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Ano II– setembro/outubro 2003
nº 12
Pão de Açúcar está atento aos fornecedores de embalagemA partir de uma auditoria, o Grupo iniciou seu Programa de Qualificação de Fornecedores. Considerado o maior varejista do Brasil, com 15% de market share e vendas brutas ao redor dos R$ 11,7 bilhões, o Grupo Pão de Açúcar começa a trabalhar um tema até então pouco explorado pelo varejo: a qualidade de suas embalagens. A convite da ABIEF, Cláudia de Souza, Gerente de Compras da área, participou do Café da Manhã da Associação, em outubro, para explicar como a embalagem é vista dentro da estratégia de crescimento do Grupo composto pelos supermercados Pão de Açúcar, Extra e Compre Bem/Barateiro.
De cara, a auditoria detectou que "os fabricantes de embalagem estão tecnicamente bem estruturados embora muitas de suas instalações sejam precárias por falta de organização e limpeza, falta de espaço e falta de manutenção (janelas e pisos quebrados, sanitários em péssimas condições, ralos sem proteção e forro com buracos)". "O positivo é que a grande maioria destes fornecedores está disposta a implementar normas de qualidade e de adequação do sistema atual. Muitos, inclusive, já iniciaram o processo de certificação pela ISO." O resultado foi que 16,7% das 12 empresas auditadas foram classificadas como mais ou menos boas e 81,8% como regulares. Outro ponto bastante positivo foi a responsabilidade social que muitas empresas demostram através de projetos educacionais, participação voluntária em eventos da comunidade e de entidades filantrópicas, e promoção de atividades artísticas e culturais. "Embora algumas delas ainda mantenham menores de idade em seus quadros de funcionários", comenta Cláudia. Como parte desta estratégia de qualificação de fornecedores, o Grupo Pão de Açúcar realizou no dia 14 de novembro o 1° EmbalaPão. "Neste evento, buscamos aproximar os fornecedores dos gestores de cada categoria para que, juntos, eles encontrem novas formas para adicionar valor emocional à marca/produto Pão de Açúcar." Segundo Cláudia, o requisito básico para participar do evento era apresentar alguma novidade que cumprisse a função de agregar valor. No caso das sacolas plásticas, o Pão de Açúcar já trabalha com materiais reciclados. O próximo passo, que está sendo estudado, é a adoção de sacolas feitas a partir de polímeros biodegradáveis.
Produção de embalagem cai no 1° semestreUma pesquisa realizada pela FGV (Fundação Getúlio Vargas) a pedido da ABRE (Associação Brasileira de Embalagem) indica que a indústria de embalagem sofreu uma queda de 5,63% em sua produção entre os meses de janeiro a julho. Especificamente nas embalagens plásticas, a queda registrada foi de 8,87%; as campeãs em queda foram as embalagens metálicas, com 11,70%. Esta foi a pior performance desde 1990, ano no qual, no 1° semestre, a indústria registrou uma retração de 13,7%. Felizmente os preços não contribuíram ainda mais para piorar o quadro. Nos seis primeiros meses do ano, o aumento registrado foi de 8,25% entre todas as embalagens. Madeira teve aumentos de 20,47%, vidro 11,35%, papel e papelão 8,25% e metálicas 6,27%. O aumento do preço das embalagens plásticas foi o que mais surpreendeu - 5,89% - por ser bem inferior ao aumento do preço das matérias-primas no mesmo período (15,51%). O setor de embalagem deve fechar o ano com R$ 25 bilhões de faturamento contra os R$ 20,4 bilhões registrados em 2002.
