Ano VI - janeiro/fevereiro 2007         nº 27 

Indústria do plástico fecha 2006 com faturamento aquém do esperado

Para 2007, as perspectivas são de um crescimento pífio, beirando a estagnação.

A indústria brasileira do plástico fechou 2006 com um faturamento bruto total de R$ 37,5 bilhões, ou seja, 3,17% a menos que os R$ 38,7 bilhões faturados em 2005. De acordo com levantamento da área econômica da Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico), o cálculo em dólar revela uma receita bruta de US$ 17,24 bilhões, o que configura um aumento de 8,14% se comparado aos US$ 15,9 bilhões apurados no ano anterior. Segundo a entidade, a principal razão para essa diferença é a valorização da moeda nacional em relação à norte-americana.

O balanço do setor foi divulgado pela entidade no início de fevereiro e incluiu ainda o consumo de resinas termoplásticas no ano: 4,68 milhões de toneladas de resinas termoplásticas, 12,63% a mais que em 2005. O consumo aparente nacional de resinas ficou em 4,09 milhões de toneladas, registrando, assim, um aumento de 10,25% em relação ao consumo do ano anterior.

Quanto à balança comercial do setor, embora tenha havido crescimento na importação e na exportação, o saldo continuou negativo. Em 2006, as exportações de transformados plásticos totalizaram US$ 1,10 bilhão (13,39% a mais que 2005); as importações totalizaram US$ 1,44 bilhão (aumento de 17,7% em comparação ao ano anterior). Com isso, o saldo negativo na balança do setor subiu de US$ 258 milhões, em 2005, para US$ 344 milhões no ano passado.

Os números divulgados pela Abiplast também mostram que, em volume, a produção total de transformados de plástico em 2006 foi de 4,17 milhões de toneladas, que representam um crescimento de 10,89% em relação a 2005. Nesse cálculo não está incluída a transformação de PET. Com base nesse dado, chega-se a um consumo per capita de plástico no Brasil de 21,78 kg, volume que tem se mantido estável desde 2000.

Para Merheg Cachum, Presidente da Abiplast, os números apontam para uma direção: "o setor continua estagnado em uma situação que se arrasta há três anos". As principais justificativas são a depreciação do câmbio, o fato do Brasil ter uma das maiores cargas tributárias do mundo e a permanência de uma das maiores taxas de juros reais do planeta, mesmo com a recente tendência de queda. "Não é possível manter competitividade suficiente para concorrer com produtos de outros países arcando com os custos brasileiros", afirma Cachum.

O presidente teme que, caso o quadro não seja revertido, a indústria caminhe para um processo de "desinvestimento" e "desindustrialização" que comprometerá, ainda mais, a competitividade das empresas brasileiras e o crescimento econômico do País. A invasão de produtos plásticos importados, especialmente da China, é outra forte ameaça. De 2005 para 2006, o país aumentou em 80% sua participação nas exportações para o Brasil.

"Alguns estudos já comprovam a perda de competitividade da indústria brasileira", lembra Cachum. Um recente levantamento feito pela Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) revelou que a média do Índice de Competitividade (IC) do Brasil entre 1997 e 2004, foi de 19,1 pontos, em uma escala de 0 a 100. Esse nível fica muito aquém da média de todos os 43 países pesquisados, que é de 53,4 pontos. Ela é inferior, inclusive, à média obtida pelos 11 países com o nível mais baixo de competitividade apurado no mesmo intervalo de tempo, que ficou em 22,9 pontos.

Outro forte entrave para a competitividade brasileira é o preço da resina termoplástica. "Em média, o preço praticado no Brasil é entre 27% a 32% maior que o preço internacional." Por tudo isso, Cachum não prevê um 2007 muito animador. Segundo o Presidente da Abiplast, a tendência é manter um crescimento pífio – ao redor dos 3%, beirando a estagnação.

     


  


Palavra do Presidente

Inspiração x Transpiração

Há algum tempo a ABIEF defende o fato de nossa indústria ser uma fonte condutora de desenvolvimento e de geração de empregos. Mas admito que, em alguns momentos, fico decepcionado com nossa "lição de casa" incompleta e inacabada.

Sem muitos discursos políticos, acredito que está mais do que na hora de nos engajarmos em uma batalha comum: a formação de uma Cadeia Petroquímica Forte. Todos concordam que estamos cansados de discutir sempre os mesmos problemas e de nunca caminharmos com soluções que realmente dêem sustentabilidade para o nosso setor.

