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ALERJ PODE ADIAR INÍCIO DE LEI CONTRA SACOLAS PLÁSTICAS NO RJ   

A lei que restringe o uso de sacolas plásticos pelos supermercados, que começaria a valer em pouco menos de três semanas, pode ter seu início adiado.

junho, 2010

Alerj pode adiar início de lei contra as sacolas

O Globo - Rio de Janeiro/RJ - RIO - 28/06/2010

Minc afirma que proposta é uma manobra política; Paulo Ramos diz que faltou mais discussão sobre o assunto
Júlia Motta
A lei que restringe o uso de sacolas plásticos pelos supermercados, que começaria a valer em pouco menos de três semanas, pode ter seu início adiado.

Será votada amanhã, ao meio-dia, em sessão extraordinária na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), um projeto para que a norma só entre em vigor em janeiro de 2011, em vez do dia 15 de julho próximo.

A proposta é do deputado estadual Paulo Ramos (PDT), que alega a necessidade de mais discussão, mas apresentou o projeto quinta-feira à noite, sem muito alarde. Segundo o parlamentar, a política de reciclagem no estado está em implantação e, portanto, seria necessário mais tempo: — Queremos um prazo maior para ter uma discussão.

Vai continuar ou não a fabricação da sacolas plásticas? E as sacolas das outras lojas? Não serão proibidas também? Há a cultura de recolher o lixo doméstico com elas. Não será fácil mudar isso na sociedade.

Para o deputado estadual Carlos Minc (PT), ex-ministro do Meio Ambiente e autor do projeto de lei original, o impacto das sacolas plásticas na natureza é terrível. Ele diz que o plástico descartado, além de poluir, mata por asfixia pássaros, tartarugas e golfinhos, provocando ainda inundações ao obstruir rios, lagoas e canais.

— O projeto de lei ficou dois anos sendo discutido e emendado na Alerj, até que, em 2009, lançamos a campanha nacional “Saco é um saco”, que conseguiu retirar do meio ambiente 600 milhões de sacolas, apenas entre junho e dezembro do ano passado — afirma.

Segundo o ex-ministro, no Rio são distribuídos dois bilhões de sacolas plásticas por ano. No Brasil, em 2008, esse número chegou a 18 bilhões. Com a campanha “Saco é um saco”, caiu para 17,4 bilhões em 2009.

— Este ano, a campanha deve retirar um bilhão de sacolas do meio ambiente. Há outras iniciativas, como a do Carrefour, que inaugurou em março um supermercado em Piracicaba (SP) sem sacolas plásticas — diz.

Minc acusa Paulo Ramos de estar fazendo uma manobra política com o novo projeto: — Só em dragagem, o governo estadual gastou R$ 150 milhões no ano passado. Seria um grande retrocesso. A campanha educativa é o mais importante da lei. Temos que trocar o descartável pelo reutilizável.

Programa reduz em 40% número de sacolas usadas Paulo Ramos, por sua vez, critica a iniciativa de Minc.

— A intenção da lei é nobre, mas é uma manobra de divulgação.

A lei não acaba com a sacola plástica — diz.

O deputado André Lazaroni (PMDB), presidente da Comissão de Defesa do Meio Ambiente da Alerj, acredita que a prorrogação é importante.

— Não adianta não convencer a sociedade. O problema está na má utilização das sacolas, e precisamos colocar em pauta isso.

Paulo da Colina, diretor do Instituto Nacional do Plástico, conta que há três anos a entidade iniciou um programa de qualidade e consumo responsável.

O projeto desenvolveu uma sacola mais resistente, que pesa quatro gramas e aguenta carregar até seis quilos.

— Com esse programa, redes como o Pão de Açúcar já reduziram em 40% o número de sacolas plásticas — diz Colina.

O presidente da Associação de Supermercados do Rio, Aylton Fornari, aposta no uso de sacolas plásticas biodegradáveis: — O problema é que a lei não sugere uma alternativa para substituição da sacola plástica.

Essa é a maior questão.

Já a secretária estadual de Ambiente, Marilene Ramos, afirma ser contra a prorrogação.

— Queremos estimular um consumo consciente e diminuir a circulação de sacolas plásticas.

O projeto de lei aprovado ano passado só tem pontos positivos para a sociedade.

 

FLEX 2010 SE CONSOLIDA NO CALENDÁRIO BRASILEIRO DE EVENTOS EMBALAGEM   

A ABIEF realizou no dia 10 de Junho, durante a Fispal Tecnologia 2010, no Anhembi (SP), o Flex 2010 - 1° Fórum Latino-Americano de Embalagens Plásticas Flexíveis que reuniu 170 profissionais.

JUNHO, 2010

Flex 2010 se consolida no calendário brasileiro de eventos de embalagem

A ABIEF realizou no dia 10 de Junho, das 8:00 às 16:30 horas, durante a Fispal Tecnologia 2010, no Anhembi (SP), o Flex 2010 - 1° Fórum Latino-Americano de Embalagens Plásticas Flexíveis que reuniu 170 profissionais usuários e fabricantes de embalagem, além de fornecedores de matérias primas, insumos e equipamentos.
Sob o título "A embalagem que vende: uma nova perspectiva para os negócios do setor no Brasil e no mundo. Tendências, tecnologias e meio ambiente como diferenciais de competitividade e inovação", o Flex 2010 contou com palestrantes internacionais e brasileiros que abordaram o mercado de embalagens plásticas flexíveis, oportunidades e estratégias de negócios, e tendências.
Antonio Cabral, coordenador do curso de pós-graduação em Engenharia de Embalagem do Instituto Mauá de Tecnologia foi o mediador do evento que inclui as seguintes palestras:
• “Radiografia do mercado latino-americano de embalagens plásticas flexíveis (países ABC) - pesquisa inédita”, com Otávio Carvalho - Diretor da Maxiquim
• "Inovações em embalagens flexíveis nos Estados Unidos. O impacto no mercado latino-americano", com Daniel Beard - CEO da Packaging Specialists.
• "Drivers de embalagem na Ásia: novidades, tendências e sustentabilidade", com Stuart Hoggard - editor do Pack Webasia.
• "Como novas tecnologias podem agregar valor à indústria de embalagens plásticas flexíveis na América Latina", com Ursula Sakamoto, Foods Business Development Manager da Avery Dennison Brasil e Laura Clark, Marketing Director Food & Beverage Avery Dennison USA.
• "Novidades em aditivos e pigmentos para embalagens plásticas flexíveis", Cromex
• "Visão geral da indústria petroquímica no mundo e seu impacto no negócio na América Latina. Qual o futuro para os transformadores?", com Howard Rappaport - Global Business Director of Plastics CMAI
• “Lixo ou matéria-prima? Uma nova percepção de valor para as embalagens", com Guilherme Brammer, da TerraCycle Brasil
• "Polietileno Verde: avanços e aplicações no setor de embalagens flexíveis", Braskem S.A.
• "Gestão e valorização da cadeia, os reais desafios para a terceira geração", com José Ricardo Roriz Coelho - Presidente da Vitopel e da Abiplast
O Flex 2010 foi patrocinado pela Braskem, Carnevalli, Cromex e Vitopel e contou com o apoio da Avery Dennison, EcoBrasil, Macroplastic, Manuli Fitasa e Segplast. A próxima edição do evento já está agendada para Junho de 2011, em São Paulo.

 

ABDI ELABORA ESTUDO SOBRE CADEIA DE TRANSFORMAÇÃO DE PLÁSTICOS   

Um grande índice de informalidade e a forte influência de novos materiais, e as perspectivas com o pré-sal, são alguns itens do estudo “Caracterização da Cadeia Petroquímica e de Transformados Plásticos”.

junho, 2010

ABDI elabora estudo sobre cadeia de transformação de plásticos

Informe ABDI – 16/06/2010

Um grande índice de informalidade e a forte influência de novos materiais, e as perspectivas com o pré-sal, são alguns itens do estudo “Caracterização da Cadeia Petroquímica e de Transformados Plásticos”, elaborado pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) para os associados da Abiquim, em São Paulo (SP), na última semana. O documento aborda ainda, a integração dos elos da cadeia, as matérias-primas, inserção no mercado externo, infraestrutura tecnológica, além da aplicação do design, reciclagem e tributação. A iniciativa da Agência tem o objetivo de facilitar a compreensão do setor, da sua estrutura de mercado e de fatores determinantes de competitividade, tanto para órgãos governamentais quanto para a iniciativa privada, no âmbito da Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP).
Modelo brasileiro ainda perde para China, França e Eslovênia
De acordo com dados do estudo, a cadeia petroquímica e de plásticos no Brasil, ainda está aquém de modelos industriais encontrados em países como China, França e Eslovênia, mas já apresenta avanços. “Temos todos os elos da cadeia presentes no processo produtivo e registramos altos índices de reciclagem comparados a outros países”, explica o diretor da ABDI, Clayton Campanhola.
Setor vem perdendo posições no cenário mundial
A Agência ressalta ainda que o setor de petroquímico e de transformados plásticos destaca-se por sua relevância econômica: tem poucas empresas de grande porte, e um número elevado de pequenas e médias empresas, assim como de volume de produção e de geração de empregos. A parte crítica da cadeia se refere à sua competitividade. “O setor vem perdendo posições, no cenário mundial, com a entrada de produtos importados no mercado nacional, o que gera déficits crescentes na balança comercial e diminuição das margens de lucro”, alerta a coordenadora do setor de plásticos na ABDI, Junia Motta.
Química verde é tema emergente
O segmento também tem novas perspectivas com a chegada do pré-sal, que pode gerar uma entrada significativa de valores ao total de exportações brasileiras. Os temas mais emergentes em relação à petroquímica e plásticos estão relacionados às matérias-primas renováveis e a química verde, que representam a evolução da indústria respeitando os recursos naturais e evitando a degradação ambiental. O design também é estratégico e representa um grande diferencial competitivo./




 

PROGRAMA DO BNDES VAI GERAR MAIOR PRODUTIVIDADE PARA IND. PLÁSTICO   

O programa de financiamento de R$ 700 milhões (US$ 388 milhões) criado pelo BNDES, para estimular a indústria do plástico nacional vai gerar maior produtividade para o setor, disse o presidente da Abief, Alfredo Schimitt.

junho, 2010

Abief diz que programa do BNDES vai gerar maior produtividade para indústria do plástico

BN Américas – 17/06/2010

O programa de financiamento de R$ 700 milhões (US$ 388 milhões) criado pelo BNDES, para estimular a indústria do plástico nacional vai gerar maior produtividade para o setor, disse o presidente da Abief, Alfredo Schimitt. De acordo com o executivo, a competitividade aumentará graças aos investimentos para modernizar as instalações e também permitirá incrementar as vendas da indústria de plástico nos mercados interno e externo. O foco do programa é a substituição de equipamentos, o que também impulsionará a competitividade. “A indústria local poderá adquirir maquinaria mais moderna, o que fará aumentar a produtividade e reduzir o consumo de energia, por exemplo, já que se fabricará produtos mais competitivos”, disse Schmitt. O executivo destacou que o Brasil precisa de uma indústria de transformação de plástico mais forte - que neste momento está saturada e por isso passa por enormes dificuldades-, para competir no mercado externo e melhorar seu déficit comercial. Schmitt explicou que a consolidação é uma opção para aumentar a competitividade do setor, já que 94% dos cerca de 11 mil fabricantes de plásticos, que operam no pais, são pequenas e médias empresas. “Em alguns momentos precisam de meios, para investir na produção e contratar profissionais especializados”, disse. Para o presidente da Abiplast, José Ricardo Roriz, a consolidação do setor é essencial para melhorar o acesso aos insumos competitivos e aumentar as exportações. Em 2009, a produção brasileira de produtos plásticos totalizou 5,19 milhões de toneladas, o que gerou R$ 35,9 milhões. No caso dos envases plásticos flexíveis, que representam cerca de 35% do total fabricado pelas companhias de plásticos, faturou R$ 9,2 milhões e produziu 1,51 mil toneladas. Tanto a Abiplast quanto a Abief projetam uma taxa de crescimento de ao menos 8%, para o setor de plásticos neste ano. Informou a BN Américas.

 

ABIEF E BTS PROMOVEM 1o. FÓRUM LATINO AMERICANO EMBALAGENS FLEXÍVEIS   

A ABIEF em parceria com a BTS), promove o 1º Fórum Latino-Americano de Embalagens Plásticas Flexíveis 2010. O evento vai reunir empresários, executivos e profissionais do setor para discutir tendências, oportunidades e estratégias.

maio, 2010

BRAZIL TRADE SHOWS E ABIEF PROMOVEM O PRIMEIRO FÓRUM LATINO AMERICANO DE EMBALAGENS PLÁSTICAS FLEXÍVEIS EM SÃO PAULO

Gastronomia & Negócios - São Paulo/SP - FALANDO SÉRIO - 14/05/2010 - 17:02:15

A Brazil Trade Shows (BTS), em parceria com a ABIEF, promove o 1º Fórum Latino-Americano de Embalagens Plásticas Flexíveis 2010. O evento vai reunir empresários, executivos e demais profissionais do setor para discutir tendências, oportunidades e estratégias. O encontro acontecerá no dia 10 de junho, em paralelo à Fispal Tecnologia, no Auditório Oeste do Pavilhão de Exposições do Anhembi.

Com o tema "A embalagem que vende: uma nova perspectiva para os negócios do setor no Brasil e no mundo. Tendências, tecnologias e meio ambiente como diferenciais de competitividade e inovação", a primeira edição do Fórum busca discutir as tendências do mercado de embalagens, contribuindo para a valorização do plástico como um todo.
Segundo a ABIEF, os mercados atendidos pela indústria brasileira de embalagens plásticas flexíveis são: Alimentos (31%), Varejo (22%), aplicações industriais (19%), bebidas (6%), Higiene pessoal e cosméticos (4%), Pet food (2%), limpeza doméstica (2%) e os 14% pulverizados em outras categorias. Em pesquisa realizada pela Maxiquim o setor apresentou um crescimento constante nos últimos anos. Em 2010 espera-se um crescimento de 8%.

Serviço:
1º Fórum Latino-Americano de Embalagens Plásticas Flexíveis 2010
Evento paralelo à Fispal Tecnologia
Data: 10 de junho
Horário: 8h30 às 16h30
www.bstmedia.biz

Fispal Tecnologia 2010
26ª Feira Internacional de Embalagens e Processos para as Indústrias de Alimentos e Bebidas
Data: 08 a 11 de Junho
Horário: 11h às 20h
Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi
Endereço: Av. Olavo Fontoura, 1209 - Santana - São Paulo – SP

 

ABIEF ESTÁ PREOCUPADA COM REAJUSTE NO PREÇO DAS RESINAS TERMOPLÁSTICAS   

O presidente da ABIEF, empresário Alfredo Schmitt retornou de viagem aos Estados Unidos preocupado com a tendência de aumento dos preços das resinas termoplásticas.

Abril, 2010

ABIEF está preocupada com reajuste no preço das resinas termoplásticas

Portal Fator Brasil - Rio de Janeiro/RJ - PETROQUÍMICA - 07/04/2010

O presidente da Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis ( ABIEF), empresário Alfredo Schmitt, retornou de viagem aos Estados Unidos preocupado com a tendência de aumento dos preços das resinas termoplásticas - principal matéria-prima do setor - no mercado internacional.
Segundo ele, "existem situações em que o propeno (matéria-prima) está custando mais caro que o polipropileno". Como no Brasil a relação de custos feita pela Petrobrás leva em conta apenas o mercado norte-americano, Schmitt diz ser preciso trabalhar para mudar este cenário. "Se houver repercussão destes fatos no mercado brasileiro, para sobreviver, a indústria de embalagens plásticas flexíveis terá de repassar estas variações de custos para o mercado", avalia.
Perfil- A ABIEF (Associação Brasileira das Indústrias de Embalagens Plásticas Flexíveis) existe há 31 anos com o objetivo de fomentar o mercado nacional de embalagens plásticas flexíveis. A Associação também tem incorporada às suas atividades o fomento à exportação e a preservação ambiental a partir do Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas. A entidade reúne 170 empresas de todo o Brasil fabricantes de filmes monocama, coextrusados e laminados; filmes de PVC e de BOPP; sacos e sacolas; sacaria industrial; filmes shrink e stretch; rótulos e etiquetas; stand-up pouches; embalagens especiais. | MaxPR


 

INSTITUTO DO PVC LANÇA HOT SITE SOBRE A INDÚSTRIA TRANSFORMAÇÃO DO PVC   

O hot site mostra a evolução das atividades da transformação do PVC em dez anos, com referências à produção, vendas internas e externas e investimentos

Abril, 2010

Instituto do PVC lança hot site sobre a indústria de transformação do PVC

Portal Fator Brasil - Rio de Janeiro/RJ - RESPONSABILIDADE SOCIAL - 07/04/2010

O hot site mostra a evolução das atividades da transformação do PVC em dez anos, com referências à produção, vendas internas e externas, investimentos, além da geração de emprego.
São Paulo - O Instituto do PVC lançou no dia 06 de abril (terça-feira), na Plastshow 2010, o hot site "Radiografia da Indústria de Transformação do PVC” [www.institutodopvc.org/hs_transformacao].. Ele traz os resultados obtidos em um estudo encomendado pelo Instituto do PVC à Maxiquim, consultoria especializada no segmento industrial, mostrando a evolução em dez anos desta indústria, com dados comparativos de produção, vendas internas e externas, investimentos, geração de emprego, além de indicadores econômicos relacionados ao negócio.
Nele observou-se que as empresas da transformação, em sua maioria, são de pequeno e médio porte e que em dez anos, a quantidade de postos de trabalho nessas indústrias mais que dobrou. Além disso, o mercado de tubos e conexões se manteve como o mais representativo para o PVC.
O PVC é um material que se destaca por sua grande versatilidade e também por sua contribuição para o desenvolvimento sustentável. Suas aplicações se estruturam nos três pilares deste conceito. É um produto de forte vocação social já que cerca de 70% das suas aplicações estão no saneamento básico, habitação, saúde, agroindústria, etc. Além de sua qualidade técnica, a relação custo-benefício do PVC o credencia no pilar econômico do conceito.
Ele também é um produto de ótimo desempenho ambiental. Sua principal matéria-prima é o sal marinho, recurso inesgotável na natureza, que compõe 57% do seu peso, sendo o restante composto por petróleo. Além de ser 100% reciclável, representa apenas 4,7% do total de plásticos descartados e menos de 0,7% do resíduo total gerado no País, apesar de ser um dos três plásticos mais produzidos no mundo. Isso porque é utilizado em grande parte nos produtos com longo ciclo de vida útil, como tubos e conexões. Ainda assim, o índice de reciclagem do PVC no Brasil é de 17%.
Para Miguel Bahiense, presidente do Instituto do PVC, este estudo é um importante retrato do setor, o que ajuda a entender os desafios e oportunidades dessa cadeia produtiva. “Trata-se de uma indústria que está investindo para que oportunidades, tais como as obras do PAC e os eventos esportivos como Copa do Mundo de Futebol, em 2014, e Olimpíadas, em 2016, que serão realizados no Brasil, sejam plenamente aproveitadas”, afirma o executivo.
O Instituto do PVC representa a união de todos os segmentos da cadeia produtiva do PVC, desde os fabricantes de matéria-prima até os recicladores. Seu compromisso é orientar as empresas associadas a adotarem posturas socialmente responsáveis, promovendo o crescimento do mercado de PVC e difundindo suas características técnico-científicas, ambientais e de reciclabilidade para a sociedade, sempre adotando posturas éticas e sustentáveis.

 

APAS PARCERIA COM PREFEITURAS PARA REDUZIR 30% SACOLAS PLÁSTICAS   

Como o primeiro passo rumo a um país menos poluente é a conscientização, começaram rapidamente a surgir campanhas para esclarecer a população sobre os riscos do uso abusivo das sacolinhas.

Abril, 2010

Apas mantém parcerias com prefeituras para reduzir em 30% a utilização de sacolas plásticas

Gastronomia & Negócios - São Paulo/SP - FALANDO SÉRIO - 07/04/2010

Muito comum no Brasil, as sacolinhas plásticas virou alvo de ambientalistas, que, não sem razão, a trataram como vilão a ser combatido. Imagens nada agradáveis de rios transbordando sacolinhas circulam na internet e na televisão.

Como o primeiro passo rumo a um país menos poluente é a conscientização, começaram rapidamente a surgir campanhas para esclarecer a população sobre os riscos do uso abusivo das sacolinhas. Em 2008, a Associação Paulista de Supermercados (Apas) firmou um compromisso com representantes da indústria de plásticos para reduzir em 30% o seu consumo no país, através do Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas. Nas cidades como Guarulhos, Piracicaba e Jundiaí, que proibiram o uso das sacolas plásticas, as redes de supermercados se adaptaram à nova realidade.

A Apas, a partir do sucesso da campanha das Sacolas Plásticas, passou a colocar a sustentabilidade como uma de suas principais bandeiras. E realizou outras parcerias com prefeituras, como é o caso dos ecopontos, locais de coleta de produtos de difícil descarte pela população como eletrodomésticos. Esses são exemplos de iniciativas que buscam atender às novas necessidades do planeta, das cidades e dos consumidores.

Serviço
Associação Paulista de Supermercados (Apas)

 

REAJUSTE DO PREÇO DAS MATÉRIAS-PRIMAS AMEAÇA INDÚSTRIA DE EMBALAGENS   

ABIEF ESTÁ PREOCUPADA COM REAJUSTE NO PREÇO DAS RESINAS TERMOPLÁSTICAS.

Abril, 2010

REAJUSTE DO PREÇO DAS MATÉRIAS-PRIMAS AMEAÇA INDÚSTRIA DE EMBALAGENS

Maxpress - São Paulo/SP - ECONOMIA - 06/04/2010

ABIEF ESTÁ PREOCUPADA COM REAJUSTE NO PREÇO DAS RESINAS TERMOPLÁSTICAS

O Presidente da ABIEF (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis), empresário Alfredo Schmitt, retornou de viagem aos Estados Unidos preocupado com a tendência de aumento dos preços das resinas termoplásticas - principal matéria-prima do setor - no mercado internacional.

Segundo ele, "existem situações em que o propeno (matéria-prima) está custando mais caro que o polipropileno". Como no Brasil a relação de custos feita pela Petrobrás leva em conta apenas o mercado norte-americano, Schmitt diz ser preciso trabalhar para mudar este cenário. "Se houver repercussão destes fatos no mercado brasileiro, para sobreviver, a indústria de embalagens plásticas flexíveis terá de repassar estas variações de custos para o mercado", avalia.

Sobre a ABIEF
A ABIEF (Associação Brasileira das Indústrias de Embalagens Plásticas Flexíveis) existe há 31 anos com o objetivo de fomentar o mercado nacional de embalagens plásticas flexíveis. A Associação também tem incorporada às suas atividades o fomento à exportação e a preservação ambiental a partir do Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas. A entidade reúne 170 empresas de todo o Brasil fabricantes de filmes monocama, coextrusados e laminados; filmes de PVC e de BOPP; sacos e sacolas; sacaria industrial; filmes shrink e stretch; rótulos e etiquetas; stand-up pouches; embalagens especiais.

Informações para a imprensa e agendamento de entrevistas
Liliam Benzi (MTB 19.352)
Fones (11) 4412-0813 ou (11) 9989-1597 ldbcom@uol.com.br

 

COMEÇA EM BELO HORIZONTE A EMBALA MINAS 2010   

A IV Feira Internacional de Embalagens - A Embala Minas, começou nesta terça-feira(6) e vai atɠ dia 9 de abril, nas modernas instalações do Expominas em Belo Horizonte.

Abril, 2010

Começa em BH a Embala Minas 2010

Celulose Online - Ribeirão Preto/SP - HOME - 06/04/2010

Feira tem mais de 400 expositores
06/04/2010 - A IV Feira Internacional de Embalagens - A Embala Minas, começou nesta terça-feira(6) e vai atɠ dia 9 de abril, nas modernas instalações do Expominas em Belo Horizonte. Qualificada como plataforma de acesso ao mercado de maior expansão do sudeste brasileiro, a EMBALA Minas 2010, a 4ª em Belo Horizonte, estabelece um formato inovador de relacionamento com mercados usuários de embalagens, processos, logística e cadeia de fornecedores para as indústrias do papel e do plástico.
A Feira traz ainda como evento integrado a MINASPLAST 2010, Feira Internacional da Indústria do Plástico em Minas Gerais, fazendo de Belo Horizonte um Fórum Estratégico para profissionais, empresários e técnicos alinharem suas diretrizes e implementarem inovações nas diversas cadeias produtivas.
A Embala Minas conta com 400 expositores de diferentes estados brasileiros, disponibilizando as novidades do setor, explorando o potencial para as áreas de embalagens e processos. Outras seções que estão presentes no evento são da indústria plástica, química, farmacêutica, bebidas, entre outros.
A feira deste ano oferece conforto a seus participantes, incluindo climatização, acesso facilitado, amplo estacionamento e todas as comodidades para tornar a visita produtiva aos mais de 400 expositores. Outro atrativo é a hospitalidade do povo mineiro e a estratégica posição de Minas Gerais no sudeste brasileiro, complementam os fatores que fazem da Embala Minas, um evento exclusivo e diversificado. O evento é gratuito e estrá aberto para visitação das 16h às 22h. O Expominas fica na Av. Amazonas, 4000 em Belo Horizonte(MG).

 

BRASILPACK 2010   

A BRASILPACK, principal evento especializado na indústria de embalagens no Hemisfério Sul, vem ganhando força nas feiras de negócios - público qualificado e volume expressivo de vendas.

Abril, 2010

BRASILPACK 2010
Feiras & Negócios - São Paulo/SP - HOME – 06/04/2010



A BRASILPACK, principal evento especializado na indústria de embalagens no Hemisfério Sul, sintetiza bem a tendência que vem ganhando força nas feiras de negócios - público qualificado e volume expressivo de vendas.
A feira integra a SEMANA INTERNACIONAL DA EMBALAGEM, IMPRESSÃO E LOGÍSTICA que congrega também a FIEPAG ( Feira Internacional de Papel e Indústria Gráfica) FLEXO LATINO AMÉRICA (Feira Internacional de Flexografia), o SALÃO EMBALA INOVAÇÃO (Convertedores e agências de design e desenvolvimento de embalagens) e a BRASIL SCREEN & DIGITAL SHOW (Feira Internacional de Serigrafia e Impressão Digital).
Foram cerca de 700 expositores, de mais de 25 países, e em torno de 30 mil visitantes/compradores de 30 países.
Apoiaram evento as principais entidades setoriais brasileiras do ramo: Abimaq (Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos), a Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico), a Abflexo-FTA Brasil (Associação Brasileira Técnica de Flexografia), a Abief (Associação Brasileira das Indústrias de Embalagens Plásticas Flexíveis) e a Abre (Associação Brasileira de Embalagens), entre outras.

