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Ano IV - novembro/dezembro 2005
nº 21
ABIEF encerra o
ano
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Este foi o principal objetivo da Associação ao participar com um estande próprio na
3ª edição da Fispal Nordeste, realizada entre os dias 08 a 11 de novembro, em Recife (PE). Com a presença de importadores dos Estados Unidos e da Europa e um público estimado em 25 mil pessoas, os organizadores da Feira estimam que o evento gere contratos da ordem de R$ 770 milhões a
curto e médio prazo.
Devido ao sucesso desta edição, a Fispal Nordeste 2006 deverá ocupar a área total do Centro de Convenções de Pernambuco (15 mil m2). Outra ação que deverá ser repetida é a organização de seminários. Em 2005 foi realizado o Fispal Nordeste Pró-Export que disseminou informações atualizadas sobre consumo em outros países, canais de exportação e as melhores formas de apresentação de produtos brasileiros no mercado norte-americano.
O Presidente da ABIEF, Rogério Mani, foi uma das personalidades presentes no coquetel de lançamento da Embala Nordeste, programada para acontecer entre os dias 14 e 17 de agosto de 2006, em Recife (PE). A nova feira se propõe a ser a primeira da região voltada especificamente para o setor de embalagem. A organização está a cargo da Greenfield Business Promotion, dirigida por Luiz Fernando Pereira e André Mozetic.
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Palavra
do Presidente
A união definitivamente
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Embalagens que falam, rótulos com DNA. A embalagem inteligente não é mais um sonho. A questão agora é como e onde utilizá-la para obter a melhor relação custo-benefício.
Não há uma feira internacional de embalagem que não explore o conceito de embalagem inteligente. Também não há uma grande empresa que não esteja ávida por incorporar este tipo de tecnologia. Mas muitas delas já perceberam que esta tecnologia só é válida se ela oferecer um benefício claro ao consumidor, ou seja, se ela agregar valor ao produto e se esse valor for perceptível.
Uma conferência sobre o assunto realizada em 2005 nos EUA pela IDTechEx e pela Pira Intl., mostrou que os empresários devem pautar-se pela máxima: "não é porque a tecnologia inteligente pode ser adotada é que ela deva ser adotada".
Segundo os especialistas, o ponto-chave para aumentar as vendas e agregar valor ao produto é pensar sobre o consumidor. Entre as soluções inteligentes, eles recomendam tecnologias que:
ajudem o produto a chegar no consumidor em melhores condições (filmes barreira, absorvedores – scavangers);
indiquem ao consumidor a condição do produto (indicadores de amadurecimento, medidores de tempo/temperatura);
apliquem o produto mais eficientemente (aplicadores eletrônicos);
entreguem o produto na temperatura certa (embalagens com sistemas de auto-resfriamento ou auto-aquecimento);
assegurem que o produto será usado corretamente (dispositivos de tempo/validade);
assegurem que o produto é original (dispositivos anti-violação/falsificação).
Uma pesquisa realizada pela Pira sustenta estas afirmações. Ela detectou que indicadores de frescor, indicadores de que o produto está pronto, indicadores de tempo/temperatura e circuitos eletrônicos impressos são vistos pelos convertedores e pelo varejo como sendo as tecnologias mais importantes para a embalagem inteligente até 2008.
Exemplos concretos de embalagens inteligentes que oferecem benefícios para o consumidor estão sendo dados por grandes empresas. Na embalagem do cosmético SK-II, a Procter & Gamble utiliza uma tecnologia de ionização para aplicar partículas, imperceptíveis ao olho humano, mas perfeitas para a pele. A garrafa da água Aquaescents, da NutraSystem, é outro bom exemplo; sua tampa contém uma infusão aromática, de baixa caloria, que é facilmente liberada na água antes do consumo.
A vinícola australiana BRL Hardy Wine também está sendo inteligente ao utilizar a genética para evitar a falsificação de seu produto. Ela criou um sistema de segurança que incorpora uma codificação de DNA aos rótulos do produto. Há ainda a "garrafa falante", da Rosemont Pharmacy com tecnologia Wizzard Software, que possui um dispositivo de áudio que dá as instruções de uso do medicamento. O dispositivo é colocado no fundo da embalagem e é facilmente acionado pelo usuário.
