Ano I – setembro/outubro 2002         nº 7 

Setor de embalagens deve fechar 2002 com aumento de volume

Os fabricantes de embalagens podem começar a olhar com um pouco mais de otimismo o fechamento de 2002. Duas recentes pesquisas apontam para a retomada de crescimento até o final deste ano. De acordo com os resultados do estudo Brazil Pack, da Datamark, divulgados em setembro, o mercado de embalagens deverá fechar com crescimento de volume da ordem de 3,6%. Em 2001, a Datamark registrou um aumento de volume muito menos expressivo: 0,2%.

A pesquisa relativa a este ano levou em consideração 18 tipos de matérias-primas empregadas pela indústria de embalagens, incluindo plásticos em geral – 7 segmentos – papel, papelão, multicamadas, alumínio, folha-de-flandres, aço e vidro.

Em 2001, as vendas totais do setor movimentaram US$ 9,1 bilhões (R$ 21,6 bilhões), contra US$ 10,7 bilhões (R$ 19,4 bilhões) em 2000. Em volume, foram comercializadas 5,75 milhões de toneladas de insumos, contra 5,74 milhões do ano anterior.

Historicamente, o mercado de embalagens cresce 1,3% acima do PIB. Mas segundo Graham Wallis, diretor presidente da empresa de pesquisa, "temos observado que o setor vem crescendo uma média de 3,3% ao ano, em volume, nos últimos cinco anos, um dado positivo se comparado às oscilações econômicas verificadas no país".

Numa análise detalhada, por tipo de matéria-prima, o Brazil Pack mostra que houve um crescimento de 2,1% em volume na comercialização do PEBD (polietileno de baixa densidade), que chegou a US$ 589 milhões. Entre 1995 e 2001 este material cresceu 25,3% em volume.

Já o mercado de PEAD (polietileno de alta densidade), que nos últimos seis anos registrou um crescimento de 66,7%, em 2001 recuou 4%, com 215 milhões de toneladas que totalizaram US$ 557 milhões.

Mas os dados da Datamark também mostram que especificamente as embalagens plásticas flexíveis têm apresentado queda de faturamento: US$ 2,4 bilhões em 2001 contra US$ 2,9 bilhões em 2000.

Outra pesquisa foi a da Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgada pela ABRE (Associação Brasileira de Embalagem), no início de outubro. Este estudo prevê que a indústria brasileira de embalagem deverá fechar o ano com um faturamento de R$ 20 bilhões (contra uma estimativa inicial de R$ 16 bilhões) e com um crescimento da produção física ao redor de 1,5%.

A pesquisa também mostra que o segmento de embalagens plásticas registrou aumento de 0,14% em sua produção física no 1° semestre de 2002. Entre janeiro a agosto, a média de aumento de preços no setor de embalagens foi de cerca de 7,1%, sendo que papel e papelão foram os líderes, com aumentos de 8,7%.

Mercado de Embalagens Plásticas 1995-2006

peso

                   

ton. 103

1995

1996

1997

1998

1999

2000

2001

2002e

2003e

2006e

PEBD

194

223

239

238

  236

  238

  243

  251

  258

  280

PEAD

129

143

184

193

  204

  224

  215

  227

  238

  270

PS

 27

 27

 27

 27

   30

   31

   28

   27

   28

   31

PVC

 60

 63

 42

 36

   32

   32

   32

   33

   34

   38

PP

172

187

201

215

  228

  223

  242

  252

  264

  299

PET

140

186

247

285

  302

  319

  350

  346

  363

  412

PC

  3

  3

  4

  4

    6

    6

    6

    7

    7

    9

Total

724

832

944

999

1.038

1.073

1.116

1.144

1.193

1.339

 

Valor

                   

US$ 106

1995

1996

1997

1998

1999

2000

2001

2002e

2003e

2006e

PEBD

  429

  606

  655

  419

  408

  659

  589

  609

  628

  685

PEAD

  469

  591

  706

  534

  569

1.016

  557

  586

  613

  693

PS

  136

  187

  174

  120

  109

  154

  134

  129

  134

  149

PVC

  247

  284

  193

  185

  148

  123

  104

  108

  112

  122

PP

  649

  801

  840

  590

  612

  789

  674

  702

  735

  832

PET

  538

  768

  953

  790

  824

1.018

  699

  692

  725

  825

PC

   23

   42

   46

   50

   53

   34

   32

   34

   37

   44

Total

2.491

3.279

3.570

2.688

2.723

3.793

2.788

2.861

2.983

3.350

Fonte: Brazil Pack ‘02

 

  

Palavra do Presidente

Repasse de 
aumentos é necessário

Se por um lado as pesquisas apontam para um fechamento de ano com resultados positivos, a
realidade do dia a dia nos faz enxergar uma série de barreiras a serem transpostas para conseguirmos manter a saúde financeira e comercial de nossas empresas.