Dados do mercado

Brasil é o segundo país mais inovador em embalagem.
O Brasil é o segundo país que mais lança novas embalagens por ano, perdendo somente para os Estados Unidos. Segundo levantamentos do Laboratório Global de Embalagem, da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), o País saiu do sexto lugar, em 2008, para o segundo lugar, nos meses de janeiro e fevereiro de 2009. Foram mais de 20 mil embalagens inovadoras no ano passado, sendo 48% desse número no setor de alimentos. Como conseqüência desse desenvolvimento, o design brasileiro faturou sete Leões na edição de 2009 do maior festival de publicidade do mundo.
A indústria brasileira de embalagem teve, no ano passado, faturamento de R$ 36,6 bilhões contra R$ 33,5 bilhões no ano anterior. A principal participação foi do segmento de embalagens plásticas com 37,64%. Papelão ondulado e papel cartão foram o segundo colocado, com 28% de participação, seguidos por metálicas, com 16,94%, papel, com 7,12%, e vidro, com 5,23%.

Informações: http://www.semanainternacional.com.br

 

INDÚSTRIA DE EMBALAGENS FLEXÍVEIS PREVÊ CRESCIMENTO DE 8% EM 2010   

A indústria de embalagens plásticas flexíveis deve crescer 8% esse ano. A afirmação é do presidente da ABIEF, Alfredo Schmitt. "Em 2009 retraímos cerca de 5,5% mas em 2010 esperamos um crescimento de 8%.

MARÇO, 2010

Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis prevê crescimento de 8% em 2010

DCI - São Paulo - Indústria - 19/03/2010

Ernani Fagundes

SÃO PAULO - A indústria de embalagens flexíveis deve crescer 8% esse ano. A afirmação é do presidente da Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Flexíveis (Abief) Alfredo Schmitt. "Em 2009 retraímos cerca de 5,5% mas em 2010 esperamos um crescimento de 8%, recuperando a marca de 2008, de R$ 10,31 bilhões de faturamento", vislumbrou o empresário, citando o market share de 47,7% no mercado de embalagens. "A [produção] total caiu 5,1%, de 1.596 mil toneladas para 1.514 mil toneladas, foram 67 mil a menos no mercado interno e outras 15 mil a menos nas exportações, que caíram 18,75%, de 80 mil toneladas para 65 mil toneladas exportadas". Schmitt falou do impacto da campanha contra as sacolinhas plásticas de supermercado, "é um segmento importante, representa 14% do faturamento, mas não há um substituto eficaz no mercado, a produção de 200 mil toneladas de resina de cana-de-açúcar é toda exportada, e ainda não há escala de resina de milho", argumentou. Schmitt destacou ao DCI, as outras alternativas para o crescimento do setor. "A Nestlé, por exemplo, está investindo com produtos acessíveis para as classes C e D, isso só é possível com a embalagem flexível, eles querem atender o consumidor com a moedinha de um real" e falou da expansão em molhos de tomate: "a flexível stand-up pouch custa menos do que a embalagem em lata, vidro ou papel, e o plástico pesa menos, isso faz parte da análise do custo global e da logística".

Termômetro

O empresário Hermes de Moura, da Lord Plastics, localizada em Sorocaba (SP), fala na recuperação de alguns segmentos, "já recebemos pedidos acima da média para embalagens de fraldas descartáveis, água mineral e pet food, isso assegura nosso plano de crescimento entre 15% a 20%", afirmou. Rogério Mani, da Epema Embalagens, de Araraquara (SP) também está animado, "registramos aumento de pedidos para a indústria de leite com a embalagem termo-encolhível e rótulos para bebidas, além de pedidos extras para o segmento de higiene e beleza que está vinculado ao aumento do poder aquisitivo da população". Eduardo Casali, da paulistana Embaquim, acredita em crescimento: "10%, o setor de químicos está disparado, assim como cosméticos e higiene e limpeza" mas ressalta que o preço da matéria-prima das petroquímicas pode atrapalhar: "hoje recebi o terceiro reajuste do ano, ao todo são 15%, e só conseguimos repassar o primeiro capítulo dessa novela de aumentos, algo como 7%".

 

MANIFESTAÇÃO A RESPEITO DE SACOLAS PLÁSTICAS   

A ABIEF entidade representativa de uma importante parcela da cadeia produtiva do plástico, manifesta por este comunicado sua contrariedade ao editorial publicado no Jornal Folha de S. Paulo de 06.03.2010.

março, 2010

MANIFESTAÇÃO A RESPEITO DE SACOLAS PLÁSTICAS


APEDIDO


A Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Flexíveis- ABIEF – entidade representativa de uma importante parcela da cadeia produtiva do plástico, manifesta por este comunicado sua contrariedade ao editorial publicado no Jornal Folha de S. Paulo de 06.03.2010.
Nele são apresentadas críticas à utilização de sacolas plásticas em redes de supermercados, preocupantes pela superficialidade e visão incompleta sobre causas e efeitos, através de uma saudação de iniciativas da rede Carrefour quanto ao “banimento” dos sacos em suas lojas.
A cadeia de valor que produz e consome sacolas plásticas no Brasil vem há mais de 2 anos trabalhando em uma campanha educativa sobre o consumo responsável das sacolas. Essa campanha, da qual a Abief faz parte assim como o próprio Carrefour, visa conscientizar a sociedade sobre a necessidade de praticar os 3Rs – reduzir, reciclar, reutilizar – como forma de enfrentar o problema causado pelos resíduos. Os resultados até aqui tem sido auspiciosos, com redução de até 30% da quantidade de sacolas utilizadas, indicando que a solução passa pela reciclagem e educação ambiental – afinal, se há sacola flutuando em algum rio, é porque alguém fez o descarte de modo inadequado.
Os plásticos são 100% recicláveis. Há muito tempo que a sua reciclagem é uma realidade que, mais e mais, cresce em volume e em abrangência regional. E na reciclagem energética, além de não emitirem resíduos tóxicos os plásticos podem gerar energia para abastecer residências e indústrias.


No editorial em questão, os “argumentos de sustentabilidade” utilizados para aplaudir a iniciativa daquele supermercado perdem sua força ao se considerar que a rede disponibilizará “a um custo subsidiado” sacos de lixo para os resíduos domésticos em substituição às sacolas. E sacos de lixo de origem reciclada são tão plásticos quanto as sacolas.
Como disse uma moradora de Porto Alegre, “querem retirar as sacolas dos supermercados, mas o volume de lixo doméstico continuará igual. Só que terei de pagar pelo saco que antes ganhava de graça!” Consumidor, quem pagará mais será você!
Ao difundir o conceito errôneo que sacola plástica é lixo, o editorial em questão se esquece de responder a uma pergunta básica: o que acontecerá se o lixo for acondicionado em outros materiais? A resposta vem dos especialistas: o nível de poluição aumentará muitíssimo, com perda de qualidade ambiental das cidades.
É bom lembrar também que diversas redes supermercadistas já estão usando sacolas de acordo com a norma ABNT, que prevê produtos mais resistentes; neste caso usa-se menos sacolas para acondicionar um volume maior de compras. Isto ninguém coloca para o consumidor por conta de uma política comercial disfarçada de marketing de sustentabilidade.
Reiteramos nossa crença de que a maior contribuição que a iniciativa pública e privada podem dar à população, garantindo o futuro ambiental das próximas gerações, é a informação correta baseada em uma educação adequada.
Esperamos ver, num futuro próximo, espaços jornalísticos de igual dimensão dedicados a disseminar educação e bons modos; conceitos corretos que tenham uma contribuição social e educacional verdadeira.

ALFREDO SCHMITT
PRESIDENTE

 

MAIORIA DOS SUSPERMERCADOS USA SACOLAS PLÁSTICAS CERTIFICADAS   

A grande maioria dos supermercados que participaram do Piloto do PQSP, em São Paulo, Rio Grande do Sul, Bahia, Goiás e Brasília, adotou as sacolas certificadas do programa, que são mais resistentes.

março, 2010

Maioria dos supermercados brasileiros usa sacolas plásticas certificadas
Tottalmarketing - Rio de Janeiro/RJ - NOTÍCIAS - 15/03/2010

A grande maioria dos supermercados que participaram do Piloto do Programa de Qualidade e Consumo Responsável das Sacolas Plásticas, em São Paulo, Rio Grande do Sul, Bahia, Goiás e Brasília, adotou as sacolas certificadas do programa, que são mais resistentes, sendo fabricadas dentro da norma ABNT 14.937.
Atualmente, mais de 3 bilhões de sacolas são produzidas no mercado brasileiro com Selo de Qualidade, por nove empresas credenciadas.
Até 2010, mais seis empresas deverão ser credenciadas totalizando 15.
O Programa, lançado em 2007, tem como objetivo de promover a conscientização e a redução do desperdício no varejo e disseminar as práticas dos 3R’s (Reduzir, Reutilizar e Reciclar).
Nessa linha, já alcançou resultados significativos sobre a redução do uso de sacolas plásticas.
Em 2007, o consumo de sacolinhas, no Brasil, foi de 17,9 bilhões. J
á em 2008, passou para 16,2 bilhões e fechou 2009 com 15 bilhões, uma redução de 16,2% do início do programa até agora.
Os dados mostram que, com sacolas dentro de norma, o consumidor não precisa colocar uma sacola dentro da outra para carregar as compras ou não encher totalmente e utilizá-la somente pela metade.
Entre as redes que participam do Programa estão o Pão de Açúcar, G.Barbosa, Zaffari, Unidasul, Rede Mix, entre outras.
As sacolas plásticas também são amplamente reutilizadas no Brasil e o público que mais a utiliza são as donas de casas, em forma de embalagens para acondicionar lixo, recipientes para diversos fins, como guarda-chuva, embalar alimentos, roupa molha, tênis em mala para viagem, objetos para levar à academia, entre outros.
Pesquisa Ibope, realizada com mulheres das classes B, C e D, responsáveis pelas compras de seus domicílios, revela que 100% delas reutilizam as sacolas plásticas para acondicionar o lixo doméstico, 71% consideram as sacolinhas como a embalagem ideal para carregar suas compras e 75% dizem que é função do varejo seu fornecimento.
O Rio de Janeiro está entre as cidades que receberão este ano o Programa de Qualidade e Consumo Responsável das Sacolas Plásticas, assim como Florianópolis, Campo Grande, Belo Horizonte, Fortaleza e Recife.
A iniciativa é da Plastivida Instituto Sócio Ambiental dos Plásticos em parceria com o Instituto Nacional do Plástico (INP) e a Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis (Abief).
Conta também com o apoio da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) e das afiliadas nos estados.

 

FRANCISCO DE ASSIS ESMERALDO: SACOLAS PLÁSTICAS E O USO CONSCIENTE   

Não há alternativas consistentes para substituir as sacolas plásticas, que são reutilizáveis e 100% recicláveis.

março, 2010

Francisco de Assis Esmeraldo: Sacolas plásticas e o uso consciente
Folha de S. Paulo - São Paulo/SP - HOME - 15/03/2010

Não há alternativas consistentes para substituir as sacolas plásticas, que são reutilizáveis e 100% recicláveis.
RECENTEMENTE, uma grande rede de supermercados anunciou a decisão de eliminar as sacolas plásticas em até quatro anos, medida elogiada por este prestigioso jornal. A verdade é que não há alternativas consistentes para substituir as sacolas plásticas. Econômicas, resistentes, práticas, higiênicas e inertes, são reutilizáveis e 100% recicláveis. Tanto que, segundo pesquisa do Ibope, 100% das sacolas plásticas são reutilizadas como saco de lixo e são as embalagens preferidas de 71% das donas de casa para transportar compras.
A questão é reduzir o impacto ambiental causado por aqueles que descartam incorretamente as sacolinhas. Pergunto: deve-se banir as sacolas ou promover ações em favor de seu uso consciente?
Imagine se baníssemos tudo o que é moderno, mas que tenha algum impacto ambiental. Voltaríamos aos primórdios, com baixa expectativa de vida, epidemias que hoje só são vistas nos livros de história e total falta de higiene no contato com os alimentos.
Na sociedade contemporânea, a melhor forma de usufruir de conforto, praticidade, economia, segurança e qualidade de vida a que todos temos direito é utilizar esse ou qualquer outro produto de forma consciente, o que significa aplicar os três Rs: reduzir, reutilizar e reciclar.
E isso é possível com as sacolinhas quando são feitas com a qualidade exigida pela norma técnica ABNT NBR-14.937, o que evita a necessidade de colocar uma dentro da outra para levar as compras ou usar a metade de sua capacidade, eliminando o desperdício. É um direito do consumidor exigir o selo de qualidade nas sacolas, que traz o peso que elas podem suportar (6 kg).
Com um consumo correto, não é necessário penalizar a população com alternativas como cobrar a preço de custo por sacolas retornáveis. Somos essa favor das sacolas retornáveis, mas a opção deve ser sempre do consumidor. E há a questão da economia.
Se 100% das donas de casa usam as sacolas para embalar o lixo doméstico e embalar o lixo em plástico é fator primordial para a saúde pública, então o consumidor de baixa renda terá de pagar também pelo saco de lixo?
Também somos a favor das sacolas verdadeiramente biodegradáveis, que, como todos os resíduos biodegradáveis, requerem usinas de compostagem (unidades que oferecem condições para que a biodegradação ocorra de forma ambientalmente correta). No entanto, a palavra biodegradável pode dar a ideia de que tais sacolas podem ser descartadas nos terrenos e cursos dágua, provocando mais poluição. É mais um risco de levar a população ao erro e aumentar os danos ambientais. Por tudo isso acreditamos que a solução mais equilibrada é investir em informação e conscientização. Com pouco mais de dois anos, o Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas, criado pela indústria do setor, já conta com a participação de três dos seis grandes grupos varejistas do Brasil, de inúmeras outras redes, além do apoio da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) e de congêneres estaduais.
Voltado para a conscientização da população sobre uso responsável e descarte adequado de sacolas plásticas, o programa já reduziu 40% do consumo das sacolinhas na maior rede de supermercados do país. Os plásticos são feitos para durar (ao durar, retêm carbono e não contribuem para o efeito estufa), e não para serem descartados na natureza.
É importante que sejam usados, reutilizados, coletados seletivamente e destinados à reciclagem, que pode ser mecânica e os transformará em novos produtos, ou mesmo energética, que os converterá em energia de forma segura, como já ocorre na Europa, América do Norte e Ásia, conforme esta Folha publicou em reportagem especial no ano passado. No mundo existem 850 usinas de reciclagem energética. No Brasil, nenhuma.
O desafio ambiental é urgente e imenso. Porém, não será com a penalização do consumidor, mas pela educação e responsabilidade compartilhada da indústria, sociedade e do poder público e adotando soluções verdadeiramente consistentes que iremos garantir o bem-estar das pessoas e a preservação do meio ambiente. Não é justo promover o retrocesso.

FRANCISCO DE ASSIS ESMERALDO, engenheiro químico, é presidente da Plastivida Instituto Socioambiental dos Plásticos, membro do Conselho Superior de Meio Ambiente da Fiesp, do Conselho Empresarial de Meio Ambiente da Firjan (RJ), do Conselho Executivo da Associação Brasileira de Embalagens (Abre) e do Conselho de Administração do Instituto do PVC.

Os artigos publicados com assinatura não traduzem a opinião do jornal. Sua publicação obedece ao propósito de estimular o debate dos problemas brasileiros e mundiais e de refletir as diversas tendências do pensamento contemporâneo. debates@uol.com.br

 

BRASILPACK 2010 TERÁ CONFERÊNCIA PARA SETOR DE EMBALAGENS   

A BRASILPACK 2010 realizará um evento voltado, especialmente, para a indústria de embalagens. Trata-se da Conferência Internacional, marcada para o dia 24 de março, do Palácio das Convenções do Anhembi.

março, 2010

Feiras do Brasil - São Paulo/SP - NOTÍCIAS - 05/03/2010

Evento, que acontece pela primeira vez, será no dia 24 de março durante a SEMANA DA EMBALAGEM, IMPRESSÃO E LOGÍSTICA

A 2ª SEMANA INTERNACIONAL DA EMBALAGEM, IMPRESSÃO E LOGÍSTICA realizará um evento voltado, especialmente, para a indústria de embalagens. Trata-se da Conferência Internacional BRASILPACK 2010, marcada para o dia 24 de março, no auditório 8, do Palácio das Convenções do Anhembi, que tem a finalidade de ser um grande encontro entre os melhores profissionais do segmento, onde o participante terá acesso a informação; conhecimento; oportunidades comerciais; novas tecnologias; e networking

Essa novidade foi idealizada após pesquisa realizada pela Borges Pesquisa de Mercado e Publicidade na última edição da Semana que revelou que 96% dos visitantes e 89% dos expositores que participaram do evento consideram importante a realização de congressos, seminários e palestras.

Dirigida a gestores e técnicos da indústria da embalagem, matérias primas, equipamentos de envase, máquinas e equipamentos de processamento, além de profissionais das áreas de marketing, engenharia, produção, logística e vendas, que atuem nos segmentos de alimentos e bebidas; higiene e limpeza; farmacêutica e supermercados, a Conferência Internacional BRASILPACK 2010 contará com a participação de importantes profissionais da área, incluindo o diretor de Sustentabilidade do Carrefour, Paulo Pianez, e o presidente da Mãe Terra, Alexandre Borges.

Com o objetivo de levar informações sobre inovações e tendências em materiais, processos, máquinas, equipamentos e embalagens; a Conferência ainda apresentará casos de sucessos de empresas que utilizam a embalagem e a tecnologia como diferenciais competitivos, entre eles, o do McDonald’s.

Confira a programação:

8h45 Abertura
9h O Desafio dos Orgânicos – Palestrante: Alexandre Borges - Presidente da Mãe Terra
9h50 Case - Global Packaging – Palestrante: Nivaldo Lima - Supply Manager do McDonalds
10h40 Intervalo e networking
11h Demandas para a Indústria de Bebidas
11h50 Case da América Latina
12h30 Intervalo para Almoço
14h10 Embalagens e Segurança
15h Embalagem: Um Instrumento Estratégico na Promoção da Sustentabilidade – Palestrante: Paulo Pianez - Diretor de Sustentabilidade do Carrefour
16h00 Encerramento

Sobre a SEMANA

A 2ª SEMANA INTERNACIONAL DA EMBALAGEM, IMPRESSÃO E LOGÍSTICA, marcada entre 22 a 26 de março próximo, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo, é o mais completo evento do setor no Hemisfério Sul, reunindo cinco importantes feiras da cadeia das indústrias gráfica e de embalagem: 7ª BRASILPACK (Feira Internacional da Embalagem), 20ª FIEPAG (Feira Internacional do Papel e Indústria Gráfica), 3ª FLEXO LATINO AMERICA (Feira Internacional de Flexografia), 3º SALÃO EMBALA INOVAÇÃO e 2ª BRASIL SCREEN & DIGITAL SHOW (Feira Internacional de Serigrafia e Impressão Digital).

Com a expectativa de receber mais de 30 mil visitantes e compradores, de 30 países, formado principalmente por proprietários e sócios de empresas, técnicos e engenheiros, gerentes, vendedores, profissionais da área de comunicação e marketing, a SEMANA contará com as novidades de 500 expositores, de 25 países, em 60 mil metros quadrados de área.

A Semana é organizada e promovida pela Reed Exhibitions Alcantara Machado e tem o apoio das principais entidades representativas do setor, entre as quais estão: ABIMAQ (Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos), ABIPLAST (Associação Brasileira da Indústria do Plástico), a ABFLEXO-FTA Brasil (Associação Brasileira Técnica de Flexografia), ABIGRAF (Associação Brasileira da Indústria Gráfica), ABIEA (Associação Brasileira das Indústrias de Etiquetas Adesivas) e ABIEF (Associação Brasileira das Indústrias de Embalagens Plásticas Flexíveis).

Eventos Simultâneos

Seminário ABTG

O Seminário ABTG (Associação Brasileira de Tecnologia Gráfica), desenvolvido especialmente para a FIEPAG 2010, abordará quatro importantes temas – Desafio da Indústria de Comunicação Impressa na nova década; Como vender mais - Estratégias para o Mercado Gráfico; Qualidade com foco na Gestão de Resultados; e Novas tecnologias para a redução de setup em máquinas offset –, que impactam rapidamente no sucesso e desenvolvimento do profissional e de seus projetos. O evento, dirigido a gestores, gerentes e líderes de produção, técnicos gráficos, profissionais da área de qualidade, vendedores e demais interessados, será realizado no dia 23, no auditório 8, do Palácio das Convenções do Anhembi.

Seminários Criativos Made in Brasil

Em parceria com a revista Criativos Made in Brasil, no dia 25 de março, será realizado, no auditório 8, do Palácio das Convenções do Anhembi, o Seminário Criativos Made in Brasil, voltado a fotógrafos, ilustradores, impressão digital, gráficas, produtoras de filmes e som, web design, papel, agência de publicidade, bureau, serigrafia, gráfica, mídia alternativa, brindes, entre outros.

Mais informações: www.semanainternacional.com.br


Fonte: Reed Exhibitions Alcantara Machado


 

MAIORIA DOS SUPERMERCADOS USA SACOLAS PLÁSTICAS CERTIFICADAS   

A grande maioria dos supermercados que participaram do Piloto do Programa de Qualidade das Sacolas Plásticas, adotou as sacolas certificadas que são mais resistentes.

fevereiro, 2010

MAIORIA DOS SUPERMERCADOS USA SACOLAS PLÁSTICAS CERTIFICADAS

Maxpress - São Paulo/SP - SUSTENTABILIDADE - 24/02/2010

A grande maioria dos supermercados que participaram do Piloto do Programa de Qualidade e Consumo Responsável das Sacolas Plásticas, em São Paulo, Rio Grande do Sul, Bahia, Goiás e Brasília, adotou as sacolas certificadas do programa, que são mais resistentes, sendo fabricadas dentro da norma ABNT 14.937.



Atualmente, mais de 3 bilhões de sacolas são produzidas no mercado brasileiro com Selo de Qualidade, por nove empresas credenciadas. Até 2010, mais seis empresas deverão ser credenciadas totalizando 15.



O Programa, lançado em 2007, tem como objetivo de promover a conscientização e a redução do desperdício no varejo e disseminar as práticas dos 3Rs (Reduzir, Reutilizar e Reciclar). Nessa linha, já alcançou resultados significativos sobre a redução do uso de sacolas plásticas.



Em 2007, o consumo de sacolinhas, no Brasil, foi de 17,9 bilhões. Já em 2008, passou para 16,2 bilhões e fechou 2009 com 15 bilhões, uma redução de 16,2% do início do programa até agora.



Os dados mostram que, com sacolas dentro de norma, o consumidor não precisa colocar uma sacola dentro da outra para carregar as compras ou não encher totalmente e utilizá-la somente pela metade. Entre as redes que participam do Programa estão o Pão de Açúcar, G.Barbosa, Zaffari, Unidasul, Rede Mix, entre outras.



As sacolas plásticas também são amplamente reutilizadas no Brasil e o público que mais a utiliza são as donas de casas, em forma de embalagens para acondicionar lixo, recipientes para diversos fins, como guarda-chuva, embalar alimentos, roupa molha, tênis em mala para viagem, objetos para levar à academia, entre outros.



Pesquisa Ibope, realizada com mulheres das classes B, C e D, responsáveis pelas compras de seus domicílios, revela que 100% delas reutilizam as sacolas plásticas para acondicionar o lixo doméstico, 71% consideram as sacolinhas como a embalagem ideal para carregar suas compras e 75% dizem que é função do varejo seu fornecimento.



Este ano, mais seis cidades brasileiras receberão o Programa de Qualidade e Consumo Responsável das Sacolas Plásticas, assim como Fortaleza, Florianópolis, Rio de Janeiro, Campo Grande, Recife e Belo Horizonte.



A iniciativa é da Plastivida Instituto Sócio Ambiental dos Plásticos em parceria com o Instituto Nacional do Plástico (INP) e a Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis (Abief). Conta também com o apoio da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) e das afiliadas nos estados.

 

SPECIALTY PACKAGING CONFERENCE COMES TO THE USA   

Demands for sustainability and higher shelf life in packaging are pushing the film industry in two directions – towards biodegradable barrier films and to long-life films that extend product life and reduce waste.

fevereiro, 2010

Specialty Packaging Conference Comes to the USA

Demands for sustainability and higher shelf life in packaging are pushing the film industry in two directions – towards biodegradable barrier films and to long-life films that extend product life and reduce waste. The latest materials and technology will be discussed at the 5th AMI international conference, Multilayer Packaging Films 2010, which takes place in the US for the first time this year from June 15-16, 2010 at The Sheraton Newark Airport, New Jersey, USA.

At the 2009 conference held in Germany in November, Andrew Reynolds, Research Director at Applied Market Information, reviewed the industry trends for flexible packaging, which constitutes 42% of the plastics packaging market. Polyethylene film makes up 40% of this, with BOPP at 20%. It is a growing market and is benefiting from lifestyle and demographic changes, for example, an increase in ready meals for working families. Okopet Consulting outlined the uses of each type of multilayer film: for example, LDPE combinations are used in flow packs for meat, cheese, coffee, ketchup and hygiene. Laminated film such as OPA/PE is used for cheese. BOPP laminates are used in applications such as labels for bottles, ice cream, chips, confectionery, bakery goods, salted snacks and tea. PET combinations provide aroma-proofing. Factors to consider include steamability, sealing, barrier (such as modified atmosphere (MAP) or controlled atmosphere packaging), microwaveability, etc., depending on the end use. In Slovakia there is one producer of multilayer film, Terichem. In Hungary these include Pannunion and Ongropack.

Biaxplen manufactures 9-layer coextruded barrier films in Russia. Materials are selected for permeability: PLA has high water vapour permeability and HDPE has the lowest; whereas for oxygen permeability, LDPE is very permeable, and EVOH offers the best barrier. Film for fresh bakery products has relatively high oxygen and water permeability so PLA can be used, whereas baby food and coffee need a high barrier product. Cost is a big factor in film manufacture, driving the company’s move to one-step multilayer coextrusion.

The US Army Natick Soldier Research Development and Engineering Center has been developing a high barrier non-foil system for army rations that is retortable and recyclable. It requires a shelf-life of 3 years at 27C. There is a move away from foil, which can develop pinholes and stress cracks. It has been working with EVOH from Kuraray America, PP from Flint Hills, polyamide from Honeywell, and tie resins from Mitsui Chemicals America. The PP forms the external layers, then tie layers with EVOH or EVOH and two PA layers in the middle. It is also investigating HDPE as a barrier layer.

In Turkey, Superfilm Ambalaj has 3 BOPP lines, 1 BOPET line and 1 cast barrier line (7 layers). The cast film is being used for trays, lidding, bags, medical and food packaging. New products include BOPP/Al foil/CPP for stand up pouches and BOPET/metallised BOPET/PE for shampoo. The company is also working on oxo-degradable PP film.