Mas certamente a área de rótulos é uma das que mais tem absorvido tecnologias inteligentes. A empresa Pear Bureau Northwest criou um rótulo que mostra ao consumidor o estágio de amadurecimento da pêra, um produto que tradicionalmente é alvo de reclamações dos consumidores por não mudar de cor quando amadurece.
O sistema é relativamente simples: a embalagem rígida capta o aroma da fruta e o rótulo reage, mudando de cor de acordo com os níveis de amadurecimento. O rótulo sensorial muda do vermelho (fruta verde), para o laranja (fruta firme) e para o amarelo (fruta mole).
Outro exemplo de tecnologia inteligente é dado pela Timestrip Ltd. que desenvolveu um rótulo que mede o tempo que a embalagem está aberta. Ele é ideal para produtos refrigerados e congelados; o tempo de monitoramento, automático, varia de 10 minutos a 12 meses. A tecnologia baseia-se na ação do sistema capilar e permite que um líquido colorido migre por um material microporoso em uma taxa constante.
Enfim, tecnologias não faltam. Mas como recomendam os especialistas, antes de usá-las é necessário estudar as reais necessidades do consumidor e do produto e ver até que ponto elas compensam o investimento ao agregarem valor à embalagem/produto.
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As modernas tecnologias permitem que os filmes deixem de ser a embalagem e passem a ser o próprio produto.
A partir de um acordo firmado pela National Starch Personal Care com a Acupac Packaging, ambas norte-americanas, espera-se que 2006 seja um ano em que os filmes solúveis avancem significativamente no mercado de produtos de higiene e cuidados pessoais, principalmente nos EUA. A idéia é desenvolver filmes customizados, de acordo com as necessidades dos clientes.
Juntas, as empresa já detectaram algumas boas oportunidades de trabalho: lavagem, condicionamento e coloração de cabelos; proteção solar; hidratação de pele; e barbear. Os filmes também podem ser formulados para aplicações mais específicas como tratamento anti-acne e anti-envelhecimento.
A explicação técnica para esta variedade de aplicações é bastante simples: uma vez que os filmes possuem pouquíssima água, não é necessário resolver problemas de estabilidade comum em produtos de base aquosa. Esta propriedade possibilita que uma ampla gama de ingredientes ativos possa ser oferecida ao consumidor nestes filmes que passam a ser o próprio produto.
A tecnologia de revestimento dos filmes foi desenvolvida e patenteada pela Acupac em 2001. Os filmes são revestidos em fornos de várias zonas e a temperatura de cada zona é monitorada por computadores. Monitores infravermelhos detectam os níveis de umidade, a espessura do filme e os níveis ativos no filme quando ele sai do forno.
Os primeiros produtos a usarem estes filmes foram as máscaras faciais e os limpadores de poros há mais de 10 anos. Daqui para frente, os especialistas apostam que surgirá uma infinidade de novos itens, atendendo à necessidade de portabilidade e consumo em movimento. O consumidor utiliza o produto em filme solúvel quando e onde quiser.
Por ocasião da Fispal Nordeste, a ABIEF realizou outra importante ação no sentido de alavancar sua regionalização. O Presidente da entidade, Rogério Mani, recebeu 24 empresários da região para um almoço de confraternização no dia 10 de Novembro. Além dos empresários, participou do evento o
Presidente do Simpepe (Sindicato das Indústrias de Plástico do Estado de Pernambuco), Fernando Pinheiro. Os demais participantes foram:
Anísio Coelho (Labortecne), Araújo Neto (Arasil), Bruno Bezerra (Asiaplast Embalagens), Camilo Bezerra (Sarpac), Deivy Rushansky (Ruplast), Emerson Oliveira (Ineplast), Felipe de M. Schimmelpfeng (Carvaplast), Fernando Zarzar Pinheiro (Santandré Embalagens), Gerimário de Carvalho Almeida (Carvaplast),
Gustavo Cavalcanti (Filmplastic Emb. Plást.), Jailton Mota (Ineplast), João Carlos Macedo (Simpepe), Jorge Coste Real (Fiepe - Federação das Indústrias do Estado de PE), Luciana Cavalcanti (Filmplastic Emb. Plást.), Marcelo Brandão Assis (SM Plásticos), Marilda Mota (Ineplast), Rodrigo da Fonte (Greenfield), Silvio Prazeres
(Sinimplast do Nordeste), Silvio Rangel (Fiepe), Solange Macedo (Simpepe) e Wander Lobo de A. Silva (Sind. das Inds. de Plásticos e Tintas do Est. de Alagoas).
