![]() | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
|
|
Ano V - novembro/dezembro 2006
nº 26
Positivismo do Jantar de Confraternização promete contagiar o ano de 2007Mais de 200 empresários do setor de embalagens plásticas flexíveis, usuários de embalagem e fornecedores de insumos e matérias-primas reuniram-se no dia 30 de novembro por ocasião da tradicional Festa de Confraternização da ABIEF. O evento foi realizado em parceria com a Plastivida no Buffet Mansão Cidade Jardim, em São Paulo. Um dos pontos altos da Festa foi a palestra do consultor empresarial Ludwig Valdez. O evento marcou ainda o lançamento oficial do Guia ABIEF do Setor 2006 / 2007, que também estará disponível em CD-Rom e na inovadora versão online. A ABIEF agradece o patrocínio das seguintes empresas que viabilizou a realização de mais esta ação de sucesso: Alcântara Machado, Braskem, Fispal e Rio Polímeros.
A segunda metade de 2006 foi marcada pela participação da ABIEF em duas feiras
internacionais: a PackExpo, em Chicago, no final de outubro, e o Emballage, em Paris,
no início de novembro. Nas duas ocasiões, os
contatos travados e as consultas recebidas mostraram que o Brasil já figura como um
importante player internacional na área de
embalagens plásticas flexíveis.
Os estandes da ABIEF receberam a visita de mais de 500 profissionais, dos quais pelo
menos 100 deixaram seu cartão de visita e
pediram algum tipo de informação sobre o
mercado brasileiro e/ou os associados da ABIEF.
Estas participações, assim como as que
estão sendo planejadas para 2007, reforçam
a estratégia de alavancar as exportações
brasileiras e internacionalizar as ações da
Associação. A participação na PackExpo e no
Emballage contou com o apoio incondicional dos organizadores dos eventos –
respectivamente PMMI (Packaging Machinery
Manufacturers Institute) e Promosalon – e das empresas
Diadema, Fispal, Grupo Sol, Hiperrol e Unipac.
Encerrar 2006 tem um sabor especial de vitória. Vivemos um ano que, definitivamente, não foi dos mais especiais para a indústria de
embalagens plásticas flexíveis. Enfrentamos uma série de adversidades decorrentes da retração do mercado e da própria insegurança gerada pelo cenário político.
Em contrapartida, aprendemos lições que certamente terão um enorme valor em nossa empreitada para consolidar esta indústria e
seus mercados. E no final, graças ao empreendedorismo nato dos amigos empresários, fechamos o ano com faturamento e volume de produção
muito próximos aos números registrados em 2005.
A ABIEF estima que o faturamento de nossa indústria fique na casa dos US$ 3 bilhões este ano e que a produção fique ao redor das 690 mil
toneladas. Mas mais importante que os números foram as conquistas de nossa indústria. Os profissionais do setor
– e me refiro aos profissionais de toda a cadeia
do plástico – mostraram uma grande maturidade durante o ano.
A maior prova foram as iniciativas de discutirmos os problemas do setor de forma sensata, buscando sempre o melhor para todas as partes
envolvidas. Eu diria que o diálogo foi a grande força motriz do ano. Graças a ele, os resultados não foram mais desastrosos e espero que com este mesmo
diálogo possamos finalmente deslanchar e aplicar todo o potencial de nosso setor rumo a um crescimento sustentado e exponencial.
Não há mais lugar para empresários "reféns do passado". O cenário, nacional e global, pede a determinação como ação estratégica em
qualquer atividade empresarial séria. Sabemos que todo o equilíbrio das empresas de nosso setor, bem como de seus administradores, será de enorme valia em
2007. Um ano que promete ser fundamental para crescer, desenvolver e ampliar a indústria brasileira de embalagens plásticas flexíveis.
A todos um 2007 de muita prosperidade e conquistas!
Com uma previsão de faturamento de 24 bilhões de Euros até 2011, de acordo com um estudo da Pira International, o mercado de resinas PET continua atraindo investimentos. Outro atrativo é que, apenas no mercado norte-americano, o número de embalagens PET para bebidas deve exceder 235 bilhões de unidades até 2010; a área de filmes também está em plena ascensão. De olho
neste avanço, a Eastman Chemical Company foi responsável por um dos investimentos mais recentes e impactantes da indústria, anunciado em um jantar para a imprensa durante a PackExpo Chicago, no final de outubro.
Como explica T.J. Stevens, Vice-Presidente e Gerente Geral da Unidade de Polímeros, a maior inovação da nova tecnologia são as mudanças significativas no número de etapas do processo de produção, com a eliminação de algumas delas. O resultado da nova tecnologia chama-se ParaStar, uma resina PET totalmente nova que garante às embalagens alta transparência, pureza, eficiência na
produção e na cadeia de suprimento, bem como benefícios ambientais.
