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Ano III _ janeiro/fevereiro 2004
nº 13
Como o varejo pode afetar a produção de embalagensSe no passado a relação do fabricante de embalagem com o varejo era praticamente nenhuma, hoje o relacionamento destes dois elos da cadeia pode determinar o sucesso ou o fracasso de um produto. O varejo não se contenta mais em receber em sua loja uma embalagem que agrade apenas ao consumidor final e atenda às necessidades de proteção do produto.
Uma pesquisa realizada pela ACNielsen nos Estados Unidos detectou que muitas destas mudanças estão sendo ditadas pelas grandes redes de supermercados que carregam a bandeira "mega-larger" (mega-maior). Empresas como WalMart, que no passado se preocupavam com embalagens que protegessem os produtos de pragas, hoje estão focadas em ações de publicidade, merchandising e promoção que valorizem o seu produto/serviço. E o fabricante de embalagem de sucesso será aquele que conseguir acompanhar esta nova preocupação e desenvolver produtos que atinjam os canais específicos de comunicação com o consumidor final almejados pelo varejo. Na prática, dois movimentos têm ficado cada vez mais claros: a busca por embalagens maiores que levam em consideração os desejos e o bolso do consumidor final e a capacidade de estocagem do varejista e embalagens que valorizem cada segmento de produto, respeitando as características do canal de distribuição e as oportunidades de comercialização. Nos Estados Unidos, por exemplo, as mudanças nas embalagens devem levar em conta ainda o fato dos consumidores finais desejarem aproveitar ao máximo as vantagens de cada canal de comercialização (supermercado, lojas de conveniência, etc); de haver uma queda sensível na frequência das compras; e dos supercenters estarem ganhando cada vez mais espaço. Além disso, a indústria não pode se centrar apenas na tendência de grandes embalagens, uma vez que continuarão a existir consumidores para os demais volumes _ extra large, porção única, pequena, mini e tamanho família. De qualquer forma, uma tendência que se adequa a qualquer tamanho de embalagem primária são os displays acoplados aos paletes. Outra tendência é o aumento de flexibilidade das máquinas de embalagem. Os fabricantes de produtos e de embalagens devem ser capazes de lançar ou relançar um produto em um tempo recorde. E isto só é possível com a automação dos equipamentos e a otimização das embalagens. É preciso ainda que, através da integração de toda a cadeia, os clientes entendam cada vez melhor as especificações dos projetos de embalagem. Muitos especialistas chegam a prever que "em meio à busca por diferenciação e inovação, a padronização poderá ser a próxima revolução". Ironia?!!
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Palavra do Presidente Atenção especial aos custosNem preciso dizer o quanto os empresários de nosso setor têm sofrido com os aumentos do preço das resinas que estão sendo praticados neste início de ano. Depois de uma alta de 15% no primeiro mês, fevereiro não foi diferente e tivemos que lidar com mais 20% de aumento. Os menos esperançosos, já especulam que poderá haver mais um aumento, em março, ao redor dos 10%. Especulações à parte, o importante é ter em mente que num quadro como este uma atenção especial aos custos das empresas é mais do que necessária. Podemos estudar algumas alternativas para amenizar o impacto dos aumentos em nosso negócio, mas o mais importante é manter um negócio enxuto, limpo e livre de gorduras. Uma empresa saudável é importante até quando se pensa em buscar no mercado internacional alternativas para as matérias-primas nacionais. Uma empresa com dívidas ou com um balanço duvidoso dificilmente conseguirá crédito no exterior; e as importações dependem disso. Boa parte de nossos pensamentos e incertezas passam por conjecturas relativas a um momento de grande turbulência empresarial. De verdade mesmo, temos o desafio de continuar tocando nosso negócio. E provar, mais uma vez, que ser empresário no Brasil é uma arte para poucos. Sergio Haberfeld
– Presidente
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Está crescendo entre as empresas internacionais a utilização do laser no processamento de embalagens plásticas flexíveis com o objetivo de melhorar a sua qualidade e oferecer ainda mais conveniência para o consumidor final. Segundo Christopher Chow, Vice-presidente de Engenharia da Preco Laser Systems, dos Estados Unidos, o laser já está presente em 50% dos sistemas atuais de marcação e codificação de embalagens. "O próximo passo é garantir sua utilização no processamento de materiais, como os filmes."
Mas
antes de adotar o laser é preciso entender o sistema. Chow explica que existem
três tipos de laser industrial, o CO2, o Nd e o UV. Para os
plásticos, o indicado é o CO2. Os materiais que podem ser
processados a laser são poliéster, polietileno, polipropileno, nylon, filmes
revestidos a vapor e filmes multicamadas laminados.