Como prova de sua liderança em tecnologia para a marcação/codificação de embalagens plásticas flexíveis para açúcar, com 90% de market share no Brasil, a MARKEM Brasil instalou recentemente 17 codificadoras TouchDry modelo 9880 na Nova América, uma das mais importantes cooperativas brasileiras, com plantas localizadas no interior de São Paulo e em Santa Catarina. O grande diferencial dos
equipamentos TouchDry é o sistema de rolinhos de tinta seca, ideal para operações que necessitem de grande precisão, confiabilidade, segurança e limpeza. Não é de agora que a Markem atende a esta indústria. A Copersucar União, líder neste mercado e que hoje faz parte da Nova América, possui 80 codificadoras MARKEM dos modelos 9880 e 9820. Novos projetos com a Nova América e com outros fabricantes locais já
estão sendo estudados.
Dando continuidade ao seu processo de gestão da qualidade, a Sincoplastic está comemorando sua recertificação pela ISO 9001 versão 2000 conferida pela SGS Inc. Os trabalhos de implantação da ISO na empresa começaram no ano 2000 e a primeira certificação aconteceu em Julho de 2002; desde então, ocorrem auditorias semestrais.
A Embaquim já está comercializando a
3ª geração de sacos plásticos para o sistema bag-in-box de 1000 litros. O novo bag é sextavado para garantir um melhor aproveitamento da caixa de papelão octogonal na qual ele é inserido. O projeto já foi patenteado pela empresa. O foco do sistema é a exportação, especialmente de alimentos, produtos químicos e farmacêuticos, polpas de frutas, sucos
concentrados, etc.
Os especialistas garantem que os nanocompósitos poliméricos são a bola da vez da indústria do plástico. Isto porque permitirão o desenvolvimento de materiais mais leves, com melhores propriedades mecânicas, maior resistência térmica e maior estabilidade dimensional. As embalagens plásticas, por conseqüência, serão mais simples, mais leves, com melhores propriedades de barreiras a gases, melhor
resistência ao impacto e melhor acabamento, ou seja, com qualidade superior às atuais o que possibilitará um aumento da vida útil dos alimentos. Espera-se que até 2008 o mercado de nanocompósitos cresça cerca de 20% para as resinas termoplásticas e 10% para as resinas termorrígidas.
Estima-se que o 3° Projeto Comprador, uma ação do Programa Export Plastic, gere negócios da ordem de US$ 5 milhões nos próximos seis a 12 meses. Estiveram reunidos 22 importadores dos Estados Unidos, México, União Européia e África do Sul, em outubro, nas 400 rodadas de negócio do Projeto.
Anualmente, a FPA (Associação de Embalagens Flexíveis) dos EUA premia as melhores criações do setor. Apresentamos alguns dos vencedores de 2005. Mais informações sobre as empresas e seus desenvolvimento no site
www.flexpack.com.
Esta tecnologia resultou em uma embalagem flexível, leve, segura e barata. Por estas características ela foi adotada pelos militares para substituir as baterias convencionais; a embalagem é a própria bateria, contendo os seus componentes. Com isto, foram substituídas as pesadas baterias convencionais, metálicas. O material permite
ainda a selagem direta das células de polarização. (Pliant Corporation)
Esta é a primeira embalagem para inseticida do gênero nos EUA. O bocal com gatilho possibilita o uso spray do produto. Como ele é bastante agressivo, no momento do uso o pouch deve ser cheio com água para ativar os ingredientes do produto. (Kapak Company LLC)
A embalagem se destaca pelo dispositivo de abertura na lateral. Esta tecnologia elimina o risco de danificar a embalagem interna quando se abre o pouch externo. A alça também é um projeto único por ser super reforçada. Outro aspecto impactante na embalagem é a impressão de alta qualidade e definição que
aumenta a diferenciação do produto no ponto-de-venda. (Curwood)
Em termos de máquinas, a empresa adquiriu coextrusoras para
melhorar a qualidade e a resistência dos filmes; impressoras que trabalham com até 8 cores; e modernas máquinas de acabamento. A Plasfan também já conta com um laboratório de tintas que garante um rígido controle no padrão das cores.
