nº 41Ano X |
Pelo 2° ano consecutivo a ABIEF realizou seu principal evento, o Flex 2011 – 2° Fórum Latino-Americano de Embalagens Plásticas Flexíveis cujo tema central foi “Pensando o negócio de embalagem a partir das novas forças dos mercados nacional e internacional: contract packaging, logística e rastreabilidade, marcas exclusivas, políticas governamentais e reciclagem energética”.
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Para o Presidente da entidade, empresário Alfredo Schmitt, o resultado das sete palestras das quais participaram cerca de 200 empresários foi extremamente positivo e descortinou uma nova realidade para o setor. “Ficou claro que existem inúmeras oportunidades para a indústria brasileira de embalagens plásticas flexíveis, entre elas o modelo de negócio de contract packaging (terceirização dos serviços de embalamento e logística), uma prática bastante comum nos EUA, mas ainda pouco explorada no Brasil.”
O avanço desta prática é justificado pelo fato das empresas de bens de consumo serem obrigadas a se manter inovadoras para sobreviver. E assim, elas abraçam a chamada “inovação aberta”, ou seja, ideias que surgem de diferentes fontes e, em especial, dos fornecedores de embalagem. Estas empresas também demandam
rapidez do mercado para executar as inovações propostas.
Segundo Patrick Farrey (foto à esq.), Diretor da Contract Packaging Association (EUA), o negócio de contract packaging já responde por 14% do volume total de negócios de embalagem nos EUA e o valor das embalagens mais os serviços varia entre US$ 17,5 a US$ 21,5 bilhões. O negócio de contract packaging cresce entre 12% e 15% ao ano.
As principais áreas de especialização dos contract packagers em relação às embalagens primárias são: alimentos, bebidas, cosméticos e higiene pessoal, químicos para limpeza doméstica, farmacêuticos e bens duráveis. Já para as embalagens secundárias destaque para display de ponto de venda, retrabalho, embalagem para exportação e serviços especializados. Há ainda uma gama de serviços como design gráfico e estrutural, compra de materiais e componentes, marcas exclusivas, manufatura de produtos, armazenagem e distribuição.
Em sua palestra a especialista Solange Stumpf (foto à dir.) mostrou o tamanho do mercado nacional de embalagens plásticas flexíveis com base em uma pesquisa inédita feita pela Maxiquim para a ABIEF. Em 2010 o setor processou 1,790 milhão de toneladas de resinas e faturou quase R$ 11 bilhões (contra R$ 8,8 bilhões em 2009). Estes números representam um aumento de 18,8% na produção e de 0,8% no preço médio.
A pesquisa mostrou que a resina mais utilizada é o PEBDL (polietileno linear de baixa densidade) com 40% de participação, seguido por PEBD (polietileno de baixa densidade) com 24%. PP (polipropileno) e PEAD (polietileno de alta densidade) têm cada um, participação de 18%. Em 2010 as embalagens flexíveis foram responsáveis pelo consumo de 79% de todo o PEBD produzido no país, 89% de todo o PEBDL, 33% de todo PEAD e 22% de todo o PP.
Já a produção per capita de embalagens plásticas flexíveis passou de 8,1 quilos/habitante em 2009 para 9,6 quilos/habitante em 2010. A indústria de alimentos continua sendo o principal cliente do setor com um consumo de 565 mil toneladas de resinas. Na seqüência vêm aplicações industriais com 370 mil toneladas, varejo com 354 mil, bebidas 120 mil, higiene pessoal e cosméticos 74 mil, pet food 60 mil e limpeza doméstica 40 mil.
Se existe um elemento que pode determinar o futuro do setor, ele se chama sustentabilidade. Em sua palestra, Ronald Sasine (foto à esq.), Diretor Senior de Embalagens do Walmart, mostrou a clara intenção da rede de reduzir o consumo de embalagens em 5% até 2013 e atingir um consumo zero de embalagem até 2025. “Isto não significa que não usaremos mais embalagens. Mas que trabalharemos fortemente para que as embalagens dos produtos vendidos em nossas lojas e clubes sejam reaproveitadas depois de cumprirem o seu propósito inicial”, explicou Sasine.