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Palavra do Presidente Anuário 2004, mais uma ação de sucesso.Em uma série de entrevistas que tenho dado a revistas especializadas e a jornais diários, uma pergunta é recorrente: o setor sofreu com a crise e quais são as perspectivas para 2004? Por mais que estes mesmos veículos de comunicação anunciem uma certa retomada neste segundo semestre, acredito que poucos empresários do nosso setor já tenham registrado um aquecimento significativo em seus negócios. Mas esta retração não é "privilégio" do Brasil. O mundo enfrenta uma economia recessiva e um remanejamento de forças. Vemos, por exemplo, o fortalecimento do mundo oriental. Felizmente também vemos que o potencial do Brasil, no cenário sul-americano, continua sendo levado em consideração pelos grandes investidores internacionais. Portanto, não podemos deixar de acreditar e de investir. Principalmente investir em oportunidades, como a que o Grupo Pão de Açúcar está dando aos seus fornecedores, através de um programa de qualificação. Ele é uma oportunidade de nos aproximarmos e trabalharmos junto com nosso cliente em busca da melhoria contínua da qualidade. Continuo defendendo que parcerias como estas, com clientes e fornecedores, são a forma mais eficiente de garantirmos a saúde de nosso negócio. Por isso, boa parte das ações da ABIEF convergem para esta direção: a união da cadeia produtiva. Uma destas ações, o Anuário do Setor 2004, promete repetir o sucesso obtido em 2003. Já iniciamos a produção de um material altamente informativo e que funcionará como guia para o mercado durante todo o próximo ano. Nem preciso dizer que a participação dos associados da ABIEF neste projeto é simplesmente fundamental. Esta participação não é importante apenas para cada empresa individualmente. Mas para a indústria como um todo que, através de todas as empresas, poderá mostrar o seu potencial, a sua tecnologia, a sua garra. A ABIEF e o mercado contam com a sua participação em mais este projeto de sucesso. Sergio Haberfeld
– Presidente
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Embora não haja nenhuma definição oficial para o termo "embalagem inteligente", alguns estudiosos acreditam que este tipo de embalagem deva ir além dos números, dos gráficos e dos códigos de barras. Em uma palestra durante a PackExpo Las Vegas, em outubro, o Dr. Peter Harrop, Presidente da IDTechEx, afirmou que os dispositivos que conversam com o consumidor é que são a alma da embalagem inteligente e que eles podem ser eletrônicos, elétricos, químicos ou mecânicos. Como exemplo ele citou as etiquetas acionadas por rádio freqüência (RFID) que são detectadas em qualquer situação. Elas funcionam como verdadeiras identidades da embalagem, uma vez que são únicas e não genéricas como os códigos de barras.
Anualmente são vendidas 6 bilhões de etiquetas anti-furto em
todo o mundo, mas apenas 1 bilhão delas são do tipo RFID (rádio freqüência).
Mas os recentes pedidos mostram um aumento considerável neste uso: no próximo
ano deverão ser
consumidas
mais 1 bilhão de RFID e, em três a quatro anos, elas já terão superado os
sistemas de segurança convencionais.
Para sustentar esta previsão, o Dr. Harrop cita as encomendas feitas a duas empresas. No caso da Hitachi, em 2004 ela produzirá 120 milhões de etiquetas RFID basicamente para a indústria de papel (o microchipe utilizado neste caso tem apenas 0,3 milímetros e se assemelha a poeira). Já a Alien Technology tem uma encomenda de 500 milhões de etiquetas RFID que serão inseridas nas embalagens de Gillette.
Diferentemente dos códigos de barras, as etiquetas RFID normalmente dispensam o envolvimento de uma pessoa. Suas informações são extraídas por leitores e novas informações podem ser inseridas na etiqueta de forma remota, sem a intervenção humana.
Há ainda as embalagens inteligentes elétricas como os testadores de baterias. Trata-se de um filme fino, com resistências que aquecem uma camada termocromática; nesta camada existe uma linha amarela que mostra o nível de carga da bateria. Outro dispositivo elétrico é usado em embalagens skin. Resistências são impressas em uma bateria, fina como um papel; esta resistência acelera a absorção de óleos e outras substâncias pela "pele" da embalagem, protegendo o produto.
As formas químicas das embalagens inteligentes incluem versões que emitem gases protetores para dentro da embalagem ou outros que emitem aromas no ambiente externo à embalagem, para atrair a atenção do consumidor final. Há ainda embalagens que mudam de cor como um alerta à presença de toxinas. Os indicadores de temperatura também mudam de cor de acordo com a variação do clima, sinalizando ambientes onde pode ocorrer a degradação do alimento.



No dia 16 de dezembro, às 18:00 horas, a ABIEF realizará seu evento de final de ano no Hotel Blue Tree Towers Morumbi (SP). Este ano, antes do coquetel de confraternização, os associados da ABIEF assistirão à palestra do Prof. Stephen Kanitz, mestre em Administração de Empresas pela Universidade de Harvard e professor titular da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo.
