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Ano II– janeiro/fevereiro 2003
nº 8
Você sabe escolher o fornecedor certo de resinas?As pesquisas mostram que um dos principais fatores de sucesso dos convertedores, independente do seu tamanho ou escala de produção, é a escolha de um fornecedor de resina confiável e econômico. A realidade de um mundo de negócios cada vez mais competitivo e globalizado obriga os fornecedores a oferecerem produtos com a melhor relação custo-benefício; não basta mais apenas qualidade e pontualidade na entrega.
Mas como medir a eficiência de seu fornecedor? Um primeiro passo pode ser a avaliação da forma que a empresa está organizada para sustentar uma relação de parceria com o cliente. E isto pressupõe que todas as funções da cadeia de suprimento (supply chain) estejam integradas – planejamento do produto, definição de preço, produção, faturamento, atendimento ao cliente e gerenciamento do produto devem ser atividades centralizadas. Já que o primeiro contato de sua empresa com o fornecedor normalmente se dá através de um representante de vendas, vale a pena avaliar se esta pessoa trabalha há bastante tempo na empresa e como são os seus conhecimentos sobre a resina em questão. É igualmente importante que este profissional tenha uma visão global do seu negócio pois, no decorrer do relacionamento, esta visão poderá ser um dos fatores chave para garantir a sua competitividade. Checado o potencial do profissional de vendas, vale a pena avaliar a capacidade dos técnicos da empresa. Uma forma bastante simples é questionar o fornecedor sobre "o que ele recomendaria para aumentar a eficiência de sua produção e identificar eventuais estrangulamentos". Finalmente, a capacidade de inovar do fornecedor de resinas também deve ser analisada. Algumas perguntas simples podem contribuir para esta avaliação:
É importante ter em mente que se você ainda não está trabalhando com um fornecedor que ajude o seu desempenho e crescimento, a concorrência certamente já está. No caso de efetivamente não existir um fornecedor de resina que atenda às suas necessidades específicas, sempre vale a pena estudar a possibilidade de ajudar no desenvolvimento deste fornecedor.
Como formular preços e levantar custos? E as suas estratégias de venda, são eficientes?Aproveite a oportunidade que a ABIEF está oferecendo No dia 12 de março a Associação realizará o curso "Como formular preços, levantar custos e traçar estratégias de vendas no segmento de embalagens flexíveis". O curso será realizado em sua sede, em São Paulo, das 9:00 às 16:00 horas. Faça já sua inscrição pelo fone (11) 3032-4092 com Daniela. Vagas limitadas.
ABIEF
lança Guia
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Palavra do Presidente Mercado externo pode ser interessanteSe em 2002 batemos na tecla da recuperação econômica e da contenção do aumento dos preços das matérias-primas, estou quase certo que 2003 será o ano para pensar em ampliar nossos mercados. Quando falo em ampliar, não me refiro apenas a explorar novos nichos no mercado interno. Estou falando também de aumentar o nível de exportação de nosso setor. Na realidade podemos pegar uma carona no próprio crescimento das exportações brasileiras como um todo, especialmente nas áreas agrícola e de carnes - bovina, suína e de aves. A embalagem pode e deve ajudar o produto brasileiro a ganhar uma identidade internacional, além de carregar a imagem de nosso país mundo afora. A embalagem também agrega valor ao produto. Já está mais do que provado que a entrada de divisas é maior quando se exporta um produto embalado do que quando o produto é exportado a granel. E o fato da indústria de carnes ser uma das principais na exportação, por si só é um bom começo. Ao invés de mandarmos aves inteiras para o mercado internacional, por que não mandar cortes especiais, especialmente embalados com filmes plásticos flexíveis? Mas a empresa de embalagem que quiser fornecer para clientes exportadores deve tomar o cuidado de utilizar materiais e processos devidamente aprovados. Por exemplo, é necessário a AUP (Autorização de Uso de Produto), emitida pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. O rótulo da embalagem é outra preocupação; ele também deve ser registrado e aprovado por esse Ministério. Enfim, não restam dúvidas de que há mercados potenciais no exterior para as embalagens plásticas flexíveis brasileiras. Nossa indústria dispõe de tecnologia apropriada e de produtos compatíveis com os padrões internacionais de qualidade. Basta agora trabalhar para a criação de uma cultura de exportação e lembrar sempre que, uma vez que se entra no mercado externo, não se pode voltar atrás. A descontinuidade no fornecimento pode trazer prejuízos irreparáveis à empresa e à imagem de nosso país. Sergio Haberfeld
– Presidente |
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O NaturaFlex é biodegradável e possui uma barreira especial de
nitrocelulose.