The Italian producer of BOPP film, Taghleef Industries, illustrated the good moisture barrier properties of BOPP compared to PET and OPA. The BOPP in D701 is coextruded with a high gas barrier layer and is heat sealable on both sides, so it could replace coated films and have new applications in MAP. Applications include pasta, coffee and sliced meat packaging.

Constantia Flexibles has developed a new multilayer lid structure, which can be laser cut for easy opening. The Chocomel Hot lid won a Worldstar Packaging Award: in the Netherlands the Senseo machine dominates, so Friesland wanted a drink package that would fit the existing machines with lids at both ends.

Norner Innovation provides technical support to the packaging industry. It has studied the LLDPE from different suppliers for properties such as melting behavior and Vicat softening termperature. It has also assisted in packaging for ready rolled pizza dough (PET/adhesive/LDPE/EVOH/LLDPE) and grated cheese (PE/adhesive/PET/adhesive/PP).

Base polymers can be modified to improve properties. DuPont de Nemours has blended EVOH with polyamide to improve properties such as thermoformability and retort shock resistance. EVOH can also be blended with the PA ionomer Surlyn™: the material is softer, stretches better, and this can also cut costs. DuPont also has concentrates of highly functionalized adhesive resins, which can be blended into PE and PP resins for use as a tie layer. Ube Engineering Plastics provides materials such as copolyamides (with a lower degree of crystallization) for multilayer packaging and has tested it on applications such as sausage casings and shrink bags.

Gary Oliver of Extrusion Dies Industries gave the top scoring paper at Multilayer Packaging Films 2009. He described layer multiplication devices to provide the proper pressure drops and balanced flow polymer channels, considering individual material viscosity and rheology. The company also checked end properties such as oxygen transmission rates.

Film extrusion technology is provided by companies such as Macchi, which is conscious of the need to cut costs, for example by down gauging. Reifenhauser Keifel Extrusion has looked at processor trends such as smaller lot sizes, entailing fast purging times and high line flexibility. It has a 7-layer horizontal distribution system that permits individual temperature settings for each layer. Web gauging technology is supplied by Thermo Fisher Scientific; it takes measurements of double lay-flat film after collapsing the bubble.

The hot topic is compostable packaging. The Ceramis unit of Alcan Packaging Kreuzlingen has been working on barrier biodegradable PLA packaging films. The Ceramis process involves coating with a silicon oxide nanobarrier layer using electron beam evaporation and the challenge is the low heat resistance of PLA (the coating is applied at 1520C). The PLA-SiOx film is biodegradable, compostable, high barrier and transparent. Novamont has tested its biodegradable material, Mater-Bi, in extrusion coating and lamination on standard film processing equipment.

Legislation is extensive for food packaging. Keller and Heckman have examined the implications of the new EU Active and Intelligent Packaging Regulation 450/2009. This new law applies to items such as oxygen scavengers: the definition is packaging “designed to deliberately incorporate components that release or absorb substances from or into the packaged food or its surrounding environment”. One common example is iron oxide used for oxygen absorption. Antimicrobials “intended to migrate from packaging to the food” are also included. Many packaging materials are decorated with inks, and the Flint Group is one supplier. They also have expertise in the safety and legislative aspects with regard to food packaging, where the EU has a particular focus.

At the New Jersey conference in June, Multilayer Packaging Films 2010, Kraft will deliver the keynote paper from a leading brand owner’s perspective. This will be accompanied by a market review of specialty films by Andrew Reynolds (AMI), and a review of the growing milk packaging industry in South America by Reifenhauser.

Top film manufacturers will be talking about their products for a range of packaging applications including Taghleef Industries, LPS Industries and Bollore . There are also papers on new materials to enhance interlayer adhesion and barrier properties from ExxonMobil, Mitsui Chemicals America, Chevron Phillips Chemical, Solvin and Engineered Materials.

Biodegradable films will be represented by NatureWorks, Innovia Films and Cardia Bioplast. Nanotechnology is being used in barrier films, for example by Filmquest. The FDA legislation on nanomaterials in food contact films will be outlined by Keller and Heckman.

The latest developments in machinery for this high performance industry will be described by Rick Keller of Davis-Standard on high throughput blown film equipment. Extrusion Dies Industries will talk on production of retort film and sheet. Windmoeller & Hoelscher will be covering innovations such as machine direction orientation (MDO) for improved barrier properties and rapid cooling technology.

Multilayer Packaging Films 2010 provides a unique opportunity to study the latest market trends and technologies.


Author: Dr Sally Humphreys, Business Development Manager, Applied Market Information
Email: sh@amiplastics.com

Contact for registrations: Mrs Margit Korsak, Conference Director
Email: mk@amiplastics-na.com
Applied Market Information LLC
Suite #204, 833 North Park Road
Wyomissing, PA, 19610
United States
Tel: +1 610 478 0800
Fax: +1 610 478 0900
Conference web site: http://www2.amiplastics.com/Events/Event.aspx?code=C341&sec=966

 

EMPRESAS TRABALHAM PELA REDUÇÃO DO USO DE SACOLAS PLÁSTICAS   

As empresas brasileiras também podem reduzir a quantidade de sacolas plásticas produzidas, apostando na qualidade.

fevereiro, 2010

Empresas trabalham pela redução do uso de sacolas plásticas

Correio Lageano - Lages/SC - ECONOMIA - 16/02/2010


Brasília

As empresas brasileiras também podem reduzir a quantidade de sacolas plásticas produzidas, apostando na qualidade. Sacolas mais resistentes evitam o uso de mais de uma unidade na hora de levar para casa produtos mais pesados, como uma garrafa de refrigerante ou um saco de arroz.
Divulgar ações como essa e sensibilizar os empresários para o problema é uma das metas do Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas, criado por organizações como o Instituto Nacional do Plástico (INP). Vários supermercados já aderiram à iniciativa, que está presente em cidades como São Paulo, Salvador, Brasília, Porto Alegre e que neste ano será expandida para mais seis cidades.
Segundo o diretor superintendente do INP, Paulo D’acolina, desde 2007, quando foi criado o programa, houve redução de cerca de 16% no consumo de sacolas. "Isso porque havia desperdício", explica. O Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas terá aporte de R$ 19,6 milhões para investimento em comunicação e na ampliação de ações.
Além dos sacos plásticos, existe a preocupação com os sacos de papel. Observe, ao lado, um comparativo entre as embalagens.

 

KASSAB VETA PROIBIÇÃO DE SACOS PLÁSTICOS EM SÃO PAULO   

Em meio aos problemas das enchentes o prefeito Kassab , vetou projeto de lei de dois vereadores da base aliada que previa a proibição do uso de sacolas plásticas no comércio da capital paulista.

fevereiro, 2010

Kassab veta proibição de sacos plásticos em São Paulo

Extra - RJ - Rio de Janeiro/RJ - ECONOMIA - 05/02/2010 - 07:59:00

Valor Online

SÃO PAULO - Em meio aos problemas das enchentes - que têm o excesso de lixo como uma de suas principais causas -, o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), vetou projeto de lei de dois vereadores da base aliada que previa a proibição do uso de sacolas plásticas no comércio da capital paulista. De acordo com a proposta dos parlamentares Gilson Barreto e Claudinho de Souza (PSDB), a legislação obrigaria empresas a substituir os tradicionais sacos plásticos por embalagens reutilizáveis ou " confeccionadas com materiais de fontes renováveis ou recicláveis " .
Preservação ambiental e redução do volume de resíduos gerados na cidade eram os principais argumentos da matéria barrada por Kassab. Recentemente, prefeituras de Sorocaba, Osasco, Jundiaí e Guarulhos decretaram o fim da utilização das sacolinhas plásticas sob a mesma justificativa. Nessas cidades, está em andamento o processo de conscientização das empresas e consumidores para a substituição das sacolinhas por embalagens de papel ou feitas de material biodegradável ou reciclável.
Coincidentemente, uma das razões para o veto de Kassab ao projeto de lei nº 577, que tramitava na Câmara Municipal desde 2007, foi a questão ambiental. " A questão relativa ao uso de embalagens confeccionadas com materiais oriundos de fontes renováveis necessita de estudos mais aprofundados " , diz o texto.
" Não há garantia de que a substituição proposta pela mensagem resulte em prevenção, controle da poluição ambiental e proteção da qualidade do meio ambiente, uma vez que mesmo os materiais biodegradáveis geram resíduos tóxicos " , afirma também o prefeito em seu veto.
O Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos (Plastivida), apoiado pela indústria plástica brasileira, informou ontem que o prefeito também seguiu suas recomendações para vetar a proposta dos vereadores. De olho nos interesses econômicos do setor, a entidade tem brigado na Justiça contra leis que proíbem as sacolinhas em outras cidades. " Enfatizamos a importância econômica e social das sacolas plásticas, que são apontadas por 71% da população como o meio mais adequado de se carregar as compras e embalar o lixo doméstico " , diz nota da Plastivida.
(Luciano Máximo | Valor)

 

NORMA PARA FILMES ESTIRÁVEIS DE PVC É PUBLICADA   

Norma para filmes estiráveis de PVC para contato com alimentos é publicada em 19 de janeiro.

fevereiro, 2010

Norma para filmes estiráveis de PVC para contato com alimentos é publicada.

Boletim Eletrônico do Plástico no. 72 do INP

Em 19 de janeiro, foi publicada a revisão da ABNT NBR 15403, Filmes estiráveis de poli(cloreto de vinila) (PVC) para contato com alimentos – Requisitos e métodos de ensaio, elaborada pelo Organismo de Normalização Setorial de Embalagem e Acondicionamento Plásticos, com sede no INP – Instituto Nacional do Plástico
O documento estabelece as características físicas (matéria-prima, aspectos visuais, cor, tolerâncias dimensionais, gramatura), mecânicas (alongamento) e a identificação e quantificação de plastificantes, de acordo com as legislações sanitárias vigentes.
Para mais informações sobre como adquirir a Norma entre em contato com a ABNT - www.abnt.org.br

 

BRASIL É O SEGUNDO PAÍS MAIS INOVADOR EM EMBALAGEM   

O Brasil é o segundo país que mais lança novas embalagens por ano, perdendo somente para os Estados Unidos.

janeiro, 2010

Brasil é segundo país mais inovador em embalagem

Celulose Online - Ribeirão Preto/SP - NOTÍCIAS - 28/01/2010

28/01/2010 - O Brasil é o segundo país que mais lança novas embalagens por ano, perdendo somente para os Estados Unidos. Segundo levantamentos do Laboratório Global de Embalagem, da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), o País saiu do sexto lugar, em 2008, para o segundo lugar, nos meses de janeiro e fevereiro de 2009. Foram mais de 20 mil embalagens inovadoras no ano passado, sendo 48% desse número no setor de alimentos. Como consequência desse desenvolvimento, o design brasileiro faturou sete Leões na edição de 2009 do maior festival de publicidade do mundo.

A indústria brasileira de embalagem teve, no ano passado, faturamento de R$ 36,6 bilhões contra R$33,5 bilhões no ano anterior. A principal participação foi do segmento de embalagens plásticas com 37,64%. Papelão ondulado e papel cartão foram o segundo colocado, com 28% de participação, seguidos por metálicas, com 16,94%, papel, com 7,12%, e vidro, com 5,23%.

Fonte:Brasilpack.Adaptado por Celulose Online.

 

COM FUSÃO BRASKEM/QUATTOR, ABIEF PROPÕE CRIAÇÃO DE AGENDA POSITIVA   

A ABIEF diante da agora anunciada fusão da Braskem com a Quattor entende a tendência mundial de diversos setores em direção à consolidação de empresas, visando o ganho de escala mundial.

janeiro, 2010

Com fusão BRASKEM/QUATTOR ABIEF propõe criação de agenda positiva

Maxpress - São Paulo - Economia - 25/01/2010

São Paulo, Janeiro de 2010 - A ABIEF (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis) diante da agora anunciada fusão da Braskem com a Quattor entende a tendência mundial de diversos setores em direção à consolidação de empresas, visando o ganho de escala mundial.

Entretanto, é preciso entender também que o maior patrimônio deste setor, seja da 2ª ou de 3ª geração, é o seu mercado interno e o seu fortalecimento. Por isto a ABIEF propõe a criação de uma agenda positiva imediata que assegure que os ganhos de escala oriundos desta situação inédita serão compartilhados entre toda a cadeia produtiva do plástico.

Temos certeza que este tipo de encaminhamento será um fator preponderante para a robustez de nosso setor e para a geração de empregos e de renda. Enfim, será muito importante para a valorização da indústria brasileira do plástico.

*Alfredo Schmitt, empresário e presidente da ABIEF.

Sobre a ABIEF
A ABIEF (Associação Brasileira das Indústrias de Embalagens Plásticas Flexíveis) existe há 31 anos com o objetivo de fomentar o mercado nacional de embalagens plásticas flexíveis. A Associação também tem incorporada às suas atividades o fomento à exportação e a preservação ambiental a partir do Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas. A entidade reúne 170 empresas de todo o Brasil fabricantes de filmes monocama, coextrusados e laminados; filmes de PVC e de BOPP; sacos e sacolas; sacaria industrial; filmes shrink e stretch; rótulos e etiquetas; stand-up pouches; embalagens especiais.


 

NOVA BRASKEM VAI INVESTIR US$ 13 BI NOS PRÓXIMOS SETE ANOS   

A Nova Braskem, petroquímica líder nas Américas em produção de resinas com a incorporação da Quattor, em acordo oficializado na sexta-feira, surge com o desafio de viabilizar projetos de crescimento, no Brasil e exterior.

janeiro, 2010

Nova Braskem vai investir US$ 13 bi nos próximos sete anos

Valor Econômico - São Paulo - SP - Empresas - 25/01/2010

Ivo Ribeiro e Mônica Scaramuzzo, de São Paulo

Gustavo Lourenção/ Valor Gradin, presidente da empresa, vai receber da Petrobras lista tríplice com nomes para a diretoria de investimentos
A Nova Braskem, petroquímica líder nas Américas em produção de resinas com a incorporação da Quattor, em acordo oficializado na sexta-feira, surge com o desafio de viabilizar projetos de crescimento, no Brasil e exterior, estimados em US$ 13 bilhões no horizonte de sete anos. Esse valor envolve uma importante aquisição nos Estados Unidos, em fase final de negociação, parcerias na Venezuela e no México, e o desenvolvimento dos dois empreendimentos herdados na criação da empresa no novo arranjo societário feito com Petrobras - a petroquímica do Comperj, no Rio, e a de Suape, em Pernambuco. Ambos os projetos sofrerão estudos de revisão da Braskem no prazo de quatro meses.
A prioridade agora é efetivar a compra do ativo americano, pois a Braskem tem pressa de se posicionar nesse grande mercado, cujo consumo de plásticos é cinco vezes o do Brasil - foi de 24 milhões de toneladas em 2008. A entrada nesse país é considerada estratégicas para as ambições do grupo, que almeja ser o quinto produtor mundial em alguns anos. Conforme o Valor apurou, o negócio pode ser anunciado nas próximas semanas e o valor da aquisição pode ficar entre US$ 500 milhões e US$ 1 bilhão. Para especialistas, faz mais sentido à companhia entrar nos EUA com fábrica de porte médio para poder competir com as gigantes locais, como ExxoMobil, Dow, ChevronPhilips e LyondellBasel.
A empresa reiterou várias vezes que vem analisando vários ativos há um ano, desde pequenos e médios até um de grande porte. Este último é uma compra mais complexa e de maior demanda de capital, pois seria integrado com uma central de matérias-primas. Segundo informações, a Braskem avaliou desde operações da Dow até a Sunoco Chemicals, área química e petroquímica da petrolífera Sunoco que pôs esse ativo à venda desde o fim de 2008. Sediada na Pensilvânia, essa divisão faz 1,2 milhão de toneladas de polipropileno ao ano. Executivos da Braskem não confirmam nem desmentem essas informações, porém evitam dar detalhes, alegando acordos confidenciais.
Bernardo Gradin, presidente da Braskem que foi indicado pelo principal acionista, a Odebrecht, para ficar á frente da Nova Braskem, afirmou que o acordo amarrado com a estatal preservou o plano de internacionalização da companhia. "Assumimos o compromisso de analisar, fazer desdobramentos e desenvolver junto com Petrobras as petroquímicas do Comperj e Suape, mas a estruturação financeira desses dois projetos não pode comprometer a capacidade de crescimento da Braskem no exterior". Segundo o executivo, eles têm de ser autofinanciados.
Com a incorporação da elevada dívida da Quattor, de quase R$ 7 bilhões, e após aumentos de capital previstos, de até R$ 5 bilhões (se houver adesão de minoritários), a Braskem ficará com um nível de endividamento no limite para não afetar seus covenants (cláusulas) financeiros. Se tiver sucesso na adesão maciça, a relação dívida líquida sobre resultado operacional (lajida) será de 2,83 vezes.
O executivo informa que nesse patamar a Braskem tem condições de firmar uma aquisição do que chama de ativo de porte médio, com recursos próprios e algum endividamento local. "O próprio ativo seria a garantia dos recursos", afirmou ao Valor. Entre alternativas de financiamento, cita fundos de investimento e até de private equity e admite recorrer ao apoio que o BNDES tem dado para promover a expansão de grupos nacionais fora do país. O JBS Friboi é um caso de internacionalização, no próprio EUA, com a participação do banco. Luciano Coutinho, presidente do BNDES, já disse que ofereceu apoio a grupos brasileiros para buscar ativos no exterior. No momento, por exemplo, a CSN negocia a aquisição da cimenteira Cimpor, de Portugal, por US$ 5,5 bilhões.
Para um investimento grande, a Braskem teria de recorrer aos acionistas para nova estruturação de capital. Um das opções seria novo aumento de capital, podendo, por exemplo, fazer emissão de debêntures. Gradin descarta uma operação com troca de ações. "Mas estamos abertos para fazer joint ventures."
Quanto ao Comperj, na essência a Nova Braskem vai poder redesenhar a parte petroquímica desse projeto, que envolve uma central produtora de matérias-primas com nafta oriunda da refinaria de óleo pesado, fábricas de resinas e projetos de parceiros, como unidade de óxido de eteno. Vai também reavaliar o projeto de Suape, o qual já se encontra em implantação. "Ainda vamos conhecer esses projetos nos próximos 120 dias", afirmou Gradin.
Pela configuração atual, dizem especialistas ouvidos pelo Valor, a fase petroquímica do Comperj pode custar de US$ 2,5 bilhões a US$ 3 bilhões, abrigando fábrica de eteno de mais de 1 milhão de toneladas e unidades de resinas polietileno e polipropileno de 850 mil toneladas cada uma. Em Suape, com investimento de R$ 4 bilhões (US$ 2,2 bilhões), estão previstas três unidades industriais - fabricação de PTA (700 mil toneladas), matéria-prima que o Brasil é importador; resina PET (450 mil), usada na fabricação de embalagens; e polímeros têxteis (240 mil). "Para não comprometer nosso caixa, vamos entrar em degraus e reavaliar várias premissas, como demanda interna, oferta global, competitividade, entre outras", disse o presidente da Braskem.
O projeto do México, com o grupo local Idesa, em vias de assinatura da constituição da empresa, está estimado em US$ 2,5 bilhões para uma petroquímica integrada em Veracurz, com produção de 1 milhão de toneladas de polietileno a partir de 2015. Na Venezuela, em joint venture com a Pequiven, a Braskem desenvolve dois complexos de resinas - Propilsur, para 455 mil toneladas de polipropileno, e Polimérica, para 1,1 milhão de toneladas de polietileno. Orçados em US$ 4 bilhões, com a crise sofreram adiamento, para ajustes da estrutura financeira, de até dois anos, para depois de 2013.
Em ambos os países, a empresa busca fontes de matérias-primas com custo mais competitivo, à base de gás. No Brasil, predomina a nafta, da qual a Petrobras é fornecedora de mais de 60% do volume consumido nas centrais. A fórmula de preço desse insumo fez parte até certo ponto das negociações de criação da Nova Braskem, mas optou-se por deixá-la de lado por ser um tema bem polêmico. Manteve-se o contrato atual, de nove anos, com preço reajustado mensalmente, tendo como principal referência a variação do preço internacional do petróleo.
Esses projetos, se efetivados, praticamente dobram o tamanho atual da nova petroquímica na produção de resinas termoplásticas (PE, PP e PVC). Após a fusão com Quattor, sua capacidade atingiu 5,5 milhões de toneladas.
Na nova Braskem, além de Gradin, a Odebrecht, que terá 50,19% do capital votante e de 34% a 38% do capital total, garantiu a indicação também do diretor financeiro. A Petrobras indicará o diretor de investimentos e portfólio. Mesmo assim, a estatal apresentará uma lista tríplice de nomes, da qual Gradin escolherá um para ocupar essa diretoria. Os quatro demais diretores serão escolhidos pelo presidente, sob o consenso dos dois acionistas. Buscou-se garantir uma gestão profissional à empresa, bem como uma cara privada. As decisões, tanto na holding BRK que abriga as ações de Braskem pertencentes aos dois sócios, quanto na nova companhia, serão definidas por consenso entre eles. A Odebrecht ficou com 53,8% da BRK e a estatal com 46,2%. "A Petrobras deixou de ser minoritário relevante para ser acionista atuante", disse seu presidente, José Sérgio Gabrielli, na sexta-feira.
A aliança entre o grupo construtor baiano e a estatal criou a gigante petroquímica brasileira, dona de 100% da fabricação de resinas no país, com receita bruta de R$ 25,8 bilhões e resultado operacional (lajida) de R$ 2,9 bilhões, em base anual, até 30 de setembro. Opera 26 unidades industriais de primeira e segunda geração. O negócio levou quase seis meses para ser fechado e o desfecho acabou com a saída da família Geyer desse setor.

 

INDÚSTRIA COMEÇA 2010 PRESSIONADA   

Alta de preços de resinas, cobre, aço e mão de obra chega a 10% .

janeiro, 2010

Indústria começa 2010 pressionada

O Estado de S. Paulo - Economia - 24/01/2010

Márcia De Chiara

Alta de preços de resinas, cobre, aço e mão de obra chega a 10% .

As indústrias de eletrodomésticos, eletrônicos, eletroportáteis e veículos começaram o ano pressionadas por aumentos de custos. Os reajustes de preços negociados entre fornecedores de matérias-primas - como aço, cobre, resinas plásticas - e as empresas são de até 10% para este mês. Mas os aumentos ainda não apareceram claramente nos índices que medem a inflação no atacado.

Além da alta de preços de matérias-primas básicas, a indústria de transformação sente os efeitos do aumento do salário mínimo, que subiu 9,68% a partir do início do mês, e também da formação dos grandes conglomerados na produção de insumos industriais.

Antes mesmo do anúncio oficial da compra da Quattor pela Braskem, ocorrido na sexta-feira dando origem à oitava maior petroquímica do mundo, a indústria já atribuía os reajustes de preços entre 6% e 10% do polietileno e do polipropileno à formação desse grande monopólio na produção de resinas plásticas. Mundialmente, dizem fabricantes de bens duráveis, há ociosidade na indústria petroquímica e grande oferta de resinas. Portanto, essa condição de mercado não justificaria elevação de preço.

De acordo com duas grandes indústrias compradoras de resinas que não querem ser identificadas, o preço da tonelada de polipropileno passou de R$ 3,5 mil em dezembro para R$ 3,7 mil este mês. Procurada pelo Estado antes do anúncio do negócio, a Quattor informou que não comentaria os aumentos. A diretoria da Braskem, em meio ao anúncio da compra da concorrente, não teve disponibilidade para atender à reportagem na sexta-feira.

O polipropileno e o polietileno são matérias-primas presentes na fabricação da maioria dos bens duráveis e não duráveis. Do gabinete da TV ao para-choque de carro, passando pela embalagem do biscoito, todos esses itens contêm resinas.

O presidente da Volkswagen, Thomas Schmall, confirma que a montadora negocia com os fornecedores de polipropileno reajustes de preços nesse início de ano. Segundo ele, caso o preço aumente muito, a empresa não descarta a possibilidade de avaliar a importação da matéria-prima.

Segundo outra indústria consumidora de resina, importar o produto é economicamente inviável por causa do custo elevado. Um dos motivos do encarecimento das resinas compradas no exterior é o Imposto de Importação que está hoje em 14%. Além disso, os fornecedores que poderiam garantir regularidade no fornecimento da resina, como os países do Oriente Médio e os Estados Unidos, ficam muito distantes, o que encarece o frete e o preço final.

Schmall ressalta que, no caso do aço, a Volkswagen já usou a importação para conter reajuste de preço. No ano passado, a empresa importou o equivalente a 20% de todo o aço usado na produção dos veículos da marca. O aço vem principalmente da China e da Índia, "e chega ao País pouco mais barato que o nacional", diz Schmall.

Em dezembro, a Volks foi notificada por fornecedores de aço por causa de reajustes de 7% a 10% e teve de negociar o aumento. Na ocasião, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, ameaçou com a volta da redução do Imposto de Importação. Hoje a alíquota vai até 12%.

Mesmo sem a redução do imposto, é possível importar aço 8% mais barato que o nacional, nas contas do Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças). A indústria de autopeças é outra que se diz pressionada com novos aumentos de preços em diversas matérias-primas.

Usiminas e CSN, duas das gigantes da siderurgia, não confirmam os aumentos de preços do aço. "Não existe nenhum aumento no preço do aço em janeiro", informa a Usiminas por meio de comunicado. A CSN diz, por meio de sua assessoria, que não comenta a questão. O Instituto Aço Brasil (IABr) alegou falta de agenda do porta-voz para esclarecer a pressão por aumentos.

Lourival Kiçula, presidente da Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros), que reúne os maiores fabricantes de eletrodomésticos e eletroeletrônicos de consumo do País, confirma que os seus associados sentem pressões por reajustes de preços neste início de ano em aço, resinas e cobre.

O preço do cobre, usado na maioria dos aparelhos elétricos, subiu 9% em reais nos últimos 30 dias, segundo o presidente da Associação Brasileira do Cobre (ABC), Sergio Aredes. Ele atribui o movimento à elevação dos preços no mercado internacional em razão do aumento da demanda da China e demais países asiáticos e da especulação que está ocorrendo no mercado de commodities.

De acordo com Aredes, menos de 2% da alta do preço do cobre tem sido repassada para os compradores de fios, cabos, chapas e barras de cobre. "Está difícil repassar a alta de custos para os preços", afirma Aredes.

Com isso, diz ele, a indústria do cobre tem de absorver boa parte dos aumentos de preços do mercado externo, abrindo mão das margens de comercialização.

 

NASCE A OITAVA MAIOR PETROQUÍMICA   

Incorporação da Quattor pela Braskem, um negócio de R$ 870 milhões, cria gigante em resinas plásticas na América Latina e monopólio no país. Petrobras detém 40% do capital.

janeiro, 2010

Nasce a 8a. maior petroquímica

Correio Braziliense Online - Brasília - DF - 23/01/2010

Incorporação da Quattor pela Braskem, um negócio de R$ 870 milhões, cria gigante em resinas plásticas na América Latina e monopólio no país. Petrobras detém 40% do capital.