Precisamos parar de "brincar" de Cadeia Petroquímica. Que cadeia é está que não muda há mais de 30 anos? Mesmo estando mais próximos dos demais elos desta cadeia, ainda é muito pouco. E como não podemos esperar por uma solução divina..... Também não podemos disputar o jogo entre nós mesmos; é muito mais lógico e produtivo nos unirmos para ver e fazer a verdadeira Cadeia Petroquímica prosperar.

Não adianta a primeira e a segunda gerações encontrarem formas de rentabilidade que não levem em conta os esforços do convertedor. Este ganho é relativo e certamente terá vida curta. Ou todas as partes envolvidas ganham ou todas amargarão resultados negativos; a matemática é bastante simples, e lógica.

Por tudo isso, gostaria de compartilhar com todos minha percepção do que de fato o setor precisa para alcançar o tão almejado – e alardeado – crescimento sustentado:

  • ter uma campanha de credibilidade do plástico que mostre seus benefícios e vantagens;
  • ter uma campanha de educação ambiental, nas escolas, que oriente sobre coleta seletiva e apresente o plástico como "Amigo do Meio Ambiente";
  • valorizar o plástico perante a sociedade e conscientizá-la sobre a necessidade de boas embalagens;
  • aproximar-se da primeira geração e da segunda geração para quebrar o paradigma de que a primeira geração e a Petrobras são intocáveis e/ou não sentam para conversar;
  • criar, de uma vez por todas, condições reais de preço para as resinas a fim de viabilizar as exportações;
  • lutar junto ao Governo Federal pela redução de impostos e pela desoneração da exportação de transformados plásticos;
  • criar condições favoráveis de financiamentos que possam ser compartilhadas entre as gerações da cadeia e que gerem investimentos no setor de transformação;
  • definir estratégias comerciais e ações conjuntas que protejam os produtos nacionais dos produtos estrangeiros que entram no Brasil sem critérios já que precisamos ser tão ou mais competitivos que estes produtos;
  • criar um sistema de variação de preços das matérias-primas que não crie impactos nos custos dos transformadores.

Enfim, é hora de SUBIRMOS NA MESA para enxergarmos uma nova perspectiva para nossa indústria. A perspectiva, concreta e indelével, de que temos em nossas mãos um setor forte e que certamente será motivo de orgulho para as futuras gerações. Temos que fazer nossa parte e sermos tão profissionais como somos em nossas empresas.

Ou nos organizamos ou estaremos fora do jogo mundial.

  

Rogério Mani – Presidente

    

       

Será que é preciso "robotizar"?

Para acompanhar a rapidez de demanda do mercado, os constantes lançamentos e as novas exigências do consumidor moderno, os fabricantes e usuários de embalagem estão: se envolvendo cada vez mais com sistemas de robótica; realizando cada vez mais atividades via softwares; e demandando máquinas cada vez mais integradas. Tudo isso regidos pela redução de custos.

De acordo com recentes estatísticas da RIA (Associação de Robótica Industrial) dos EUA, as vendas de robôs para embalagem e paletização cresceram cerca de 113% entre os anos 2000 e 2005; somente de 2004 para 2005 o aumento foi de 15%. O mais interessante é que este aumento é sentido mais fortemente em empresas com 100 a 200 funcionários.

A resposta dos fabricantes de máquinas para esta demanda é dada através de sistemas turnkey com projetos mais modulares. Estes projetos visam substituir dispositivos pneumáticos por eletromecânicos e automatizar as tarefas de inspeção a fim de acelerar a troca de serviços, aumentar a velocidade e a eficiência, simplificar a integração, reduzir os custos e garantir uma qualidade consistente para o produto.

Um dos segmentos que mais cresce dentro da robótica é o de manuseio de materiais. Isto porque a flexibilidade dos robôs facilita enormemente a mudança de tipos de produto e de produtos de diferentes tamanhos. Os sistemas de integração são outro ponto alto na robótica. Há ainda uma forte tendência de crescimento de controladores integrados que realizam mais de uma função.