Segundo ele, a postura da rede também indica o aperfeiçoamento do uso do scorecard (placar); que os compradores estão observando detalhes sobre as emissões de gases estufa (GHG) relativas a cada item; e que haverá uma medição e acompanhamento destes níveis para uma atualização permanente das ACV (análises de ciclo de vida) dos produtos.
“Com isto, algumas embalagens ganharão espaço e outras perderão”, concluiu o especialista. E isto pode ser feito via documentação desses benefícios, avaliação das embalagens conforme os padrões internacionais e com uma comunicação efetiva e clara com o consumidor. É preciso ainda que a realidade econômica das embalagens seja compatível com a máxima “vender por menos para as pessoas viverem melhor”.
Ainda sobre sustentabilidade, Marcelo Spohr (foto à dir.), da Braskem, mostrou que a recuperação energética é mais inteligente e tem menor impacto ambiental que o aterro sanitário pois extrai e aproveita uma energia que seria desperdiçada; substitui combustíveis fósseis (boa parte desta matéria é constituída de biomassa, portanto de fonte renovável); elimina a decomposição natural que ocorre nos aterros; e reduz o volume a ser depositado em aterros, requerendo muito menos área.
Mas o ponto crítico da recuperação energética é sua viabilidade econômica devido ao alto investimento, baixo valor de venda da energia elétrica e baixa taxa de processamento.
Para a ABDI (Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial) a indústria de plástico tem um enorme potencial de crescimento. Por isso mesmo, Clayton Campanhola (foto à esq.), Diretor da Agência, participou do Flex 2011 e mostrou os vários planos de desenvolvimento industrial encabeçados pelo novo governo.
Ele explicou que entre 2010 e 2014 o desafio será sustentar o crescimento interno, sob a atual conjuntura de restrição externa e acirramento da competitividade nos mercados globais. Para tal o foco será o investimento em inovação tecnológica, organizacional e corporativa e a manutenção do esforço de ampliação do investimento fixo.
Como trajetória de desenvolvimento sustentado e inclusivo, Campanhola citou a ampliação da capacidade de resistência da economia e ocupação de espaços num cenário internacional de baixo crescimento e maior protecionismo; beneficiar-se dos termos de intercâmbio favoráveis para construir, a partir de ativos relacionais, liderança e comando em redes de inovação, produção e distribuição de segurança alimentar, energética e ambiental para o mundo; e desenvolver segmentos e cadeias produtivas de alto valor agregado, intensivos em conhecimento.
“Frente a estas trajetórias, o atual governo delineou como estratégias o foco na competitividade e nas janelas de oportunidade, segundo competências produtivas, tecnológicas e organizacionais; uma política industrial que considere e aproveite a diversidade da base empresarial para construir soluções eficientes para o desenvolvimento nacional; e uma forte articulação público-privada em várias instâncias de governança da política para a construção das propostas.”
O Flex 2011 contou ainda com as palestras de Mike Donohoe, Vice Presidente de Marketing Global da Videojet (EUA), que falou sobre o impacto da rastreabilidade na logística do futuro e tecnologias de marcação que fazem a diferença nas embalagens flexíveis e Ellen Lopes, consultora da Food Design, que abordou a questão de segurança alimentar e as diversas leis relativas ao tema.
O evento foi patrocinado pela Braskem e pela ABDI e teve como mediador Fabio Mestriner, do Núcleo de Estudos da Embalagem da ESPM.
Os associados da ABIEF podem solicitar uma cópia das palestras disponibilizadas por alguns palestrantes com Esmeralda pelo endereço eletrônico esmeralda@abief.org.br.

