![]() | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
|
|
Ano III - agosto/setembro 2004
nº 16
Biodegradáveis ganham força
|
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
![]() |
|
Projeto piloto: sacolas plásticas biodegradáveis do Pão de Açúcar. |
O anúncio do novo cliente da Symphony no Brasil foi feito pelo Presidente da empresa, Michael Laurier, durante sua apresentação no Café da Manhã da ABIEF em agosto. Ele explicou que por enquanto o projeto do Pão de Açúcar é piloto e, gradativamente, será estendido para as demais lojas da rede.
Laurier aposta que o potencial de utilização de aditivos oxi-biodegradáveis, como os produzidos pela Symphony, é enorme em uma série de mercados, inclusive no brasileiro. "Estes aditivos são vistos como uma excelente opção uma vez que promovem a degradação do plástico descartado, em contato com o oxigênio, em poucas semanas ou meses; o tempo de degradação depende da taxa de aditivação."
O processo de degradação pode ser acelerado por fatores como sol, stress e temperatura ambiente. O produto resultante da degradação é apenas água, com uma pequena quantidade de dióxido de carbono e de biomassa.
As principais características do aditivo da Symphony são: ele pode ser adicionado diretamente ao filme durante o processo; é aplicável aos equipamentos existentes e não exige nenhuma alteração no processo; não afeta em nada a saída da produção e nem as propriedades óticas ou mecânicas do filme; foi testado e aprovado pela FDA (EUA) para o contato com alimentos.
Vale lembrar que a primeira empresa brasileira a fabricar sacolas com este aditivo foi a SOL Embalagens. Hoje, outros associados da ABIEF, como a Nobelplast, também já utilizam este material. A própria Nobelplast está fornecendo, desde agosto, sacolas biodegradáveis para a prefeitura de Fernando de Noronha, que as distribui entre os turistas, e para os pães distribuídos pelo Programa de Padarias Artesanais do Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo.
Esta movimentação da indústria brasileira de embalagens plásticas flexíveis em busca de alternativas "mais ecológicas" é fundamental para barrar o crescimento da participação do plástico nos resíduos sólidos urbanos; hoje este material responde por cerca de 5% de todo o lixo.
No início de agosto, a ABIEF concluiu mais uma importante negociação com a
Cia. Marítima Hamburg Sud que favorece as exportações do setor. A partir de
uma parceira com o programa Export Plastic, coordenado pelo INP (Instituto
Nacional do Plástico) e pela APEX, os associados da ABIEF interessados em
exportar poderão se beneficiar de tarifas de frete especiais ao embarcarem seus
produtos plásticos transformados para os Estados Unidos e para o México.
Os preços são muito competitivos e há garantia de embarque. Para participar de mais esta iniciativa da ABIEF ou obter mais informações basta ligar para Esmeralda na ABIEF (11) 3032-4092 ou para Olinto ou Marcos no INP (11) 3814-8142.
n
Caravana K 2004A Caravana de empresários brasileiros à K 2004, organizada pela ABIEF, certamente será um verdadeiro sucesso. Até o fechamento desta edição, no início de outubro, já estavam confirmados mais de 70 participantes.
Além da total assessoria durante a viagem, os participantes da caravana ABIEF contarão com o estande da Associação na Feira - localizado no Meeting Point Entrada Norte - para funcionar como um ponto de referência e de encontro.
Aguardem, pois o trabalho da ABIEF na K 2004 terá ainda mais benefícios para os seus associados.
![]() |
|
Pin feito para a caravana |
Só lembrando que a K 2004, a maior feira de plástico do mundo, acontece no período de 20 a 27 de outubro em Düsseldorf (Alemanha). Nos vemos lá!!!