Mas a força motriz de praticamente todos os desenvolvimentos está na redução dos custos da robótica. Em 2005 os robôs custavam 10 vezes menos que há 10 anos. Um bom exemplo é o da paletizadora desenvolvida pela norte-americana FKI Logistex que tem capacidade para trabalhar com mais de 20 caixas por minuto e custa US$ 70 mil com um manuseador automático de palete e US$ 50 mil sem esse recurso; a média de preço de um equipamento similar é US$ 100 mil. Outro diferencial é que a mudança de serviço pode ser feita em menos de 10 minutos sem a necessidade de ferramentas.

Mas antes de "adotar" a robótica é necessário que a empresa responda a oito perguntas*:

  1. Por que a empresa precisa de robótica? Como uma solução para uma atividade repetitiva? Para reduzir custos de mão-de-obra? Para minimizar o manuseio de produtos? Por questões sanitárias? Ou simplesmente para ir além das habilidades humanas?
  2. Que percentual de crescimento pode ser esperado adotando-se um sistema de robótica?
  3. Se considerarmos a necessidade de flexibilidade na linha, o que envolve a adição de um novo tamanho de embalagem e/ou configuração?
  4. Em que tipo de ambiente funcionará o robô?
  5. O robô precisa validar a operação? Em caso positivo ele precisa de visão.
  6. O equipamento necessário será suficientemente flexível para ser colocado em diferentes orientações?
  7. Qual será o retorno do investimento?
  8. Quais as condições de suporte e de serviço dadas pelo fabricante do robô a longo prazo?

(*Fonte: Fallas Automation)

  

Economia de escala garante competitividade dos pouches

A economia de escala tem levado a uma forte redução no preço dos pouches em todo o mundo. Aliado ao custo, fatores como conveniência, impacto no ponto-de-venda, formatos e materiais diferenciados, aumento no número de novos produtos e rapidez no gerenciamento de estoques fazem desta embalagem plástica flexível um sucesso de mercado e uma promessa de avanço contínuo. De acordo com um estudo da consultoria internacional Freedonia, até 2010 os pouches contabilizarão um faturamento de US$ 6,5 bilhões somente nos EUA o que marca uma média de crescimento anual de 6,3% a partir de 2005 quando este mercado faturou US$ 4,8 bilhões.

Por tipo de pouch o estudo mostra um crescimento anual de:

  • 11,6% no stand-up pouch chegando a US$ 1,6 bilhão em 2010 (contra US$ 925 milhões em 2005);
  • 6% no pouch com solda lateral chegando a US$ 2 bilhões em 2010 (contra US$ 1,5 bilhão em 2005);
  • 4,8% no flat pouch chegando a US$ 4,9 bilhões em 2010 (contra 3,9 bilhões em 2005);
  • 4% no pillow chegando a US$ 2,9 bilhões em 2010 (contra 2,4 bilhões em 2005).

O estudo revelou ainda que o mercado de não alimentos será o mais representativo para os pouches até 2010, com uma média de crescimento anual de 6,9%. Em 2005 este mercado foi avaliado em US$ 930 milhões e deverá chegar em 2010 a US$ 1,3 bilhão. Já os alimentos e bebidas manterão uma média de crescimento semelhante: 6,1% ao ano, partindo de US$ 3,9 bilhões em 2005 e chagando a US$ 5,2 bilhões em 2010. O custo unitário do pouch no período 2005-2010 deverá aumentar 1,9% ao ano, passando de US$ 0,61 para US$ 0,67.

De acordo com os especialistas, uma das principais forças do pouch hoje é a possibilidade de se trabalhar com pequenas tiragens e se lidar com um número cada vez maior de SKUs por empresa, uma necessidade com a "enxurrada" de lançamentos.

Em alguns casos, o casamento embalagem + produto é tão bem sucedido que o pouch torna-se uma extensão do produto. Isto aconteceu com a embalagem do Baja Brady´s Margarita Mix, da norte-americana Flanigan Foods. A mistura é escoada do pouch para a garrafa, onde a bebida será preparada, através de um bocal grande que evita desperdícios e se adequa perfeitamente ao gargalo. Uma janela transparente na parte de trás da embalagem permite que o produto seja corretamente dosado. Além disso, o preparado pode ser congelado ou refrigerado na própria embalagem antes de ser servido. O projeto é da Exopack (www.exopack.com).