Se fosse fazer um balanço das ações da ABIEF nesta primeira metade do ano, eu as resumiria em: disseminação de conhecimento e defesa do plástico. Organizamos dois eventos de sucesso inconteste que garantiram aos profissionais de nosso setor acesso aos modernos conceitos de gestão empresarial e às principais tendências que direcionam os desenvolvimentos da indústria de embalagens e de seu modelo de negócio futuro.
Tanto o Seminário de Capacitação em Gestão Empresarial quanto o Fórum Latino-Americano de Embalagens Plásticas Flexíveis, ambos sob o chapéu da marca Flex, foram sucesso de público e de conteúdo. Eles comprovaram que estamos no caminho certo ao apostarmos em eventos que promovam, simultaneamente, networking e disseminação de informação de alto nível.
Sobre a defesa do plástico, encabeçamos diversas ações, sozinhos e em parceria com entidades próximas como o INP/Plastivida, especialmente no que tange às sacolas plásticas. O movimento mais recente foi a reunião, no início de Julho, onde apresentamos um novo plano de trabalho para o setor. Este plano contempla, em linhas gerais, campanhas de conscientização da população sobre o real papel das sacolas que, por tabela, deverão desencadear ações educacionais.
Um dos pilares deste trabalho são os spots nas rádios de grande audiência. Faremos até o final de Julho cerca de 380 inserções, de 30 segundos cada, nas rádios Band News FM (88 inserções), Bandeirantes AM/FM São Paulo (52 inserções) e CBN FM (Florianópolis, Blumenau, Goiânia, Fortaleza e Recife) (47 inserções em cada praça). E no evento do início de Julho buscamos sensibilizar mais empresas – e mais elos da cadeia - sobre a questão e gerar recursos que garantam fôlego para continuarmos este trabalho.
As mensagens dos spots de rádio abordam a importância do uso, reuso e reciclagem das sacolinhas; a atuação da indústria na fabricação de sacolas dentro da norma técnica e na articulação com o varejo e os consumidores por meio do Programa de Qualidade e Consumo Responsável; a sustentabilidade das sacolas comprovada por estudo da Agência Ambiental do Governo Britânico; e o direito do consumidor de optar pela embalagem mais adequada às suas necessidades.
E agora eu deixo a mensagem da ABIEF: apenas a união da cadeia do plástico garantirá o desenvolvimento de nossa indústria. Precisamos alinhar pensamentos e coordenar ações para criarmos massa crítica e enfrentarmos as adversidades atuais e futuras. Hoje é a sacola plástica que corre risco, amanhã poderá ser o plástico como um todo. Reflitam, atuem, aliem-se à ABIEF para que todas estas ações e campanhas não tenham um fim em si mesmo.
Alfredo Schmitt, Presidente

Um estudo divulgado pelo PMMI (Packaging Machinery Manufactures Institute) dos Estados Unidos durante a Interpack, em maio, na Alemanha, revelou que o fortalecimento de alianças entre os fabricantes de embalagens flexíveis e seus clientes é fundamental para o entendimento dos desafios atuais. É preciso ainda entender as relações dos clientes com os mercados nicho, especialmente os que apresentam crescimento.
Internamente, as empresas precisam ficar atentas aos materiais emergentes que certamente afetarão a embalagem no futuro. É preciso atentar-se também às mudanças nas regulamentações sobre rastreabilidade de alimentos e produtos farmacêuticos, leis de rotulagem e legislações relativas a materiais e a emissões.
O estudo, realizado com 43 profissionais de embalagem de indústrias usuárias, revelou ainda que as principais características das embalagens flexíveis daqui para frente serão: redução de custos, melhor apresentação no ponto de venda e melhoria da propriedade barreira. Do ponto de vista de produção, espera-se: redução dos custos operacionais, aumento de produtividade e maior flexibilidade nas mudanças de serviço. As empresas pesquisadas combinam o uso de embalagens rígidas e flexíveis, com uma participação de, respectivamente, 59% e 41% em seu portifólio.