O fato é que 2002 se mostrou como um ano particularmente complicado e este final de ano está sendo marcado por, pelo menos, dois aumentos consecutivos no preço das matérias-primas – em outubro e em novembro.

As indústrias de nosso setor ficam literalmente como "recheio de sanduíche". De um lado o fornecedor de resina empurrando um preço dolarizado; do outro o cliente absolutamente fechado a negociar qualquer aumento.

Como presidente da ABIEF, uma entidade que desfruta de respeito e de credibilidade, peço aos empresários que repensem suas estratégias e tentem encontrar formas de repassar os aumentos que estão massacrando o nosso negócio.

Cada um deverá ter sensibilidade suficiente para encontrar a equação que funciona melhor com o seu cliente. Sabemos que o cliente tem que ser atendido em suas mínimas necessidades, sempre. Mas ele também deve saber que, para continuar recebendo o bom atendimento de sempre, ele deverá praticar a tão divulgada "parceria".

Ao absorver aumentos, por menor que sejam, estes clientes estarão garantindo a continuidade do fornecimento de suas embalagens, estarão possibilitando a manutenção de nossas empresas e, principalmente, estarão contribuindo para o desenvolvimento industrial de nosso país.

Sergio Haberfeld Presidente
  

   

Tecnologia de auto-resfriamento/aquecimento para pouches

Na última Interpack, em abril, um dos destaques foi a tecnologia de auto-resfriamento e de auto-aquecimento para potes plásticos termoformados ou injetados. A primeira patente que se tem notícia foi feita nos anos 90 e se baseava na tecnologia de resfriamento por evaporação.

Já os produtos expostos na Interpack e que estão no mercado europeu utilizam dispositivos de resfriamento ou de aquecimento inseridos na embalagem. Trata-se de uma linha de bebidas, quentes e frias, formada por chá, chocolate e café.

Mas e como ficam as embalagens flexíveis diante desta tecnologia? No último Congresso Brasileiro de Embalagem, realizado em setembro, Lance Kerr, representante da International Thermal Packaging apresentou a 2ª geração desta tecnologia de auto-resfriamento/aquecimento que promete revolucionar o mercado de pouches.

Ela se baseia na laminação do filme com circuitos de resfriamento ou de aquecimento. A estrutura do filme, no caso, precisa ter, no mínimo, 5 milímetros de espessura. O filme com os dispositivos pode ser biodegradável ou 100% reciclável.

Segundo Kerr, as principais vantagens da nova tecnologia são o baixo custo da produção, os formatos menores e o início imediato do processo de resfriamento ou de aquecimento após a abertura da embalagem. Nem mesmo o fator preço é um empecilho: enquanto a tecnologia de inserção utilizada nas embalagens plásticas rígidas custa entre US$ 0,15 a US$ 0,30 a unidade, a nova tecnologia para o pouch custa entre US$ 0,12 a US$ 0,25 a unidade. Mas o pedido mínimo deve ser de 1 milhão de embalagens/mês.

Os principais mercados para esta nova embalagem flexível são os de bebidas energéticas, água, sucos e chás, especialmente para jovens e crianças em fase escolar ou que praticam atividades ao ar livre. Na área de alimentos, a nova tecnologia pode ser aplicada em embalagens para sopas, cozidos, molhos, pudins, entre outros.

Apesar de todas as possibilidades e potencialidades, a tecnologia revolucionária ainda não saiu dos protótipos. Browm continua esperando uma empresa, com escala suficiente, que justifique a produção desta embalagem.

 

   

Sadia explica como criar uma boa embalagem

O desenvolvimento de uma embalagem adequada a produtos alimentícios passa, necessariamente, pela identificação e quantificação dos vetores críticos de deterioração de um alimento, bem como pelas variáveis que os influenciam. Esta foi uma das principais conclusões extraídas do Café da Manhã da ABIEF realizado em outubro com Álvaro Azanha, da Sadia, e com Sergio Martins Bezerra, da Petroquímica Triunfo.

