais baixas que o PET e alcança uma produtividade semelhante à do poliestireno (PS). O seu preço, contudo, ainda não é totalmente competitivo: US$ 2,42/Kg.

    

  

Palavra do Presidente

Inovações apontam para flexíveis

A última Interpack, realizada em abril, na Alemanha, foi a maior prova que a indústria de embalagens plásticas flexíveis precisava para mostrar que sua trajetória está em plena ascensão. Posso dizer, sem medo de errar, que boa parte das inovações apresentadas nesta exposição, considerada a maior do mundo na área de embalagem, estavam voltadas justamente para a área de flexíveis.

Muitas delas justificadas por um argumento bastante simples: as embalagens flexíveis vão de encontro à discussão sobre redução do uso de materiais de embalagem e conseqüente redução de custos. Além disso, nossas embalagens podem ser transportadas e armazenadas usando o mínimo de espaço, sem contar que são recicláveis.

Nesta onda, os sacos e bolsas plásticas são os que mais têm ganho destaque. A evolução dos filmes e de sua combinação em estruturas especiais tem possibilitado à indústria inovar. Os sacos de fundo chato, os stand-up pouches, são um verdadeiro sucesso no mercado internacional; no Brasil eles começam a ganhar força não apenas como embalagem refil mas como a própria embalagem final.

Para se ter uma idéia da importância deste mercado, a empresa de pesquisa PIRA estima que a partir de 2004 serão usadas 3 bilhões de bolsas plásticas para pet food na Europa, por ano. Em um de seus editoriais, a revista alemã PackReport ousa prever que até o ano 2004 serão 10,7 bilhões de embalagens fundo chato, contra 4,3 bilhões de unidades consumidas em 2000. Um crescimento de 149% em cinco anos!

Na outra ponta, assistimos à evolução das máquinas dedicadas à nossa indústria. Hoje já se pode falar de equipamentos de corte e solda com velocidade para produzir 600 bolsas por minuto. Face a tantas novidades, dedicamos algumas das matérias desta edição do Flex a notícias captadas durante a Interpack. A todos, uma boa leitura e boas idéias.

Sergio Haberfeld Presidente
  

   

As oportunidades do PP no mercado de flexíveis

Dando início ao ciclo de encontros de seu Comitê de Polipropileno, a ABIEF realizou, em abril, em sua sede em São Paulo, a apresentação "Mercado e tendências para o segmento de filme de polipropileno", proferida por Luís Fernando Cassinelli, Diretor de Produtos e Serviços da OPP Química S/A. Segundo Cassinelli, hoje os filmes respondem por 19% do consumo brasileiro de PP (que eqüivale a cerca de 160 mil toneladas), perdendo apenas para o setor de injeção que consome 33% da produção nacional.

Os alimentos continuam sendo o principal mercado para os filmes de PP. Na área de farmacêuticos estes filmes também avançam, principalmente em substituição aos filmes de PVC; nos rótulos eles estão substituindo os filmes de polietileno (PE).

Mas a principal vantagem do PP, apontada por Cassinelli, é o fato de ser um termoplástico com menor densidade (0,90 g/cm³) o que acaba reduzindo o custo da embalagem. "Além disso, a sua maquinabilidade melhora a cada dia. Antes falava-se de 40 embalagens/minuto em máquinas de corte e solda; hoje já são 75 e num futuro bem próximo teremos uma produção de 90 embalagens/minuto."

Em termos de inovações, a OPP prepara para 2003 o lançamento de copolímeros randômicos cuja principal vantagem é a baixa temperatura de selagem e a maior produtividade nas linhas de empacotamento automático. Os homopolímeros de alta cristalinidade são outra novidade que resulta em filmes com maior rigidez, menor espessura, elevada barreira a umidade e alta resistência térmica.

 

ABIEF na Fispal 2002

Pelo segundo ano consecutivo, a ABIEF teve um estande na Fispal Tecnologia, ocorrida no período de 18 a 21 de junho, no Pavilhão de Exposições do Parque Anhembi, em São Paulo. Os associados da ABIEF contararam com uma sala, dentro do estande, que pode ser utilizada para reuniões.

   

Amcor Flexibles garante liderança na Europa

A receita do sucesso? Aquisição de empresas e produção de embalagens com valor agregado.

Liliam Benzi, especial da Alemanha.

Com a aquisição da espanhola Tobepal, anunciada em abril durante a Interpack, a australiana Amcor Flexibles (www.amcor.com.au) passa a ser líder européia e uma das líderes mundiais em embalagens flexíveis, com 50 plantas espalhadas na América do Norte, Europa, Ásia e Australásia (Austrália + Nova Zelândia); somente na Europa são 41 fábricas em 14 países. Ao todo são 8.050 funcionários e vendas globais ao redor dos US$ 1,5 bilhão/ano.