“Há nichos de mercado na indústria de alimentos, nos quais as empresas têm registrado aumento de vendas enquanto outras apenas seguem os indicadores, registrando declínio ou simplesmente ficando estagnadas”, analisa Paula Feldman, Diretora de Pesquisas e Estudos do PMMI.
Segundo ela, a indústria de alimentos continua sendo o principal mercado para as embalagens flexíveis nos EUA com uma participação de 54% no consumo. Outros importantes mercados são produtos de consumo (10%), varejo não alimento (9%), aplicações industriais (9%), produtos médicos e farmacêuticos (8%), sacolas para a varejo (7%), institucional não alimentos (3%). De modo geral, espera-se que até 2014 a indústria de flexíveis cresça entre 2% e 3% (dados da FPA – Flexible Packaging Association dos EUA).
Neste contexto, a embalagem stand-up pouch (SUP) continua sendo a escolha mais popular com 59% das empresas entrevistadas prevendo que aumentarão o seu uso. Especificamente na área de alimentos, das 22 empresas do setor entrevistadas 50% garantem que aumentarão o uso desse tipo de embalagem.
Outro dado interessante é que 41% dos entrevistados já estão implementando embalagens flexíveis mais leves como uma das saídas para redução de custos. “As empresas já entenderam que a embalagem flexível reduz o custo unitário da embalagem e permite que as empresas atinjam margens maiores.” A especialista lembra ainda que a desvalorização do dólar na economia mundial flutuante impacta na redução de lucros operacionais para algumas empresas. “Outro bom motivo para buscar soluções em embalagem mais eficientes em custo e produção.”
Mais informações visite www.pmmi.org.


“A ABIEF entende que além de oferecer ao mercado informações sobre tendências e negócios, é seu papel também preparar os profissionais para aproveitarem melhor este tipo de conteúdo, ou seja, trabalhar pela
formação e reciclagem contínua de conhecimento entre os profissionais do setor.” Com esta afirmação Alfredo Schmitt (foto à dir.), Presidente da entidade, define a importância dos eventos de treinamento e capacitação que a Associação tem realizado.
No primeiro semestre de 2011, um dos mais impactantes foi o Seminário de Capacitação Empresarial para a Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis realizado entre os dias 6 e 8 de Maio no Hotel Royal Palm Plaza Campinas com a presença de 20 empresários. Ao oferecer aos participantes conceitos sobre Gestão Empresarial que possam fazer a diferença em seu dia a dia, o evento acabou criando um fórum para a troca de experiências e absorção de conhecimentos.
As seis palestras possibilitaram discutir a situação do setor e sua relação com as diversas ferramentas de Gestão Empresarial. “Ficou claro que os empresários de nossa indústria, especialmente as de pequeno e médio porte, precisam aproximar-se de conceitos como mobilização de pessoas, planejamento estratégico, custos e orçamentos, gestão estratégica de marcas e sucessão empresarial.”
O evento contou ainda com uma dinâmica aplicada por Flávia André e Fernando Arbache, respectivamente da Iunis Promoções e Eventos e da Arbache Tecnologia que simularam diversas situações empresariais que deveriam ser solucionadas pelos participantes a fim de garantir a sobrevivência/desenvolvimento das empresas fictícias. O Seminário contou com o patrocínio integral da Braskem.
Nesta linha de formação profissional, a ABIEF também realizou em sua sede em São Paulo, em Março, o curso “Formação Técnica de Vendedores de Embalagem em Flexogafria”, ministrado em dois dias pelo especialista Aislan Baer, da Projeto Pack. O curso visou capacitar a equipe de vendas da indústria convertedora sobre os parâmetros a serem observados, argumentos técnicos de vendas e procedimentos para o desenvolvimento de novas embalagens. Ele contou com a participação de 27 profissionais.