O Prof. Kanitz é reconhecido por suas previsões a respeito da economia brasileira e por ser um dos principais articulistas da revista VEJA. O tema da palestra será "Perspectivas para 2004".
Faça já a sua reserva na ABIEF, com Daniela, pelo fone (11) 3032-4092 ou e-mail daniela@abief.com.br . Vagas limitadas.
A
ABIEF já está montando uma caravana para visitar a K´2004, a maior feira de
plásticos e borracha do mundo, que acontece entre os dias 20 a 27 de outubro de
2004, em Düsseldorf, Alemanha. Para os associados da ABIEF foi preparado um
pacote especial, com condições e preços diferenciados. O pagamento também é
facilitado, sem juros e sem correção.
Faça já a sua reserva e garanta a sua atualização sobre as grandes tendências da indústria de plásticos. Informações com Daniela, da ABIEF, pelo fone (11) 3032-4092 ou pelo e-mail daniela@abief.com.br .
BEM-VINDOS À ABIEF
A ABIEF dá as boas-vindas aos seus novos associados:
NotaÉ com grande pesar que a ABIEF registra o falecimento de um de seus fundadores, o Sr. Luiz Carlos Calió, Diretor da Plásticos Scipião S/A. O Sr. Luiz fazia parte da ABIEF desde Janeiro de 1978 e foi o seu associado de número 003. |
As Américas do Sul e Central são hoje a 4° região do mundo em crescimento
anual do consumo de polipropileno (PP), com uma taxa de 8,3% (2001 a 2006). Em
primeiro lugar vem o Oriente Médio e a África, com 11% de crescimento/ano,
seguidos pela América do Norte, com 7,8%, e pela Ásia/Pacífico e Europa
Central/Oriental, cada qual com um crescimento de 8,6% ao ano.
Em termos de capacidade, a região Ásia/Pacífico é a maior do mundo, com
11,9 milhões de toneladas/ano, seguida pela Europa Ocidental - 9,1 milhões - e
pela América do Norte - 8,6 milhões. Em 2002, a capacidade total de PP
instalada no mundo era de 38 milhões de toneladas e o consumo foi de 34,5 milhões.
Para este ano, a previsão é fechar com uma capacidade de 39,3 milhões de
toneladas e um consumo ao redor das 37 milhões de toneladas. Já em 2004, esta
capacidade deverá crescer cerca de 5,6%.
O maior mercado para o PP continua sendo o de filmes cujo consumo deve
aumentar 32% no período de 2001 a 2006. Este e outros dados foram mostrados por
Cleto Miranda Marques, da Polibrasil, no Café da Manhã da ABIEF, em outubro.
Hoje a empresa, fruto da união da Basell Polyolefins e da Suzano Petroquímica,
é a maior produtora de PP do Hemisfério Sul, com uma capacidade de 750 mil
toneladas/ano de PP e de 25 mil toneladas/ano de compostos de PP, em suas três
plantas - Camaçari (BA), Duque de Caxias (RJ) e Mauá (SP).
A mais nova das plantas, a de Mauá, foi inaugurada em março deste ano com
uma capacidade de 300 mil toneladas/ano. Com um investimento de US$ 217 milhões
e tecnologia Spheripol de última geração,
Somando a capacidade de produção da Polibrasil à da Brasken (550 mil
toneladas/ano) e à da IPQ (150 mil toneladas/ano), o Brasil é o maior produtor
desta resina na América Latina, com 1,450 milhão de toneladas/ano. A Colômbia
é o segundo maior produtor, com 300 mil toneladas, seguida pela Argentina (270
mil toneladas), México (220 mil toneladas) e Chile (110 mil toneladas).
Considerando a produção da Venezuela (84 mil toneladas), a América Latina
perfaz 2,434 milhões de toneladas/ano.
Pelo menos no Brasil, a grande usuária de PP ainda é a indústria de
alimentos, com 20% de participação nas aplicações. Ano a ano a demanda desta
resina no país também cresce. Entre 1990 e 1999 foi registrado um aumento de
10,4% contra 11% que será registrado no período 2000 a 2003.