A política desta empresa, cuja origem está nas embalagens de papel/cartão, é bastante clara: "oferecer embalagens com valor agregado que recompensem os sócios da empresa através da duplicação do faturamento num prazo de três anos". Até 2003, por exemplo, as vendas devem representar um retorno de 15% dos investimentos feitos até então.

A decisão de se tornar uma empresa global surgiu em 1996 e hoje o Grupo Amcor atua nas áreas de cartão corrugado, caixas, flexíveis, garrafas PET, vidro, latas e tampas, com 170 plantas em 29 países que empregam 23.000 pessoas e faturam ao redor dos US$ 4,6 bilhões/ano.

Na área de flexíveis, o foco da Amcor é o mercado europeu que computa vendas totais de pouco mais de US$ 7,5 bilhões, dos quais 80% são provenientes da indústria de alimentos. Estas vendas significam um consumo de 2,7 milhões de toneladas de matéria-prima, dos quais 57% são de polietileno (PE) e de polipropileno orientado (OPP). Um mercado relativamente maduro com um crescimento médio variando entre 3% a 4% ao ano.

A Alemanha é o país que mais consome embalagens plásticas flexíveis na Europa, com uma participação de 26% nas vendas. Em seguida vêm o Reino Unido e a França, com uma participação, respectivamente, de 20% e de 17%. O material mais usado na região é o polietileno (PE), com 36% de participação, seguido pelo polipropileno orientado (OPP), com 21%. PVC, celofane e os papéis estão em franco declínio na área de flexíveis na Europa.

Especula-se que a Amcor Flexibles esteja sondando a compra de dois outros gigantes europeus, a VAW Aluminium e a Pechiney/Soplaril. Segundo os especialistas a opção mais óbvia seria a aquisição da Pechiney que ajudaria a reforçar a posição da Amcor no sul da Europa. Uma das condições para ser uma empresa "comprável" pela Amcor é dar lucro; caso a empresa não apresente resultados em 2 ou 3 anos ela é fechada ou devolvida aos donos originais, dependendo da negociação prévia. Pelo menos hoje a empresa diz não ter nenhum interesse na América do Sul.   

 

Potencial de lácteos deve ser
explorado por flexíveis

Embora o consumo per capita de produtos lácteos ainda seja muito baixo no Brasil – 3,2 Kg/ano contra 6,5 Kg/ano na Argentina e 33 Kg/ano na França – este é um mercado que mantém taxas de crescimento bastante razoáveis, cerca de 10% ao ano. Somente a área de refrigerados movimenta, anualmente, R$ 2,5 bilhões. Esta foi uma das principais conclusões extraídas da palestra "O mercado de alimentos: tendências e dicas para os fornecedores acompanharem nossa evolução", dada por Paulo Eduardo Neger, Coordenador do Departamento de Desenvolvimento de Embalagem da Danone S/A, durante o Café da Manhã da ABIEF, realizado em maio, em sua sede em São Paulo.

Segundo Neger, uma das grandes tendências desse mercado, e que afeta diretamente a indústria de embalagem, é a portabilidade dos produtos. Ou seja, fornecer embalagens que possibilitem o consumo quando, como e onde o consumidor estiver e quiser. "As embalagens plásticas flexíveis são perfeitas para atender a esta necessidade. Outras tendências que favorecem os flexíveis são a necessidade de estruturas mais refinadas, as doses individuais e a necessidade da embalagem remeter ao saudável."

Nesta mesma palestra, Hélio Viveiros, Diretor Comercial da Politeno S/A, destacou os esforços que toda a cadeia, inclusive os fornecedores de matérias-primas, está fazendo para desenvolver tecnologias que garantam produtos com melhor performance e custo mais competitivo. Ele também alertou para o aumento das fusões e aquisições que acabam causando certa reviravolta no mercado.

Especificamente no caso do polietileno (PE), o potencial de mercado também é grande. A média brasileira de consumo per capita é de 10 Kg/ano enquanto no resto do mundo gira ao redor dos 22 Kg/ano. O Brasil consome cerca de 1,5 milhão de toneladas anualmente. Este ano, caso o PIB cresça 3%, este consumo deverá aumentar em cerca de 6%.