A Braskem anunciou ontem a incorporação da rival Quattor, em uma operação que cria a maior petroquímica da América Latina. A empresa fará um aumento de capital de até R$ 5 bilhões, com garantia de aporte de R$ 3,5 bilhões pelos dois principais sócios, Odebrecht e Petrobras. "No ranking global, ficamos entre as 10 maiores petroquímicas, precisamente em oitavo lugar", disse o presidente da Braskem, Bernardo Gradin, que continuará no comando do grupo. O executivo não informou o montante das sinergias previstas pela união das empresas.
Segundo ele, a Braskem segue em busca de ativos no exterior, especialmente na América do Norte, para compras. A aquisição da Quattor vinha sendo costurada há meses e esbarrava em questões societárias por disputas na família Geyer, que detinha o controle da empresa por meio da Unipar. Pelo acordo firmado, a Braskem vai adquirir 60% das ações ordinárias da Quattor que pertencem à Unipar por R$ 647,3 milhões, além de assumir obrigações com o BNDESPar, braço de participações do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). No total, o negócio envolveu R$ 870 milhões.A Petrobras detém os 40% restantes do capital votante da Quattor, que serão repassados à Braskem em troca de ações de sua emissão para a estatal. Com a Quattor, a Braskem terá uma capacidade de produção anual de 5,5 milhões de toneladas de resinas plásticas em 26 fábricas, praticamente um monopólio no país.CadeApesar do domínio no mercado, o vice-presidente financeiro da Braskem, Carlos Fadigas, descarta dificuldades de aprovação do negócio pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômico (Cade). Segundo ele, nos processos de formação tanto da Braskem quanto da Quattor, originadas pela união de vários ativos petroquímicos, o órgão entendeu que se trata de uma indústria que compete em escala global. "O mercado é mundial. Não há motivo para se falar apenas de market share no Brasil", afirmou.Como parte do processo de compra da Quattor, a Braskem fará um aumento de capital de R$ 4,5 bilhões a R$ 5 bilhões para reforçar sua estrutura de capital e manter a flexibilidade financeira da petroquímica. A Odebrecht se comprometeu a entrar com R$ 1 bilhão e a Petrobras, com R$ 2,5 bilhões. O preço de emissão das novas ações foi determinado em R$ 14,40 e os minoritários terão assegurado o direito de preferência de subscrição.Considerando que o aumento de capital da petroquímica fique no centro da faixa estimada, a Petrobras terá, após toda a reorganização societária, 40% do capital votante da Braskem, segundo Fadigas. Nesse cenário, a Odebrech ficaria com 36% do capital total e a Petrobras, com 34%. Atualmente, a Odebrecht possui 38,4% do capital total da Braskem e a estatal, outros 25,4%. Seja qual for o volume final do aumento de capital, a Odebrecht ficará com 50,1% do capital votante da Braskem, assegurando que a petroquímica continue sob controle privado.DívidaO vice-presidente financeiro da Braskem afirmou que atualmente a dívida líquida de Braskem e Quattor juntas é de cerca de R$ 13 bilhões. Se o aumento de capital atingir o máximo previsto, a volume cairá para ao redor de R$ 8 bilhões. Conforme Fadigas, a Braskem terá em caixa, após o aumento de capital e a incorporação da Quattor, dinheiro suficiente para quitar as dívidas do grupo com vencimento nos próximos dois a três anos.AplicaçãoAs resinas são produzidas a partir de insumos básicos como o eteno e o propeno. O produto serve para a fabricação de embalagens, brinquedos, componentes automotivos, utilidades domésticas, peças para eletroeletrônicos e construção civil - entre uma infinidade de outras aplicações - e representa a terceira etapa da cadeia produtiva do petróleo.

 

RODADA DE NEGÓCIOS QUATRO MOTORES DA EUROPA   

Belo Horizonte sediará pela primeira vez a Associação “Quatro Motores para a Europa”, nos dias 04 e 05 de fevereiro de 2010, no hotel Mercure Lourdes, onde serão realizados encontros empresariais, científico-acadêmicos e governamentais.

janeiro, 2010

Belo Horizonte sediará pela primeira vez a Associação “Quatro Motores para a Europa”, nos dias 04 e 05 de fevereiro de 2010, no hotel Mercure Lourdes, onde serão realizados encontros empresariais, científico-acadêmicos e governamentais.

A iniciativa se insere no programa da “Quatro Motores para a Europa”, criada em 1988, pelas Regiões Lombardia (Itália), Rhône-Alpes (França), Catalunha (Espanha) e Baden-Württemberg (Alemanha), em parceria com Flandres (Bélgica) e Gales (Reino Unido). Atualmente a Presidência desta Associação é a Lombardia e em função do Acordo firmado anteriormente com esta Região, Minas Gerais foi eleita como destino, sendo o setor agroindustrial o foco da missão.

As principais atividades a serem realizadas são:
 Seminário técnico europeu focado nas oportunidades da agroindústria incluso a apresentação do perfil econômico dos respectivos Governos;
 Rodada de Negócios com empresários europeus
 Encontros técnicos com Centros de Pesquisa e Universidades da Europa.

Participe também deste momento e agende seu encontro! A participação é gratuita e as vagas são limitadas.
www.italiabrasil.com.br/quatromotores/
Mais informações:
Bianca Di Gioia / bianca.digioia@italiabrasil.com.br / (31) 3287-2211
Sílvia Vilhena / silvia.vilhena@italiabrasil.com.br / (31) 3287-5191

 

INDÚSTRIAS DE PLÁSTICO DO MS ESPERAM FATURAR 5% MAIS ESTE ANO   

As indústrias que fabricam plástico em Mato Grosso do Sul esperam faturar neste ano 5% mais que em 2009, segundo informações do Sindicato das Indústrias de Plásticos e Petroquímicos de Mato Grosso do Sul (Sindiplast/MS) .

janeiro, 2010

Indústrias de plástico esperam faturar 5% mais este ano

AGORA WEB – MS – 18/01/2010

As indústrias que fabricam plástico em Mato Grosso do Sul esperam faturar neste ano 5% mais que em 2009, segundo informações do Sindicato das Indústrias de Plásticos e Petroquímicos de Mato Grosso do Sul (Sindiplast/MS) .
“Este ano deve ser de avanços para o setor, que é relativamente novo no Estado”, ressaltou o presidente Sílvio Roberto Padovani.
Segundo ele, Mato Grosso do Sul tem hoje 30 empresas do segmento que juntas empregam cerca de dois mil profissionais. “O setor é forte e tem potencialidades, mas estamos nos organizando agora em Mato Grosso do Sul com o apoio da Fiems. Por isso, acreditamos que 2010 será um ano de consolidação”, explicou, acrescentando que o Sindiplast está fazendo um levantamento da capacidade de produção e abastecimento das empresas sul-mato-grossenses.
Para o presidente do Sindiplast/MS, 2010 também será um ano de importantes discussões e definições para o futuro do setor no Estado. “A Assembléia Legislativa já aprovou em primeira votação o projeto que dispõe sobre a proibição do fornecimento gratuito de sacolas plásticas pelos estabelecimentos comerciais do Estado e isso pode trazer muitas implicações”, lembrou, referindo-se ao Projeto de Lei nº 195/09, de autoria do deputado estadual Paulo Duarte), aprovado em primeiro turno em 17 de dezembro do ano passado.
Ele destacou ainda que a matéria, de suma importância para o segmento, recebeu atenção da Fiems, que reuniu no mês de outubro do ano passado empresários e representantes do segmento de plástico de Mato Grosso do Sul, além de autoridades políticas para oportunizar um debate sobre o projeto de lei. Na oportunidade, o presidente da Fiems, Sérgio Longen, ressaltou que a intenção ao promover o encontro foi o de colaborar na criação de leis que vão interferir diretamente no setor produtivo.
Uma preocupação do setor é quanto o projeto que visa proibir a distribuição de sacolas plásticas. “Impacta diretamente no setor produtivo, por isso nossa preocupação em promover debates sobre o assunto para que possamos equacionar de forma racional o desenvolvimento industrial com o desenvolvimento sustentável”, ponderou Longen na abertura do evento, acrescentando a preocupação é garantir a sobrevivência das empresas em mercados cada vez mais competitivos e mais regulados por critérios não financeiros. ”Nossas indústrias precisam ter estampadas à reputação de empresas éticas, transparentes, socialmente responsáveis e sustentáveis”, afirmou.
O presidente do Sindiplast/MS finalizou declarando que o debate é muito pertinente e requer atenção por causa dos impactos que pode trazer para o setor. “A indústria plástica acredita na sustentabilidade do plástico com a utilidade, descarte e reciclagem, preservando assim os empregos gerados pelo segmento com condições adequadas de consumo do conteúdo que a sacola transporta e ainda preservando o meio ambiente”, disse, citando as ecobags ou sacolas retornáveis.
“São sacolas verdadeiramente sustentáveis, feitas com diversos tipos de plásticos, uma opção que combina leveza, resistência, durabilidade, segurança, praticidade e versatilidade”, completou.

 

ABIEF É APOIADORA DO 1o. LIVRO COMPLETO SOBRE EMBALAGENS   

A Abief incentiva o conhecimento dos profissionais do setor e é apoiadora do Livro Embalagens: Design, Materiais, Processos e Máquinas - publicação do Instituto de Embalagens.

janeiro, 2010

ABIEF é apoiadora do primeiro livro com conteúdo completo sobre embalagens em português

A Abief incentiva o conhecimento dos profissionais do setor e é apoiadora do Livro Embalagens: Design, Materiais, Processos e Máquinas - publicação do Instituto de Embalagens .® - o 1º livro sobre embalagens completo em português. São 336 páginas, em linguagem acessível, escritas por profissionais que são referência em suas áreas de atuação e conhecem o contexto e o momento do mercado em que vivemos. Conteúdo sobre tendências, inovações, design, impressão, materiais, processos, máquinas e meio ambiente. Voltado para designers, profissionais da indústria (usuários finais de embalagem) e convertedores. (www.institutodeembalagens.com.br).

 

O QUE NOS DIZEM OS LANÇAMENTOS DE EMBALAGEM EM 2009   

O relatório consolidado com os lançamentos mundiais de embalagem em 2009, elaborado pelo Laboratório de Embalagem da ESPM, traz informações importantes.

janeiro, 2010

Artigo: O que nos dizem os lançamentos de embalagem em 2009
Professional Publish - São Paulo/SP - NOTÍCIAS - 16/01/2010 - 10:46:14

Por Fábio Mestriner*

O relatório consolidado com os lançamentos mundiais de embalagem em 2009, elaborado pelo Laboratório de Embalagem da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), traz informações importantes que nos mostram como os hábitos de consumo no mundo estão orientando as empresas e direcionando os lançamentos de novas embalagens.Em primeiro lugar ficou evidente que a partir do terceiro trimestre de 2009 a crise internacional arrefeceu e os principais países voltaram a lançar embalagens num ritmo superior ao que vinham lançando antes da crise.O Brasil foi o 4º país que mais lançou embalagens no mundo no ano. Nosso país está entre os maiores mercados do mundo nas principais categorias de consumo e a competição por aqui é muito acirrada.No caso da embalagem, nós temos nível internacional e seguimos as principais tendências mundiais. O forte dinamismo do mercado brasileiro fez com que o Brasil, que ocupava o 6º lugar entre os países que mais lançaram embalagens em 2008, saltasse para o 4º lugar em 2009.Durante a crise, o Brasil chegou a ocupar por seis meses consecutivos a segunda posição, pois enquanto o mundo desacelerava os lançamentos, aqui acontecia o contrário. No total os lançamentos cresceram 18% em relação ao ano anterior com 274.273 novas embalagens sendo lançadas em 2009.Quando olhamos para as categorias onde está ocorrendo o maior número de lançamentos, somos surpreendidos pela constatação que sete entre as dez categorias top em lançamentos são ocupadas por produtos cosméticos e de cuidado pessoal. Para se ter uma ideia da importância desta informação, há cinco anos o ranking dos Top 10 mostrava exatamente o contrário, ou seja, apenas três entre os dez eram cosméticos.Isto indica que as indústrias deste setor dominaram os lançamentos em 2009 graças à proeminência da mulher na sociedade de consumo. O produto líder absoluto no número de lançamentos é o batom, seguido de creme facial... A atuação cada vez mais ativa da mulher no trabalho, estudo e atividades fora de casa tem tido um grande impacto no perfil dos lançamentos.As quatro empresas que mais lançaram produtos em 2009 atuam no segmento de cuidados pessoais e cosméticos. Em consequência disto, quando analisamos o posicionamento dos produtos mais lançados, verificamos que o Botanic/Herbal é o posicionamento mais adotado, ficando o posicionamento “com efeito hidratante” em terceiro lugar.O conjunto de categorias com maior número de lançamentos acaba impactando os demais quadros comparativos que montamos, pois influenciam em praticamente todos os aspectos.Os dados dos 15 quadros cobertos pela análise do laboratório indicam ainda que a participação das marcas próprias nos lançamentos vem crescendo consistentemente nos últimos cinco anos, passando de 13% do total de lançamentos em 2005 para 18% em 2009. No Brasil as marcas próprias representaram 11% das cerca de 13.700 embalagens lançadas no ano.Quando focamos nossas análises nos tipos de embalagens e materiais mais adotados nos lançamentos, verificamos que os frascos, embalagens flexíveis e bisnagas lideram o ranking com o plástico, seguido do vidro e do cartão sendo os materiais mais adotados.Um ponto que chamou nossa atenção nesta análise foi o posicionamento ético/ambiental, que pela primeira vez entra no quadro dos Top 10, posicionamentos mais adotados nas embalagens lançadas.Ao destacar estes aspectos no texto das embalagens, os fabricantes demonstram que a preocupação com este tema já chegou ao nível da ação, pois até agora havia muito discurso e pouca prática nesta questão.Quando vemos os lançamentos destacarem efetivamente os aspectos éticos dos produtos e as características ambientais das embalagens, percebemos que algo está mudando de fato. Isto é o que de mais importante nos dizem os lançamentos mundiais de embalagem em 2009.* Fábio Mestriner é designer, professor coordenador do Núcleo de Estudos da Embalagem da ESPM, professor do Curso de Pós-Graduação em Engenharia de Embalagem da Escola de Engenharia Mauá e coordenador do Comitê de Estudos Estratégicos da Associação Brasileira de Embalagem (Abre).Fonte: www.designbrasil.org.brPublicado em 16/01/10

 

MATO GROSSO ADOTA ATITUDE EXEMPLAR   

O governador do Mato Grosso, sancionou a Lei 9271/09, obrigando a indústria e o varejo a imprimir, nas sacolas plásticas, informações educativas sobre a coleta seletiva de lixo.

janeiro, 2010

Mato Grosso adota atitude exemplar
Mensagens educativas são impressas nas sacolas plásticas

Fonte: PLASTIVIDA – 13/01/2010

O governador do Mato Grosso, Blairo Maggi, sancionou em dezembro a Lei 9271/09, obrigando a indústria e o varejo a imprimir, na face externa de um dos lados das sacolas plásticas, informações educativas sobre a coleta seletiva de lixo.
O autor do projeto de lei, deputado estadual Dilceu Dal’Bosco (DEM), desejava originalmente obrigar o uso de sacolas oxidegradáveis. Entretanto, a Plastivida propôs alterações estimulando a coleta seletiva e a reciclagem.
Além dos contatos pessoais mantidos, o assessor do Dep. Dal’Bosco, a nosso convite, esteve presente na conferência do Prof.º Joseph Greene da Universidade da Califórnia sobre a questão dos oxidegradáveis, em São Paulo. Destaque-se também que em outubro de 2009 a Plastivida proferiu uma apresentação na UFMT - Universidade Federal de Mato Grosso, quando estiveram presentes representantes de vários escalões do Governo, ocasião em que abordamos o tema acima mencionado.
A Plastivida congratula-se com o governo do Estado de Mato Grosso pela adoção dessa medida exemplar em favor do meio ambiente.

 

PROGRAMA DE CONSCIENTIZAÇÃO PARA USO DE SACOLA TERÁ R$ 14 MI ATÉ 2011    

O programa de conscientização para o uso correto de sacolas plásticas terá orçamento de R$ 14 milhões para os anos de 2010 e 2011. O montante faz parte do plano de R$ 19,6 milhões a serem investidos no triênio 2009-2011.

janeiro, 2010

PROGRAMA DE CONSCIENTIZAÇÃO PARA USO DE SACOLA TERÁ R$ 14 MI ATÉ 2011
Agência Estado - 05/01/2010

O programa de conscientização para o uso correto de sacolas plásticas terá orçamento de R$ 14 milhões para os anos de 2010 e 2011. O montante faz parte do plano de R$ 19,6 milhões a serem investidos no triênio 2009-2011 e será utilizado para ampliar a abrangência da iniciativa, que no próximo ano deve chegar a redes varejistas instaladas nas capitais do Rio de Janeiro, de Santa Catarina e Pernambuco. O projeto iniciado em 2008 já envolveu até o momento mais de 50 lojas em São Paulo, Rio Grande do Sul, Salvador, Goiânia e Brasília e, segundo pesquisas promovidas pelo grupo idealizador da iniciativa, encabeçado pela Plastivida, contribuiu para reduzir em pelo menos 10% o consumo nas lojas participantes do trabalho. "Esses números mostram que nossa meta de reduzir o consumo de sacolas em 30% durante um ano é perfeitamente atingível", afirma o presidente da entidade, Francisco de Assis Esmeraldo. Os números do setor mostram que a campanha já começa a colher os primeiros resultados. Segundo dados da Plastivida, o consumo de sacolas encolheu de 17,9 bilhões de unidades em 2007 para 16,4 bilhões unidades em 2008. Para 2009, as estimativas apontam que o mercado de sacolas plásticas pode encolher para 15 bilhões de unidades. "Achamos que grande parte da queda ocorreu em decorrência da campanha", destaca Assis, para depois assumir que o movimento de repudio às sacolas que está sendo promovido por algumas entidades também tem impacto nos números. A menor utilização de sacolas tende a frear a ofensiva contra o consumo do produto em redes varejistas ao mesmo tempo em que deve beneficiar a produção de sacolas fabricadas de acordo com as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). As especificações determinam que as sacolas sejam mais resistentes, o que exige uma maior gramatura para o produto. Na prática, isso significa que uma queda de até 20% no consumo de sacolas pode ser compensada pela maior utilização de resinas por sacola, o que reduz o impacto da campanha para as petroquímicas. Atualmente, conforme estimativas da Plastivida, a produção de sacolas certificadas já alcança 3 bilhões de unidades por ano, quase 20% do mercado nacional, com tendência de crescimento. "Hoje temos nove fabricantes que podem atender até 80% da demanda do mercado", ressalta Assis, descartando qualquer preocupação em relação a desabastecimento do mercado. Para 2010, a entidade prevê que outras seis fabricantes deverão ser credenciadas para a produção das sacolas adequadas às normas. Além do aumento da oferta desses produtos, Assis acredita que a demanda por sacolas continuará a cair no próximo ano, o que reduzirá ainda mais a participação de produtos impróprios ao consumo no total das vendas do setor. "Vamos intensificar o projeto no próximo ano para reduzirmos o consumo para aproximadamente 13,5 bilhões de unidades", diz. A meta, caso atingida, representará uma queda de quase 25% em relação à demanda registrada em 2007, ano anterior ao início da campanha. Informou a Agência Estado.

 

NÍVEL DE USO DA CAPACIDADE DA INDÚSTRIA INDICA RECUPERAÇÃO CONSISTENTE   

Um estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV) revelou que o nível de utilização da capacidade da indústria de transformação ficou em 83,8% em dezembro.

janeiro, 2010

Nível de uso da capacidade da indústria indica recuperação consistente.
Valor Econômico - 05/01/2010

Um estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV) revelou que o nível de utilização da capacidade da indústria de transformação ficou em 83,8% em dezembro. Apenas para comparação, em julho, esse percentual havia sido de 79,9% e, em novembro, de 82,9%. Dentre os quatro segmentos pesquisados, na comparação entre o último mês do ano e o penúltimo, apenas um registrou alta, o de Bens de Capital, que passou de 77,9% para 80,9%. Bens Intermediários ficou estável em 84%, Bens de Consumo caiu de 86,5% para 85,8%, e Material para Construção passou de 88,5% para 86,2%. Na opinião de Jorge Braga, coordenador técnico de sondagens do Instituto de Brasileiro de Economia (Ibre) da FGV, como Bens de Capital se refere à aquisição de máquinas e equipamentos, os resultados apontam para uma recuperação sólida da economia do País. Segundo Braga, apenas quando o nível de utilização da capacidade é superior a 90% causa preocupação. Em dezembro, este foi o caso do item Bens de Consumo Duráveis, que engloba produtos beneficiados por incentivos do governo como eletrodomésticos e automóveis, com 91%, percentual um pouco inferior aos 91,4% registrados em novembro. Por fim, o estudo mostrou que, apesar da gradual recuperação no nível de utilização da capacidade, o indicador geral (83,9%) ainda não retornou ao nível pré-crise, quando, em junho de 2008, foi registrado o recorde histórico de 86,7%. Informou o Valor Econômico.

 

REDUÇÃO NO USO DE SACOLAS PLÁSTICAS   

O consumo de sacolas plásticas nas redes Pão de Açúcar, Carrefour e Caíque em Brasília reduziu em 11%, em apenas um mês de duração do Programa de Qualidade de Sacolas Plásticas desenvolvido pela Plastivida, INP e ABIEF

dezembro, 2009

Redução no uso de sacolas
Fórum SC - - MEIO AMBIENTE - 08/12/2009

O consumo de sacolas plásticas nas redes Pão de Açúcar, Carrefour e Caíque em Brasília reduziu em 11%, em apenas um mês de duração do Projeto Piloto do Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas desenvolvido pela Plastivida, INP e ABIEF. O resultado equivale a 37% da meta prevista de 30% no prazo de 1 ano.

A informação foi dada pelo presidente da Plastivida, Francisco de Assis Esmeraldo, ao fazer uma apresentação em 20 de novembro, na Celebração do Dia Nacional de Supermercados 2009, quando também discorreu entre outros temas, sobre os excelentes resultados que vêm sendo obtidos pelo Programa, que reduziu o consumo das sacolas plásticas de 17,9 bilhões em 2007 para 16,4 bilhões em 2008.

O evento patrocinado pela ASBRA - Associação de Supermercados de Brasília e pelo SINDSUPER-DF -Sindicato dos Supermercados do Distrito Federal se realizou no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, na capital federal.



Assistiram à apresentação da Plastivida 420 pessoas, a maioria constituída de supermercadistas, além de secretários do governo, legisladores e membros de órgãos governamentais expressivos.

Também fizeram apresentações o secretário de Governo do Distrito Federal, José Humberto Pires de Araújo, sobre Uma Visão Empresarial Aplicada à Administração Pública e o jornalista-âncora do programa Manhattan Connection, Ricardo Amorim, sobre Grandes Transformações na Política e na Economia Mundiais e Oportunidades de Negócios no Brasil.

O presidente da Plastivida ainda concedeu entrevistas para veículos como TV Globo, Rádio Nacional e Band News, além de outras mídias, representantes de entidades e universidades.


Acesse: www.plastivida.org.br/2009/Projetos_EcobagPlastico.aspx


 

FLORIANÓPOLIS RECEBE PROGRAMA DE CONSUMO CONSCIENTE SACOLAS PLÁSTICAS   

A cidade do Florianópolis (SC) será uma das capitais brasileiras que receberão, em 2010, o Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas que visa incentivar o fornecimento de sacolinhas feitas dentro da Norma Técnica ABNT 14.937.

dezembro, 2009

ENVOLVERD

Florianópolis recebe programa de consumo consciente de sacolas plásticas em 2010 E - WEB - 08/12/09

A cidade do Florianópolis (SC) será uma das capitais brasileiras que receberão, em 2010, o Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas que visa incentivar o fornecimento de sacolinhas feitas dentro da Norma Técnica ABNT 14.937, junto ao varejo, e conscientizar a população sobre seu uso e descarte responsáveis.
O Programa, uma parceria iniciada em 2008 entre a indústria do plástico e o varejo, já apresenta redução significativa no consumo de sacolas plásticas. Em 2007, foram usadas 17,9 bilhões de unidades e, em 2008, esse número caiu para 16,4 bilhões de sacolinhas. Para este ano, a entidade estima um total de 15 bilhões de unidades, o que representa 16.5% de redução no período. O programa já foi implantado em São Paulo, Salvador, Porto Alegre, Brasília e Goiânia.
Visite o site da Plastivida: http://www.plastivida.org.br
Acompanhe as dicas de reciclagem dos plásticos no Twitter: http://twitter.com/recicleideias

 

NATAL AQUECE SETOR DE EMBALAGENS   

As encomendas de Natal e a retomada do crescimento estão puxando as vendas do setor de embalagens, considerado um dos termômetros da atividade econômica.

dezembro, 2009

Natal aquece setor de embalagens

GAZETA DO POVO - WEB - 06/12/09

Vendas em alta devem continuar no primeiro trimestre de 2010, afirmam as fabricantes
As encomendas de Natal e a retomada do crescimento estão puxando as vendas do setor de embalagens, considerado um dos termômetros da atividade econômica.
As vendas de papelão ondulado bateram em outubro – último dado disponível – o recorde mensal do setor, com 223,8 mil toneladas, segundo a Associação Brasileira do Papelão Ondulado (ABPO). O volume é 7,52% superior ao do mesmo período do ano passado. No acumulado do ano, porém, a queda está em 3,17%. A ABPO diz, no entanto, que o último trimestre forte deve fazer com que as vendas empatem com as do ano passado.
No mercado de embalagens plásticas, as fabricantes vêm registrando aumento de até 20% no ritmo de encomendas em relação ao mesmo período do ano passado. “A procura está surpreendendo”, diz Denise Dybas Dias, presidente da Dyplast Indústria e Comércio de Plásticos, com fábrica na Cidade Industrial de Curitiba (CIC). Fabricante de embalagens para as indústrias de alimentos, automóveis, vestuário e metais sanitários, a empresa, que estava produzindo 150 toneladas por mês, elevou o ritmo para 210 toneladas por mês.
Crescimento
De acordo com Denise, que também é presidente do Sindicado da Indústria de Material Plástico do Paraná (Simpep), o bom resultado deve fazer com que o setor de plástico cresça entre 7% e 8% neste ano no estado. O último trimestre é considerado o período mais forte de vendas do ano e serve também para antecipar como será o ritmo da indústria no próximo ano. “Acreditamos que vamos entrar 2010 com a demanda bastante aquecida”, diz Valmor Picolo, gerente da Zivalplast fabricante de embalagens plásticas de Quatro Barras, na região metropolitana de Curitiba.
De acordo com ele, as encomendas estão entre 10% e 15% superiores às do ano passado. “Ampliamos nossa capacidade, mas mesmo assim estamos tendo que negar pedidos por falta de espaço na produção”, diz ele, que aumentou em 15% o quadro de funcionários, para 365 pessoas.
Maior fabricante de papéis para embalagens do país, a Klabin registrou um crescimento de 5% nas vendas no terceiro trimestre em relação ao mesmo período do ano passado e de 23% em comparação com o segundo, para 243 mil toneladas.
2010
As fabricantes preveem vendas fortes também em 2010, em especial no primeiro trimestre, período tradicionalmente fraco, marcado por férias coletivas e demissões de temporários. “No primeiro trimestre de 2010 devemos alcançar os patamares produtivos de setembro de 2008, antes da crise”, diz a diretora-executiva da Associação Brasileira da Indústria de Embalagens (Abre), Luciana Pellegrino.