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| O CelloTherm pode ser usado no microondas ou forno convencional. |
As feiras nacionais e internacionais de plástico e embalagem realizadas em 2002 foram marcadas, essencialmente, pelo lançamento de filmes que melhoram a performance da embalagem e agregam valor ao produto. A norte-americana UCB Films (www.ucb.com), por exemplo, foi uma das empresas que mais se destacou neste sentido.
Um de seus lançamentos, o Propafilm FFF, apresenta uma excelente barreira a odores e uma ótima maquinabilidade. Trata-se de um filme de polipropileno biorientado (BOPP), apresentado em duas versões: o Propafilm FFB30 e o Propafilm RXB32. O Propafilm FFB é um filme branco, revestido de forma diferenciada com acrílico, o que garante rapidez na selagem. Já o Propafilm RXB é revestido de um lado com um PVDC reforçado, de baixa selagem, e do outro lado com um PVDC barreira; ele é indicado para embalar barras de chocolate.
O novo Propafilm FFB 30 foi adotado pela Munne & Co. para embalar seu chocolate em pó após um rigoroso teste: as embalagens ficaram armazenadas em uma caixa fechada juntamente com sabão em pó durante um mês. Após o período, o produto foi analisado e se mostrou perfeito, sem resíduos ou odores de sabão.
Outro lançamento foi a linha Propafilm OLS 80, os chamados filmes shrink (encolhíveis) inteligentes. Com a mesma base de BOPP, a grande vantagem deste filme é o encolhimento, sem a necessidade de um túnel de aquecimento. A Sony Music Canada já adotou a novidade em sua linha de CDs, conseguindo uma performance surpreendente na linha: uma velocidade média de embalamento de 110 CDs por minuto.
Na linha da conveniência, outra novidade é o filme que pode ir ao forno, o CelloTherm, ideal para pratos prontos. Sua base é um filme de celulose biodegradável, resistente ao calor e semi-permeável à umidade, que pode ser usado tanto no microondas como no forno convencional.
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| O Propafilm FFF apresenta excelente barreira a odores | Já o Propafilm OLS é um filme encolhível inteligente | ||
E se o assunto for meio ambiente, a UCB oferece a linha de filmes biodegradáveis e compostos de celulose, NatureFlex. Este filme foi elaborado a fim de atender aos rigorosos critérios da norma de compostagem norte-americana.
Na versão E305, o NaturaFlex possui uma barreira especial formulada a partir de nitrocelulose, que contém minerais e resinas. Ele apresenta performance semelhante à dos filmes plásticos orientados e pode ser usado em máquinas verticais ou flow-pack ou ainda em embalagens twistwrap e na formação de bolsas.
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No último Café da Manhã promovido pela ABIEF em 2002, com
patrocínio da Braskem, Embaquim e Fispal/Fispack, a Johnson &
Johnson mostrou claramente como a evolução dos filmes flexíveis
pode impactar no negócio de produtos descartáveis para higiene
pessoal e vice-versa.
Segundo Armando Albarelli Júnior e Eduardo Aledo, ambos do Departamento de Desenvolvimento de Embalagens da multinacional, além de chamar a atenção no ponto de venda e garantir a integridade do produto, a embalagem é responsável pela conveniência que o consumidor espera na hora de utilizar o produto em casa.
Por isso, na J&J a embalagem é tratada de forma bastante especial. "Precisamos que nossos fornecedores nos garantam vantagem competitiva, ou seja, o melhor material, a entrega mais rápida, o melhor preço e, se possível, uma certa exclusividade por algum tempo."
Além disso, o item inovação é permanentemente abordado pela empresa, em todas as suas nuanças: incremental (pequenas mudanças do dia a dia), substancial (com alguma mensagem e reflexo no market share) e transformacional (que realmente cria algo novo).
A J&J também espera que seus fornecedores possuam uma certa estrutura de exportação visto que a filial brasileira, por exemplo, pode estar desenvolvendo um produto que será produzido e comercializado em outra região do mundo.
No caso específico das fraldas descartáveis e dos absorventes higiênicos, a grande novidade da empresa é a embalagem com toque têxtil, um filme muito macio no qual, algumas vezes, são utilizados recursos de gravação (embossing).