   

Auditório da ABIEF disponível para associados

Graças ao patrocínio obtido da Ipiranga Petroquímica, Polibrasil Resinas, Politeno Ind. e Com. e OPP Química, o auditório da ABIEF já está em pleno funcionamento. As poltronas do novo auditório foram patrocinadas pelas seguintes empresas: Alcan, Alppac, Arauplast, Bandeirante, Canguru, Carvaplast, Cia Providência, Coplastil, Dixie Toga, Emflex, Electro Plastic, Finoplastic, Italplast, Itap, Incoplast, Lord, Majicplast, Polyplastic, Regmar, Grupo Sol Embalagens, Sincoplastic, Unipropi, Vetorpel e Zaraplast.

Com capacidade para acomodar 60 pessoas, o auditório está à disposição dos associados que necessitem agendar reuniões ou apresentações. Informações sobre sua utilização podem ser obtidas com Esmeralda pelo fone (11) 3032-4092.

Desempenho atípico de resinas

O desempenho do setor de resinas em 2001 foi considerado atípico, em função da retração no consumo aparente, fato ocorrido pela primeira e única vez na última década, em 1992. Os principais motivos: a alta dos juros, a crise energética e o reajuste no preço da nafta, além da queda na massa salarial que repercutiu diretamente no consumo de embalagens alimentícias. A elevação do IPI (de 5% para 15%) também inibiu o desenvolvimento de novos mercados.

Curioso notar que, apesar da retração no consumo das resinas, houve crescimento das exportações de produtos transformados em 15%, comparado ao ano anterior. Este fator pode ser entendido pelos investimentos realizados na melhoria tecnológica para produção de resinas e, também, da entrada em operação de máquinas de transformação mais competitivas e mais modernas. Com isso, os transformadores estão ofertando mais produtos com menor espessura, o que significa menos resinas.

Aquisição internacional

O Grupo italiano Moplefan assinou um acordo com a Basell Australia para comprar 100% das ações da Shorko Australia, totalmente voltada para o negócio de filmes de PP. O Grupo Moplefan tem 80% de seu capital controlado pela Dor Chemicals, uma empresa localizada em Israel, e os outros 20% controlados pela Basell, uma joint venture entre a Shell e a BASF.

A Moplefan é um dos maiores produtores e distribuidores mundiais de BOPP (poliproprileno biorientado), operando através de seis plantas na Itália, Bélgica e em Israel, com uma capacidade total de 145.000 toneladas/ano.

Eastman com nova patente

Uma das mais recentes patentes da Eastman Chemical é o Embrace, um copoliéster com poder de encolhimento superior a 70%. Outros atributos são a força do encolhimento, a transparência, brilho, boa resistência química e vantagens ambientais.

Reunião do Comitê de Bobinas Técnicas

Com objetivo de esclarecer para os associados da ABIEF, participantes do Comitê de Filmes Técnicos, a política das petroquímicas para o ano base, no dia 18 de abril Cláúdio Oliveira, Diretor da OPP, esteve presente à sede da Associação e explicou a situação atual, além de esclarecer as várias dúvidas dos presentes sobre o assunto.

   

Prêmio consagra melhores da Europa

Criada em 1959, a FEDES (Federação Européia da Indústria de Embalagens Flexíveis), que reúne 300 empresas do setor, anunciou durante a Interpack 2002, na Alemanha, os ganhadores de seu concurso anual, o FEDES Star. O objetivo da premiação é justamente promover o desenvolvimento de soluções e inovações na área de flexíveis (papel e plástico) e criar uma maior aproximação entre os fabricantes de embalagem e seus fornecedores, defendendo os interesses comuns em todo o mundo.

A seguir as embalagens plásticas flexíveis que ganharam o FEDES Star 2001.

Estabilidade na bolsa U-pack

Combina a resistência do cartão dobrado com as vantagens dos filmes plásticos de PET e PE; as laterais seladas a quente garantem um formato especial e muita estabilidade. Possui ainda uma alça para carregar ou para pendurar no ponto de venda, bem como um sistema de abertura e fechamento. Ideal para produtos secos, em grãos, como pet food. (Bischof + Klein, Alemanha, www.bischof-und-klein.com)

Queijo com conveniência

Composta por modernos materiais de embalagem com excelentes propriedades barreira e de maquinabilidade. A dimensão e o sistema de abertura e fechamento atendem às necessidades do consumidor de conveniência. A imagem reflete as características do produto de naturalidade. (Huhtamaki – Finlândia - www.huhtamaki.com)

Qualidade de impressão

O destaque desta embalagem para calda de chocolate está na qualidade da impressão flexográfica em substituição à rotogravura usada anteriormente. A arte utiliza oito cores diferentes numa mesma chapa de impressão. (Nordenia – Alemanha – www.nordenia.com)

Café simplificado

O objetivo desta embalagem era mostrar como o formato (stand-up pouch), aliado a um grafismo simplificado, pode criar uniformidade visual e oferecer redução de custo no ponto de venda. O caráter conveniência é reforçado pelo sistema zip de abertura e fechamento. (Wipf – Suíça – www.wipf.ch)