 

PARTICIPE DO XXVI ENCONTRO NACIONAL DO PLÁSTICO   

XXVI Encontro Nacional do Plástico será realizado no dia 04 de dezembro, na Mansão França - Avenida Angélica, 750 – São Paulo/SP.

novembro, 2009

XXVI Encontro Nacional do Plástico reúne associações

XXVI Encontro Nacional do Plástico será realizado no dia 04 de dezembro, na Mansão França - Avenida Angélica, 750 – São Paulo/SP. O evento contará com a participação de importantes entidades do setor como a Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis (Abief) , a Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast) e Associação Brasileira dos Produtores de Fibras Poliolefínicas (Afipol). Juntas, as empresas formam uma grande e significativa cadeia de transformação de material plástico.

Abief - Um dos principais objetivos da ABIEF é o de promover a integração de toda a cadeia, desde as petroquímicas incluindo, se possível, a Petrobras, até a empresa usuária de embalagem.

Abiplast - Como representante de um setor que congrega 11.200 empresas e gera mais de 300 mil empregos diretos, tem consciência da importância da sua atuação para que a indústria do plástico alcance novos patamares de produção.

Afipol - reúne hoje 40 empresas especializadas na conversão de resinas termoplásticas para a produção de sacaria de ráfia, contentores flexíveis, cordas, fibras, redes e tecidos técnicos.

Para participar entre no site da ABIPLAST www.abiplast.org.br ou ligue para (11) 3060-9688 e faça sua inscrição.

 

1a. EDIÇÃO DA FISPAL BAHIA COMPROVA POTENCIAL DE CRESCIMENTO DA REGIÃO   

A primeira edição da Fispal Bahia, realizada no final de Outubro em Salvador, atestou o potencial de crescimento das regiões Norte e Nordeste.

Novembro, 2009

Primeira edição da Fispal Bahia comprova potencial de crescimento da região

A primeira edição da Fispal Bahia - Feira Internacional de Produtos, Embalagens, Equipamentos, Acessórios e Serviços para Alimentação, realizada no final de Outubro em Salvador, atestou o potencial de crescimento das regiões Norte e Nordeste. O evento atraiu quase 27 mil visitantes em busca de novidades em produtos, serviços e processos que contribuam para ampliar a presença do Estado nos diversos setores do food service. A expectativa da Brazil Trade Shows (BTS), promotora do evento, é que sejam gerados negócios da ordem de R$ 1,1 bilhão no período de seis a 12 meses para os 350 expositores presentes ao Centro de Convenções da Bahia.

“Os números e a boa receptividade do público sinalizam que a Fispal Bahia está no caminho certo e ainda tem muito espaço para crescer.” A decisão de levar a Fispal para a Bahia foi mais que acertada, avalia Marco Antonio Mastrandononakis, presidente da BTS. Segundo ele, a presença de empresários e profissionais do Norte e Nordeste, como Amazonas, Piauí, São Luis do Maranhão e Pará, e até do Centro-Oeste do País, comprovam que Salvador é um catalizador para os mercados de food service e da alta gastronomia.

O Presidente da ABIEF, empresário Alfredo Schmitt, participou da cerimônia de abertura da feira e reafirmou o apoio da Associação a feiras regionais como parte da estratégia de atuação nacional da entidade e da necessidade de disseminar o potencial da indústria brasileira de embalagens plásticas flexíveis e promover os produtos de seus associados. Por ocasião da Fispal Bahia, a ABIEF promoveu um jantar de confraternização com associados, locais e expositores, e com potenciais associados. O estande da entidade recebeu o apoio dos seguintes associados: Embaquim, Plásticos Marau, PP Print, Segplast e Sol Nordeste.

 

FÓRUM MINEIRO DISCUTE O USO DAS EMBALAGENS PLÁSTICAS FLEXÍVEIS   

Acontece no próximo dia 12 de novembro, a partir das 18h, o 1º Fórum Sustentável – Juiz de Fora e Zona da Mata.

Novembro, 2009

Fórum Mineiro discute o uso das embalagens plásticas flexíveis


Acontece no próximo dia 12 de novembro, a partir das 18h, o 1º Fórum Sustentável – Juiz de Fora e Zona da Mata. O evento discutirá como as embalagens plásticas flexíveis podem contribuir para a preservação ambiental.

Pensado assim, executivos de grandes empresas do setor plástico falarão sobre o assunto: Francisco de Assis Esmeraldo (Instituto Sócio-Ambiental do Plástico – Plastivida), Jorge Soto e Frank Alcântara (Braskem) e Guilherme de Castilho Queiroz (CETEA).

O Fórum, que é gratuito, tem o apoio do INP e acontece no Victory Hotel – Av. Independência, 1850 – São Mateus/Juiz de Fora (MG). Informações pelo telefone: (32) 3249-8000.


 

INFORMAÇÔES RÁPIDAS SOBRE PLÁSTICOS   

A empresa de gerenciamento de informações sobre plásticos, IDES está disponibilizando uma ferramenta eletrônica.

novembro, 2009

Informações rápidas sobre plásticos

A empresa de gerenciamento de informações sobre plásticos, IDES está disponibilizando uma ferramenta eletrônica. que permite o contato com diversos profissionais do setor para a solução de problemas e dúvidas sobre design, processo e escolha de materiais. A ferramenta, chamada de “Ask IDES”, é fruto de uma parceria com vários fornecedores de resina e está disponível no site www.ides.com/ask

 

GUIA DE APOIO À INOVAÇÃO   

A ANPEI – Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras lançou o “Guia Prático de Apoio à Inovação”.

novembro, 2009

Guia de Apoio à Inovação

A ANPEI – Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras lançou o “Guia Prático de Apoio à Inovação”, que reúne informações sobre os instrumentos de apoio à inovação oferecidos pelas agências que atuam em nível nacional e estadual. O guia tem 102 páginas e pode ser adquirida gratuitamente pelo telefone (11) 3842-3533. A versão eletrônica pode ser acessada pelos site www.anpei.org.br. Os instrumentos citados no Guia, estão divididos em dois grupos: os de apoio tecnológico financeiro e os de apoio tecnológico e gerencial. E a versão eletrônica da publicação conta com dois simuladores – um conceitual e um financeiro.

 

DESAFIOS GLOBAIS DAS PETROQUÍMICAS   

Será o tema central do 4° Fórum Anual GPCA agendado para os dias 8 a 10 de dezembro, em Dubai.

novembro, 2009

Desafios globais das petroquímicas

Será o tema central do 4° Fórum Anual GPCA agendado para os dias 8 a 10 de dezembro, em Dubai. Entre as personalidades confirmadas estão:

• H.E. Ali Al-Naimi, Ministro do Petróleo e Recursos Minerais Stephen Pryor, Presidente da ExxonMobil Chemical

• Klaus Engel, Chairman e CEO da Evonik Industries

• Brad Bourland, Economista Chefe e Diretor da Jadwa Investments

• Greg Garland, Presidente e CEO da Chevron Phillips Chemical

• Paul A. Laudicina, Chairman e Diretor da A.T. Kearney

• Mark Garrett, CEO da Borealis

• Vijay Govindarajan, Director da Tuck School of Business at Dartmouth

Informações www.polymerupdate.com.

 

CARTILHA SOBRE EMBALAGENS FLEXÍVEIS   

O lançamento desta publicação, que conta com o apoio da ABIEF, será na próxima quinta-feira, dia 05, às 09h00 no auditório da Abiplast, em São Paulo.

novembro, 2009

Cartilha sobre embalagens flexíveis

O lançamento desta publicação, que conta com o apoio da ABIEF, será na próxima quinta-feira, dia 05, às 09h00 no auditório da Abiplast, em São Paulo. Paralelamente ao lançamento será realizada a palestra Impressões da Anuga onde serão apresentadas as mais recentes novidades para o mercado de alimentos e bebidas. Os dois eventos são promovidos pelo Instituto de Embalagens.

 

SACOLAS PLÁSTICAS, SIM.   

A sacola plástica não é um problema ambiental. É uma questão de lobby e de cultura. A corrente contrária ao uso da sacola plástica é tão forte que faz com que as pessoas percam a racionalidade ao tratar do tema.

novembro, 2009

Sacolas Plásticas, SIM, por Albano Schmidt

A Notícia - SC - Edição Impressa - 03/11/2009

A sacola plástica não é um problema ambiental. É uma questão de lobby e de cultura. A corrente contrária ao uso da sacola plástica é tão forte que faz com que as pessoas percam a racionalidade ao tratar do tema, ou mesmo ao portarem-se diante deste material que pode ter seu uso reduzido, que pode ser reutilizável e que é 100% reciclável, atendendo com absoluta competência o conceito sustentável dos 3Rs.

Há duas semanas, o Ministério do Meio Ambiente promoveu “Um dia sem sacolas plásticas”. Ao mesmo tempo, a Plastivida, instituto sócio-ambiental dos plásticos, trabalha para promover a educação ambiental e as práticas saudáveis para o meio ambiente, com o uso consciente das sacolas plásticas, essas vilãs do mundo moderno.

Pesquisa do Ibope mostra que 73% das mulheres utilizam as sacolas para acondicionar o lixo doméstico. 69% delas consideram as sacolas a embalagem ideal para carregar suas compras e 75% dizem que é função do varejo fornecer as mesmas.

A Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis, em defesa do consumo responsável das sacolas plásticas, aposta no uso de sacolas mais resistentes, em conformidade com a norma técnica ABNT 14.937.

Dessa forma, grandes redes de supermercados já consomem até 35% menos sacolas. À medida que elas são reforçadas, têm mais capacidade de acondicionamento e evitam o uso de embalagem dupla para produtos mais pesados.

A Plastivida lembra que o plástico foi feito para durar! E isso é muito bom! Desta forma, a população pode reutilizar suas sacolas várias vezes, e em diversas aplicações que vão além das compras do supermercado.

As sacolas ecológicas de plástico, ou ecobags, bolsas retornáveis de plástico para compras, oferecem uma série de vantagens: são mais fáceis de limpar, usam menos água, são impermeáveis e garantem uma infinidade de possibilidades em design e impressão.

Mas quando todas as possibilidades de reuso se esgotam, basta lembrar que o plástico é 100% reciclável e pode voltar ao mercado de inúmeras formas, inclusive como energia elétrica e térmica, como fazem alguns países desenvolvidos.

Ou seja, o problema não está na sacola ou no material plástico, mas na forma como cada um de nós interage com ele ou na maneira como o governo e a sociedade procedem em relação ao consumo consciente e coerente.

O plástico é, sem dúvida, uma alternativa excepcional, pela sua maleabilidade, versatilidade e higiene, sobretudo nas aplicações ligadas à medicina (soro, bolsas de sangue, seringas etc.).

Fazer boas sacolas plásticas e bom uso das mesmas depende de consciência, regulamentação e fiscalização. Ou seja, depende apenas de nós.

*Presidente do Sindicato da Indústria do Material Plástico de Santa Catarina (Simpesc)


 

PRESIDENTE DA ABIEF PARTICIPA DA ABERTURA DA FISPAL BAHIA   

O Presidente da ABIEF, Sr. Alfredo Schmitt, participou da cerimônia de abertura da Fispal Bahia que aconteceu dia 27, em Salvador. A feira acontece até 30 de outubro das 16:00 às 22:00 horas.

outubro, 2009

Presidente da ABIEF participa da abertura da Fispal Bahia





O Presidente da ABIEF (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis), empresário Alfredo Schmitt, participou da cerimônia de abertura da Fispal Bahia que aconteceu dia 27, em Salvador. A feira acontece até 30 de outubro das 16:00 às 22:00 horas.

Segundo Schmitt, o apoio da ABIEF a feiras regionais como a Fispal Bahia está alinhado a estratégia de atuação nacional da entidade e a necessidade de disseminar o potencial da indústria brasileira de embalagens plásticas flexíveis e promover os produtos de seus associados. “Tanto que promoveremos um jantar de confraternização com associados, locais e expositores, e com potenciais associados, no primeiro dia de evento”, confirma.

A ABIEF participará da Fispal Bahia com um estande institucional apoiado pelas seguintes empresas associadas: Embaquim, Plásticos Marau, PP Print, Segplast e Sol Nordeste.

Sobre a ABIEF
A ABIEF (Associação Brasileira das Indústrias de Embalagens Plásticas Flexíveis) existe há 31 anos com o objetivo de fomentar o mercado nacional de embalagens plásticas flexíveis. A Associação também tem incorporada às suas atividades o fomento à exportação e a preservação ambiental a partir do Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas. A entidade reúne 170 empresas de todo o Brasil fabricantes de filmes monocama, coextrusados e laminados; filmes de PVC e de BOPP; sacos e sacolas; sacaria industrial; filmes shrink e stretch; rótulos e etiquetas; stand-up pouches; embalagens especiais.

Serviço
Fispal Bahia 2009 - Feira Internacional de Produtos, Embalagens, Equipamentos, Acessórios e Serviços para Alimentação
Data: 27 a 30 de outubro
Horário: das 16h às 22h
Local: Centro de Convenções da Bahia - Av. Simon Bolivar s/nº. – Salvador


 

FIEMS REÚNE SETOR PLÁSTICO PARA DISCUTIR PROJETO DE LEI   

A FIEMS se reuniu com representantes do segmento de plástico de Mato Grosso do Sul, além de autoridades políticas para oportunizar o debate sobre o projeto de lei, que dispõe sobre a proibição do fornecimento gratuito de sacolas plásticas.

outubro, 2009

Fiems reúne setor plástico para discutir projeto de lei que trata da distribuição das sacolas

FIEMS - WEB - 23/10/09

A Fiems reuniu, na tarde desta quinta-feira (22/10), empresários e representantes do segmento de plástico de Mato Grosso do Sul, além de autoridades políticas para oportunizar o debate sobre o projeto de lei, de autoria do deputado Paulo Duarte, que dispõe sobre a proibição do fornecimento gratuito de sacolas plásticas pelos estabelecimentos comerciais do Estado.
Na abertura do encontro, o presidente da Fiems, Sérgio Longen, ressaltou que a intenção é colaborar na criação de leis que vão interferir diretamente no setor produtivo. “O projeto que dispões sobre a proibição da distribuição de sacolas plásticas impacta diretamente no setor produtivo, por isso nossa preocupação em promover debates sobre o assunto para que possamos equacionar de forma racional o desenvolvimento industrial com o desenvolvimento sustentável”, ponderou.
Longen acrescentou que é uma preocupação garantir a sobrevivência das empresas em mercados cada vez mais competitivos e mais regulados por critérios não financeiros. "Isso não é mais passível de ocorrer se nossas indústrias não tiverem estampadas a reputação de empresas éticas, transparentes, socialmente responsáveis e sustentáveis”, afirmou.
Presente ao encontro, o autor do Projeto de Lei nº 195, de 2009, deputado Paulo Duarte (PT) ressaltou que a preocupação com a preservação do meio ambiente por causa do uso excessivo e a destinação das sacolas plásticas foi o indutor para a formulação da matéria. “O projeto prevê o consumo consciente das sacolas de plástico e por isso a cobrança seria uma das maneiras de provocar essa mudança de comportamento”, justificou, acrescentando que se aprovada, a matéria estabelece prazo de três anos para ser executada na prática.
O projeto de lei deve ser encaminhado para a CCJR (Comissão de Constituição Justiça e Redação) da Assembléia Legislativa na próxima semana para só após análise ser levado a plenário para votação. O diretor superintendente do Instituto Nacional do Plástico, Paulo Dacolina, expôs aos presentes estudos realizados que resultaram no Programa de Qualidade, Consumo Responsável e Campanha Educacional Ambiental.
“A indústria do Plástico está comprometida com o meio ambiente e entende que a melhoria do produto colabora para a qualidade de vida, porque evita o uso em duplicidade, reduz a quantidade utilizada porque suporta mais volumes e garante maior uso das sacolas plásticas, seguindo uma das premissas básicas do processo ambiental, que é o reuso”, explicou Paulo Dacolina.
Ele entregou ao parlamentar pesquisas encomendadas pelo INP ao Ibope que comprovam que as sacolas plásticas consumidas no país são muito frágeis por isso acontece à utilização em excesso e o desperdício. O diretor ressaltou que a solução para questão das sacolas plásticas está nos 3Rs. “A responsabilidade da indústria do plástico está nos 3R’s, Reduzir, Reusar e Reciclar, que são princípios básicos e mundialmente reconhecidos como procedimentos necessários para a preservação do meio ambiente”, afirmou.
O diretor ainda sugeriu que o autor do projeto acrescente ao texto da matéria a Norma Técnica 14937 da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), como requisito mínimo das sacolas que segundo ele devem continuar sendo oferecidas gratuitamente. “A norma técnica garante a fabricação de sacolas três vezes mais resistentes com um custo de 20% a mais, mas como a sacola é de melhor qualidade a economia na distribuição é de 30%, fazendo com que o seu uso se torne em lucro de 10%”, disse.
Ele finalizou acrescentando que hoje no país, pelo menos quatro grandes redes de supermercados utilizem sacolas fabricadas dentro da norma técnica, entre eles o Pão de açúcar, além de, uma centena de outras pequenas redes. “É um tiro no pé cobrar a distribuição da sacolinha o importante em vez de cobrar é educar a gastar com consciência”, resumiu.
Durante o encontro foram colocadas diversas questões favoráveis e contrárias que expressam a opinião dos vários setores do segmento. O presidente da Fiems acrescentou que por meio do Coema (Conselho Temático Permanente de Meio Ambiente), do Cores (Conselho Temático de Responsabilidade Social) e do Sindiplast/MS (Sindicato das Indústrias de Plásticos e Petroquímicos), o Sistema Indústria, após o debate, pretende agora formular sugestões para serem acrescentadas ao projeto de lei.
Participando do encontro o presidente do Sindiplast/MS, Silvio Roberto Padovani, disse que o debate é pertinente e muito importante para o setor. “A indústria plástica acredita na sustentabilidade do plástico com a utilidade, descarte e reciclagem, preservando assim os empregos gerados pelo segmento com condições adequadas de consumo do conteúdo que a sacola transporta e ainda preservando o meio ambiente”, disse acrescentando que o Estado tem hoje cerca de 30 empresas que geram 2 mil empregos diretos.
A secretária do Estado de Desenvolvimento Agrário, da Produção, da Indústria, do Comércio e do Turismo, Tereza Cristina Correa da Costa Dias, destacou que o debate é oportuno e ressaltou que acredita que o parlamentar autor do projeto e o setor produtivo encontrarão o melhor conteúdo para que o projeto seja apreciado na Casa de Leis. “As sacolinhas plásticas não vão acabar e por isso precisamos de campanhas educacionais para a utilização racional. Esse é um projeto arrojado e o meio ambiente precisa disso, mas precisamos encontrar um bom caminho para não cobrar pelas sacolinhas, que no meu entender não é a solução”, ponderou.

 

SIMPEP AFIRMA QUE EXTINÇÃO DO PLÁSTICO É UTOPIA   

Segundo o Simpep – Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado do Paraná - o plástico é utilizado por quase todos os setores da economia, responsável por garantir a qualidade de vida da sociedade moderna.

outubro, 2009

SIMPEP afirma que extinção do plástico é utopia

Portal Fator Brasil - RJ - Petroquímica - 23/10/2009

Segundo o Simpep – Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado do Paraná - o plástico é utilizado por quase todos os setores da economia, responsável por garantir a qualidade de vida da sociedade moderna. O presidente do sindicato, Dirceu Galléas, salienta que em pleno século XXI seria uma utopia uma vida sem plástico e seus beneficios, uma vez que a população busca através de tecnologias mais comodidade, higiene e praticidade.

O material faz parte de 75% de todos os produtos importantes para a humanidade, como instrumentos cirúrgicos, automóveis, eletroeletrônicos, aviões e utensílios de higiene e limpeza doméstica e pessoal, além de embalar produtos alimentícios.

Para Galléas, ao invés de focar na extinção do plástico devem ser realizadas campanhas de conscientização e educação ambiental da população quanto à correta destinação do produto, que além de trazer qualidade de vida às pessoas, pode se tornar uma grande fonte energética alternativa com resíduo zero. “Basta vontade política em investir para tornar os materiais que acabam não sendo reciclados pela população e terminam nos aterros sanitários em energia elétrica e fonte de calor através de reatores com tecnologias já existentes, disponíveis no mundo e no Brasil”, diz.

O presidente sugere alternativas de campanhas adequadas de conscientização: “Incentivos para a reciclagem, coleta seletiva, e educação ambiental são as melhores formas de promovermos o consumo sustentável”.

As empresas de reciclagem paranaenses contam com tecnologia avançada e recuperam maior tonelagem do que produzem e, para abastecer a necessidade da indústria de reciclagem, têm que importar aparas de outros estados para serem transformadas novamente em matérias primas de excelente qualidade que voltam para o mercado. Esta prática é uma aliada da natureza, mas infelizmente a falta de incentivos fiscais e o alto custo dos impostos aplicados nos materiais recuperados (que já foram cobrados em sua primeira industrialização) inibem o crescimento deste tipo de indústria devido ao alto valor de investimento em equipamentos.

Imposto verde na esfera Estadual, Federal e Municipal seria um grande passo para que num curto prazo ocorresse um aumento substancial na reciclagem e no uso deste material, abrindo caminho para exportação de produtos acabados com o Selo Verde. “Com impostos menores ou zerados para este fim, a economia gerada serviria para um aumento do valor agregado nas aparas e, consequentemente, abriria um novo nicho de mercado com mais empregos e criações de cooperativas, a exemplo do que acontece com o alumínio, onde o Brasil recicla 100% de tudo que é produzido pela indústria, sendo um exemplo para o mundo”, afirma o presidente.

O plástico é um material 100% reciclável e pode ser reutilizado em materiais de suma importância ao homem, substitui o papel, a madeira e outros, evitando desmatamentos e auxiliando no não aquecimento global. “O plástico não tem pernas e nem se locomove sozinho, mas o homem sim, sendo o principal responsável pela destinação correta dos resíduos gerados em suas casas e empresas”, completa Galléas.

O Paraná conta com mais de 200 empresas de reciclagem de resinas termoplásticas, que juntas reciclam 100 mil toneladas de plástico e geram três mil empregos diretos e mais de 10 mil indiretos.

 

PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS TAMBÉM PODEM TER MARCAS SUSTENTÁVEIS   

Esta análise foi feita pela consultora de Branding, Giselle Tromboni, no Café da Manhã de outubro da ABIEF, realizado em sua sede em São Paulo, com o patrocínio da Braskem e da agência Packing.

outubro, 2009

Pequenas e médias empresas também podem ter marcas sustentáveis

Por Liliam Benzi

Definitivamente não é o tamanho de uma empresa que determina o seu comprometimento com a sustentabilidade, mas sim a adequação de seu portfólio de produtos e processos às questões sociais, econômicas e ambientais. Assim, a construção de uma marca sustentável passa, necessariamente, pela integração das estratégias de negócio, branding e sustentabilidade. Em outras palavras, é preciso levar o discurso para a prática com gestão de risco e criação de valor compartilhado.
Esta análise foi feita pela consultora de Branding, Giselle Tromboni, no Café da Manhã de outubro da ABIEF, realizado em sua sede em São Paulo, com o patrocínio da Braskem e da agência Packing. A consultora explica que hoje a sustentabilidade é praticada a partir de ações esparsas e desvinculadas da estratégia de negócio. “O importante é enxergar a sustentabilidade como um diferencial competitivo e, para tal, é preciso engajá-la na estrutura da corporação.”
E esta já é uma demanda do consumidor final. Segundo Giselle, o novo consumidor cobra das empresas posturas mais responsáveis nos três níveis – social, econômico e ambiental; “e por sua conectividade com o resto do mundo, suas decisões também são baseadas – e influenciam – as decisões dos outros consumidores”. Ela defende que hoje indivíduos em rede avalizam a reputação das marcas e produtos e, consequentemente, julgam as empresas. Uma pesquisa realizada em 2008 pelo Instituto Akatu mostrou que 80% dos consumidores entrevistados tinham interesse em saber qual a responsabilidade social das empresas; este número só tende a aumentar.
E a influência não para por ai. Grandes empresas, especialmente fabricantes de bens de consumo e redes de varejo, já elegeram a sustentabilidade como um dos critérios para a escolha de seus fornecedores, inclusive de embalagem. “Até porque esta não é uma preocupação em vão. Ela está ligada à sobrevivência do homem na Terra e seus efeitos práticos.” Hoje os EUA gastam US$ 400 bilhões com problemas gerados pelas mudanças climáticas; a humanidade consome recursos naturais a uma velocidade 25% maior que a capacidade da natureza de repô-los; em 2008 os 6,7 bilhões de habitantes da Terra geraram 30 bilhões de toneladas de lixo (a população mundial em 2050 deverá ser de 9,2 bilhões de pessoas); e apenas 25% da população mundial consomem 60% dos alimentos produzidos no mundo.
A pergunta, portanto, é como fazer para que ações isoladas se tornem uma estratégia de sustentabilidade. A sugestão de Giselle é que a sustentabilidade seja efetivamente integrada ao negócio por meio de uma estratégia. “O que não funciona apenas nas grandes empresas. Basta que a estratégia seja adequada ao tamanho de cada empresa.” Como benefícios de uma marca sustentável, a consultora cita maior lealdade à marca; maior elasticidade de preços; maior capacidade de inovação; maior capacidade de atrair investimentos, talentos e fornecedores; e maior atratividade da própria marca.
“É preciso ainda estar atento à diferença entre “ser sustentável” e “ser verde””, alerta. Ou seja, evitar ao máximo o “greenwash” (lavagem verde) que é um discurso sem estofo, uma maquiagem. Diferentemente de práticas realmente sustentáveis que garantem subsídios palpáveis para uma comunicação eficiente. Giselle defende que, de uma forma ou de outra, todas as empresas estão construindo sua história de sustentabilidade; “a questão é que tudo ainda é muito novo”.