Normalmente estes produtos são embalados com filmes de PE (polietileno) em pacotes cada vez menores e mais compactos (aspecto de praticidade). O embalamento unitário também já é uma realidade para garantir a portabilidade do produto.
De sua parte, a J&J está implantando um sistema de conexão eletrônica para facilitar e agilizar a sua comunicação com clientes e fornecedores. O sistema terá impacto imediato nos inventários dos fornecedores, uma vez que eles terão acesso aos pedidos em tempo real e, portanto, poderão programar a reposição dos estoques. A J&J também já está aprimorando o sistema de envio de artes finais, para fornecedores e clientes, via internet.
Café da manhã – Patrocínio
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A indústria de embalagens plásticas flexíveis tem um potencial enorme a explorar junto aos fabricantes de farinhas, misturas para bolos e massas. Esta foi uma das principais conclusões extraídas do Café da Manhã que a ABIEF, com o patrocínio da Lord Embalagens Plásticas, promoveu em sua sede, em fevereiro, com o Gerente de Tecnologia e Marketing da J. Macêdo Alimentos, Jumar Pedreira.
Segundo ele, os flexíveis são uma excelente opção para esses produtos, "o problema é que depois da substituição dos cartuchos, na década de 80, não se viu mais nenhuma inovação". E o mercado a ser conquistado é significativo. O Brasil movimenta anualmente 238,4 milhões de embalagens de 1 kg e 84,7 milhões de embalagens de 5 kg para farinha; e todas as embalagens de 5 kg ainda são de papel.
Somente a J. Macêdo produz 110 mil toneladas de farinha doméstica a cada dois meses, sendo a líder neste segmento com a marca nacional Dona Benta. "A idéia é, cada vez mais, agregar valor à farinha. Há 15 anos iniciamos um movimento neste sentido, misturando fermento à farinha. Hoje 10% da farinha já é misturada com fermento."
Outro nicho importante de mercado é o de mistura para bolos. Embora o mercado não seja gigantesco – 16 mil toneladas em 1996 contra 44 mil toneladas em 2002 – a J. Macêdo estima que seu crescimento chegue aos 9,6% este ano. "A indústria tem que trabalhar muito este mercado pois o brasileiro consome, anualmente, somente 300 gramas de bolo, praticamente o equivalente a uma fatia."
Nos mercados de farinha e de massas, as projeções de crescimento da J. Macêdo para 2003 são mais tímidas. Respectivamente 2,9% e 4%. Estas previsões não consideram o programa do governo Fome Zero no qual o macarrão e a farinha deverão ser os carro-chefe; o programa deverá estimular o crescimento da indústria de alimentos em 8%.
"Portanto, massa é outro mercado potencial para as embalagens plásticas flexíveis, especialmente se considerarmos que o consumo per capita no Brasil é de 5,5 kg/ano enquanto nossa vizinha Venezuela registra 12 kg per capita ano; é claro que a líder é a Itália com 28 kg per capita ano."
Os três estados que mais consomem farinha no Brasil são Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do sul, com 44% de participação. Nessa região, o consumo per capita chega a 10,7 kg ano. "Isto porque eles ainda mantêm a cultura de fazer pão e macarrão em casa."
O mais interessante é que, mesmo sendo líder, a farinha Dona Benta participa com apenas 2,2% nestes mercados do sul. "O consumidor rejeita a embalagem plástica", afirma Jumar. A justificativa é que ele não percebe a embalagem plástica como um produto top. "A indústria de embalagem poderia ajudar a mudar esta percepção."
Como sugestões para a indústria de embalagens Jumar cita: a promoção da educação ambiental em relação ao descarte dos resíduos plásticos; a criação de um plano de incentivo para venda de embalagens para alimentos dentro do programa Fome Zero; o incentivo à pesquisa e desenvolvimento para reciclagem de materiais laminados; a promoção de uma campanha de esclarecimento sobre uso de flexíveis em alimentos e a atuação do setor em programas de incentivo ao consumo de massas, farinhas e bolos.