Para a área de transportes foram adquiridos novos veículos que agilizam a distribuição das embalagens, evitando eventuais atrasos nas entregas.
Outra preocupação permanente é com o treinamento de toda a equipe de produção, especialmente no que tange a qualidade dos produtos e do atendimento. A Plasfan possui ainda certificação ISO 9001, Controle Integrado de Combate a Pragas e certificação para produção de embalagens plásticas para indústria alimentícia (AUP). A
empresa também busca as certificações ISO 14001 (Meio Ambiente) e SA8000 (Social).
Todos estes esforços estão sendo reconhecidos. A Plasfan fornece embalagens para as áreas de alimentos, filmes técnicos, embalagens promocionais, embalagens para laboratórios, frigoríficos, etc. Ela está apta a produzir embalagens flexíveis em polietileno de alta densidade, baixa densidade e polipropileno.
O Prêmio Plásticos em Revista 2005 foi um verdadeiro sucesso. O Presidente da ABIEF, Rogério Mani, teve a honra de participar da cerimônia de entrega realizada no dia 18 de Novembro no espaço Rosa Rosarium. Parabenizamos os seguintes associados da ABIEF premiados no PPR 2005: Celocorte
– Alimentos Emb. Flexíveis;
Inplac/Zaraplast – Produtos para Ind. Agrícola; Zivalplast – Sacos e Sacolas.
Também gostaríamos de registrar a premiação de Mauro Azanha (Polietilenoes União) e Emerson Madaleno (Braskem) como Top Profissional. A Carnevalli foi premiada na categoria Top Equipamentos
– Extrusão Flexível.
Outro prêmio igualmente importante é o Master Cana 2005, no qual a Zaraplast, associada da ABIEF, fez três conquistas. Uma na categoria Área Distribuição, Logística e Transporte e duas na categoria Embalagem
– Sacaria para Açúcar. Parabéns a todas as empresas e profissionais citados nesta matéria!
A ABIEF dá as boas-vindas aos seus novos associados:
M3CS Ind. e Com. de Emb. Ltda.

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Confraternização em Recife

Sr. Fernando Pinheiro (Simpepe), Rogério Mani (ABIEF) e Dr. Jorge Corte Real (Fiepe).
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Codificação para flexíveis
Recertificação ISO
3ª geração de bags
Nanotecnologia em alta
Projeto Comprador

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Perfuração inteligente
A embalagem para diálise Microperf é feita com um filme copolímero de polietileno de 3 mm perfurado com precisão; a perfuração precisa garante controle da porosidade e conseqüente eficiência da esterilização. O filme perfurado também oferece excelente durabilidade. Como a perfuração é reproduzível, a operação
pôde ser automatizada com uma máquina form/fill/seal horizontal. (Rollprint Packaging)
Baterias plásticas
Pouch sprayer
Especial para esterilização
O novo material permite a permeação de gases de esterilização como vapor, enquanto age como uma barreira à penetração de bactérias. A camada do meio é um coextrudado de base polipropileno, perfurado para ser permeável e contém uma selagem única, auto-clavável. A camada externa é uma laminação de
nylon e polipropileno, bastante transparente e resistente. (Alcan Packaging)
Conveniente e easy-open
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Plasfan investe em produtividade
Com o objetivo de melhorar continuamente sua área de produção, a Plasfan, que existe há 22 anos, há um ano tem investido pesado em seu novo parque industrial e na aquisição de máquinas e equipamentos. Hoje a empresa ocupa uma área de mais de 11 mil
m2, adaptada às exigências das indústrias de
alimentos, laboratórios e demais segmentos que necessitem de completa higienização de suas embalagens.
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BEM-VINDOS À ABIEF
Felinto Ind. e Com. Ltda.
Poli-gyn Embalagens Ltda.
PP do Brasil Ind. e Com. Embalagens Ltda.
Edição e
Redação: LDB
Comunicação Empresarial. Tel.: (11) 4412-0813. E-mail: ldbcom@uol.com.br.
Editora Responsável: Liliam Benzi – Mtb 19.352. Projeto
Gráfico, Diagramação e Ilustrações: Saulo Pacheco.
Tel.: (11) 3061-2231. E-mail: formato.sp@terra.com.br
. Fotos da tarja superior: Macarena Lobos. Tel.: (21)
2245-2213.