Com os filmes acontece a mesma coisa. Das 165 mil toneladas registradas em
2002, este ano as previsões apontam para 179 mil toneladas; até 2006 deveremos
chegar a 224 mil toneladas. O BOPP (polipropileno biorientado) tem sido a grande
vedete, com uma participação de 50%; o blow participa com 40% e o cast com os
10% restantes.
Como tendências, Cleto, da Polibrasil, cita a crescente substituição dos
papéis laminados por filmes BOPP no mercado de sabonetes; o início do uso de
BOPP em embalagens de papel sulfite; e a substituição do PE pelo PP nas
embalagens para guardanapo e papel de cozinha.



PP avança no Brasil e no mundo
ela é considerada a maior planta de PP do mundo.
Consumo de produtos na
indústria de transformadores em 2002

Cenário brasileiro de polipropileno

Segmentação do mercado de polipropileno

Cenário brasileiro de filmes

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Uma recente pesquisa divulgada pela Pakintell mostra que o principal objetivo dos leilões on-line da rede Wal-Mart, bem como de sua área de pesquisa e desenvolvimento, é reduzir ao máximo o preço das embalagens. Graças a estes recursos, espera-se que, em cinco anos, o Wal-Mart duplique o seu tamanho atual. Além disso, a embalagem terá um papel crucial no aumento da participação da rede, não apenas nos EUA mas em todo o mundo.
Contudo, uma outra pesquisa alerta para uma conclusão preocupante: os leilões on-line estão reduzindo o preço das embalagens dos bens de consumo em 12% a 15% e estão reduzindo o ciclo das compras em 30% ou mais. Os analistas entendem que os leilões estão comoditizando os preços da embalagem, equiparando-os aos mais baixos do mercado. Estima-se que as compras online de embalagem já superem os US$ 2 bilhões/ano nos EUA.
As empresas de bens de consumo e bens industriais vão gastar entre 1,5% a 2,5% a mais em máquinas de embalagem este ano nos EUA, totalizando US$ 5,084 bilhões, de acordo com um estudo do PMMI (Instituto dos Fabricantes de Máquinas de Embalagem). O estudo mostra ainda que cinco dos oito segmentos analisados - alimentos, farmacêuticos, bebidas, higiene pessoal e limpeza doméstica - crescerão entre 3,2% a 4,9% durante este ano. Estes segmentos respondem por cerca de 80% do mercado de máquinas de embalagem dos EUA e do Canadá.
As principais razões para as empresas comprarem máquinas este ano são: substituição de maquinário existente para ganho de eficiência, velocidade, flexibilidade e produtividade (27%); expansão da capacidade produtiva dos produtos existentes (23%); e automatização para reduzir os gastos com mão-de-obra (12%).
Já está sendo comercializada na Tailândia uma cerveja, de filtragem a frio (cold-filtered), em stand-up pouches de 85 gramas (3 onças) e 170 gramas (6 onças), com fechamento tipo zip. A embalagem é vendida, basicamente, em estádios esportivos onde outras embalagens não são bem-vindas.
O sistema de impressão digital de embalagens da DuPont, o iCertification, já está dando resultados bastante positivos. Na Heinz Packaging de Dublin, Irlanda, o sistema já garantiu uma redução de 30% de todos os serviços de pré-impressão. O coração do novo sistema é um provedor de web que pode ser acessado de qualquer parte do mundo. As informações contidas no iCertification possibilitam a certificação do trabalho, incluindo padrões de cores e combinações utilizadas. Vale lembrar que a Heinz Packaging é responsável por cerca de 85% da impressão das embalagens da marca Heinz que circulam em todo o mundo.
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O
novo sensor ultra-sônico compacto S18U, para verificação de embalagens flexíveis,
garante um ajuste rápido e permite o ajuste de cada feixe ultra-sônico
individualmente, reduzindo os efeitos da variação e, consequentemente,
garantindo uma maior precisão. Ele pode ser usado na verificação de filmes
opacos ou translúcidos numa variação de 30 mm a 300 mm. (RET Automation
Controls - África do Sul - +27 011 453-2468)
A nova linha de embalagens "respiráveis" Fresh-Plus é composta por bandejas seladas com um filme perfurado especial que mantém um equilíbrio natural com a atmosfera modificada, especialmente para frutas e vegetais frescos. Esta embalagem permite que estes alimentos continuem a respirar após a colheita, consumindo oxigênio e liberando dióxido de carbono.