 

POSICIONAMENTO DA PLASTIVIDA SOBRE O DIA SEM SACOLA   

A Plastivida chama a sociedade para a reflexão sobre o papel de cada cidadão na preservação ambiental, quando estamos próximos ao dia 15 de outubro, data escolhida pelo MMA para promover o “Um Dia Sem Sacolas Plásticas”.

outubro, 2009

Posicionamento da PLASTIVIDA sobre o Dia Sem Sacola

Tratamento de Água - SP - Home - 14/10/2009

A entidade acredita que o uso responsável é a melhor solução para as sacolas plásticas.


A Plastivida Instituto Sócio Ambiental dos Plásticos chama a sociedade para a reflexão sobre o papel de cada cidadão na preservação ambiental, quando estamos próximos ao dia 15 de outubro, data escolhida pelo Ministério do Meio Ambiente para promover o “Um Dia Sem Sacolas Plásticas”. A Plastivida tem atuado em todo Brasil, nas diversas esferas da sociedade – poder público, formadores de opinião, imprensa, empresariado, varejo, população em geral – no sentido de promover a educação ambiental e as práticas saudáveis para o meio ambiente, como o uso consciente de sacolas plásticas sem desperdício, coleta seletiva, reciclagem mecânica e energética.

Muita gente não percebe, mas os plásticos participam direta e indiretamente de nossas vidas, desde a hora em que acordamos até irmos para cama. Características como versatilidade, maleabilidade, higiene (sobretudo nas aplicações na medicina, como bolsas de sangue, soro, seringas descartáveis, etc), economia (preservação de alimentos e água), durabilidade e excelente custo-benefício, além de serem 100% recicláveis, tornam os plásticos insubstituíveis na vida cotidiana.

No caso das sacolas, isso não é diferente. A Plastivida analisou a questão das sacolas plásticas, através de pesquisa Ibope (2009), para verificar a importância das sacolas no cotidiano das pessoas. O resultado mostrou que 100% das mulheres das classes B, C e D, responsáveis pelas compras de seus domicílios, reutilizam as sacolas plásticas após as compras. Mostrou também que 73% das entrevistadas utilizam as sacolas para acondicionar o lixo doméstico, 69% consideram as sacolas a embalagem ideal para carregar suas compras e 75% dizem que é função do varejo fornecer as sacolas.

Uma vez que a sacola plástica representa comodidade e economia para a dona de casa, a Plastivida acredita que o consumo responsável é a melhor opção para que este tipo de embalagem possa continuar a ser usado.

Pensando assim, a entidade desenvolveu, juntamente com o Instituto Nacional do Plástico (INP) e a Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis (Abief), o Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas. O programa incentiva o uso de sacolas fabricadas dentro da Norma Técnica ABNT 14.937 – o que significa sacolas mais resistentes. Com isso, o consumidor não precisa usar as sacolas pela metade de sua capacidade ou mesmo uma dentro da outra. Consegue reduzir o número de sacolas que usa e ainda garante a integridade de suas compras.


A ação é um esforço conjunto que inclui o varejo, através da parceria com a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) e das entidades supermercadistas estaduais. Com isso, as redes que aderiram ao programa já contabilizam marcas importantes de redução (somente o Pão de Açúcar obteve 35% de redução nos primeiros meses da ação). O Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas já está em São Paulo, Bahia, Rio Grande do Sul e, ainda este mês chegará em Goiás e no Distrito Federal.

A Plastivida acredita que preservação ambiental é um processo intimamente ligado a ações responsáveis. Não há magia. O uso e o descarte responsáveis – passando antes pelo reuso dos plásticos - é o único caminho para que se possa manter a comodidade que o produto oferece e reduzir o impacto ambiental. E é somente pela educação que a sociedade vai conseguir perceber falsas promessas do chamado “ecomarketing”.

É o caso das sacolas oxi-biodegradáveis, um plástico que se diz biodegradável, mas que é, na verdade, um engodo ambiental já que somente se esfarela – e não se biodegrada – tornando-se um pó plástico, sem a menor possibilidade de ser coletado e contaminando rios, lençóis freáticos e solos.

A Plastivida tem percorrido o Brasil para disseminar informações sobre a reciclagem mecânica e energética, a importância do conceito dos 3R’s – Reduzir, Reutilizar e Reciclar, a reciclabilidade de cada tipo de plástico, a importância da coleta seletiva e da destinação correta do plástico pós-consumo. O Reduzir fala sobre o consumo responsável. Evitar o desperdício é fundamental para que os recursos não faltem. Para tanto basta o consumidor exigir sacolas dentro da Norma Técnica 14.937, o que equivale dizer, aguentam até 6 Kg.

Os plásticos foram feitos para durar – e que bom! Assim eles podem ser Reutilizados – o segundo R – diversas vezes. É o que a população faz com as sacolinhas plásticas. E é também o caso das ecobags - bolsas retornáveis para compras. Quando feitas de plástico, tornam-se mais fáceis de serem limpas, sem a utilização excessiva de água, evitam contaminações de resíduos das compras, são impermeáveis, além de oferecerem diversas possibilidades de design e impressão.

E quando reutilizar não é mais possível, entra o terceiro R – o de Reciclar. Os plásticos são 100% recicláveis e a indústria da reciclagem no Brasil tem crescido ano a ano. Hoje, o País recicla 21% de sua produção de plásticos, enquanto a Alemanha (recordista em reciclagem no mundo) recicla 31% e a média da União Européia é de 12%. Ainda assim, é uma indústria que tende a crescer, com o incremento da coleta seletiva. Se a coleta no Brasil fosse mais efetiva, a indústria da reciclagem não atuaria como hoje, com 30% de sua capacidade ociosa por falta de material a ser reciclado.

A reciclagem energética - O Brasil já dispõe da tecnologia para o tratamento térmico de lixo, que já é adotado nos Estados Unidos, China, Japão, Itália, França e Suíça, entre outros. A tecnologia transforma lixo urbano em energia elétrica e térmica usando como combustível todo tipo de plástico não destinado à reciclagem mecânica.

Trata-se de um processo limpo, sem emissão de gases ao ambiente e sem resíduos. O processo permitiu à Alemanha, por exemplo, abolir os aterros sanitários. Atualmente, cerca de 150 milhões de toneladas/ano de lixo urbano são destinadas a mais de 750 usinas de geração de energia elétrica ou térmica espalhadas por todo o mundo, todas perfeitamente adequadas às mais rígidas normas ambientais. Só o Japão possui 190 unidades.

A questão do resíduo sólido urbano como um todo – e as sacolas estão inclusas - é complexa e exige não só a educação e o comprometimento da população, mas também ações concretas de governantes no sentido de dar uma destinação adequada aos resíduos sólidos, para que todo o esforço anterior não se perca. A Plastivida acredita que, com o envolvimento de todos, os resultados obtido podem ser mais eficientes.


Visite o site da Plastivida: www.plastivida.org.br
Acompanhe as dicas de reciclagem dos plásticos no Twitter: http://twitter.com/recicleideias



 

AVANÇA NO PAÍS PROGRAMA QUE PREVÊ O USO CONSCIENTE SACOLAS PLÁSTICAS   

A partir de hoje, o Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas, uma iniciativa das entidades do setor, como o (INP), a (Plastivida) e a (ABIEF), chega a mais duas cidades brasileiras.

outubro, 2009

Programa que prevêo uso consicente das sacolas plásticas avança no País

Boletim Eletrônico do Plástico do INP - 14/10/2009

A partir de hoje, o Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas, uma iniciativa das entidades do setor, como o Instituto Nacional do Plástico (INP), o Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos (Plastivida) e a Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis (ABIEF), chega a mais duas cidades brasileiras.

Até o dia 7 de novembro, 23 novas lojas devem aderir ao projeto-piloto: 13 em Brasília (7 do Carrefour, 3 do Caíque e 3 do Pão de Açúcar) e outras 10 em Goiânia (2 do Pró Brazilian, 1 do Leve, 4 da Redesorte, 1 do Tático e mais 2 do Pão de Açúcar).

Para reforçar a proposta de conscientização da iniciativa, o projeto oferece treinamento aos funcionários que trabalham nas frentes de caixa dos supermercados participantes e ainda capacita promotores para serem espalhados nos locais. A ideia é que eles apresentem o Programa aos clientes.

Mais do que reduzir o consumo de sacolas plásticas em até 30%, a iniciativa tem o objetivo de mostrar à população como o uso consciente desse produto é capaz de trazer benefícios para todos.

 

PROGRAMA INCENTIVA CONSUMO RESPONSÁVEL   

Será amanhã, às 11 horas, o lançamento do Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas em Goiás. A iniciativa temo objetivo de implantar o consumo consciente de sacolas plásticas no Estado.

outubro, 2009

Programa incentiva consumo responsável

O Popular - GO - Economia - 14/10/2009

Será amanhã, às 11 horas, o lançamento do Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas em Goiás. A iniciativa temo objetivo de implantar o consumo consciente de sacolas plásticas no Estado, por meio da melhoria da qualidade dessas embalagens e da educação do consumidor em saber usar de forma a não desperdiçar o produto e não descartá-lo inadequadamente.

O programa tem obtido resultados na redução do desperdício de sacolas plásticas, nos locais em que já foi implantado (São Paulo, Bahia e Rio Grande do Sul).O lançamento será realizado no Blue Tree Tower, às Rua 22, nº122, Setor Oeste.

Fora do padrão
Em Goiás, o Ministério Público Federal também está preocupado com a qualidade das sacolas plásticas utilizadas pelos supermercados e já realizou várias reuniões com supermercadistas e representantes do comércio para incentivar o uso de retornáveis.

Em maio deste ano, testes comprovaram que 70% de 20 amostras de sacolas plásticas utilizadas por grandes redes de supermercados de Goiânia estavam fora do padrão determinado pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Os testes foram encomendados pelo Ministério Público Federal (MPF) e realizados no Centro de Tecnologia de Embalagens, laboratório ligado à Secretaria de Agricultura de São Paulo, a pedido do Instituto Nacional do Plástico (INP). O resultado foi divulgado em maio deste ano.

As amostras passaram por testes para verificar sua resistência ao peso das mercadorias. Uma sacola plástica considerada padrão de supermercado tem dimensão de 40 por 50 centímetros e deve resistir a seis quilos de peso.

 

PACKEXPO LAS VEGAS EM TEMPO REAL 2ª. EDIÇÃO   

Recuperação também depende da integração da cadeia. Os três dias da Pack Expo pontuaram um cenário otimista para 2010.

outubro, 2009


PACKEXPO LAS VEGAS 2009

EM TEMPO REAL

SEGUNDA EDIÇÃO

Recuperação também depende da integração da cadeia

Os três dias da Pack Expo pontuaram um cenário otimista para 2010. Como sentenciou o CEO do PMMI, Charles Yuska, “se conseguirmos expandir o foco dos negócios e trabalhar o conceito de cadeia produtiva teremos mais chances de ter um bom ano”.

De fato, o PMMI deu dois passos importantes para plantar esta semente da integração em 2009, oficializados no show em Vegas. A partir de uma mudança estatutária, o Instituto pode hoje ter como associados fabricantes de máquinas de processamento e não apenas de embalagem. Os mesmo também poderão participar da Pack Expo International, agendada para 31 de outubro a 3 de novembro de 2010 em Chicago.

Mas o interessante é perceber que este conceito de integração já está em prática na feira. Algumas empresas tiveram uma participação cooperada do tipo fabricante de máquina mais fabricante de matéria-prima. Uma recurso interessante para todos ao otimizar custos e potencializar os esforços para oferecer uma solução completa de embalagem para o mercado.

Neste sentido, um aparte: o Brasil está mais avançado. A ABIEF, por exemplo, trabalha este conceito de integração da cadeia há algum tempo. Mas voltando aos EUA, de fato este approach mostrado na feira veio bem a calhar. O FDA (Food & Drug Administration), agência governamental que controla alimentos, medicamentos e suas respectivas embalagens, inclusive as importadas, passa por um processo de renovação administrativa que, conforme anunciado na feira, terá impactos significativos nos fabricantes de embalagem em geral.

Em sua apresentação, o advogado da área Eric Greenberg, mostrou que haverá uma fiscalização mais acirrada já em 2010. Também está sendo discutida uma nova lei focada em segurança alimentar e que afetará diretamente nossa indústria. Os fornecedores de embalagem para exportação devem estar atentos já que, por esta lei, a própria FDA poderá solicitar um recall de qualquer alimento ou medicamento!

Outro ponto no qual a FDA agirá mais pesadamente diz respeito ao conteúdo dos rótulos. Especificamente em relação às embalagens plásticas, a agência prevê um controle extremamente rígido sobre os itens produzidas a partir de nanotecnologia. As empresas terão que provar que as partículas nano não oferecem qualquer tipo de risco para o consumidor. Um desafio e tanto.

Mas enfim, se podemos extrair uma lição desta feira é: cada vez mais é importante trabalhar dentro do conceito de integração da cadeia produtiva. Só assim um determinado segmento ganhará corpo e força para enfrentar as adversidades econômicas e os desafios relacionados às mudanças de hábito de consumo que ainda estão por vir.

Lançar mão de tecnologias diferenciadas também é parte estratégica neste processo. Por isso, selecionamos mais algumas apresentadas nesta edição da feira. Bons negócios!

Liliam Benzi, de Las Vegas.



Leveza sustentável

Esta é a promessa da Clear Lam ao apresentar a nova linha de embalagens Earth Clear Prima Pack, um combinação de pouch com tampa plástica rígida abre-fecha. Produzida a partir de uma única bobina de filme, a nova embalagem é ideal para produtos líquidos ou secos, em pó ou granulados, como nozes, café, condimentos, cereais, etc. Enquanto um pote rígido com capacidade para 16 onças pesa 400 gramas, uma embalagem EarthClear com a mesma capacidade pesa 30 gramas. (www.clearlam.com)


Novo pouch “tigela”

Novamente a Ampac saiu à frente e apresentou na feira o inovador stand up pouch (SUP) FlexiBowl™ que alia uma tecnologia de rasgo linear do filme e pegas que tornam a embalagem perfeita para a indústria de alimentos prontos para o consumo. O novo SUP permite que o alimento seja aquecido e consumido na própria embalagem, embora ele também funcione bem para alimentos secos e molhados como cereais, iogurtes e snacks em geral. O pouch possui ainda uma selagem especial que cria a área de grip para o consumidor segurar enquanto abre a embalagem por sua parte inferior. Dependendo da aplicação a embalagem flexível pode pesar 95% menos que os containers rígidos e ocupar menos que 10% o espaço ocupado por essas embalagens. (www.ampaconline.com)



Zíper amigo do meio ambiente

A partir de um clip menor, a Zip-Pak apresentou uma solução ambientalmente mais positiva para os usuários do sistema zíper para refechamento de stand up pouches. A principal vantagem do sistema é a utilização de menos matéria-prima em sua produção e a consequente redução de custos. De modo geral, este zíper reduz a pegada de carbono da embalagem. Esta característica, contudo, não prejudica o principal apelo do zíper: a embalagem continua oferecendo extrema conveniência e praticidade para o consumidor final. (www.zippak.com)


Embaladora portátil

A portabilidade e flexibildiade dos equipamentos foi outra característica reforçada na PackExpo. A Wulftec International, por exemplo, lançou uma embaladora para filme stretch automática e portátil. O mercado alvo é o de pequenos usuários: a capacidade produtiva é de 55 cargas por hora e a capacidade da carga é de 5.000 pounds. A manutenção simples e o custo reduzido são outros diferenciais. (www.wulftec.com)


Economia de energia

É o que promete a UVA Packaging com a máquina form-fill-seal vertical UVA Buttler. Seu projeto possibilita uma redução de até 20% no consumo de energia. Ela também é a primeira máquina do gênero a operar com 60 PSI de pressão o que resulta em uma redução de 45% no consumo de ar e energia. Em outras palavras ela também está no rol dos equipamentos que reduz a pegada de carbono. (www.pmb-uvainc.com)


Conveniência na alça lateral

O sistema EZ-Pak lançado pela MRI Flexible Packaging reinventa os rótulos sleeve usados para unitização de garrafas, por exemplo, ao projetar uma alça na lateral do rótulo. Além da fácil aplicação, a empresa aponta como vantagens, em relação aos sistemas shrink convencionais, a não necessidade do túnel de encolhimento e um custo 50% inferior. (www.mriflex.com)


Redação e edição:
Liliam Benzi – Mtb 19.352
contato: ldbcom@uol.com.br

 

Todo mundo reutiliza sacolinhas plásticas diz pesquisa Ibope   

Pesquisa Ibope, realizada com mulheres das classes B, C e D, responsáveis pelas compras de seus domicílios, revela que 100% delas reutilizam as sacolas plásticas após as compras.

outubro, 2009

Todo mundo reutiliza sacolinhas plásticas diz pesquisa Ibope

Dourados News - MS - Personalidades - 09/10/2009

Pesquisa Ibope, realizada com mulheres das classes B, C e D, responsáveis pelas compras de seus domicílios, revela que 100% delas reutilizam as sacolas plásticas após as compras. A pesquisa mostra que 73% das entrevistadas utilizam as sacolas para acondicionar o lixo doméstico, 69% consideram as sacolas a embalagem ideal para carregar suas compras e 75% dizem que é função do varejo fornecer as sacolas. A pesquisa foi encomendada pela Plastivida Instituto Sócio Ambiental dos Plásticos, com o intuito de promover o consumo responsável de sacolas plásticas.

A pesquisa apontou as formas mais lembradas pelas entrevistadas para a reutilização das sacolas plásticas. Entre elas, guardar alimentos, guardar roupas, calçados e documentos, acondicionar o lixo da cozinha ou o do banheiro, recolher fezes de animais, entre outras. No site www.sacolinhasplasticas.com.br, a Plastivida dá mais dicas de reutilização de sacolas plásticas.

Apesar das campanhas e aprovações de projetos de lei que obrigam a substituição de sacolas plásticas por sacolas biodegradáveis, a grande maioria das entrevistadas revelou alto grau de desconhecimento em relação ao significado da palavra “biodegradável”. A pesquisa mostra que 65% não sabem o que significa o termo e 5% relataram sentidos equivocados (“que emite gases tóxicos” ou “que demora para se decompor”, por exemplo).

O desconhecimento foi ainda maior quando indagadas sobre a principal diferença entre uma sacola biodegradável e uma degradável. A grande maioria (84%) respondeu que não sabia e 2% deram respostas incorretas (“biodegradável não agride o meio ambiente e o degradável agride” ou “degradável se decompõe mais rápido e o biodegradável demora”, por exemplo).

Das entrevistadas, 60% afirmam acreditar que o uso de sacola biodegradável contribuirá para o aumento de lixo na cidade, ou seja, fazem associação das sacolas biodegradáveis com maior acúmulo de resíduos. E 64% acreditam que essas embalagens não poderiam acondicionar produtos congelados, gelados e úmidos, frutas ou legumes.

Enquanto desconhecem o sentido do conceito de “biodegradável”, as entrevistadas mostram preocupação com ações ambientalmente sustentáveis e 82% apontam que a sacola biodegradável deve ser depositada somente em coleta seletiva de lixo. Apenas 12% disseram que ela “desaparece” após ser descartada na natureza.

A conclusão da Plastivida é de que a sociedade vê valor (custo-benefício) nas sacolas plásticas e, ao mesmo tempo, se preocupa com ações responsáveis. Com isso em vista, a entidade tem trabalhado para promover a melhor qualidade das sacolas oferecidas pelo varejo, assim como seu uso consciente, a redução do desperdício, o reaproveitamento e sua reciclagem depois de sua vida útil.

 

PACKEXPO LAS VEGAS 2009 EM TEMPO REAL - 1a. EDIÇÃO   

A ordem do dia nesta Feira é agregar valor a tudo; fazer com que marca, produto, embalagem e máquinas tenham um valor claramente perceptível

outubro, 2009


PACKEXPO LAS VEGAS 2009

EM TEMPO REAL

PRIMEIRA EDIÇÃO


EUA fazem crer que a crise está passando...

Os efeitos da crise econômica nos EUA podem ser resumidos em dois posicionamentos bastante explorados neste primeiro dia da PackExpo, em Las Vegas: a maioria dos 1.200 expositores ofertam máquinas com descontos polpudos – valendo-se até de placas para anunciá-las – e os visitantes (20 mil pré registrados até o início do show) buscam inovações que reduzam custos e aumentem a produtividade.

A ordem do dia nesta feira, que atrai um público mais da costa Oeste dos EUA, é agregar valor a tudo; fazer com que marca, produto, embalagem e máquinas tenham um valor claramente perceptível e facilmente digerível.

De fato todos apostam em um novo modelo de relação indústria – fornecedor de máquinas e embalagem, alavancado pelas profundas mudanças na economia global e com a proposta de ser revolucionário. E todos delegam à marca a grande tarefa de expor essas mudanças e balizar a sobrevivência da indústria como um todo: se uma marca – e atenção: não apenas um produto ou sua embalagem – for bem sucedida, fatalmente a cadeia produtiva se sairá bem.

E os fabricantes norte-americanos de máquinas para processamento e embalagem não têm realmente outra saída. Precisam agir logo para não repetirem as quedas de 2008, ano no qual as vendas do setor ficaram 0,4% abaixo das previsões (o equivalente a US$ 24 milhões), totalizando cerca de US$ 5,9 bilhões. A queda nas vendas domésticas – 2,5% - foi o fator que mais pesou na performance desta indústria que crescia progressivamente nos últimos seis anos.

E já que a marca foi declarada rainha, a Pack Expo estreou nesta edição a “Brand Zone” (Zona da Marca) com a proposta de ajudar os donos das grandes marcas a maximizarem seu sucesso nas gôndolas, especialmente dos supermercados. O espaço privilegia tecnologias de 160 empresas que possam ajudar os profissionais dedicados à “inovação aberta” a lançarem produtos, revitalizarem marcas existentes e melhorarem seus padrões de sustentabilidade.

Basicamente encontramos materiais e embalagens com forte apelo visual, grande conveniência, maximização da vida de prateleira e funcionalidade. Também são ofertados recursos de negociação que ajudam a ganhar competitividade.

E como não poderia deixar de ser, a sustentabilidade coroa todas as novidades. E de uma forma mais realista: ao invés de defenderem os materiais degradáveis, por exemplo, grandes empresas mostram uma forte convicção de que a reciclagem e materiais reciclados são efetivamente as melhores alternativas. A utilização do PET pós consumo é amplamente alardeada e chancelada por cases de empresas de peso como Pepsi, Subway, ConAngra e Schering-Plough.

Por tudo isso a PackExpo Las Vegas 2009, uma versão reduzida mas bastante qualificada da grande feira de máquinas de embalagem que os brasileiros costumam acompanhar em Chicago, acaba sendo um bom local para garimpar novidades. Destacamos algumas delas a seguir.

Mas o mais importante é ter em mente que feiras como esta descortinam tendências e desvendam oportunidades que nem sempre o empresário consegue captar na estrutura de sua corporação por mais inovadora que seja. É como subir na mesa e enxergar o mundo sob uma outra perspectiva: a dos outros.

Como sempre digo, boa leitura e grandes inspirações. Até o próximo informativo!


Liliam Benzi, de Las Vegas.



Monitoramento eficiente e barato

O sistema de monitoramento de linha TritonHD está se consolidando no mercado norte-americano por suas múltiplas funções e por garantir um payback do investimento em, no máximo, 90 dias. Ele pode ser usado tanto em linhas de produção como em linhas de embalamento, ajudando a reduzir downtimes, garantir análises precisas e dar um gerenciamento extra aos controles. Trata-se de uma solução com melhor custo benefício quando comparada às câmaras de alta velocidade; o novo sistema gerencia 8 câmaras e múltiplos ângulos que garantem monitoramento em tempo real e gravação das informações da planta e de locais remotos. O sistema custa cerca de 20% do valor de uma câmara convencional.


Selagem I - produtos médicos

A Accu-Seal Corporation está lançando o Modelo 830 da seladora por impulso de calor com cabeçote de selagem remoto. O equipamento garante flexibilidade, aumento de produção, maximização de espaço e total controle do processo. A cabine separada de controle, o cabeçote de selagem e a tela sensível ao toque (touch screen) possibilitam customizar cada componente do sistema de forma a maximizar um processo específico de selagem. O cabeçote opera nas posições vertical, horizontal e angular. Por sua repetibilidade e confiabilidade, o equipamento é indicado para a indústria médica. O corte a laser e a cabine de aço inoxidável garantem um ambiente limpo, não corrosivo à presença de fluidos de esterilização. (www.accu-seal.com)


Selagem II – segurança à prova

A nova seladora HDMP apresentada pela Accu-Seal foi projetada para garantir um controle de processo total, preciso e confiável. O equipamento é perfeito para materiais de difícil selagem e foi produzido dentro dos parâmetros ISO 11607. Uma senha protege o controle digital de todos os parâmetros de selagem, 5 modos de operação, 6 receitas de processo de selagem e alarmes auditivos e visuais. Seus dispositivos de segurança incluem botão de emergência, limite “coyote” de alta temperature interna e proteção à sobrecarga térmica. (www.accu-seal.com)


Gerenciamento de linha com redução de custos

A Adept Technology anunciou no primeiro dia da feira uma solução avançada em software de gerenciamento de linhas de embalagem, o ACE PackXpert™. A empresa também apresenta soluções específicas para a indústria de embalagens flexíveis que incluem o Adept Quattro s650H. O foco das duas tecnologias é aumento de produção a partir de soluções de fácil implantação e manutenção.

"Os fabricantes de embalagem estão sendo contantemente ameaçados pela mudança nos produtos o que leva à necessidade de aumentar o volume e contar com ferrramentas que reduzam o tempo, integrando as linhas de embalagem. Assim, o software por trás da automação deve ser mais intuitivo, completo, flexível e re-configurável," sentenciou Rush LaSelle, diretor global de vendas e marketing da empresa em encontro com a imprensa. Segundo ele, esta é a proposta do ACE PackXpert: integrar de forma inovadora o melhor da robótica com a esteira transportadora, rastreando dentro de uma plataforma de controle compacta.