"O uso de qualquer um desses materiais implica na avaliação de alguns fatores", alerta o especialista. Como considerações primárias, ele cita a absorção da energia a laser, a temperatura de evaporação e de solda e a difusão térmica. Num segundo momento, deve-se considerar a zona afetada pelo calor, a fumaça e as tolerâncias do material.
Hoje o principal uso do laser em embalagens plásticas flexíveis é nos sistemas "easy open, easy tear", que facilitam a abertura e garantem um rasgo perfeito à embalagem. "Este sistema vai de encontro à conveniência buscada pelo consumidor final que cresce 15% ao ano." O laser também está sendo usado com sucesso na perfuração dos materiais flexíveis para possibilitar, por exemplo, que a embalagem seja pendurada em um display diferenciado no ponto-de-venda.
O grande desafio dos especialistas continua sendo a adaptação desta tecnologia às altas produções. Hoje já se consegue que um sistema de perfuração a laser trabalhe com 1.500 embalagens/minuto em máquinas de 2, 4, 6 ou 8 pistas.
Mais informações no site www.precolaser.com.
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No próximo dia 30 de março, a partir das 8h00, a ABIEF realizará em sua sede um Café da Manhã com a Petronews, portal de informações analíticas para a indústria química e petroquímica brasileira. Durante o encontro com os empresários, o consultor Evandro Soares Filho falará sobre "Matérias-primas: perspectivas de curto e médio prazos".
Faça já a sua inscrição com Daniela pelo fone (11) 3032-4092 ou pelo e-mail daniela@abief.com.br. As vagas são limitadas!
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A
1ª edição da Total Processing & Packaging está agendada
para o período de 29 de março a 1° de abril de 2004 em
Birminghan, Inglaterra. O evento é fruto da união de duas feiras,
entre elas a tradicional feira de embalagem Pakex, com a Associação
dos Fabricantes de Máquinas para Processo e Embalagem (PPMA), do
Reino Unido.
A expectativa é que já nesta primeira edição a Total reúna 350 expositores, de 29 países, e mais de 35 mil visitantes. O foco do evento serão as linhas de produção e de embalamento, com ênfase às indústrias de alimentos e de produtos farmacêuticos, além das áreas de automação, logística e design. Também serão apresentadas novas aplicações para embalagem.
O evento contará ainda com um "Centro de Excelência para a
Indústria Farmacêutica" e com o "Innovation Show", um
espaço onde serão apresentadas tendências de embalagem para o
ponto-de-venda no ano 2020. A ABIEF estará representada na Total por
seu Vice-presidente, Sr. Rogério Mani. Mais informações sobre a
Total poderão ser obtidas no site www.totalpp.com.
Não
perca a maior feira de plásticos do mundo!!!A ABIEF já está formando um grupo de empresários para visitar a K 2004, a maior feira de plásticos e borracha do mundo que será realizada em Düsseldorf (Alemanha) no período de 20 a 27 de outubro. Os associados da ABIEF desfrutarão de um pacote de viagem especial com preços e condições de pagamento diferenciadas.
Participar da K 2004 significa estar por dentro de todas as inovações e tendências da indústria mundial de plásticos e borracha. Outra oportunidade como esta só daqui a 5 anos. Ligue já para Daniela, na ABIEF, e confirme sua participação: fone (11) 3032-4092 ou e-mail daniela@abief.com.br.
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Os fabricantes de pouch enfrentam, a cada dia, novos desafios para emplacar e consolidar este tipo de embalagem no mercado. Especialmente as indústrias de alimentos, esperam embalagens com estruturas cada vez mais sofisticadas e passíveis de esterilização, com melhor produtividade e com sistemas de inspeção que garantam a total integridade do produto. De fato muitas delas esperam a consolidação da tecnologia de retort pouch.
De
forma bastante simples, a tecnologia implica no aquecimento do
produto, já embalado, passando da temperatura ambiente a uma
temperatura quase superior à do cozimento do alimento. De acordo
com a empresa Stern & Polvino, líder em conversão em Israel,
os estágios mais críticos do ciclo são o de processamento do
produto e o de redução da pressão.
Uma experiência realizada pela empresa com alguns produtos _ sopas, feijão e purê de tomate _ concluiu que quanto maior o pouch mais lento será o seu aquecimento e resfriamento. O teste de 36 minutos mostrou-se ainda: excessivo para todos os produtos embalados em pouches de 200 gramas; adequado a todos os produtos em pouches de 450 gramas; e insuficiente para todos os produtos em pouches de 1 litro.
Num comparativo com a lata, a Stern & Polvino garante que o retort pouch possibilita uma maior diferenciação do produto no ponto-de-venda, é mais conveniente (easy to open) e pode ter um visual bem mais atraente graças aos recursos de impressão e aos formatos inovadores.