As perfurações do filme são pequenas o que possibilita regular a quantidade de oxigênio que o permeia, mantendo a mistura de gás dentro da embalagem. Trata-se de um filme à base de polipropileno orientado, revestido e laminado, que já está sendo usado com sucesso na Europa para embalar brócolis, milho e banana. O próximo desenvolvimento é para embalar chicória. (Freshflex - Holanda - www.freshflex.com )
O Dura-Flex Supalite é um papel plástico produzido a partir de polipropileno com baixo peso específico, alta rigidez e boa opacidade. Ele também é reciclável, mais resistente que o papel de celulose e mais leve. Por estas características, quando usado em embalagens, ele dispensa o uso de revestimentos de proteção, ou aditivos que o tornem mais resistentes à umidade, ou ainda laminações que garantam propriedades especiais. De modo geral ele combina as melhores características do plástico - resistência à água, durabilidade e resistência a rasgos - com a boa printabilidade do papel.
(Intertrade Packaging - Reino Unido - Sales@Intertrade-Packaging.com )
A holandesa TwinSeal Systems BV adquiriu a patente do "InnoSealer", um sistema único de fechamento de sacos plásticos que utiliza uma combinação de fita adesiva e papel que possibilita ao consumidor abrir e refechar facilmente a embalagem.
Este sistema tem mais vantagens que os convencionais. Além de garantir uma maior vida de prateleira ao produto e tornar a embalagem totalmente segura para crianças, ele elimina ainda o uso de clipes metálicos ou sintéticos que podem ser acidentalmente engolidos. Cada bobina de material consegue selar cerca de 1.000 sacos plásticos. (TwinSeal Systems - Holanda - www.twinseal.com )
Inovação
em zipA nova tecnologia Reel-Zip garante maior flexibilidade na produção uma vez que permite que o zip seja colocado na embalagem ainda em bobina e não pré-formada. Além disso, a largura do zip pode ser determinada pelo cliente e não precisa ocupar, necessariamente, toda a extensão do pouch. Esta tecnologia também possibilita o uso de linhas convencionais de form-fill-seal, verticais ou horizontais.
(Kohler - África do Sul - flexct@kohler.co.za
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Embora seja uma empresa relativamente jovem - com apenas 8 anos - a Sincoplastic já é um exemplo de experiência e perseverança. Com todos os altos e baixos enfrentados pelo setor de flexíveis, gerados pelos sucessivos aumentos de preço das matéria-primas, Ivo Farias, um de seus sócios fundadores, se orgulha em dizer que a empresa "aprendeu a lição de casa e está funcionando a pleno vapor".
Hoje
a Sincoplastic fornece embalagens flexíveis para as indústrias
de alimentos, automobilística, eletro-eletrônica, farmacêutica,
química, entre outras. O forte são as embalagens em
polietileno de baixa densidade (PEBD), polietileno linear de
baixa densidade (PEBDL) e polietileno de alta densidade (PEAD),
lisas e impressas. A empresa também produz filmes técnicos e
termoencolhíveis (shrink).
No ano passado a Sincoplastic recebeu a certificação ISO 9001 versão 2000 pela SGS Inc.. A empresa já está na terceira auditoria de re-certicação, atendendo a todos os requisitos técnicos do órgão certificador.
Para explorar ainda mais o seu potencial no mercado, a
Sincoplastic está concluindo uma forte reestruturação
interna, que culminou na mudança de sua diretoria. Esta
reestruturação também levou a empresa a reforçar ainda mais
suas equipes técnica e comercial que conta com profissionais
altamente treinados e capacitados. "A grande missão é
oferecer aos clientes a embalagem ideal, dimensionando-a
corretamente e apresentando soluções que, muitas vezes, passam
pela redução de custos", conclui Ivo Farias.
| Edição e Redação: LDB Comunicação Empresarial. Tel.: (11) 3672-3366. E-mail: ldbcom@uol.com.br. Editora Responsável: Liliam Benzi – Mtb 19.352. Projeto Gráfico, Diagramação e Ilustrações: Saulo Pacheco. Tel.: (11) 3061-2231. E-mail: formato.sp@terra.com.br . Fotos da tarja superior: Macarena Lobos. Tel.: (21) 2245-2213. |