Outro bom exemplo de uso de pouch foi dado pela B.P. Castrol da Índia que após três anos de pesquisa de resistência de material, vida de prateleira, facilidade de uso e aparência e aceitação do consumidor, lançou um stand-up pouch para óleo automotivo. O visual atrativo e os atributos da embalagem reposicionaram o produto em uma categoria premium e aumentaram o seu share no mercado local. A embalagem é fornecida pela Positive Packaging Industries (www.positivepackjaging.com).

Para um produto tão sensível como a água mineral, a CLP Industries (www.clp.co.il) desenvolveu uma estrutura especial – PET + polietileno (PE) + adesivo especial – que garantisse que a água Jacob´s Well Water chegasse em perfeitas condições para o consumidor final. A embalagem conta ainda com uma tampa de rosca e oferece uma vida de prateleira de dois anos; o formato ergonômico do pouch é outro diferencial.

Os especialistas acreditam que produtos como café, chá e refrigerantes serão os novos usuários dos pouches tão logo estas embalagens tenham propriedades de auto-aquecimento e auto-resfriamento. Também espera-se avanços nas tecnologias de extrusão que resultem em um aumento do número de camadas barreira sem afetar a espessura da estrutura.

À parte de produtos sensíveis como água e café, há uma corrente que defende que os pouches serão a embalagem do futuro para aplicações mais pesadas como sabões, produtos de limpeza doméstica e produtos químicos para piscina, por exemplo; neste contexto, os produtos médico-hospitalares também devem avançar com esta embalagem. E é claro, as aplicações retort, continuarão em plena ascensão.

      

Curso sobre extrusão

A ABIEF, em parceria com o ITP (Instituto de Tecnologia de Plástico), realizará nos dias 21 e 22 de março o curso "Tecnologia de extrusão em embalagens flexíveis", das 18:30 às 22:00 horas, na sede da Associação, em São Paulo. O curso destina-se a supervisores, técnicos extrusores e profissionais do setor. As vagas são limitadas. Mais informações com Cintia, na ABIEF, pelo fone (11) 3032-4092 ou pelo e-mail cintia@abief.com.br.

Apoio ao CETEA

A ABIEF apoiou o Curso de Embalagens Plásticas Flexíveis – Propriedades e Qualidade, realizado pelo CETEA (Centro de Tecnologia de Embalagem) no período de 13 a 15 de março. Os associados da ABIEF receberam um desconto de 8% na taxa de inscrição.

Indústria de cosméticos promove evento

Entre os dias 28 e 29 de março a ABIEF participará do evento Packing Panorama 2007 no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo. Os dois dias serão dedicados a palestras divididas em dois temas centrais: Painel de Líderes – o que os nomes de peso no cenário da indústria de cosméticos esperam de seus fornecedores de embalagem e Painel da Sustentabilidade – é possível acreditar na viabilidade econômica e industrial de embalagens feitas a partir de resinas biodegradáveis.

Paralelamente, haverá uma exposição onde a ABIEF terá um estande para divulgação institucional. Mais informações com Cintia, do Marketing, pelo fone (11) 3032-4092 ou pelo e-mail cintia@abief.com.br.

ABIEF na Embala Minas

Entre os dias 10 a 12 de abril a ABIEF terá um estande institucional na primeira edição da Embala Minas, organizada pela Greenfield, no Expominas, em Belo Horizonte. Para facilitar ainda mais a participação dos associados interessados em visitar o evento, bem como de seus clientes, a Associação também criou um convite eletrônico que garante um pré-credenciamento on-line. Mais informações com Cintia, do Marketing, pelo e-mail cintia@abief.com.br ou pelo fone (11) 3032-4092. 

            

Filme otimizado

A embalagem coextrudada produzida pela chinesa J&A Industrial é a primeira a usar o novo PVDC Saran, da Dow, para salsichas. As principais vantagens da resina são o aumento da vida de prateleira do produto e a preservação de seu frescor mesmo em um ambiente úmido. Este último item é ainda mais crítico por tratar-se de uma salsicha vegetal, com quase 5% de ingredientes naturais do milho o que aumenta o seu conteúdo de umidade. As excelentes propriedades barreiras do Saran também permitem reduzir a espessura do filme e conseqüentemente os custos gerais do processo. (www.dow.com)

   