Como dizem os especialistas, "trata-se de uma solução inteligente para o consumidor, que satisfaz as suas expectativas, e que possibilita à indústria de embalagens plásticas flexíveis avançar no mercado com o diferencial do aumento de vida de prateleira, substituindo as latas".
Do ponto de vista de custo, a empresa israelense destaca o baixo peso e a otimização de seu arranjo na caixa de embarque; o pouco espaço ocupado pelas embalagens vazias nos armazéns; o fácil descarte das embalagens pós-consumo; e a relação de 5% do peso da embalagem com o peso do produto.
Mas o sucesso do retort pouch está atrelado ao desenvolvimento adequado de seus periféricos, como os racks usados na etapa de cozimento do produto. As vantagens dos racks metálicos são o menor custo para uma quantidade menor de peças, a fácil produção e a eliminação do custo do molde. Já os racks de plástico injetado-moldado são lembrados pela leveza, baixo aquecimento, boa tolerância e flexibilidade.
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Como
em todo o mundo, também no Chile as embalagens plásticas
flexíveis estão ganhando mercado. A indústria de alimentos é a
maior consumidora destas embalagens com uma participação de 30%.
Em seguida vêm os setores de bebidas alcoólicas e não
alcoólicas, com 20%, e os produtos manufaturados em geral, com
outros 20%.
Segundo os especialistas, as grandes tendências destas embalagens no país são: aumento da qualidade do design e da impressão (uso de impressoras rotogravura com mais de 9 cores e de flexográficas com mais de 8 cores); aumento do número de linhas form-fill-seal; substituição de embalagens plásticas rígidas, como as garrafas; maior uso de rótulos sleeve; aumento do embalamento com filmes shrink; maior uso de rótulos "no label look" em substituição aos de papel; substituição das caixas (folding boxes) por embalagens flexíveis.
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A Polyolefins Consulting, L.L.C. anunciou a publicação de dois novos estudos: Produtores de polietileno na América Latina e Produtores de polipropileno na América Latina. Os estudos incluem perfis empresariais de todos os produtores de polietileno e polipropileno na América Latina; contatos gerenciais; endereços de escritórios de vendas; localização das plantas, capacidade, tecnologia de produção e tempo de atividade das unidades; história institucional; nomenclatura de produtos e um guia detalhado de produtos. Informações pelo e-mail info@polyolefinsconsulting.com.
Com um investimento de US$ 600 mil, a GD do Brasil começa a fabricar no país a máquina form-fill-seal da Volpak para a produção de stand-up pouch. A versão nacional da Volpak é isenta das taxas de importação e conta com opções de financiamento pelo Finame/BNDES.
A entrada da GD neste mercado faz parte de sua estratégia de fortalecimento na área de embalagens; a empresa já atua nos mercados de máquinas para fabricação e embalamento de cigarros, fraldas e absorventes higiênicos.
Dos US$ 14,3 milhões faturados pela GD do Brasil em 2002, 7% foram de responsabilidade da área de embalagens. As exportações foram responsáveis por US$ 5,4 milhões.
A MonoSol LLC anunciou a aquisição da Kosmos Pharma Limited. Com a aquisição, a MonoSolRx, subsidiária da MonoSol LLC, fortalecerá a posição da empresa na comercialização de produtos de uso oral, à base de filmes, voltados para os mercados farmacêutico e de nutrição.
A Petroquímica União, central de matérias-primas do pólo paulista, fechou 2003 com resultados satisfatórios, ao registrar um lucro líquido de R$ 74,3 milhões. Este valor, ajustado pela reserva de reavaliação, chegou a R$ 83,7 milhões. A comercialização de 1,6 milhão de toneladas de produtos petroquímicos e de 251 milhões de litros de gasolina A, proporcionou à PQU um faturamento bruto de R$ 2,9 bilhões, valor que representa um crescimento de 53% em relação ao ano anterior. O destaque foi a unidade de Pirólise de Nafta, a principal da planta, que alcançou um fator operacional de 99,2%, nível comparável ao das melhores em âmbito mundial.
Durante o ano de 2003 a PQU investiu cerca de R$ 49 milhões, sendo que a maior parcela destes recursos foi destinada aos programas de manutenção e de melhorias ambientais. Para este ano a PQU espera um crescimento da demanda interna e a retomada de investimentos na área produtiva, pois setores exportadores da indústria estão produzindo em níveis próximos aos da capacidade instalada e devem manter resultados positivos nas transações externas.