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A produção global de bioplásticos deverá ser dobrada entre 2010 e 2015. A capacidade estimada deve superar a marca de 1 milhão de toneladas já em 2011, de acordo com um estudo apresentado pela Associação Europeia de Bioplásticos em cooperação com a Universidade de Ciências Aplicadas e Artes de Hanover, Alemanha.
De um total de 700.000 toneladas em 2010, a capacidade produtiva de bioplásticos saltará para cerca de 1,7 milhão de toneladas em 2015. Já no primeiro semestre de 2011, estima-se que a capacidade de produção tenha excedido 900.000 toneladas.
Outra mudança significativa é vista na composição do volume global de produção. Em 2010, os bio plásticos eram basicamente produzidos com materiais biodegradáveis, totalizando cerca de 400.000 toneladas (comparadas às 300.000 toneladas de plásticos commodity de base bio). Esta taxa deverá ser revertida nos próximos anos. Os materiais de base bio deverão crescer substancialmente, atingindo 700.000 toneladas em 2015. Mais informações visite www.european-bioplastics.org.
Esta é a novidade da americana Zip-Pak, líder global em soluções resseláveis e equipamentos. Ela recém apresentou o Package Realization Team™ que vai de encontro à nova abordagem da empresa: ajudar os donos das grandes marcas no processo de transição das embalagens existentes para formatos flexíveis resseláveis, preferidos pelos consumidores, ou na melhora das embalagens existentes.
Para cada projeto exclusivo, a empresa monta uma equipe que pesquisa junto às empresas de bens de consumo (CPG) e aos varejistas sobre a implementação de soluções econômicas e eficientes de fechamento resselável. As configurações das equipes variam de acordo com as necessidades do projeto, mas podem incluir representantes de vendas, marketing, desenvolvimento de produtos, operações, maquinário e assistência técnica.
O Package Realization Team pode resolver uma variedade de desafios, como incorporar tecnologia resselável em uma linha de embalagem existente, ou oferecer aconselhamento sobre design de embalagens baseado em anos de pesquisas junto aos consumidores. A empresa também investe em pesquisa para apoiar os benefícios de sustentabilidade dos formatos flexíveis resseláveis sobre as alternativas rígidas e pode orientar as marcas a melhorar sua performance ecológica. Mais informações visite www.zippak.com.

Como parte de sua estratégia de ampliação e nacionalização de atividades, a ABIEF participou da Brasilplast 2011, em Maio, e da Fispal Tecnologia, em Junho. Nas duas feiras, o estande institucional foi compartilhado com a Abiplast e com a Afipol em uma iniciativa inédita de efetiva integração de toda a cadeia do plástico.
A 13ª edição da Brasilplast reuniu 1390 expositores, sendo 504 internacionais, e 65 mil visitantes-compradores no Pavilhão de Exposições do Anhembi. Expositores do setor de máquinas e de equipamentos reportaram vendas na casa dos R$ 6 milhões durante a feira. As linhas de crédito oferecidas pelo BNDES e Nossa Caixa também contribuíram para fomentar negócios.
Segundo o gerente de promoções e eventos do BNDES, Sidney Ferreira de Carvalho, 80% dos atendimentos realizados durante a feira eram de micro e pequenas empresas e 20% de médias empresas, interessadas em financiamentos de máquinas. Nos cindo dias de feira, foram registrados 158 atendimentos. A Agência de Fomento Paulista/Nossa Caixa emitiu Cartas de Crédito no valor de R$ 5 milhões, para financiar o desenvolvimento de pequenas e médias empresas paulistas, assim como a compra de equipamentos.
A feira também atraiu investidores estrangeiros para a 24ª edição do Projeto Comprador, que faz parte do Programa Export Plastic, em parceria com a APEX (Associação Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos). O evento reuniu 29 empresas brasileiras (algumas associadas da ABIEF) e seis estrangeiras, nas rodadas de negócios realizadas no primeiro dia. Representantes de empresas americanas e chilenas, se encontraram com empresários brasileiros em 81 reuniões de negócios.