Equipe ABIEF
|
Palavra do Presidente Integrar para fortalecerEmbora este segundo semestre tenha começado com boas perspectivas de recuperação da demanda e da economia como um todo, a indústria de embalagens plásticas flexíveis continua a ser assombrada pelo fantasma do aumento do preço das matérias-primas. O setor começou setembro com um novo aumento, desta vez ao redor dos 20%. No acumulado destes nove meses, a somatória dos aumentos bateu os 60%, o que inviabiliza qualquer possibilidade de investimento e, no caso de empresas mais frágeis, a sua própria sobrevivência. A Diretoria da ABIEF considera os aumentos praticados até o momento exagerados, pois mesmo seguindo os preços internacionais eles não poderiam estar neste patamar. Nossa sugestão é que toda a cadeia se una para lutar e conseguir que a Petrobras tenha regras definidas para o mercado interno, independente do mercado externo. Outra preocupação é com os estoques. Até porque sentimos este reaquecimento de demanda, nossos estoques estão reduzidos. É importante, portanto, que o mercado volte a trabalhar com programação de pedidos. A boa notícia é que, diferentemente da indústria de plástico em geral, que tem convivido com uma ociosidade ao redor dos 25%, em nosso setor esta ociosidade não chega a 10%. A justificativa para este desempenho positivo está na retomada natural da demanda e em quatro datas importantes nesta segunda metade do ano: Eleições, Dia das Crianças, Finados e Natal. O importante, volto a dizer, é continuar a promover a integração do setor para nos fortalecermos e aproveitarmos esta maré de reaquecimento econômico. Rogério Mani – Vice-presidente
|
|
|
|
Com a multiplicação dos canais de comunicação e a fragmentação dos públicos consumidores, o design de embalagem tem sido fortemente afetado por novos hábitos de consumo. Nesta entrevista exclusiva ao Flex, Julian Ingram, Diretor da agência britânica The Brewery explica os efeitos deste movimento e analisa o impacto da tecnologia na customização das embalagens e dos produtos.
n
Flex – Como o Sr. avalia hoje a relação do
design de embalagem com a marca?
A tecnologia foi responsável pela consolidação do público e a
uniformidade cultural está levando à fragmentação e à customização.
Assim, dentro deste contexto de mudanças rápidas, o design torna-se a âncora
para a marca, a experiência, o sentimento, a visão da marca.
n Flex – O design corre o risco de torna-se uma
ferramenta comum a todos?
O design trata justamente da diferenciação e não da comoditização,
portanto não é possível criar um design que atenda a todos. A menos que o
resto do mercado seja igualmente pobre e uniforme. O design tem que ter este caráter
de exclusividade.
n Flex – O problema está na linguagem.....?
De certa forma sim pois se o consumidor não puder usar a marca ele não
poderá comprá-la e assim o cliente não aumenta as vendas e não agrega valor
ao seu negócio.
n Flex – .....ou no público?
Este é outro ponto fundamental: entender o consumidor. Não estamos lidando
com uma geração de guerra, acostumada a austeridade e que comprava
durabilidade e funcionalidade. Nosso público são crianças das décadas de 50
e 60 que querem tecnologias "quentes", têm uma cultura diversificada
e são estimuladas pela criatividade, com expectativas de uma qualidade de vida
melhor. Eles querem produtos que atendam às suas necessidades e não aceitam um
design ruim; isto soa como pura oportunidade comercial.
n Flex – Por que o design às vezes não
é tão valorizado?
Isto deverá mudar à medida que o design estrutural da embalagem se
aproximar dos valores e funções da marca, sendo que seu target serão as
necessidades funcionais e emocionais. O design estrutural certamente será o
grande elemento de diferenciação.
Para que isso aconteça, o designer deve se aproximar dos consumidores e os
clientes devem ser a ponte para este gap. Esta cadeia deve entender que como os
valores tornaram-se mais importantes nas relações com as comunidades,
acelerado pelo colapso das relações de custo com o consumidor, o design
conveniente torna-se uma base saudável para o design exclusivo.
Os principais temas abordados serão as tecnologias de polimerização de
polietileno e de polipropileno e seus produtos. Os palestrantes convidados são
representantes de empresas como Basell (Itália), Borealis (Bélgica), BP (EUA),
Chevron Phillips (EUA), Dow Plastics Latin America (Argentina), Dow Technology
Licensing & Catalyst (EUA), Nova Chemicals (Canadá), Novolen Technology
Holdings (Alemanha), SABTEC (Holanda) e Univation Technologies (Bélgica).