O ACE PackXpert possui uma interface gráfica intuitiva e fácil de usar e um ambiente 3D para visualizar a operação do sistema. Com o software, os usuários podem coordenar facilmente os esforços de toda a linha de robôs trabalhando a partir de múltiplos controles. (www.adept.com)



Ampac I – sistema à prova de crianças

A Ampac Flexible, uma divisão da Ampac Packaging LLC, apresenta em primeira mão na feira o sistema Flexi-Free® Child Resistant, um filme barreira específico para produtos farmacêuticos e industriais e ideal para uma série de aplicações onde seja necessário evitar o acesso das crianças; mas a embalagem continua sendo fácil de ser aberta por idosos. O filme é produzido em uma linha padrão com 4 estruturas que garantem variedade de espessura e diferentes níveis de dificuldade para as crianças. As empresas podem escolher as propriedades exatas do filme, mantendo a facilidade no processamento e a performance do filme. O material também apresenta boa resistência a rasgo e a punctura; sua selagem é fácil e ele tem aprovação da FDA (Food & Drug Administration) para o contato com alimentos. (www.ampaconline.com)


Ampac II – laminação sustentável

Ainda na PackExpo, a Ampac apresentou o filme de polipropileno (PP) para laminação Flexi-Green™ projetado para ajudar as empresas de embalagem a atingirem suas metas de sustentabilidade sem comprometer as propriedades barreira do filme e o frescor do produto. Trata-se de uma estrutura laminada 100% de PP que utiliza tecnologia de laminação sem solvente, reduzindo em 80% o consumo de energia quando comparada à tecnologia convencional. O produto já foi classificado no scorecard do Walmart como energeticamente sustentável. O novo filme também é uma solução para a redução de peso em cerca de 40% em comparação a estruturas laminadas como poliéster-polietileno. (www.ampaconline.com)


Embaladora stretch otimizada

Esta é a proposta do lançamento da Arpac com a embaladora para filmes stretch da série PAC que opera sem a assistência de operadores. Ela foi projetada para altas produções – mais de 50 paletes por hora – e possui um sistema que pode ser configurado de acordo com o fluxo da operação. O novo sistema é totalmente automatizado e possui ainda um sistema único de corte automático do filme, um dispositivo que prende o filme evitando a formação de uma “cauda” durante o processo; capacidade de trabalhar com bobinas superiores a 30”; e construção toda em aço com um revestimento que aumenta a resistência a arranhões. (www.arpac.com)

Redação e edição:
Liliam Benzi – Mtb 19.352
contato: ldbcom@uol.com.br

 

Setor de transformação de plástico sobe em julho   

Os três segmentos componentes do setor de transformação de material plástico apresentaram resultado positivo em julho deste ano, na comparação com junho, segundo dados da Abiplast.

outubro, 2009

Setor de trasnformação de plástico sobe em julho

JB Online - RJ - Economia - 06/10/2009

SÃO PAULO, 6 de outubro de 2009 - Os três segmentos componentes do setor de transformação de material plástico apresentaram resultado positivo em julho deste ano, na comparação com junho, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast).
Segundo a pesquisa, em julho deste ano, a produção industrial do segmento de laminados plásticos cresceu 1,87%, na comparação com o mês anterior. Já na comparação com o mesmo mês de 2008, o grupo teve retração de 14,20%. No acumulado de janeiro a julho, a retração atingiu 17,15%.

"Os índices de produção de laminados seguem o padrão dos movimentos da indústria geral, o que não surpreende, dado que se trata de produto cujo a demanda depende, em grande medida, do desempenho do setor industrial", considera a Abiplast.

Para o segmento de embalagens plásticas, houve alta de 9,19% na produção de julho, ante junho. Na comparação com julho de 2008, a produção teve baixa de 4,53%. No primeiro semestre do ano, a retração totalizou 7%.

De acordo com a associação, "o setor de embalagens apresenta um comportamento mais estável, quando comparado com a indústria geral. Isto é, apesar de a produção do setor ser influenciada pelo desempenho do setor industrial, as oscilações são atenuadas, dada a amplitude de segmentos que o setor atende."

A produção do segmento de artefatos plásticos diversos aumentou 18,54% no sétimo mês do ano, na comparação com junho. Já contra o mesmo mês do ano anterior a produção teve baixa de 10,77%, e no acumulado do ano, a variação é de -18,01%.

Segundo a Abiplast, o setor tem movimentos muito similares ao da indústria em geral. "Mostrando que o segmento se beneficia em momentos de crescimento econômico, e, em contrapartida, é diretamente afetado em momentos de retração economia."

 

Braskem venderá à Johnson & Johnson plástico feito de cana   

A Braskem anunciou nesta segunda-feira, 5, um acordo com a Johnson & Johnson (J&J) para a venda do polietileno verde que será produzido pela petroquímica a partir do final de 2010.

outubro, 2009

Braskem venderá à Johnson & Johnson plástico feito de cana

O Povo Online - Colunas - 05/10/2009

Polietileno verde será utilizado para fabricar as embalagens do protetor solar Sundown no verão 2010/2011


A Braskem anunciou nesta segunda-feira, 5, um acordo com a Johnson & Johnson (J&J) para a venda do polietileno verde que será produzido pela petroquímica a partir do final de 2010. O produto, desenvolvido com cana-de-açúcar, será utilizado pela marca de protetores solares Sundown.

A Johnson & Johnson, segundo a Braskem, "terá exclusividade no mercado de proteção solar no Brasil e segue avaliando o uso do polietileno verde em outras linhas de produto e em outras regiões do mundo", destacou a petroquímica em nota. Os valores do acordo não foram divulgados.

A J&J se tornará a primeira marca de cosméticos do Brasil a iniciar o desenvolvimento de embalagens com polietileno verde. A Braskem também já firmou acordo para a venda do insumo com a japonesa Shiseido, também do ramo de cosméticos, mas que não opera no mercado doméstico.

Além das duas empresas, a Braskem oficializou negociações para vender o material ao grupo gaúcho Acinplas, controlador das empresas Suzuki, Koba, Plasa, Voti e Tashiro&Takata, à fabricante de brinquedos Estrela e à Toyota Tsusho, uma trading da companhia Toyota.

A previsão da Braskem e da Sundown é de que as primeiras embalagens desenvolvidas com o novo material sejam utilizadas na linha regular de protetores e bloqueadores e na linha de bronzeadores Sundown Gold no verão 2011/2012. "No que diz respeito a embalagens, possuímos diversos projetos de utilização de material reciclado pré e pós-consumo, mas realmente a utilização da resina verde é uma ação inédita da companhia em todo o mundo", afirmou em comunicado o gerente de grupo de Suncare da Johnson & Johnson, Marcelo Scatolini.

O polietileno verde será produzido pela Braskem no Rio Grande do Sul. A fábrica, cujos investimentos devem somar R$ 500 milhões, terá capacidade anual de 200 mil toneladas de eteno, que serão transformados em volume equivalente de polietilenos. O lançamento da pedra fundamental da unidade ocorreu em abril passado.

 

Assembléia Legislativa RS aprova Projeto de Lei em favor das sacolas   

A Assembleia Legislativa de Porto Alegre - RS aprovou ontem o projeto de lei 219/2008, do deputado Giovani Cherini (PDT), proibindo o uso de sacolas plásticas fora dos padrões estabelecidos pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

setembro, 2009

Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul aprova Projeto de Lei em favor das sacolas plásticas

Informe PLASTIVIDA - 01/10/2009

A Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul aprovou em 29 de setembro, às 18 horas, por 42 votos a favor e 3 contra, em Porto Alegre, o Projeto de Lei (PL) 219/08 de autoria do Deputado Giovani Cherini, que “proíbe a disponibilização de sacolas plásticas por supermercados e outras casas de comércio fora dos padrões estabelecidos pela Norma 14.937 da ABNT”.
A decisão é altamente disciplinadora, porque obrigará o varejo e a cadeia produtiva a colocar no mercado somente sacolas plásticas fabricadas dentro da Norma Técnica. Por serem mais resistentes, essas embalagens deverão levar a uma redução de seu consumo em torno de 30%.

Para se transformar em Lei, o PL deverá ser sancionado pela Governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius, no prazo máximo de 15 dias.

A Plastivida faz questão de cumprimentar o Deputado Cherini pela autoria desse PL que certamente trará benefícios imediatos e contribuirá para a conscientização ambiental de toda a população gaúcha.

 

Que filhos deixaremos para o planeta?   

Um dos aspectos que mais vem sendo usado como estímulo para atitudes sustentáveis é o apelo à responsabilidade pela herança que deixaremos para nossos filhos e netos.

setembro, 2009

Que filhos deixaremos para o planeta?

ENVOLVERDE - WEB - 29/09/09

Um dos aspectos que mais vem sendo usado como estímulo para atitudes sustentáveis é o apelo à responsabilidade pela herança que deixaremos para nossos filhos e netos.
Há um esforço concentrado para apagar a luz, economizar água, plantar árvores, deixar o carro na garagem, substituir o copo descartável, separar o lixo, dialogar com stakeholders, produzir relatórios de sustentabilidade, participar de eventos e debates sobre o tema, analisar as políticas públicas, acompanhar o cenário internacional, defender a Amazônia.
Para complicar mais ainda, há quem acredite que é preciso fazer tudo isso sem baixar os indicadores de consumo, mantendo o permanente aumento das necessidades produzidas pelo marketing em um mercado que precisa crescer sempre; que é impensável abalar o nível de desenvolvimento econômico desejado, a rentabilidade dos bancos e das empresas, o salário de todo mundo, o volume de carros produzidos, sejam poluidores ou não. Contribuímos para o aquecimento global com a destruição de florestas - coisa de país pobre. Mas também poluímos em função das atividades de produção - coisa de país rico.
Sem falar nas pequenas dificuldades do cotidiano pessoal. O que fazer com a banheira de hidromassagem, seus milhares de litros de água e espuma? E as sacolas de plástico que insistem em nos acompanhar na feira, no mercado, na loja, contendo um volume de compras que não cabe naquela sacolinha fashion, feita de material reciclado, que custou caro à beça, mas não resolve o problema de carregar as compras da família.
E o dia sem carro? Como sair de bicicleta em um dia de chuva, sem chegar ao trabalho em frangalhos, justo no dia de apresentar um importante projeto à diretoria? O carro combina com o status da posição na empresa, a bicicleta não. Fazer o que? Trocar de veículo, de emprego, de postura pessoal? Sem dúvida, reciclar é preciso. Mas já vi gente comprando latinhas extras no super mercado, só para ganhar a competição da reciclagem do lixo.
Desse jeito a conta não fecha. Então a gente compensa. Paga créditos para poluir com a consciência tranqüila, ou calcula o tamanho do estrago pessoal e planta árvores, enquanto seu lobo não vem. Mas a fábula não acabou, e o lobo vem vindo.
Talvez, o envolvimento com estes dilemas esteja nos ocupando tanto, que não resta tempo para percebermos o que vem ocorrendo com nossos filhos e netos. Que exemplos inspiradores praticamos no dia-a-dia da nossa convivência? Será que eles estão acompanhando o que de fato é relevante na atualidade? O que ensinamos a esta gente, para que conduzam novos trajetos de vida no curto prazo? Quem são os filhos que estamos deixando como herança para o planeta? O que precisamos mesmo é de uma profunda mudança de mentalidade, acompanhada de muita inteligência, competência e boa vontade. De onde virá isso?
com algumas poucas providências, que sem dúvida são relevantes, mas que nem de longe dão conta de atender aos desafios com os quais a humanidade está se defrontando. Em primeiro lugar, compreender que um modelo sustentável não se reduz às questões ambientais. Se é na mente das pessoas que se estruturam os modelos desestabilizantes da vida no planeta, então é da mente das pessoas que surgirão as soluções. Ou não. Tudo depende da forma como estas mentes estão se desenvolvendo.A onda da sustentabilidade corre o risco de se reduzir a modelos estereotipados. É preciso tomar cuidado
As soluções para as crises ambientais, econômicas, políticas, sociais passaram a depender de decisões de alcance global. Pela primeira vez na história, temos que nos entender como humanidade, como cidadãos planetários. A raiz dos desafios reside em encontrar parâmetros universais, harmonizar a diversidade, avaliar necessidades de forma equânime, viabilizar providências eficazes para nossos problemas globais. Esta pauta está presente em todas as áreas de atuação, exigindo novas formas de pensar e agir.
Porém, não dispomos destes métodos. Não sabemos bem o que fazer. Nesta circunstância, a primeira providência é admitir que o “não conhecido” é muito maior do que o “conhecido”.
Se não conhecemos as respostas para os desafios da atualidade, é preciso interromper o círculo vicioso, autoritário e pouco inteligente, em que exigimos das crianças e jovens que nos devolvam a resposta certa. Esta postura é mantenedora de modelos. Crescerão como adultos adaptados ao modelo vigente, com pouca capacidade criativa e grande aptidão para repetir mais do mesmo. Caso consigam um emprego, exigirão muito esforço das equipes de RH, que por sua vez, centradas no mesmo modelo ultrapassado, insistem em desenvolver competências que já nem sabem mais para que servem. Este circuito pode ser rompido com ousadia, ética, inteligência, responsabilidade e capacidade transformadora.
O momento exige a criação de novos modelos de trabalho, produção, gestão, uso de tecnologia e das matrizes energéticas. Requer a humanização dos relacionamentos entre as pessoas, culturas e países, além de novas formas de organização social e política que dêem conta de acolher a velocidade do processo de transformação.
Ainda não sabemos fazer isso. Mas teremos que saber. E depende de nós mesmos criarmos estas condições. Em lugar de respostas certas sobre um modelo questionável, estimular e validar a pergunta, a investigação, a atuação ética. São outras inteligências em ação.
Porém, antes de começar a discutir qual a melhor metodologia investigativa, é preciso recuperar a humildade para revisar tudo o que nos parece importante, estável e imprescindível. No mínimo, abandonar posturas e abordagens que nos colocaram nesta encrenca global. A boa notícia é que há alternativas disponíveis. O outro lado da moeda é que essas novas abordagens exigem um alto grau de transformação pessoal, profissional, organizacional, social, e política.
Mas não é isso que ensinamos. O que o jovem tem ouvido sobre o mundo é mais preocupante do que inspirador. O futuro deixou de ser utopia, tornou-se uma dúvida mal formulada. Ninguém merece tanta desesperança.
Recente pesquisa realizada pela MTV apresenta resultados inquietantes. Quando pensam no futuro, os jovens citam o aquecimento global e a falta de água. Mas estas preocupações são ofuscadas por outra pauta. Os atuais campeões nos índices de preocupação da juventude são: violência, desemprego, tráfico de drogas, e fome.
Como se não bastasse, 43% dos jovens brasileiros não conhece a palavra sustentabilidade; 42% nunca ouviu falar em desenvolvimento sustentável. Por outro lado, somente 5% conhece a Carta da Terra, e 3% participa de movimentos ambientais.
É inevitável perguntar: sobre o que estamos conversando com os jovens? Preocupados com o planeta que deixaremos para nossos filhos, nos descuidamos deles.
* Regina Migliori é educadora, advogada, escritora, pioneira no Brasil em projetos de Educação e Gestão centrados em Valores, Ética e Sustentabilidade. Como Diretora Presidente do Instituto Migliori, tem realizado projetos junto a governos, empresas, e instituições de educação. Coordenou o MBA em Gestão com foco em Ética, Valores e Sustentabilidade na Fundação Getúlio Vargas. Estão entre seus clientes: Governo do Estado de Minas Gerais, UNESCO; Polícia Militar do Estado de São Paulo; Banco Real, Grupo Votorantim, Natura, entre outros; é autora de livros, CD-Rom, e programas de e-learning.


 

Utensílio de plástico está cada vez mais presente em todos os setores   

Pesquisa realizada pela Abiplast, intitulada “Perfil 2008”, assevera que o produto está, cada vez mais, presente em todos os setores.

setembro, 2009

UTENSÍLIO DE PLÁSTICO

Revista Hotel News – SP - Praticidade e estética motivam o aumento contínuo da demanda

Resistentes, leves, atóxicos e versáteis, os utensílios plásticos não descartáveis são sinônimos de praticidade nos restaurantes, bares e simlares, em diversas áreas de empreendimentos hoteleiros, como na de convenções, nas piscinas, nos spas e nos playgrounds. O mercado oferece peças com designs moderno de diferentes formas, tamanhos e cores, com a aparência equivalente ao vidro, à cerâmica ou à porcelana, com vantagem em relação ao custo-benefício.
O plástico foi inventado a menos de um século e revolucionou a vida moderna. Sua história registra rápida evolução tecnológica delineada pela criação e transformação do material, permitindo a sua aplicação em grande escala, abrangendo diversas áreas produtivas e de consumo. Há poucas semanas foi divulgada mais uma novidade: o desenvolvimento do papel sintético fabricado com plástico descartado pós consumo.
Acompanhando a prioridade mundial da sustentabilidade, são realizadas pesquisas para dar ao material, que é reciclável, a característica de biodegradável.
Apesar do consumo brasileiro do plástico ser reduzido, em comparação aos países desenvolvidos, é cada dia mais comum peças deste material substituírem outras. Mundialmente sua evolução gera novas expectativas porque, além da vantagem no custo-benefício, tem como principal característica manter a forma após a moldagem, informa a Recicloteca (Centro de Informações sobre Reciclagem Ambiente).

Consumo

Pesquisa realizada pela ABIPLAST – Associação Brasileira da Indústria do Plástico, intitulada “Perfil 2008 da Indústria Brasileira de Transformação de Material Plástico”, assevera que o produto está cada vez mais presente em todos os setores e cita que é tarefa difícil especificar a quantidade de plástico utilizado nos diferentes segmentos.
Esta ampla utilização do plástico na vida de todos os setores produtivose em todos os níveis de consumo, revela a sua extrema importância para a economia. O setor “responde por cerca de 8% do PIB nacional”, informa o “Sindicato de Material Plástico do Estado de Santa Catarina”.

 

ICE Europe 2009    

De 24 a 26 de Novembro acontece a ICE Europe 2009, exposição da indústria convertedora, em Munique (Alemanha).

setembro, 2009

ICE Europe 2009

De 24 a 26 de Novembro acontece a ICE Europe 2009, exposição da indústria convertedora, em Munique (Alemanha). Com 319 expositores de 19 países o evento reúne as principais novidades equipamentos para a conversão/impressão de filmes e demais substratos de embalagem. Um guia com os expositores e suas novidades pode ser pedido pelo site www.ice-x.com.

 

EMBAQUIM desenvolve embalagem especial de 1.000 litros    

A paulistana Embaquim, pioneira na fabricação de embalagens bag-in-box no Brasil, desenvolveu uma estrutura multicamada para o novo bag de 1.000 litros.

setembro, 2009

EMBAQUIM desenvolve embalagem especial de 1.000 litros para exportação de adesivos

Global Research - SP - Home - 23/09/2009

NOVA EMBALAGEM PARA EXPORTAÇÃO DE ADESIVOS INDUSTRIAIS
Inicialmente, o sistema finalista no Prêmio ABRE de Design & Embalagem 2009 será fornecido com exclusividade para a Coim Brasil

A paulistana Embaquim, pioneira na fabricação de embalagens bag-in-box no Brasil, desenvolveu uma estrutura multicamada para o novo bag de 1.000 litros. que está sendo utilizado pela Coim Brasil para a exportação de adesivos poliuretânicos para laminação de embalagens. O projeto foi desenvolvido em parceria com a Alcan Packaging.
Seguindo o conceito do sistema bag-in-box, o novo bag é acondicionado em uma caixa de papelão octogonal, fornecida pela Rigesa, que lhe garante a resistência necessária ao transporte e manuseio. O exclusivo formato octogonal também otimiza a ocupação do contêiner marítimo.

Outras vantagens são a redução significativa de custo em comparação às embalagens convencionais e o aumento de 25% no volume transportado por container. O sistema de embalagem também se diferencia por ser facilmente descartável como resíduo sólido e passível de reciclagem, e dispensar a lavagem pós-uso, comum nos tambores. A Embaquim criou uma linha exclusiva para produzir as bolsas com 2,3 metros de largura. Por suas propriedades barreira e características físicas, cada bag substitui, com eficiência, cinco tambores metálicos.
O novo bag foi especialmente desenvolvido para a exportação de adesivos higroscópicos graças à barreira extrema a luz e a umidade. Mas ele também é indicado para outros produtos que necessitem de barreiras semelhantes.

A nova embalagem de 1.000 litros da Embaquim foi uma das três finalistas na categoria "Embalagem para exportação" da 9ª edição do Prêmio ABRE de Design & Embalagem cujos vencedores foram anunciados no final de agosto em São Paulo.

Fundada há 28 anos, a Embaquim foi pioneira na produção de sistemas bag-in-box no Brasil; ela também produz bag-in-box assépticos e embalagens especiais. Além de produzir os filmes e formar as embalagens em máquinas automáticas, a empresa é responsável pela injeção de peças plásticas usadas no sistema, como bocais e tampas. Hoje a Embaquim fornece para várias indústrias entre elas alimentos, bebidas, químicos, cosméticos e farmacêuticos.

 

O marketing da contribuição social da embalagem   

A embalagem moderna é resultado de um sistema que envolve materiais, tecnologia, processos, equipamentos, design, marketing, logística e comunicação.

setembro, 2009

O Marketing da contribuição social da embalagem
Mundo do Marketing - RJ - ARTIGOS - 21/09/2009 -

No Brasil calcula-se que mais de 20% dos alimentos produzidos no campo não consegue chegar a mesa dos brasileiros

Por Fabio Mestriner*

A embalagem moderna é resultado de um sistema que envolve materiais, tecnologia, processos, equipamentos, design, marketing, logística e comunicação. Seu objetivo é embalar o produto protegendo-o para que ele possa durar, ser transportado, exposto e comercializado chegando até o consumidor em perfeitas condições de consumo.

Para cumprir seu objetivo, a embalagem recebe o aporte qualificado de vários especialistas que são responsáveis pelas atividades multidisciplinares que ela demanda ao longo de sua existência. Técnicos, engenheiros, designers, profissionais de marketing, especialistas em comportamento do consumidor entre outros, contribuem para o resultado final da embalagem que encontramos no mercado.

Esta visão é importante para compreendermos um pouco a complexidade de uma atividade que movimenta mais de US$ 500 bilhões anualmente no mundo todo impulsionada por uma indústria avançada que processa o vidro, a celulose, os plásticos, o aço, o alumínio e outros materiais para produzir mais de 10 mil itens e componentes diferentes que formam as embalagens. No Brasil, só no ano passado, este setor movimentou 36,6 bilhões de reais, gerando cerca de 150 mil empregos diretos e mais de meio milhão indiretos.

Esta indústria alimenta as linhas de produção e envase nos fabricantes dos produtos que por sua vez abastecem o comércio varejista, os supermercados, e lojas de diversos tipos como farmácias, padarias, armazéns, bares e lanchonetes. Por traz desta operação existe uma cadeia logística de distribuição que entrega os produtos nos mais distantes pontos do país para atender os consumidores das pequenas e grandes cidades.

A embalagem existe para atender as necessidades e anseios da sociedade e tem acompanhado sua evolução provendo soluções compatíveis com o estágio de desenvolvimento em que ela se encontra. As grandes contribuições da embalagem se relacionam com a saúde e alimentação, pois cerca de 62% de todas as embalagens produzidas se destinam a embalar alimentos e bebidas e outros 13% se destinam a embalar medicamentos, vacinas e similares.Não é possível vacinar uma criança ou medicar uma pessoa doente sem a contribuição da embalagem.

Um estudo recente do Europen mostrou que a falta ou a deficiência de embalagem resulta na perda de quase metade dos alimentos produzidos nos países pobres. No Brasil, calcula-se que mais de 20% dos alimentos produzidos no campo não consegue chegar a mesa dos brasileiros. Esta equação trágica atinge as populações mais pobres do mundo todo, pois quanto menos embalagem se utiliza, mais alimentos são perdidos. Ela é decisiva para evitar o desperdício de alimentos.

A embalagem tem, portanto, uma importante contribuição social inclusive depois de utilizada, pois a reciclagem de embalagem no Brasil emprega mais de 500 mil pessoas que tiram desta atividade o seu sustento. Mas nada disso é lembrado ou mencionado na grande parte do que lemos ou assistimos a respeito deste tema, pois a embalagem aparece sempre mostrada, na melhor das hipóteses como um mal necessário e, na pior, como um grande inimigo do meio ambiente.

O marketing é uma batalha de percepção e a percepção que se criou é extremamente negativa a embalagem. Esta percepção tem levado o setor a sofrer constantes ameaças e sanções de todo tipo, pois muitos se sentem tentados a obter o aplauso fácil atacando a embalagem, seus fabricantes e as empresas que as utilizam.

Todos os setores da economia estão sujeitos às leis do marketing e tanto as indústrias que produzem as embalagens como as que as utilizam para embalar seus produtos precisam se conscientizar que esta situação lhes trará grandes prejuízos e transtornos a médio e longo prazo se não começar desde já a ser revertida.

Estamos avançando no século XXI e de uma coisa podemos ter certeza: “a embalagem existe para atender as necessidades e anseios da sociedade” e com ela continuará evoluindo, pois a população mundial continua a crescer, o tempo médio de vida das pessoas está aumentando, elas estão vivendo cada vez mais em grandes cidades e demandando mais embalagens. Sabemos, portanto, que no futuro haverá mais embalagens.

Elas precisarão ser geridas com maior responsabilidade ambiental, sendo recicladas e contribuindo com esta atividade para gerar mais trabalho, valor e renda, evitando que sejam dispostas de forma inadequada no meio ambiente. Este cenário nos indica um futuro promissor para esta atividade tão importante para a sociedade humana desde que seus agentes se conscientizem que precisam além de atuar de forma mais efetiva para reduzir seus impactos ambientais, mudar o discurso e passar a fazer o marketing da contribuição social que a embalagem tem.

* Fabio Mestriner é Professor Coordenador do Núcleo de Estudos da Embalagem da ESPM Escola Superior de Propaganda e Marketing, Coordenador do Comitê de Estudos Estratégicos da ABRE (Associação Brasileira de Embalagem) e Autor dos livros Design de Embalagem Metodologia Avançada e Gestão Estratégica de Embalagem.


 

Cura por feixe de elétrons.   

A Antilhas – Soluções Integradas para Embalagem, associada da ABIEF, é a primeira empresa do Hemisfério Sul a instalar o equipamento de cura por EB (Electro-Beam/feixe de elétrons) em uma de suas impressoras flexográficas Comexi.

setembro, 2009

Cura por feixe de elétrons

A Antilhas – Soluções Integradas para Embalagem, associada da ABIEF, é a primeira empresa do Hemisfério Sul a instalar o equipamento de cura por EB (Electro-Beam/feixe de elétrons) em uma de suas impressoras flexográficas Comexi. A impressão por EB é um processo a frio, que promove a secagem do material impresso mediante a reordenação das cadeias moleculares, por meio da aplicação de um feixe de elétrons sobre a tinta. O sistema dispensa o uso de fotoiniciadores, minimizando odores residuais, além de ter índices excelentes de cura, independentemente da cor utilizada; ele funciona adequadamente mesmo nos casos em que se precisa de cura em grande profundidade.
Para a geração do feixe de elétrons, cria-se uma diferença de potencial (de 70kv a 150kv) em uma câmara de alto vácuo. Ao atingir o substrato, seja ele tinta, verniz, adesivo ou coating, provoca-se a cura instantânea dos materiais, permitindo a realização imediata de ações de pós-processamento, como refile ou corte e vinco. Mais informações leia a seção Tecnologia do ABIEF Flex ou visite www.antilhas.com.br.

 

Filmes com efeito de aço escovado.   