Por tais características, alguns especialistas apelidaram o novo material de "vidro plástico". O nível de acetaldeído também foi melhorado e reduzido em 25% ou mais, o que torna a nova resina ainda mais atraente para os envasadores de água. "Os fabricantes de filme serão contemplados com os benefícios do novo PET em um segundo momento", promete Stevens.
Em relação ao preço, Stevens garante que "o mercado ditará o preço desta nova resina, mas posso adiantar que ela será mais barata que o PET convencional se considerarmos a relação custo-benefício". Os dois primeiros mercados target da ParaStar são água mineral e refrigerantes. "As empresas que optarem pela nova resina não terão que fazer mudanças no equipamento nem no processo, o
que normalmente ocorre na adoção de um novo material", reforça o Vice-Presidente.
A tecnologia de processamento IntegRex foi desenvolvida com base em um conceito de sustentabilidade, ou seja, trata-se de uma inovação que contribui para a manutenção da sociedade, do meio ambiente e do negócio. "Procuramos ir além da reciclagem e contribuir para um ciclo de vida positivo da resina."
A nova planta da Eastman reduziu significativamente o impacto ambiental em comparação às plantas de produção de PET tradicional. Isto porque algumas etapas do processo foram modificadas e outras foram eliminadas. Além disso, a produção da ParaStar consome menos energia. "A resina também é totalmente reciclável em estruturas convencionais de reciclagem; ela pode ser reciclada
juntamente com embalagens feitas a partir do PET tradicional", finaliza Stevens.
A ABIEF parabeniza os seguintes associados pelos prêmios recebidos:
Embaquim (Prêmio PPR Export Plastic na categoria "Destaque Exportador");
Fresal Embalagens (Prêmio PPR Export Plastic na categoria "Top Exportador");
Macroplastic (Troféu Dílson Domingos Funaro na categoria Personalidade do Setor de Transformação de Material Plástico);
SR Embalagens Plásticas (Prêmio Qualidade Flexo 2006 nas categorias "Filmes Plásticos impressão em até 4 cores" e "Filmes Plásticos impressão de 8 a 10 cores").
Durante a cerimônia de entrega do Prêmio PPR, o Presidente da ABIEF, Rogério Mani, parabenizou Jacques Siekierski que recebeu uma homenagem especial pelos 50
anos de dedicação à indústria de embalagens plásticas. Vale lembrar que o homenageado foi um dos idealizadores e fundadores da ABIEF há quase 30 anos.
Liliam Benzi, especial de Chicago (EUA)
Depois de anunciar sua mais nova iniciativa em embalagem durante o Clinton Global Initiative, em Nova York, em Setembro de 2006, o gigante Wal-Mart - uma empresa de US$ 288 bilhões em vendas em 2005 - voltou a ser o grande "amigo/vilão" da indústria. Para cumprir sua meta de reduzir o volume de embalagens em toda a sua cadeia global de suprimento em 5% até 2013, a nova proposta da maior rede de varejo
do mundo é uma scorecard (tabela de pontuação) de embalagem. De acordo com Matt Kistler, Diretor de Marcas Próprias do Sam´s Club, que fez a avant premiere do scorecard durante a PackExpo, em Chicago, "a revolução da embalagem já começou e se chama sustentabilidade".
A sustentabilidade é justamente a base do scorecard apresentado e que atingirá 60.000 fornecedores globais do Wal-Mart. O objetivo é coletar todas as informações relativas a alternativas de embalagem ou materiais de embalagem mais sustentáveis, que ajudem os compradores do Wal-Mart a fazer melhores decisões de compra. "Pretendemos reduzir a quantidade de embalagem, além de usar de forma mais eficiente
todos os materiais de embalagem e os materiais cuja fonte seja mais eficiente através do novo sistema de pontuação."
Todas as informações coletadas deverão ser usadas a partir de 2008. "Não podemos entender sustentabilidade apenas do ponto de vista ambiental. Para o Wal-Mart o conceito vai além disto e significa garantir qualidade de vida agora e para as gerações futuras em termos sociais e financeiros", explica Kistler. Segundo ele, as vantagens do scorecard não são apenas para o Wal-Mart.
"O scorecard já é considerado uma ferramenta de medição que possibilita que os fornecedores se avaliem em comparação a outros fornecedores; uma avaliação baseada em medidas específicas." As medidas do scorecard evoluíram de uma lista de atributos favoráveis anunciados no início de 2006, conhecidas como os "7 Rs da Embalagem": Remover, Reduzir, Reutilizar, Reciclar, Renovar, Recompensar e Reler. Após meses de
consultas, a Rede de Valor da Embalagem Sustentável, um grupo de 200 líderes da indústria de embalagem, incluindo fornecedores, experts e acionistas internos e externos, delineou as seguintes medidas para o scorecard de embalagem:
De acordo com estas medidas, os fornecedores do Wal-Mart serão capazes de determinar como suas inovações em embalagem, padrões ambientais, eficiências energéticas e uso de materiais se comparam ao dos concorrentes, atendendo às expectativas do Wal-Mart. O sistema de scorecard está disponível inicialmente para 2.000 fornecedores de marcas próprias;
os outros 60.000 fornecedores do Wal-Mart terão acesso ao mesmo
através do website www.scorecardlibrary.com a partir de fevereiro de 2007.