Inscrições e informações
Antecipando-se às inovações e tendências na indústria de embalagens plásticas
flexíveis, a ABIEF realizou o seu Café da Manhã de setembro com a consultora
Assunta Napolitano Camilo que falou justamente sobre "Tendências em
embalagens plásticas flexíveis – oportunidades e riscos".
Segundo a profissional, este setor terá, como principais tendências, a
valorização dos sentidos, o envolvimento com o consumidor e a inovação em
recursos e tecnologias, como as impressões de alta resolução e os
revestimentos especiais.
Durante o mesmo evento, Rafael Fabra Navarro, Gerente de Marketing da Petroquímica
Triunfo, falou sobre o mercado de polietilenos no Brasil e no mundo e sobre as
oportunidades de utilização desta resina pela indústria de embalagens flexíveis.
Cada vez mais a distância entre os processos e as tecnologias de embalagem
é reduzida. O que faz com que as empresas fornecedoras de sistemas de controle
de processos se tornem as vedetes da estação. Para acompanhar esta tendência,
recentemente estas empresas identificaram um novo nicho de mercado, a
"produção híbrida".
Segundo os especialistas, quanto mais próxima a indústria estiver do
varejo, mais próxima ela estará deste mundo híbrido. Assim, concluímos não
tratar-se de indústrias novas mas de segmentos tradicionais como o de produtos
farmacêuticos, alimentos e bebidas, cosméticos, detergentes e todos os demais
produtos que fazem parte da vida moderna.
O que é novo é que estas indústrias estão percebendo que cada vez mais
seus processos produtivos têm que se integrar às atividades de envase,
embalamento e distribuição de seus produtos. Esta tendência foi confirmada
por uma pesquisa realizada pela britânica PIRA com 165 profissionais destas indústrias
no Reino Unido, incluindo compradores de embalagens, de máquinas de
processamento e de materiais de embalagem.
74% dos entrevistados disseram que suas empresas já uniram, ou começaram a
unir, as funções de processamento e de embalagem. Este mesmo percentual
acredita que unir a compra e a especificação das máquinas de embalagem e de
processo seja determinante para o desenvolvimento futuro do negócio. A pesquisa
também revelou que o preço não é mais o fator preponderante na escolha de máquinas
de embalagem e de processo. Qualidade, confiabilidade, funcionalidade e
flexibilidade são os fatores mais lembrados pela maioria dos entrevistados. Até
porque, 79% deles identificam a melhoria da produção como o principal objetivo
da compra.
Estes resultados alertam os fabricantes de máquinas de embalagem para uma
nova realidade: a necessidade de ampliarem seu público alvo para além dos
tradicionais compradores. Além é claro de se adaptarem aos novos formatos de
comunicação e às novas necessidades de seus clientes diretos.
Com 80 linhas de produtos, não restam dúvidas que a Avon é um importante
cliente para o setor de embalagens. Em uma apresentação no Café da Manhã da
ABIEF em julho, Álvaro Augusto Freitas de Oliveira, Gerente de Desenvolvimento
de Embalagens, explicou que hoje até a compra de embalagens está atrelada ao
conceito de "Pedido Perfeito" nesta empresa que fatura anualmente
cerca de R$ 3 bilhões.
"Além disso, o fornecedor de embalagem da Avon deve ser ágil para
acompanhar o ritmo frenético da empresa. Lançamos um produto novo por
dia", completa. Hoje são mais de 100 fornecedores ativos de componentes de
embalagem que seguem a mesma filosofia: fornecer embalagens que agreguem valor
ao produto. Recentemente a empresa adotou os rótulos auto-adesivos como um
fator de vantagem competitiva e de valorização do produto.
A Avon é um dos players do mercado brasileiro de cosméticos, que movimentou
mais de R$ 11 bilhões em 2003. Nos últimos seis anos, segundo dados da Associação
Brasileira das Indústrias de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos
(Abihpec), o setor cresceu mais de 75% e as exportações ultrapassaram os 100%
de crescimento.