Segundo Azanha, a visão da Sadia para o desenvolvimento de uma embalagem é "planejar e executar ações que resultem no atendimento de suas necessidades, com relação à sua proteção, conservação, manuseio, distribuição, custos, exposição, comercialização, atratividade, meio ambiente e uso final pelo consumidor".

Especificamente em relação ao projeto da embalagem, as etapas adotadas pela Sadia são criação do conceito e do briefing do produto, análise de sua utilização pelo consumidor e análise dos vários processos de embalamento – automático ou semi-automático, manual, com maior ou menor velocidade, entre outros.

 

Braskem quer incentivar exportação de manufaturados

Dando continuidade a sua série de Cafés da Manhã, onde se apresentam, juntos, um fornecedor e um cliente da indústria de embalagens plásticas flexíveis, a ABIEF reuniu, em setembro, os diretores da Braskem, Leo Maldonado, Marcelo Mancinni e Cleantho de Paiva Leite Filho, e o diretor da Caramuru Alimentos, Pedro Matizonkas.

Na ocasião foi apresentada a nova estrutura da Braskem que nasceu da fusão da OPP com a Copene, com o compromisso de ser a maior petroquímica da América Latina e uma das cinco maiores empresas brasileiras de capital privado. Ao todo ela terá capacidade para produzir 3,2 milhões de toneladas de resinas e de eteno, com um faturamento superior a R$ 7 bilhões/ano. Por esta capacidade a Braskem será o 1° player nacional; a Dow fica com o 2° lugar, com capacidade para 1,5 milhão de toneladas/ano, e a Basf com o 3° lugar, com 810 mil toneladas/ano (nota: a Basf praticamente não atua no mercado de resinas commodities).

Os principais benefícios citados pelos representantes da nova empresa são a estabilidade no fornecimento de resinas, a customização dos produtos e o atendimento personalizado. A Braskem também espera criar mecanismos que incentivem as exportações brasileiras de manufaturados plásticos, oferecendo suporte técnico, tecnológico e mercadológico diferenciado a seus clientes.

A mais recente notícia da Braskem é que, no início de outubro, ela iniciou suas operações na Bolsa de Nova York; seus ADRs são identificados pelo símbolo BAK, em substituição aos papéis da antiga Copene. A empresa tem ainda ações listadas na Bolsa de Valores de São Paulo, com símbolo BRKM, totalizando cerca de 25% do seu capital em circulação no mercado (free float). Os ativos da nova empresa estão avaliados em R$ 12 bilhões.

    

       

Novas certificações

A ABIEF informa e parabeniza as empresas Majicplast Embalagens, pela certificação ISO 9001:2000, e SR Embalagens Plásticas, pela certificação ISO 9002:1994. Ambas foram emitidas pelo BVQI (Bureau Veritas Quality Internacional), com registro nacional no INMETRO e registro internacional na UKAS (Inglaterra).

Bovinos em alta

Felizmente um dos setores brasileiros que tem aumentado suas exportações é o de carne bovina. Felizmente porque todos estes produtos seguem embalados em filmes plásticos!!! Vale lembrar que o mercado mundial de carne bovina movimenta US$ 20 bilhões/ano e que o Brasil participa com 8% desse total. Em toneladas, o Brasil tem 12% de participação no mundo, com 6 milhões de toneladas/ano.

Mas este mercado ainda tem muito para crescer. A média mundial de consumo per capita é de 1 kg de carne bovina a cada 41 dias. Na Europa esta média cai para 1 kg a cada 18 dias, no Brasil para 1 Kg a cada 12 dias e na Argentina 1 Kg a cada 5 dias.

Codificação acentuada

Uma pesquisa realizada nos EUA detectou que o número de caixas de embarque codificadas tem crescido cerca de 13% ao ano. Em 2000, em um universo de seis distribuidores, foram identificadas 29 mil caixas codificadas de 978 diferentes produtores. Embora os números da pesquisa relativa a 2001 não tenham sido revelados ainda, a expectativa era que 100% das caixas de alimentos já estivessem devidamente codificadas.

Nova geração de embalagens

Os altos índices de perdas de frutas e hortaliças no Brasil estão levando ao desenvolvimento das embalagens ativas. Elas podem ser definidas como "embalagens que percebem as mudanças no ambiente ao redor do produto e respondem com alterações em suas propriedades". Normalmente elas têm por base filmes plásticos com ação de absorção de oxigênio, etileno, odores e umidade ou liberação de compostos antimicrobianos.