Café da manhã – Patrocínio

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No final do ano passado, a Kraton Polymers (www.KRATON.com), dos Estados Unidos, introduziu uma nova geração de polímeros de estireno que promete melhorar sensivelmente a produção dos filmes usados nos rótulos sleeve (ou manga). O resultado final são rótulos mais transparentes e mais resistentes a impacto. Além disso, toda a linha – D-1403P, D-1431P e D-1493P – é reciclável e atende às exigências da FDA (Food & Drug Administration) para o contato com alimentos. Todos eles podem ser usados nos processos de injeção/molde, extrusão, termoformagem e sopro-moldagem, sendo que as principais características são:
De modo geral, as três versões apresentam melhor estabilidade térmica, melhor força de melt, contêm menos gel e são mais fáceis de processar. A Kraton prevê um grande potencial de uso destas resinas em rótulos sleeve encolhíveis, sendo que os filmes podem ser feitos pelo processo de sopro ou cast.
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No dia 17 de dezembro, a ABIEF reuniu cerca de 50 empresários do setor para um almoço de confraternização na Mercearia São Roque, no Jóquei Clube de São Paulo. Durante o evento, o presidente da entidade, Sergio Haberfeld, agradeceu a dedicação de toda a Diretoria e o trabalho da equipe da ABIEF durante 2002.
Entre os dias 04 e 05 de dezembro, a ABIEF realizou em sua sede, em São Paulo, o Curso "Tecnologia Moderna de Embalagens Flexíveis". Na ocasião foram discutidos temas como: requisitos para a conservação de alimentos em embalagens flexíveis, permeabilidade dos filmes, materiais poliméricos, aditivação, materiais plásticos (propriedades e aplicações), processos de fabricação, processos de obtenção e processos de laminação. Ao todo participaram cerca de 48 pessoas que, no final do curso, receberam um certificado.
Agende-se
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Pelo 2° ano consecutivo, a ABIEF renovou o Contrato de Prestação de Serviços de Exportação que mantém com a Cia. Marítima Hamburg Sud. Este contrato beneficia, com redução nas tarifas de frete, as empresas participantes, associadas à ABIEF e que exportam seus produtos para a Costa Leste e para o Golfo dos Estados Unidos. Os produtos podem ser embarcados em containers de 20 e de 40 pés.
Para alcançar tarifas ainda mais vantajosas para todos, o objetivo da ABIEF é aumentar ainda mais o número de empresas participantes do contrato. Portanto, se a sua empresa exporta, não perca tempo. Fale já com Esmeralda, da ABIEF – fone (11) 3032-4092 ou e-mail esmeralda@abief.com.br – e peça a inclusão de sua empresa no contrato.
A Brückner Maschinenbau anunciou que uma de suas máquinas, instalada na Manuli Film (Itália), bateu o recorde de produção de filme BOPP (polipropileno biorientado). Trabalhando em todos os turnos, a uma velocidade de 320 metros/minuto, a linha produziu 5.500 kg por hora. A linha foi projetada para produzir 41.250 toneladas/ano. A empresa ainda espera atingir uma velocidade de 500 metros/minuto com uma saída de extrusão de 7.000 kg por hora.
Considerado um dos países asiáticos com maior poder econômico e avanço tecnológico, o Japão também vem surpreendendo o mundo com os seus números de reciclagem. Dentro da área de plásticos, por exemplo, os índices registrados em 2002 foram:
O Japão também é um dos grandes fabricantes de máquinas para embalagem (faturamento de cerca de US$ 3,8 milhões), com ênfase às máquinas para plásticos. Os especialistas acreditam que 95% da demanda interna seja suprida localmente; os 5% restantes importam máquinas da Alemanha, Itália, Suíça, Coréia do Sul, Reino Unido, França e Estados Unidos.
Quem são os maiores produtores de poliolefinas do mundo???
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Empresa |
Ênfase de produção |
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1. |
Dow/UCC |
PE (polietileno) |
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2. |
Basell |
PP (polipropileno) |
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3. |
ExxonMobil |
PE |
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4. |
BP (British Petroleum) |
PE e PP |
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5. |
Borealis |
PE e PP |
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6. |
Atofina |
PE e PP |
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7. |
Equistar |
PE |
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8. |
Chevron/Phillips |
PE |
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9. |
DSM (parte da Sabic) |
PE |
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10. |
Formosa |
PE |
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11. |
Solvay |
PE |
Desde o início deste ano a Euroflex (Associação Européia da Indústria de Embalagens Flexíveis), criada em 1998, está se chamando FPE ou Flexible Packaging Europe. A entidade conta com cerca de 25 membros, entre empresas e associações do setor de diferentes países. Mais informações podem ser obtidas no site www.flexpack-europe.org.
Informamos que a Plastisul Artefatos Plásticos Ltda., associada da ABIEF, conquistou recentemente a certificação ISO 9001/2000 conferida pela Det Norske Veritas.