Já a 27ª Fispal Tecnologia confirmou o bom momento do setor de embalagens para alimentos e bebidas, com a presença de mais de duas mil marcas expositoras e 64 mil visitantes qualificados. Esta edição também marcou um momento importante para o mercado de feiras no Brasil: a BTS - Brazil Trade Shows foi comprada pelo Informa Group, assumindo o segundo lugar no ranking de feiras de negócios do País.
Diversos expositores afirmaram que esta foi a melhor edição da Fispal Tecnologia dos últimos 10 anos, tanto pela visitação qualificada quanto pela presença de empresas expositoras de 14 países – África do Sul, Argentina, China, Estados Unidos, Espanha, Holanda, Itália, Peru, Suíça, Polônia, Taiwan, Turquia, Malásia e Canadá. “Muitos contatos realizados aqui serão revertidos em negócios nos próximos seis meses”, explica Alexandre Barbosa, CEO da BTS. A Fispal Tecnologia ocupou de 76 mil m² do Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo, 13% a mais que na edição passada.

Uma técnica de patente pendente desenvolvida pela Extrusion Dies Industries, LLC (EDI) acrescenta uma nova dimensão de controle de oxigênio e umidade para embalagens de alimentos, ampliando as propriedades de barreira para limites além dos procedimentos padrão de teste. A tecnologia de “microcamada ativa” combina os conceitos de embalagem ativa e extrusão em microcamadas, produzindo filmes e folhas pela multiplicação de camadas aplicada não somente ao polímero de barreira, mas também aos componentes ativos como absorvedores de oxigênio ou dessecantes.
Os pesquisadores foram além e incorporaram componentes ativos em camadas fora do núcleo da barreira e, em seguida, submeteram os componentes à multiplicação de camadas. A barreira a oxigênio e umidade é garantida pela combinação de várias e até mesmo dezenas de camadas ativas.
A tecnologia de multiplicação de camadas (LMT) produz um filme ou folha que não é mais grosso nem contém mais polímero que o resultante da coextrusão convencional (imagem à dir.). A seguir o passo a passo de como uma estrutura típica de microcamadas ativas poderia ser produzida na forma de folhas de polipropileno (PP) 1,25 mm de espessura:
Mais informações, visite extrusiondies.com e reworkdies.com.

De acordo com o estudo alemão “Visões dos polímeros”, divulgado na K no final de 2010, os principais drivers de inovação do setor são eficiência energética e preservação de recursos. Para ilustrar as tendências, os especialistas recorrem às significativas contribuições que os plásticos garantem ao mundo atual e às oportunidades que descortinam para o futuro.
Em outras palavras: o plástico tem um papel preponderante no desenvolvimento da sociedade moderna e na evolução das diversas atividades produtivas/econômicas. Os estudiosos também elencaram cinco temas principais dentro destas duas vertentes:

A ABIEF dá as boas-vindas aos seus novos associados:
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EXPEDIENTE: ABIEF FLEX, publicação bimestral da ABIEF – Associação Brasileira das Indústrias de Embalagens Plásticas Flexíveis – Av. Brig. Faria Lima, 2.081 – 3º and. – cj. 32 – 01452-908– São Paulo – SP – Tel.: (11) 3032-4092 – Fax: (11) 3032-2021 E-mail: abief@abief.org.br. Site: www.abief.org.br. Edição e Redação: LDB Comunicação Empresarial. Tel.: (11) 4412-0813. E-mail: ldbcom@uol.com.br. Editora Responsável: Liliam Benzi – Mtb 19.352. Projeto Gráfico e Editoração: Saulo Pacheco – Formato Design Tel.: (11) 3061-2231. E-mail: formato.sp@terra.com.br. Impressão: Sky Artes Gráficas do Brasil Tiragem: 7.000 ex.
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