Stickpack asséptico

Esta é a primeira vez que uma embalagem unidose – do tipo stick – permite o envase asséptico. O processo viabiliza o embalamento de produtos como iogurtes, chocolates, etc neste tipo de embalagem. Além disso, o stickpack vai de encontro à máxima "alimento em movimento", ou seja, consumir onde e quando quiser. (Amcor Flexibles Schüpbach – Suíça – www.amcor.com)

Unidose inteligente

O grande diferencial desta embalagem stickpack é justamente o sistema easy opening (fácil abertura) que também facilita o escoamento do produto. O segredo está no enfraquecimento parcial do filme de superfície da estrutura da embalagem (laminada) sem provocar vazamentos de produto. (Alcan Packaging – França – www.alcan.com)

Lenços diferenciados

A nova embalagem para lenços umedecidos reúne uma série de vantagens: redução do uso de material de embalagem, facilidade de abertura e fechamento (slide zip), formato diferenciado que se destaca no ponto de venda e facilidade de transporte. A bolsa foi especialmente desenvolvida com o novo filme soft touch (toque macio), da Pactiv. (Kobusch Folien - Alemanha – www.kobusch-folien.de)

Bolsa isotérmica

Desenvolvida para driblar os problemas de interrupção no armazenamento de produtos sob refrigeração, como sorvetes, esta embalagem é feita a partir de um material isotérmico que estabiliza a temperatura do produto por um tempo razoável, mantendo suas propriedades e características originais mesmo fora do ambiente refrigerado. (Industrial Bolsera – Espanha – www.industrialbolsera.com)

Abertura fácil

O principal objetivo desta embalagem é oferecer uma abertura fácil e descomplicada. Graças a um rótulo colocado no topo da embalagem, o consumidor abre a embalagem plástica sem qualquer dificuldade. (Huhtamaki – Finlândia - www.huhtamaki.com)

Sofisticação em sacola

O motivo pelo qual esta embalagem foi premiada é único: elegância. O material translúcido, o Pergaplas, combinado com a excelente impressão, produz um efeito de sofisticação pouco visto entre as sacolas plásticas. As alças são seladas a quente e as sacolas podem vir em diferentes cores e formatos, garantindo uma personalidade para cada cliente. (D-Pak 2000 – Alemanha – www.d-pak.de)

 

Digicon lança o primeiro sistema gravimétrico para o controle da alimentação de extrusoras

Criada em 1977, a Digicon (www.digicon.com.br) é uma empresa especializada na produção de equipamentos para automação industrial e controle de processos. Todo o seu trabalho está baseado em parâmetros de tecnologia, confiabilidade, precisão, qualidade e suporte técnico. Para a área industrial, o mais recente lançamento é justamente um sistema de controle gravimétrico da alimentação de resinas em extrusoras.

O Digigrav-300 é um equipamento que foi especialmente projetado para medir e controlar os gramas, por metro, consumidos por extrusoras monocamada ou multicamadas, que produzem filmes balão ou planos, bem como chapas, tubos e perfis. Toda a concepção de pesagem de precisão, tanto a eletrônica como a mecânica, foi elaborada com a mais alta tecnologia disponível no mercado internacional para proporcionar uma maior simplicidade para o operador, deixando todos os cálculos matemáticos e ajustes das roscas e puxador por conta do sistema informatizado. Um Software GraVision permite a monitoração, à distância, de todo o processo de extrusão, assim como o armazenamento de todos os dados lidos e controlados pelo sistema eletrônico.

Vale lembrar que a empresa é integrante do Grupo Digicon, composto ainda pela Numericon e pela Perto. As três empresas atuam na área de automação em geral. A sede do Grupo fica no distrito industrial de Gravataí, no Rio Grande do Sul, e a filial está localizada no município de Barueri, Grande São Paulo. Nestes dois endereços, os clientes do Grupo Digicon, de qualquer localidade brasileira, contam com um completo suporte técnico e comercial; são mais de 600 colaboradores dedicados a oferecer a melhor tecnologia e o melhor atendimento.

 

Edição e Redação: LDB Comunicação Empresarial. Tel.: (11) 3672-3366. E-mail: ldbcom@originet.com.br. Editora Responsável: Liliam Benzi – Mtb 19.352. Projeto Gráfico, Diagramação e Ilustrações: Saulo Pacheco. Tel.: (11) 3061-2231. E-mail: formato.sp@terra.com.br . Fotos da tarja superior: Macarena Lobos. Tel.: (21) 2245-2213.