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Cada vez mais os consumidores exigem embalagens de café que
mantenham o aroma e o frescor do produto. Para atender a este
requisito, a Wipak oferece estruturas compostas que podem conter
alumínio – Aluthen – ou livres de metais, com uma barreira EVOH.
Os filmes podem ser fornecidos impressos em até 10 cores, pelo
processo de rotogravura, e com sistemas de abertura e fechamento.
(Wipak – Alemanha – www.wipak.com)
As grandes marcas ganharam mais um aliado na briga pelo consumidor no ponto de venda. Trata-se do novo filme desenvolvido pela Toray Plastics, o LumeBrite que, como o próprio nome sugere, é mais brilhante, durável, tem boa relação custo-benefício e pode ser decorado com holografia. Ele já está tendo uma boa aceitação pelas indústrias de cosméticos, produtos de higiene pessoal, produtos esportivos e aplicações de segurança. (Toray Plastics – Estados Unidos – www.TorayFilms.com)
A Thimonnier TD 1500 DUO é uma máquina de envase e selagem
compacta, ideal para embalar pratos prontos, carnes, peixes, sopas,
molhos, frutas e sucos em stand-up pouches com quatro soldas
(laterais) e volumes que variam de 0,1 ml a 2 litros. Os pouches podem
ser de enchimento a quente ou retorted. O ciclo da nova máquina é de
2 pouches e a capacidade de produção é de até 100
embalagens/minuto. (Thimonnier – Estados Unidos – www.ptiusa.com)
Desenvolvido especialmente para a inspeção de soldas em retort
pouches, o sistema não destrutivo 525 ABUS, da Packaging Technologies
& Inspection, utiliza uma tecnologia de ultra-som que garante uma
avaliação quantitativa da qualidade da solda, identificando
rapidamente defeitos e problemas que nem sempre resultam em vazamento.
Sem a necessidade de preparar uma amostra, o sistema escaneia a área
de solda através de um feixe estreito de sinal ultra-sônico. O
processo leva apenas alguns segundos e a variação da medição e da
força do sinal é que determinam a qualidade da solda e a presença
de defeitos. O sistema é capaz de detectar defeitos no material,
delaminação, elementos estranhos, pequenos cortes ou furos, falta de
adesivo ou de alguma camada de material, e agentes contaminantes. (PTI
Packaging Technologies & Inspection – Estados Unidos – www.ptiusa.com)
O Winpakage System é uma linha form-fill-seal vertical para produtos líquidos ou viscosos, como iogurte, molhos, sucos e caldas, com capacidade para envasar pouches de 3 ml a 86 ml a uma velocidade de 320 embalagens/minuto. Um pistão volumétrico garante alta precisão no enchimento de produtos sob qualquer temperatura – de 1° C a 90° C. O comprimento das embalagens pode variar de 60 a 225 mm. (Wipak – EUA – www.wipak.com)
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A Petroisa Brasil Ltda., com 25 anos no segmento de embalagens plásticas e de papel para supermercados, magazines e lojas em geral, deu início à operação de sua nova planta para a fabricação de bobinas técnicas, usadas em empacotamento automático, em março.
Como explica Daniel Scarcelli, Diretor Comercial da empresa, a estratégia da Petroisa é investir em novos equipamentos e tecnologias que diferenciem seus produtos nos mercados em que atua.
A empresa já é nacionalmente conhecida pela excelente qualidade
de seus produtos e serviços, tendo como filosofia a utilização de
matérias-primas de alta performance, graças às parcerias firmadas
com os melhores fornecedores nacionais e internacionais.
Sua planta instalada no município de Avaré, interior de São Paulo, atende aos principais mercados de diversos estados brasileiros. Sua equipe de engenheiros, altamente treinados e qualificados, oferece assistência a todos os seus distribuidores em território nacional.
A Petroisa também atua na área de sistemas de irrigação por gotejamento e aspersão para jardinagem.
| Edição e Redação: LDB Comunicação Empresarial. Tel.: (11) 3672-3366. E-mail: ldbcom@originet.com.br. Editora Responsável: Liliam Benzi – Mtb 19.352. Projeto Gráfico, Diagramação e Ilustrações: Saulo Pacheco. Tel.: (11) 3061-2231. E-mail: formato.sp@terra.com.br . Fotos da tarja superior: Macarena Lobos. Tel.: (21) 2245-2213. |