No Brasil os exemplos mais comuns são as embalagens de verduras, cortes de aves e massas frescas, onde o filme normalmente está associado à ação de um absorvedor (scavanger).

Tendência em alta barreira

Em função do aumento de competitividade através do custo e da contínua demanda por qualidade, as embalagens flexíveis de alta barreira estão sendo alvo de uma série de desenvolvimentos. Materiais alternativos como o OPP (polipropileno orientado) metalizado já estão substituindo estruturas padrão em certos tipos de embalagem como o poliéster usado nas barras de cereal, doces e confeitos.

A quantas andam as sacolas?

A partir de janeiro de 2003, a África do Sul contará com uma nova regulamentação relativa à produção e distribuição das sacolas plásticas. Segundo os especialistas locais, a regulamentação não resolverá o problema de descarte destas embalagens no meio ambiente.

Ao contrário, acabará criando problemas muito maiores como o desemprego de 4 mil pessoas, o aumento da pobreza e o menor número de pessoas capazes de entender que o lixo só está lá porque alguém o jogou, ou seja, que é mais um problema cultural do que industrial.

Uma das imposições da regulamentação é aumentar a espessura das sacolas de 15 para 80 microns. Isto também cria um outro problema: as empresas não estão equipadas e nem capitalizadas para adquirir máquinas que permitam esse tipo de produção. Logo, muitas terão que abandonar este mercado.

      

      

Mercado de balas e chocolates mantém ritmo acelerado de crescimento

Um dos mercados que mais tem crescido nos Estados Unidos é o de balas, doces e confeitos. Em média, os norte-americanos gastam cerca de US$ 80 por ano adquirindo estes produtos, sem contar que eles estão presentes em 98,8% dos lares do país. No ano 2000, entre chocolates, não chocolates e gomas de mascar, foram faturados US$ 23,8 bilhões, constituindo-se no 3° maior mercado de produtos embalados nas lojas tipo outlets; estes itens perdem apenas para as bebidas carbonatadas e para o leite.

Os dados da Associação Nacional de Doces dos EUA, divulgados por seu presidente, Salvatore Ferrara, mostram ainda que esta categoria representa mais de 1% das vendas totais dos supermercados no país (as bebidas carbonatadas, que são a maior categoria, participam com pouco menos de 2%). Os confeitos estão rankeados como o 1° produto na categoria snacks.

Salvatore Ferrara, presidente da Associação de Doces dos EUA, diz que a média de crescimento mundial do setor é de 2,5% ao ano.

Os doces à base de chocolate são os que apresentam maior taxa de crescimento nos últimos anos graças às recentes notícias sobre o alto nível de antioxidantes do chocolate e o seu efeito de neutralização dos níveis de colesterol no sangue. As vendas destes produtos atingiram US$ 13 bilhões em 2000 e a sua penetração nos lares norte-americanos é de 94,3%.

No Brasil, os números são igualmente interessantes. O país ocupa o 5° lugar no ranking mundial de produção de chocolate, com 327 mil toneladas/ano, e o 2° lugar na produção de balas, confeitos e gomas de mascar, com 467 mil toneladas/ano. O crescimento, como no resto do mundo, tem se mostrado contínuo, com taxas anuais de 6%; a taxa mundial de crescimento é de 2,5% ao ano.

Sem dúvida nenhuma, este é um mercado repleto de oportunidades para as embalagens plásticas flexíveis. Ainda mais se considerarmos que os lançamentos são uma constante. Em 2001, mais de 1.100 novos produtos foram lançados nos EUA pelas mais de 400 empresas fabricantes existentes no país.

Mais informações:
www.ecandy.com (EUA) ou www.abicabsweetbrazil.org.br  (Brasil).

      

   

Palestra com a Johnson & Johnson

No próximo dia 26 de novembro, às 8:00 horas, a ABIEF realizará um Café da Manhã, em seu auditório, com a presença dos palestrantes Eduardo Aledo e Armando Albarelli Júnior, ambos da Área de Desenvolvimento de Embalagens da Johnson & Johnson. Confirme sua presença pelo fone (11) 3032-4092 ou pelo e-mail esmeralda@abief.com.br

Vagas limitadas.