A norte-americana Brushfoil, divisão da Interfilm Holdings Inc., desenvolveu uma linha de filmes para decoração de embalagens com um exclusivo efeito de metal escovado que garante total diferenciação ao produto no ponto de venda.

setembro, 2009

Filmes com efeito de aço escovado

A norte-americana Brushfoil, divisão da Interfilm Holdings Inc., desenvolveu uma linha de filmes para decoração de embalagens com um exclusivo efeito de metal escovado que garante total diferenciação ao produto no ponto de venda. O desenvolvimento, que consumiu um ano de pesquisas, também se diferencia por eliminar o “casamento” entre o filme e o substrato.
Jim Parker, gerente da empresa, ressalta o apelo visual afirmando que “foi possível combinar todo o glamour do aço escovado sem parecer que existe um filme, ou seja, com o efeito de no label look”.
A Brushfoil é líder mundial em filmes metalizados. Em 2009, ela apresentou uma linha com 48 gauge (12 micron) de filmes PET metalizados com efeito escovado com as mesmas propriedades técnicas dos filmes tradicionais com 92 gauge (23 micron); eles recebem um tratamento químico em sua superfície que os torna perfeito para laminação em papel ou papelão. Seu preço é competitivo. www.brushfoil.com.

 

Alfredo Schmitt é eleito na presidência do SINPLAST   

O industrial Alfredo Schmitt seguirá na presidência do SINPLAST no triênio 2009-2012.

setembro, 2009

Alfredo Schmitt é eleito na presidência do SINPLAST

Revista Plástico Sul - SP - Capa - 16/09/2009

O industrial Alfredo Schmitt seguirá na presidência do Sinplast (Sindicato das Indústrias de Material Plástico no Estado do RS) no triênio 2009-2012. O empresário, que já coordena a entidade desde janeiro deste ano, foi eleito por unanimidade em eleição realizada na manhã desta terça-feira (15/09), na Fiergs. O pleito - que contou com chapa única de consenso integrada por três ex-presidentes Sérgio Mendes Ribeiro, César Codorniz e Hugo Doormann - elegeu a Diretoria, Vice-Presidências Regionais, Conselho Fiscal e Delegados Representantes na Fiergs.

“Nosso objetivo como Sindicato é principalmente promover a competitividade do setor plástico. Seguiremos também com o trabalho que vem sendo desenvolvido em diversas áreas, que incluem tributação do setor, incentivo à exportação, gestão pela qualidade, defesa do plástico como material útil à comunidade, entre outros assuntos”, destaca Schmitt, que atualmente também dirige a Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis (ABIEF), em São Paulo.

 

Setor do plástico prega consciência ecológica   

O objetivo do projeto capitaneado pela indústria e criado pela W/ é divulgar os benefícios do material e o uso sustentável das sacolas.

setembro, 2009

Setor do plástico prega consciência ecológica

Meio & Mensagem - SP - Campanhas - 16/09/2009

O objetivo do projeto capitaneado pela indústria e criado pela W/ é divulgar os benefícios do material e o uso sustentável das sacolas
ALINE BELLATTI KÜUER

Na semana em que muitas cidades brasileiras sofreram com as pesadas chuvas, enchentes, desmoronamentos, mortes e engarrafamentos, ficou claro que o descaso com o lixo pode trazer prejuízos gravíssimos. Em São Paulo, em meio ao entulho arrastado pela enxurrada, avistavamse materiais plásticos, principalmente sacolinhas, descartadas sem nenhuma preocupação pela população.
É justamente na luta contra esse cenário que a indústria do plástico decidiu lançar uma campanha nacional pregando o consumo responsável. Sua finalidade é ressaltar os benefícios do material, que considera indispensável no cotidiano da sociedade, e a importância do uso consciente.
Desenvolvida pela W/, a comunicação tem criação de Fabio Saboya e Guime Davidson, com direção de criação de Washington Olivetto. Com previsão de estréia para o intervalo do último capítulo da novela Caminho das índias, na sexta-feira 11, a ação tem como mote as sacolas plásticas.
"O fato de iniciar a campanha no último capítulo da trama global já é garantia de um grande alcance", brinca Olivetto.
O filme relata situações diárias em que as pessoas costumam usar sacolas plásticas. Exemplos: proteger-se da chuva, cobrir o braço engessado durante o banho e envolver os pés ao passar por uma poça. Mostra também sua utilização mais tradicional, como saco de lixo. O comercial termina incentivando o consumidor a acessar o site do projeto (www.sacolinhasplasticas.com.br), no ar desde o dia 11, para obter mais informações e esclarecer dúvidas. A Plastivida estampa em seu logo a frase "Recicle suas idéias sobre
sacolas plásticas".
A campanha ainda contempla peças para jornais e revistas de grande circulação nacional. Os anúncios destacam os 3 Rs (reduzir, reutilizar e reciclar) como o melhor caminho para fazer bom uso dos plásticos, apontado por muitos como o vilão do meio ambiente.
O projeto tem aporte financeiro de R$ 7 milhões, vindo de empresas de plástico - principalmente petroquímicas - e outras associações. A campanha deve ficar no ar por um período de 11 meses.
Francisco de Assis Esmeraldo, presidente da Plastivida - Instituto Socioambiental dos Plásticos, conta que a idéia vem sendo desenvolvida desde o final de 2007, quando um estudo revelou que as sacolas, que deveriam ter 27 micras de espessura, com resistência para seis quilos, tinham apenas 19 micras. Esse quadro levava ao consumo excessivo, comprovado pela pesquisa.
Segundo Esmeraldo, 75% das pessoas entrevistadas para esse estudo se mostraram favoráveis ao fornecimento do acessório pelo comércio e 71 % consideravam a sacola como forma ideal de transportar as compras. Em novo levantamento, realizado em julho, o cenário permanecia praticamente o mesmo: 69% continuam considerando a bolsa plástica como melhor forma de levar as compras para casa.
Com o resultado, ficou evidente a necessidade de aumentar a resistência dos produtos. Assim, a Plastivida, a Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas (Abief) e o Instituto Nacional do Plástico (Inp) se uniram e firmaram parceria com a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) - que envolve mais de 75 mil lojas no País -, lançando o Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas, além de um selo de autenticação da qualidade das sacolas, que, mesmo pesando apenas 4,5 gramas, devem suportar 6.000 gramas.
O projeto de conscientização começou com os supermercados, os postos avançados das campanhas e o núcleo de conscientização, obtendo resultado positivo. Estudo realizado depois de um treinamento piloto revelou que 60,8% dos entrevistados passaram a encher completamente as sacolas. Anteriormente, esse percentual era de 26%.
Paulo Dacolina, diretor-superintendente do Inp, conta que a campanha e o projeto têm o apoio de grandes redes de supermercados, como Pão de Açúcar, G. Barbosa (BA) e Zaffari (RS). O grupo também está em conversas adiantadas com o Carrefour e pretende se aproximar do Walmart, que recentemente lançou a campanha "Saco é um saco", em parceria com o Ministério do Meio Ambiente. Essa ação também tem o objetivo de reduzir o uso de sacolas plásticas e substituir o produto por embalagens sustentáveis.

 

TV Globo exibe anúncio da nova campanha em favor dos plásticos   

Primeiro anúncio da nova campanha em favor das sacolas plásticas foi exibido no intervalo do último capítulo da novela “Caminho das Índias”

setembro, 2009

O primeiro anúncio de 30 segundos da nova Campanha publicitária nacional em favor do consumo responsável das sacolas plásticas foi exibido pela TV Globo na última sexta-feira, 11 de setembro, no intervalo do último capítulo da novela “Caminho das Índias”.

O anúncio foi criado pelo publicitário Washington Olivetto, da agência W/, e apresentado por ele, no lançamento da Campanha em 9 de setembro na sede da Abras, como sendo a primeira peça da nova iniciativa da cadeia produtiva dos plásticos, com aporte de R$ 7 milhões em sua primeira fase.

Na ocasião, o presidente da Plastivida, Francisco de Assis Esmeraldo, destacou que a Campanha visa “tirar a discussão sobre as sacolas plásticas do plano emocional para mostrar, com isenção, que estas embalagens são indispensáveis, têm valor e devem ser utilizadas e descartadas de acordo com os princípios dos 3 R’s - Reduzir, Reutilizar e Reciclar”.

O lançamento também contou com as participações do diretor-superintendente do INP, Paulo Dacolina, que apresentou o Selo de Qualidade das sacolas plásticas, e do presidente da Abief, Alfredo Schmitt, que informou que “mesmo diante dos ataques injustificados que as sacolas plásticas têm sofrido através da mídia, elas continuam sendo as preferidas do consumidor”.

 

Cadeia do plástico prepara campanha de esclarecimento   

Fabricantes de sacolas plásticas, empresas varejistas, petroquímicas e a Petrobras se uniram em torno do objetivo de tentar esclarecer a população a respeito do uso consciente das sacolas e do real impacto do produto ao meio ambiente.

setembro, 2009

Jornal de Piracicaba - SP - LIBÂNIA - 09/09/2009 - 00:00:48

Fabricantes de sacolas plásticas, empresas varejistas, petroquímicas e a Petrobras se uniram em torno do objetivo de tentar esclarecer a população a respeito do uso consciente das sacolas e do real impacto do produto ao meio ambiente. A iniciativa, lançada nesta quarta-feira a partir da criação de uma ação publicitária assinada pela agência W/, é uma resposta do setor às diversas campanhas lançadas nos últimos meses que sugerem o fim da utilização das sacolas plásticas nos supermercados.

Considerada por executivos do setor como a primeira oportunidade em que a cadeia se reúne para defender o uso consciente do plástico e se posicionar contra o fim da sacolas plásticas, a iniciativa prevê o lançamento de uma campanha, com orçamento estimado inicialmente em R$ 7 milhões, que deve abranger veiculações em TV, jornais, revistas e internet. "O lançamento da campanha acontecerá oficialmente nesta semana, no último capítulo da novela "Caminho das Índias"", revelou o publicitário Washington Olivetto. "A ideia é que o primeiro impacto (da campanha) seja de grande abrangência", destacou o executivo da W/.


A escolha do horário e do veículo tem explicação. O objetivo é atender o maior número possível de pessoas, que podem incorporar o conceito de uso consciente das sacolas plásticas no dia a dia. "Vamos mostrar que as sacolas têm papel fundamental no cotidiano das pessoas e que o problema (da presença das sacolas no meio ambiente) está no descarte incorreto e na coleta insuficiente de produtos recicláveis", destacou o presidente do Instituto Socioambiental dos Plásticos (Plastivida), Francisco de Assis Esmeraldo, para quem o foco da campanha é educar o consumidor.


A primeira fase da ação publicitária terá duração de dez meses, sendo que os 15 primeiros dias serão focados na veiculação na TV aberta. A campanha também estará presente na TV fechada até o final deste ano e até meados de 2010 em jornais e na internet. "É a primeira vez que temos a cadeia unida em torno de uma campanha sobre o uso do plástico, por isso acredito que após esse primeiro momento a iniciativa pode ser estendida para outros segmentos da cadeia do plástico", afirmou o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Flexíveis (Abief), Alfredo Schmitt. O prazo também pode ser estendido conforme os resultados da campanha.


Além da ação publicitária, as entidades também pretendem ampliar o Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas, lançado no ano passado com o intuito de orientar os supermercados a estimular o uso sustentável das sacolas plásticas. O Pão de Açúcar, uma das redes varejistas a aderir ao projeto, já reduziu o consumo de sacolas em 35%, segundo a Plastivida. A meta da entidade é reduzir o consumo de sacolas nas redes participantes em aproximadamente 30%.


A preocupação da cadeia, na qual estão desde a fornecedora da matéria prima Petrobras até as petroquímicas como Braskem e Quattor e os fabricantes das sacolas, é o efeito negativo das campanhas antissacola para o setor. "Os números das pesquisas mostram que não houve uma alteração significativa em relação ao uso do plástico, mas temos a preocupação com a divulgação de informações incompletas sobre o assunto", afirmou Schmitt.


Segundo pesquisa Ibope divulgada pela Plastivida, o número de pessoas que consideram o saco plástico como forma mais indicada para o transporte de produtos ficou praticamente estável entre 2007 e 2009, em torno de 70%. A pesquisa também aponta que 100% da população utiliza a sacola plástica para outras finalidades, como saco de lixo, em um mercado que movimentou mais de 16 bilhões de unidades em 2008.


Apesar do forte apelo da sacola plástica junto ao consumidor brasileiro, o setor decidiu se unir e reforçar a imagem do plástico, baseada na economia, praticidade e reciclagem do produto. O evento realizado hoje, que marcou o lançamento da campanha, reuniu transformadores e executivos das petroquímicas, além de representantes do varejo, na sede da Associação Brasileira de Supermercados (Abras).

 

Indústria lança Campanha Nacional sobre consumo responsável   

Com o mote das sacolas plásticas, a campanha pretende chamar a atenção da população para os benefícios dos plásticos à vida das pessoas e para a importância do seu uso responsável na preservação do meio ambiente.

setembro, 2009

Maxpress - SP - ECOLOGIA E MEIO AMBIENTE - 09/09/2009 - 11:58:29

Com o mote das sacolas plásticas, a campanha pretende chamar a atenção da população para os benefícios dos plásticos à vida das pessoas e para a importância do seu uso responsável na preservação do meio ambiente.

Com o mote das sacolas plásticas, a campanha pretende chamar a atenção da população para os benefícios dos plásticos à vida das pessoas e para a importância do seu uso responsável na preservação do meio ambiente.

Uma campanha para incentivar o uso e o descarte adequados de sacolas plásticas começará a ser veiculada pela mídia nacional no dia 11 de setembro. Com aporte de R$ 7 milhões para a primeira fase - até o final de 2009 - a ação foi desenvolvida pela cadeia produtiva dos plásticos, que se reuniu pela primeira vez para promover a responsabilidade compartilhada e a sustentabilidade.

A campanha foi desenvolvida pela agência W/ e contará com veiculações em TVs, jornais e revistas, destacando os benefícios do plástico e a relevância da questão dos resíduos sólidos urbanos. A intenção é reforçar que a solução desse problema depende da conscientização da sociedade sobre conceitos como o dos 3Rs (reduzir, reutilizar e reciclar as embalagens).

Para que esse posicionamento sensibilize a população, a cadeia produtiva do plástico tem atuado para resolver outra questão - a padronizaçao de sacolas plásticas disponíveis no mercado. Quando fabricadas de acordo com a norma ABNT 14.937, as sacolas ficam mais resistentes e oferecem segurança ao consumidor, que não precisa usar a embalagem pela metade ou utilizar em duplicidade ou triplicidade.

Em 2008, o setor lançou o Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas e, com o apoio da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) e de suas correspondentes estaduais, passou a estimular os supermercados a adotar as sacolas dentro da norma. O Programa chegou a diversos estados brasileiros e tem registrado índices significativos de utilização responsável das sacolas. Somente o Pão de Açúcar, já registrou queda de 35% no uso de sacolas em sua rede por todo o Brasil. As redes de supermercados G. Barbosa (BA) e Zaffari (RS) também aderiram.

Sendo assim, a campanha que será lançada na próxima sexta-feira reforçará a importância desse tipo de embalagem na vida das pessoas e mostrará que, com uso responsável, ela oferece conveniência e ajuda na preservação do meio ambiente. Até porque a sacola plástica é uma preferência nacional. Pesquisa realizada pelo Ibope em 2007, e atualizada em junho de 2009, mostra que mais de 70% dos entrevistados acham as sacolas plásticas a forma ideal para transportar suas compras e 100% a reutilizam tanto para o descarte do lixo doméstico, dispensando a compra de sacos para esse fim, quanto para outras finalidades (embalar roupas molhadas, guarda-chuva etc).

A iniciativa da campanha é da Plastivida Instituto Sócio Ambiental dos Plásticos, em parceria com a Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis (ABIEF) e com o Instituto Nacional do Plástico (INP), e conta com o apoio da cadeia produtiva, desde os fabricantes de matérias-primas (resinas plásticas) até os transformadores. O aporte de R$ 7 milhões inclui a campanha nacional e a continuidade do Programa de Sacolas até o final de 2009.


 

Evento homenageia Presidentes e marca lançamento do novo site    

Após a reunião de diretoria no início de Setembro, a ABIEF homenageou todos os seus presidentes inaugurando a Galeria de Fotos da entidade.

setembro, 2009

Evento homenageia Presidentes e marca lançamento do novo site

Após a reunião de diretoria no início de Setembro, a ABIEF homenageou todos os seus presidentes inaugurando a Galeria de Fotos da entidade. O presidente atual, Alfredo Schmitt, fez um discurso relembrando a importância de todos na criação “de uma Associação forte, voltada para o desenvolvimento da indústria brasileira de embalagens plásticas flexíveis e para o fortalecimento da cadeia do plástico”.
Homenagem especial foi feita ao primeiro presidente da entidade, Israel Sverner (gestão 1977 a 1983 e 1989 a 2001). Foram homenageados ainda: Leonidas Alperowitch (gestão 1983 a 1985), Edgard Haddad (gestão 1985 a 1989), Sergio Haberfeld (gestão 2001 a 2005) e Rogério Mani (gestão 2005 a 2009).
Na ocasião, os participantes também assistiram a uma apresentação do novo site que entrou no ar com um visual mais moderno, uma navegação mais amigável e um conteúdo que será atualizado semanalmente. No final, os 40 convidados participaram de um coquetel.

 

Crescimento do Nordeste atrai ABIEF   

A IV edição da Embala Nordeste, realizada no final de agosto em Recife (PE), deve gerar negócios da ordem de R$ 800 milhões nos próximos seis meses.

setembro, 2009

Crescimento do Nordeste atrai ABIEF

A IV edição da Embala Nordeste, realizada no final de agosto em Recife (PE), deve gerar negócios da ordem de R$ 800 milhões nos próximos seis meses. O evento reuniu 260 expositores nacionais e estrangeiros (principalmente da Alemanha, Itália e Argentina) que ocuparam mais de 18 mil metros quadrados do pavilhão.
Para a ABIEF, que participou da feira com um estande institucional dividido com seu associado SEGPLAST, a Embala garantiu vários contatos com o mercado local e a prospecção de futuros associados, além de ajudar a difundir informações relevantes sobre o mercado e as empresas do setor.
O Presidente da entidade, empresário Alfredo Schmitt, aproveitou a feira para reunir-se com mais de 20 empresários da região durante um jantar oferecido pela ABIEF. “Nestes eventos buscamos entender as necessidades da indústria local e disponibilizar a máquina da Associação para trabalhar em prol do setor.”
O sucesso da Embala Nordeste é justificado, em parte, pela expansão dos mercados locais de consumo, além da necessidade de uma nova logística de produção e distribuição de produtos por conta da elevação do custo no frete, vinculada à alta do dólar. De acordo com a organizadora do evento, Greenfield, a especulação no valor do petróleo também colabora para a expansão da atividade industrial nas regiões Norte e Nordeste. A cesta básica em Pernambuco, por exemplo, é 15% mais alta se comparada à dos estados que processam e embalam grande parte do que consomem.

 

É possível viver sem plástico?   

Você já imaginou viver no mundo de hoje sem o plástico? Pare e observe atentamente ao seu redor, com certeza algum material próximo será de plástico.

Setembro, 2009

(Gazeta do Sul - RS - OPINIÃO - 04/09/2009)

Você já imaginou viver no mundo de hoje sem o plástico? Pare e observe atentamente ao seu redor, com certeza algum material próximo será de plástico. Agora, imagine se a matéria-prima desta peça fosse substituída por outro material em pleno século XXI. Um pen-drive de alumínio? Uma seringa de metal?

Nos dias de hoje, é impossível pensar no bem-estar da população sem os benefícios gerados pela indústria plástica e seus progressos tecnológicos. O plástico é indispensável na infraestrutura atual e do futuro, em tubulações e canalizações, assim como nos meios de transporte, tornando trens, carros, aviões mais leves e, portanto, mais econômicos. Isso sem falar na biomedicina, onde temos seringas, implantes e próteses e, até, um coração artificial de plástico, que mantém o paciente vivo até ser transplantado.

O consumo per capita do material vem registrando taxas de crescimento superiores às do Produto Interno Bruto (PIB). Pelas projeções, até 2010, o consumo anual por habitante, no mundo, será de 33 kg, com crescimento de 10% em relação a 2007, quando era de 30 kg. Ou seja, trata-se de uma indústria que gera 226 mil empregos diretos no Brasil e gera receitas importantes, que, somente em 2008, representaram cerca de R$ 45 milhões.

Esse aumento no volume de transformação de resinas plásticas tem tornado os produtos do setor cada vez mais visíveis e, inclusive, criticados. Sob essa ótica, o plástico tem sido alvo de conceitos equivocados por não ser biodegradável, quando na verdade é inerte e atóxico. Ou seja, o que está errado não é a utilização do plástico, mas sim, o seu descarte inadequado no meio ambiente.

É preciso uma mudança cultural, que mostre às pessoas que o plástico é uma matéria-prima nobre via reciclagem – é o único material 100% reaproveitável. Para desmistificar essa imagem do plástico como vilão e incentivar o descarte correto do material, o Sinplast, em parceria com o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-Rio-Grandense (IFET), campus Sapucaia do Sul, lança o projeto SustenPlast – RS Plástico Inteligente. A iniciativa está baseada em três pilares: a utilidade do plástico, seu descarte adequado e a reciclabilidade.

Trata-se de uma proposta ousada, que pretende modificar a percepção da opinião pública sobre o plástico. E o primeiro passo está no descarte correto, que além de contribuir com a preservação do meio ambiente, colaborará em muito com a geração de emprego e renda no país.

Júlio Cezar Roedel/Coordenador do Projeto SustenPlast – RS Plástico com Inteligência

 

Lucro da Petrobrás aumenta   

Lucro líquido consolidado no 2º trimestre foi 33% superior ao do 1º trimestre, atingindo R$ 7,734 bilhões.

Agosto, 2009

O lucro líquido consolidado da Petrobrás no 2º trimestre deste 2009 foi 33% superior ao do 1º trimestre, atingindo R$ 7,734 bilhões. A elevação da produção, a recuperação dos preços do petróleo e seu reflexo sobre as exportações, e a redução das despesas operacionais contribuíram preponderantemente para esse resultado. Enquanto o lucro operacional alcançou RS$ 13,896 bilhões a margem operacional aumentou 7 pontos percentuais em relação ao trimestre anterior.

O volume de vendas do 2º trimestre no mercado doméstico aumentou 10% em relação ao trimestre anterior, atingindo 2,105 milhões de barris por dia. A recuperação da atividade econômica brasileira no período contribuiu para o resultado e influenciou o maior volume de vendas de diesel e gás. A Petrobrás informa ainda que exportou no 1º semestre 708 mil barris por dia (bpd) de petróleo e derivados, resultando em um crescimento de 14% sobre o mesmo período do ano anterior. Com importações de 524 mil bpd, o superávit volumétrico foi de 184 mil bpd, contra 27 mil bpb no 1º semestre de 2009. Contribuíram para este resultado o aumento da produção de petróleo e a redução nas importações de diesel, decorrente da elevação da produção do combustível pelas refinarias domésticas, como resultado do Programa de Maximização de Diesel e da menor demanda do setor agro-industrial. A receita com exportações totalizou US$ 6,208 bilhões, enquanto os gastos com importações somaram US$ 4,906 bilhões, gerando um superávit financeiro de US$ 1,302 bilhão, contra um déficit de US$ 567 milhões no 1º semestre de 2009.

 

Bactéria que come plástico   

Adolescente canadense descobre uma bactéria que come polietileno

Agosto, 2009

O canadense Daniel Burd, de 16 anos, chamou a atenção do mundo ao descobrir uma bactéria que come plástico, especificamente polietileno. A pesquisa de Burd, fruto de um trabalho para a Feira de Ciências de Otawa, partiu do isolamento dos microorganismos que quebram as cadeias desse material mais precisamente a Sphingomonas e a Pseudômonas, duas bactérias raríssimas que se desenvolvem na natureza e que, ao serem isoladas, são capazes de decompor 43% do PE em seis semanas; o inventor acredita que em outras seis semanas o desaparecimento seja completo. Pelo invento, o menino recebeu um prêmio equivalente a US$ 10 mil em dinheiro e outros US$ 20 mil em bolsas de estudo.

 

Plástico de lixo   

Pesquisadores do IPT criaram um plástico biodegradável a partir do lixo de usinas de açúcar e de fábricas de suco

Agosto, 2009

Pesquisadores do Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo (IPT) criaram um plástico biodegradável a partir do lixo de usinas de açúcar e de fábricas de suco. O processo é simples: bactérias do solo são superalimentadas em um tanque. O excesso dessa comida se transforma em pequenos grãos, que são acumulados como um estoque de energia. Quando atingem um nível grande o bastante, as bactérias são dissolvidas. O que sobra é um pó biodegradável, que pode ser usado para fazer utensílios e embalagens descartáveis. Uma das vantagens do material é que ele desaparece na natureza em cerca de seis meses, sem poluir. O grande diferencial da produção, por sua vez, está no uso de matéria-prima barata: restos de fruta usadas em suco e bagaços de cana-de-açúcar.

 

Acordo para reciclagem energética    

Entidades estudam viabilidade tecnológica, econômica e política da instalação de usinas de reciclagem energética no Brasil

Agosto, 2009

Com o objetivo de promover a reciclagem energética dos resíduos sólidos urbanos e o desenvolvimento sustentável, a Plastivida e a Abrelpe - Associação Brasileira de Empresas de Limpeza e Resíduos Especiais assinaram um Acordo de Cooperação que prevê o início de estudos sobre a viabilidade tecnológica, econômica e política da instalação de usinas de Reciclagem Energética no país, principalmente nos municípios que já não têm espaço para a destinação do seu lixo. A assinatura do Acordo contou com as presenças do deputado federal Arnaldo Jardim, coordenador da Política Nacional dos Resíduos Sólidos; do deputado estadual Rodolfo Costa e Silva, da Política Estadual dos Resíduos Sólidos de São Paulo; do presidente da Abiquim, Nelson Pereira dos Reis e do presidente do Conselho Superior do Meio Ambiente da FIESP, Walter Lazzarini, além de outras autoridades federais, estaduais, municipais, empresários e representantes de ONGs.

A reciclagem com recuperação energética já é uma realidade em vários países. Anualmente, cerca 150 milhões de toneladas de lixo são destinadas para cerca de 850 usinas de combustão com geração de energia elétrica ou térmica, todas adequadas às mais rígidas normas ambientais. O sistema é uma alternativa para solucionar os problemas gerados pelo lixo nas cidades, sobretudo naquelas onde a coleta seletiva é pouco representativa, como acontece no Brasil (8,0%).

 

Compra de resina on line   

Alguns grades de PEAD e de PEBD produzidos pela LyondellBasell estão disponíveis para compras online no Alastian

Agosto, 2009

Alguns grades de PEAD e de PEBD produzidos pela LyondellBasell do Oriente Médio, uma joint venture da Saudi Ethylene e da Polyethylene Company (SEPC), estão disponíveis para compras online no Alastian. O portal é indicado para pequenos e médios compradores. Para conhecer acesse www.alastian.com ou para mais informações envie um em-mail para cs_asia@alastian.com.

 

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