![]()
![]()
![]()
Seminário Petroquímico
No
dia 05 de novembro será realizado o Seminário Petroquímico – Perspectiva
Petroquímica – Resenha de Tecnologia para Poliolefinas, em Buenos Aires
(Argentina). O evento, organizado pela Polyolefins Consulting, acontecerá antes
da reunião anual da APLA (Associação Petroquímica Latino-americana).
e-mail info@polyolefinsconsulting.com
– fax +1 (732) 951-8711

![]()
![]()
ABIEF discute oportunidades
de inovação para o setor
![]()
![]()
"Produção híbrida" ganha força no
mercado internacional

![]()
![]()
Cosméticos reafirmam importância para indústria de
flexíveis
"Pedido Perfeito é aquele que contém tudo o que a revendedora
solicitou, corretamente faturado, entregue no prazo e em boas condições de
venda", explica o Gerente. Ele enfatiza que as boas condições de venda
dependem, fundamentalmente, da boa embalagem.
![]()
![]()
![]()
A Usina Da Barra, tradicional fabricante de açúcar e álcool, apresentou ao mercado, em agosto, 37 novos produtos em cinco categorias de alimentos e bebidas: achocolatado, gelatina, refresco em pó, mistura para bolo e pudim. A boa notícia é que boa parte dos produtos utilizam embalagens flexíveis.
Apostando no potencial dos produtos de varejo, a empresa deverá investir, ainda este ano, R$ 12 milhões em uma unidade de negócios voltada exclusivamente para esta área. Vale lembrar que a Usina da Barra pertence ao Grupo Cosan, segunda maior empresa de açúcar e maior exportador individual de açúcar e álcool do mundo.
Com um investimento de R$ 40 milhões, a Ipiranga Química inaugurou o maior Centro de Distribuição (CD) de produtos químicos da América Latina. Localizado em uma área de 104 mil m² em Guarulhos (SP), o local passa a ser o centro de soluções para toda a cadeia da indústria química e petroquímica, com distribuição de cerca de 400 produtos.
A Pago AG, líder européia em soluções em rótulos auto-adesivos, e a B&H Labeling Systems, líder mundial em rotuladoras, anunciaram uma parceria para distribuição. Pelo acordo, a Pago poderá incorporar a nova linha de rotuladoras rotativas Marathon nos sistemas que oferece ao mercado.
O principal diferencial da Marathon é o avançado servomotor digital multiaxial, que garante um projeto mecânico simplificado, com menos peças, além de melhorar a confiabilidade e a velocidade. A eficiência da produção também é garantida pelo fim dos ajustes mecânicos após a troca de trabalhos e pelo menor número de decisões do operador graças a uma avançada interface e ao alto grau de automação.
Depois de apresentá-la na Drupa, a FEVA – Máquinas Ferdinand Vaders está disponibilizando para o mercado brasileiro a nova Fevaflex Mundial, uma impressora flexográfica de oito cores com características inovadoras e avançadas. Graças a projetos como este, hoje a Feva exporta para toda a América Latina, EUA, Canadá, África, Jordânia e Rússia; as exportações respondem por 60% de seu faturamento.
Outro exemplo de sucesso nas exportações, vem da GD do Brasil que produz máquinas e equipamentos para embalagens, descartáveis (fraldas e absorventes higiênicos), tabaco e tecnologia de alimentos. No 1° trimestre deste ano, suas exportações saltaram de U$ 500 mil para US$ 2,4 milhões. O resultado mais que dobrou o faturamento total da empresa no período, passando de US$ 1,5 milhão em 2003 para US$ 3,1 milhões em 2004.
Isto comprova a previsão da Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos) de que o setor de máquinas em geral deverá fechar o ano com um faturamento 10% maior que o de 2003. Só nos primeiros quatro meses de 2004, o crescimento chegou a 19,3%, totalizando R$ 12,7 bilhões. Este resultado foi estimulado pelas exportações que atingiram US$ 1,8 bilhão no período, um crescimento de 32% em comparação a igual período do ano passado.