Rótulos alternativos

Dois novos rótulos da Gilbreth começam a agitar o mercado internacional. O primeiro usa um filme iridescente ideal para embalagens comemorativas. Como o filme interage com a luz, ele projeta um padrão caleidoscópico de cores. Sua base são as resinas PETG e PLA e ele já está sendo testado pelas indústrias de bebidas, perfumes e cosméticos. Já o EarthFirst é um filme encolhível à base de PLA (ácido poliláctico), uma alternativa para os filmes oliolefínicos. (www.gilbrethusa.com)

   

Sleeve diferente

O sistema Endura da B&H Labeling permite aplicar rótulos sleeve em todo o corpo da embalagem, independente de seu tipo, tamanho ou formato, com ou sem contorno. O equipamento pode trabalhar com embalagens de 2 a 4,8 polegadas de diâmetro e de 2 a 12 polegadas de altura, a velocidades de 400 embalagens/minuto. Outro diferencial é o sistema de corte mais preciso e que reduz as aparas além de minimizar a necessidade de manutenção. A troca de serviços também é rápida: 15 minutos tanto para o aplicador de rótulos como para o túnel de encolhimento. (www.bhlabeling.com)

   

Opção para cerveja

A Film Source International e a Polypack introduziram um novo sistema para embalagem de latas de cerveja. Trata-se de uma embalagem múltipla com filme shrink com uma impressão de altíssima qualidade. A vantagem é a flexibilidade na formação dos packs; pode-se fazer qualquer configuração. (www.polypack.com e www.filmsourceinternational.com)

             

Foco na capacitação do setor

Como parte de sua estratégia para alavancar um processo de capacitação dos profissionais do setor, a ABIEF apoiará, em 2007, dois importantes cursos de formação e aperfeiçoamento na área de embalagens. O curso de pós-graduação em Engenharia de Embalagem do Instituto Mauá de Tecnologia apresenta a embalagem como um sistema complexo que envolve uma série de elementos que devem ser acompanhados com freqüência. Um dos seus objetivos é aprimorar a capacidade gerencial dos alunos, bem como sua responsabilidade ambiental.

Já o curso de pós-graduação em Gestão Estratégica de Embalagem da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) oferece um conteúdo inovador que abre perspectivas estratégicas para a embalagem, transformando-a em um valioso recurso da empresa, em uma poderosa ferramenta de marketing e em um veículo de comunicação.

Nos dois casos, os associados da ABIEF desfrutam de um desconto de 10% sobre o valor das mensalidades. Informações nos sites www.espm.br e www.maua.br/posgraduacao.

Participação na Fispal Tecnologia será para todos

Uma das primeiras ações do ano da ABIEF para promover o valor da embalagem plástica flexível está calcada na participação do maior número possível de empresas na Fispal Tecnologia 2007, agendada para o período de 12 a 15 de junho no Parque de Exposições do Anhembi, em São Paulo. Para tal, a Associação fechou alguns acordos com a organização do evento.

Um deles prevê a participação do Presidente da entidade, o empresário Rogério Mani, no Comitê Gestor da feira. "Este Comitê discute ações e inovações que agreguem valor permanente à Fispal, otimizando a participação dos expositores e garantindo aos visitantes um conteúdo de altíssima qualidade", analisa Mani.

Outra novidade é a criação da "Ilha do Flexível", uma área de cerca de 200 metros quadrados totalmente dedicada às empresas do setor. O detalhe é que só poderão participar desta Ilha empresas de micro e pequeno porte, que transformem até 200 toneladas de resinas termoplásticas por mês. Isto porque este espaço terá um preço diferenciado, subsdiado. "Foi a forma que encontramos para inserir as empresas de pequeno porte no calendário das feiras importantes, dando-lhes uma oportunidade tangível de oferecer seus produtos, ampliar seu mercado e travar novos contatos, inclusive com os visitantes internacionais", analisa o Presidente da ABIEF.

Já as médias empresas (mais de 200 toneladas de resinas processadas mensalmente) se beneficiarão de um acordo entre a ABIEF e a Fispal que prevê um desconto no preço do metro quadrado. "Mas todos estes benefícios só são extensivos aos fabricantes de embalagens plásticas flexíveis sócios da ABIEF", lembra Mani. A própria ABIEF terá um estande institucional que também poderá ser usado como ponto de encontro pelos seus associados.

    

BEM-VINDOS À ABIEF

A ABIEF dá as boas-vindas aos seus novos associados: Grati Indústria e Comércio Ltda., Laboratório Sanobiol S/A e Miracle Cosméticos.

  

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