Para usar o scorecard, o fornecedor deve pagar uma taxa anual de US$ 300 em 2007 e de US$ 900 depois de 2007. Mas o fornecedor só pode colocar suas informações no site se ele já for certificado como um fornecedor Wal-Mart; o custo da certificação é de US$ 500. Um website adicional - www.marketgate.com/packaging - chamado de Virtual Trade Show (Exposição Virtual) também está disponível para ajudar os
fornecedores de produtos a encontrarem fornecedores de embalagem que possam ajudá-los a promover melhorias e preservar os recursos de forma mais eficiente. "Ele funciona como uma exposição de inovações em embalagem", analisa Kistler.
O diretor completa: "Estamos sendo encorajados pela resposta positiva de nossos fornecedores e procuramos continuar esta parceria. Trata-se de uma oportunidade única de gerar um impacto real
positivo e de inspirar mudanças na indústria de embalagem."
Para tanto a Polo Films dispõe de um laboratório com excelentes equipamentos para análises e de profissionais treinados para atender tanto aos fabricantes de embalagens plásticas flexíveis quanto os usuários finais, principalmente as empresas de alimentos cujo
grau de exigência aumentou muito nos últimos tempos. "Neste laboratório nossos clientes encontram equipamentos de pesquisa e desenvolvimento de última geração, como é o caso do Permatran e do Oxtran que permitem medir a permeabilidade dos filmes a vapor d'água e
a oxigênio em sete medidas independentes e simultâneas, únicos na América Latina."
O CPTI é uma das principais bases de apoio para o desenvolvimento de novas aplicações de filmes biorientados da Polo Films e, conseqüentemente, de novos mercados. "O CPTI também mantém um trabalho seqüenciado com a área de desenvolvimento e auxilia nos serviços
pós-venda, ou seja, na assistência técnica que oferecemos para todos os clientes", avalia Bianchini.
Este suporte ao mercado de embalagens flexíveis pressupõe a análise e resolução de eventuais problemas de maquinabilidade, visando otimizar ao máximo a performance dos filmes biorientados da Polo Films durante a conversão e também na linha de embalagem do cliente final.
Por toda esta estrutura, a Empresa espera que seu Centro de Pesquisa torne-se uma referência na análise e avaliação de filmes biorientados e seja reconhecido pela indústria de flexíveis como uma fonte confiável de dados e informações.
A Polo Films é a única empresa a dominar duas tecnologias de produção de BOPP na América Latina, o processo "blow" (sopro) e o "tenter frame" (plano). Atuando fortemente na produção de filmes de BOPP para o mercado de alimentos como snacks, biscoitos, chocolates, sorvetes, a
empresa também oferece filmes para sobre-embalagem com o melhor desempenho do mercado. Outro importante mercado de atuação é o cigarreiro, com filmes encolhíveis de excelente desempenho em máquinas de alta velocidade.
Para 2007, sua capacidade produtiva será incrementada em 30.000 toneladas, totalizado 100.000 toneladas anuais de BOPP. Em 2008 a empresa produzirá também o BOPET (filme de poliéster biorientado), diversificando seus produtos e complementando seu portifólio.
Conforme prometido, além de todas as novidades que apresentamos nos informativos eletrônicos "Em Tempo Real", enviados diretamente da PackExpo, em Chicago, e do Emballage, em Paris, selecionamos mais algumas novidades apresentadas nestes dois
mega shows realizados no final de 2006.
A nova linha da Gilbreth de rótulos shrink com aroma garante uma experiência única para o consumidor no ponto-de-venda. Além da atração visual, o consumidor pode sentir o cheiro do produto. Os rótulos impressos Rub `N Smell garantem total diferenciação ao produto. A empresa também oferece uma opção de filme shrink
fosforescente; os rótulos mudam de cor como um arco íris uma vez que o filme interage com a luz, projetando um padrão de cores como um caleidoscópio.
(www.gilbreth.com)
A EasyPack Solutions apresentou uma nova embalagem flexível, monodose, que objetiva substituir sachês, tubos e garrafas. A EasyNap é oferecida nos volumes de 2 a 20 ml com um exclusivo sistema de abertura e uso do
produto:
A ABIEF dá as boas-vindas aos seus novos associados Dayana Plásticos e Braskem.
|
||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||