 

       

Melhor detecção de metal

Os mais recentes desenvolvimentos da Toray Plastics na área de metalizados de OPP (polipropileno orientado) resultaram em um filme com superior detecção de metal, além das propriedades superiores de barreira e conseqüente aumento de vida de prateleira do produto. A detecção precisa de metais é uma etapa importante no controle de qualidade e no embalamento do produto; todo o processo de produção tem um certo potencial de contaminação por metais. Os níveis de detecção atingidos nas embalagens com estes filmes são superiores ao das embalagens com folha de alumínio: partículas de ferro com 0,9 mm, não ferrosas de 1,8 mm e de aço inoxidável 316 de 3,2 mm. (Toray Plastics – EUA – www.torayplastics.com)

Barreira a umidade

O EVOH é conhecido como uma excelente barreira a oxigênio. Mas onde há um nível alto de umidade, como em produtos cárneos submetidos a auto-clave, esta barreira é consideravelmente reduzida. O problema é então solucionado com uma barreira de base nylon, como o Combitherm que foi especialmente projetado para suportar os processos de esterilização. A sua taxa de barreira corresponde à do EVOH mas a barreira ao oxigênio tem como base uma poliamida (nylon) que, mesmo sob condições extremas de esterilização molhada, permanece perfeita ou se recupera em pouco tempo; o filme permanece transparente e com excelente performance.

(Wipak – Alemanha – www.wipak.com)

Velocidade na máquina com barreira

A linha de filmes de alta velocidade Propafilm FFX – à base de BOPP (polipropileno biorientado) – agora conta com uma versão que aumenta a vida de prateleira dos produtos. De um lado o filme é revestido com a substância selante, que aumenta a velocidade em máquina; do outro ele tem uma cobertura de PVDC que garante alta barreira a umidade, oxigênio e aromas. (UCB Films – Reino Unido – www.films.ucb-group.com)

Extrusão inovadora

Uma nova geração de extrusoras, com alto grau de flexibilidade, foi apresentada. Por esta linha, uma série de produtos podem ser obtidos utilizando-se a mesma tecnologia básica de cooking-extrusion (cozimento-extrusão). Esta nova geração de extrusoras já está sendo utilizada em embalagens para snacks (com formatos tridimensionais), cereais matinais (com tratamento à base de vapor) e baby food (especialmente produtos à base de cereais pré cozidos). (Pavan – Itália – www.pavan.com)

Apelo visual

A Printpack desenvolveu um processo único e inovador que garante apelo visual à embalagem. Esta tecnologia – M-Boss - possibilita gravar qualquer logo ou item de decoração na embalagem e se aplica a estruturas extrudadas e laminadas de polipropileno (PP) e de poliéster (PET). O efeito é ainda mais surpreendente em embalagens metalizadas. (Printpack – Reino Unido – www.printpack.com)

     

   

Camada amplia instalações e capacidade de produção

Desde o início de setembro, a Camada Ind. e Com. de Plásticos está instalada em um novo prédio de 3 mil m² de área construída no bairro do Jaraguá, em São Paulo, há 2 km do Rodoanel. Graças à ampliação do espaço físico, Marcelo Luiz Albino, Diretor da empresa, conta que foi possível também ampliar a capacidade de transformação que hoje está em 170 toneladas/mês.

Criada há um ano e meio, a Camada transforma basicamente PEBDL (polietileno linear de baixa densidade). A empresa é especializada na produção de sacaria; filmes técnicos para empacotamente automático, especialmente de feijão, cereais e gelo; bobinas e filmes termoencolhíveis (shrink).

O seu parque industrial está equipado com 6 extrusoras, 2 impressoras flexográficas para impressão em quadricromia, rebobinadeiras e máquinas de corte e solda. "Para 2003 já planejamos novos investimentos. Estaremos adquirindo uma outra impressora flexográfica e mais uma extrusora", conta Albino.

Apesar dos altos e baixos do mercado brasileiro, o empresário continua confiante. "Atendemos a empresas de pequeno, médio e grande porte, daí a nossa grande flexibilidade de produção e de adequação às condições do mercado", finaliza.

 

Edição e Redação: LDB Comunicação Empresarial. Tel.: (11) 3672-3366. E-mail: ldbcom@originet.com.br. Editora Responsável: Liliam Benzi – Mtb 19.352. Projeto Gráfico, Diagramação e Ilustrações: Saulo Pacheco. Tel.: (11) 3061-2231. E-mail: formato.sp@terra.com.br . Fotos da tarja superior: Macarena Lobos. Tel.: (21) 2245-2213.