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A
MonoSol LLC (EUA) desenvolveu um novo filme solúvel em água, o M-3030,
à base de PVOH, que é ideal para embalagens de detergente em pó. Ele
foi especialmente criado para o uso com produtos alcalinos quimicamente
agressivos, com pH superior a 14 e em formulações que contenham
hidróxido de sódio; mesmo nestas condições ele garante uma excelente
solubilidade e um custo competitivo. O novo filme já está sendo usado
em embalagens de dose única de detergentes em pó concentrados para uso
industrial e doméstico.
A vantagem do produto concentrado, nesta embalagem, é o aumento do volume da produção e a redução do tamanho da embalagem secundária, diminuindo o impacto ambiental e os custos de transporte. O filme M-3030 é oferecido em espessuras que variam de 1 a 1,2 milímetros e larguras de 54 polegadas. (www.monosol.com)
Etiquetas
inteligentesA NJM/CLI (EUA) criou uma nova impressora/aplicadora de etiquetas inteligentes que funcionam por rádio freqüência (RFID). O modelo 400 foi projetado para trabalhar com a próxima geração de etiquetas inteligentes e por isso mesmo possui um alto grau de versatilidade e confiabilidade; sua velocidade pode chegar a 50 etiquetas/minuto. O equipamento possui um ferramental exclusivo que garante a repetibilidade do serviço e a conseqüente manutenção dos registros, sem a necessidade de intervenção do operador. Além disso, a manutenção é reduzida e a eficiência da produção é maior. (www.njmcli.com)
O sistema de rotulagem Marathon SL, da B&H Labeling Systems (Reino Unido), possui o exclusivo SMARTdrive™, um servomotor multiaxial simples, de fácil operação e alta confiabilidade, ideal para máquinas rotativas complexas. Ele é construído em uma plataforma modular; a velocidade de rotulagem varia de 50 a 250 embalagens/minuto. O SMARTdrive utiliza servomotores independentes que se comunicam digitalmente, sincronizando as operações de rotulagem. O sistema garante perdas inferiores a 0,05%. (www.bhlabeling.com)
Sacolas
mais resistentesA Ipiranga Petroquímica lançou no Brasil o Maxi Film, uma resina que aumenta em até 50% a resistência das sacolas plásticas usadas em supermercados. O ponto alto da nova resina é que o aumento da resistência não está ligado ao aumento da espessura do filme. O novo material ajudará os convertedores de sacolas a se adequarem aos padrões de qualidade e resistência exigidos pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). (www.ipiranga.com.br)
Considerada uma das líderes no fornecimento de tintas de alta qualidade para codificação, a InkJet (EUA) está colocando no mercado a nova tinta preta 82. O seu custo é 20% a 30% inferior ao das tintas concorrentes e a qualidade da impressão nas embalagens é bem superior. O tempo de secagem é outro diferencial: um a dois segundos dependendo do substrato e da temperatura ambiente. (www.inkjetinc.com)
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Pioneira
na fabricação de filmes de polipropileno (PP) torção no
Brasil, a Embrás não pára de investir em inovação. Segundo
informações obtidas junto ao setor de desenvolvimento, em
breve a empresa estará apresentando ao mercado uma inovação
que promete complementar e, em alguns casos, até substituir
materiais comuns usados em conversão.
Este novo processo, que está sendo patenteado, deverá ampliar a área de atuação da Embrás, atendendo ao tradicional mercado de candies (balas e doces) e também a outros segmentos da indústria de alimentos, além das áreas farmacêutica e de produtos industriais.
Com duas unidades instaladas em Diadema (SP) _ produção de filmes e conversão _ os equipamentos da Embrás lhe permitem extrudar o filme, imprimi-lo em rotogravura, laminá-lo e fazer o acabamento. A empresa também foi pioneira na utilização de matriz plana multicamada para a fabricação do filme torção, dentre outros.
Toda esta preocupação com tecnologia e desenvolvimento, resulta em filmes de alta qualidade e excelente performance inclusive em máquinas automáticas de empacotamento de altíssima velocidade, como as utilizadas em balas, que chegam a trabalhar com 1.600 unidades/minuto.
Atestando a qualidade dos filmes que produz, a Embrás também destina parte de sua produção de PP para o mercado de filmes técnicos. (embras@embrasppt.com.br)
BEM-VINDOS À ABIEF
A ABIEF dá as boas-vindas aos seus novos associados:
| Edição e Redação: LDB Comunicação Empresarial. Tel.: (11) 3672-3366. E-mail: ldbcom@uol.com.br. Editora Responsável: Liliam Benzi – Mtb 19.352. Projeto Gráfico, Diagramação e Ilustrações: Saulo Pacheco. Tel.: (11) 3061-2231. E-mail: formato.sp@terra.com.br . Fotos da tarja superior: Macarena Lobos. Tel.: (21) 2245-2213. |