|
|
|
A Multisorb Technologies lançou um novo absorvedor de oxigênio, o FreshMax™, que melhora a qualidade do alimento embalado, prolongando sua vida útil; ele também ajuda a manter o sabor e a cor do alimento. Um diferencial é o fato de ser auto-adesivo, podendo ser aplicado pela maioria das rotuladoras disponíveis no mercado na superfície interna da embalagem. A capacidade de absorção do FreshMax varia de 5 cc a 25 cc e ele é fornecido em bobinas ou em folhas, para alimentação automática. (www.multisorb.com)
A MonoSol LLC introduziu o M-3030, um novo filme PVOH, solúvel em água, ideal para sabão em pó. O filme foi especificamente desenvolvido para o uso com produtos alcalinos agressivos, oferecendo solubilidade mais rápida e preço mais competitivo. Ele pode ser usado com produtos alcalinos com pH superior a 14, incluindo formulações que contenham hidróxido de sódio. Ele está disponível em espessuras de 1 a 1,2 mm e largura superior a 54 polegadas. (www.monosol.com)
![]() |
|
![]() |
O primeiro fitilho de 6 mm de espessura, impresso dos dois lados, foi desenvolvido pela PP Payne e possibilitou à Kraft da Venezuela lançar um novo e criativo canal de comunicação com seus consumidores. Duas de suas principais marcas de biscoitos comercializadas em embalagens individuais, Kraker Bran e Hony Bran, passaram a divulgar quase 300 diferentes dicas referentes à saúde e aos bons hábitos alimentares.
As mensagens do fitilho refletem a preocupação do fabricante em associar
seu produto à saúde, uma forte tendência nos principais mercados mundiais.
Ele também é visto como uma poderosa ferramenta de fidelização do
consumidor, especialmente para as indústrias de alimentos e produtos farmacêuticos.
(www.pppayne.com)
A CMY trouxe para o Brasil um novo filme de poliestireno delaminável para ser usado em etiquetas e lacres de segurança; o objetivo é combater a pirataria e inibir as violações de embalagens. O material, fabricado pela italiana Ritrama, possui um mecanismo que provoca a sua autodestruição em caso de tentativa de violação.
Outras importantes características são o baixo custo; a possibilidade de ser impresso em flexografia, serigrafia e impressão térmica; e a ótima resistência a produtos químicos (óleos, detergentes e abrasivos). Ele possui ainda um adesivo acrílico, à base de água, de altíssimo poder de adesão mesmo em superfícies de baixa energia como PE e PP. (www.cmy.com.br)
Zipper revolucionárioA Zip-Pak acaba de desenvolver um zipper especial que acompanha a alta velocidade das linhas de produção e envase. Ele é ideal para ser aplicado em máquinas como as novas corte e solda da norte-americana R.A Jones & Company, que incorporam a tecnologia de selagem rotativa. O sistema chega a atingir a velocidade das linhas de envase de embalagens rígidas. (www.rajones.com)
|
|
|
Poly-Vac
intensifica Tradicional fornecedora de embalagens plásticas rígidas (termoformadas), a Poly-Vac está diversificando sua atuação e oferecendo embalagens plásticas flexíveis para os fabricantes nacionais de charque, queijos, embutidos em geral e café. O foco nestes mercados é justificado pela principal estrutura fornecida pela empresa: nylon-poli barreira para o processo a vácuo.
Como explica Benilde Carneiro Lodi, Gerente de Novos Negócios e Marketing, a Poly-Vac está investindo pesado na área de flexíveis. Durante a Fispal, a empresa anunciou a entrega do primeiro lote de embalagens impressas em oito cores em uma moderna impressora flexográfica da Barmag.
A empresa também está oferecendo embalagens compostas – rígida + flexível – como os baldes forrados com um liner plástico bastante utilizados pela indústria de alimentos.
Atualmente as principais regiões de atuação da Poly-Vac são a Sul e Sudeste; a empresa também participa com alguns negócios na região Centro-Oeste. "Em breve ampliaremos nossa atuação para as regiões Norte e Nordeste do Brasil", prevê Benilde.
BEM-VINDOS À ABIEF
A ABIEF dá as boas-vindas aos seus novos associados:
| Edição e Redação: LDB Comunicação Empresarial. Tel.: (11) 3672-3366. E-mail: ldbcom@uol.com.br. Editora Responsável: Liliam Benzi – Mtb 19.352. Projeto Gráfico, Diagramação e Ilustrações: Saulo Pacheco. Tel.: (11) 3061-2231. E-mail: formato.sp@terra.com.br . Fotos da tarja superior: Macarena Lobos. Tel.: (21) 2245-2213. |